Coronavírus provoca batalha por dinheiro. Entre clubes e jogadores

Os dirigentes dos grandes clubes do Brasil perceberam a seriedade da pandemia do coronavírus.

O futebol vai ficar parado não semanas, como previam.

Mas meses.

E, péssimos administradores, em sua maioria, perceberam que o rombo financeiro das suas equipes ficaria muito maior com, dois, três, quatro meses pagando os jogadores sem ter partidas.

Decidiram se unir sob a proteção da Comissão Nacional de Clubes.

E blefararam.

Passaram para jornalistas que desejavam reduzir em 50% os salários dos atletas, durante o período sem futebol.  Além de impor 20 dias de férias em abril. E dar os dez dias restantes no final do ano, para que o calendário se esticasse.

O Segundo Capítulo…

Diante da inconstitucionalidade de cortar pela metade o pagamento de contratos assinados, os clubes fizeram sua verdadeira proposta.

Redução de 25% dos salários, e direito de imagem, enquanto os campeonatos estiveram parados. E férias de 20 dias em abril. Com os dez dias complementares no final de dezembro.

O Terceiro Capítulo

Os jogadores, liderados por ex-membros do fracassado movimento Bom Senso, decidiram se unir. E usar a Federação Nacional de Atletas Profissionais para negociar.

O movimento pretende usar o capitão da Seleção Brasileira, Daniel Alves, como símbolo de resistência.

E tratou de anunciar que não aceita redução alguma no salário. Em relação às férias, os atletas querem o mês todo de abril. E o direito às folgas normais de Natal e Ano Novo.

Mas, detalhe, exige que a CBF seja a fiadora. Por medo que os clubes não paguem sequer os salários de março e também as férias de abril. E o período que vier pela frente, se os campeonatos não puderem retornar.

Fonte: R7

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