Família de Gugu vai a Justiça contra site por ‘acusações caluniosas’

A família de Gugu Liberato, morto em novembro passado, foi à Justiça contra o jornalista Joaquim de Carvalho e o site ‘Diário do Centro do Mundo’ (DCM) por ‘acusações caluniosas’ ao apresentador. O processo contra o site foi aberto, nesta terça-feira, 11, no 78º distrito policial de São Paulo.

Os advogados dos filhos de Gugu, Carlos Alberto Farnesi Regina e Marina Coelho Araújo, afirmaram em comunicado público que consideram “constantes e descabidas acusações caluniosas e difamatórias envolvendo a imagem de Gugu Liberato”.

O advogado se refere a uma matéria do ‘Diário do Centro do Mundo’ onde é revelado detalhes de um processo movido pelo DJ Leandro Kloppel Lo Frano, em 2012, contra Gugu, em que o apresentador é acusado de cometer abuso sexual.

Os advogados afirmam que “o veículo e o jornalista foram formalmente avisados, notificados e, para todos os efeitos legais, a manutenção ou propagação desta falsa e ilegal notícia, sob sua exclusiva responsabilidade implicará, em tese, na prática de diversos ilícitos, inclusive, mas não se limitando, a vilipêndio a cadáver, calúnia, injúria, difamação, violação de sigilo judicial e eventualmente formação de bando ou quadrilha.”

A família de Gugu Liberato, morto em novembro passado, foi à Justiça contra o jornalista Joaquim de Carvalho e o site ‘Diário do Centro do Mundo’ (DCM) por ‘acusações caluniosas’ ao apresentador. O processo contra o site foi aberto, nesta terça-feira, 11, no 78º distrito policial de São Paulo.

Os advogados dos filhos de Gugu, Carlos Alberto Farnesi Regina e Marina Coelho Araújo, afirmaram em comunicado público que consideram “constantes e descabidas acusações caluniosas e difamatórias envolvendo a imagem de Gugu Liberato”.

O advogado se refere a uma matéria do ‘Diário do Centro do Mundo’ onde é revelado detalhes de um processo movido pelo DJ Leandro Kloppel Lo Frano, em 2012, contra Gugu, em que o apresentador é acusado de cometer abuso sexual.

Os advogados afirmam que “o veículo e o jornalista foram formalmente avisados, notificados e, para todos os efeitos legais, a manutenção ou propagação desta falsa e ilegal notícia, sob sua exclusiva responsabilidade implicará, em tese, na prática de diversos ilícitos, inclusive, mas não se limitando, a vilipêndio a cadáver, calúnia, injúria, difamação, violação de sigilo judicial e eventualmente formação de bando ou quadrilha.”

Fonte: msn

 

 

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