Livro “Saral#3”, do poeta cearense Talles Azigon, está em fase final de financiamento coletivo

 

Criação do poeta cearense Talles Azigon, o projeto Saral está com seu terceiro e último livro em fase final de financiamento coletivo. A publicação de “Saral#3” pode ser apoiada até o dia 18 de janeiro, por meio da plataforma Catarse.

A meta é arrecadar R$ 5.500, valor que custeará edição e impressão dos exemplares, bem como o envio da obra pelos Correios para os apoiadores da campanha.

Entre as recompensas, a depender da quantia a ser fornecida pelos interessados, estão acesso à versão digital do livro; box exclusivo com os três livros do projeto Saral; escolha de um dos títulos da edição especial de “Saral#1”, “Saral#2” e “Saral#3”, com texto crítico e capa exclusiva, entre outras.

 

Poesia insubmissa

Último livro da trilogia Saral, “Saral#3” conta com poemas de Talles Azigon – editor, mediador de leituras e criador da biblioteca comunitária Livro Livre Curió – e ilustrações de Flávio Domingos, artista plástico, ilustrador e desenhista, criador do perfil @_epifanico, espécie de mural virtual que reúne as artes e projetos do profissional. O projeto gráfico e a diagramação da obra são de Daniel Firmino.

Inserindo a Literatura Marginal cearense em um panorama de destaque, o projeto tem distribuição facilitada para o público geral, principalmente para estudantes do sistema público de ensino e pessoas das periferias, território onde foi a iniciativa foi gestada.

Além disso, o “Saral#3”, conforme consta no texto da campanha, possui uma sistema de vendas que permite que ele seja acessado por um número de pessoas que geralmente não tem tanto poder aquisitivo. Cada uma delas paga de acordo com as possibilidade financeiras, de 10 centavos a R$100 reais ou mais.

Poesia insubmissa que coroa, de forma triunfal, o sucesso das publicações anteriores – os dois primeiros títulos possuem reconhecimento tanto dos frequentadores de saraus quanto de intelectuais pretas e pretos, a exemplo de Nina Rizzi, Rômulo Silva e Tuyra Maria Andrade – e, de quebra, gera renda e ainda mais inspiração literária na periferia de Fortaleza.

 

Fonte: Diário do Nordeste

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