Apple M1 Pro e M1 Max são até 4 vezes mais rápidos que o primeiro M1

O Apple M1 fez a linha Mac evoluir de maneira impressionante. Mas os esforços não pararam aí. Nesta segunda-feira (18), a plataforma Apple Silicon ganhou dois integrantes poderosos: os chips M1 Pro e M1 Max. Ambos são voltados a atividades profissionais e, por isso, equipam os novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas.

Apple M1 Pro

Com 33,7 bilhões de transistores e processo de fabricação de 5 nanômetros, o Apple M1 Pro conta com até dez núcleos de CPU — dois de alta eficiência energética e oito de alto desempenho —, bem como com até 16 núcleos de GPU.

É um incremento importante. O primeiro M1 tem oito núcleos de CPU, quatro dos quais são voltados ao desempenho; os outros quatro priorizam a eficiência. Além disso, o chip tem sete ou oito núcleos de GPU.

Por causa disso, na comparação com o M1, a versão Pro pode oferecer até 70% mais desempenho de CPU. Esse aspecto é complementado com a largura de banda de memória de até 200 GB/s (gigabytes por segundo) e o suporte a até 32 GB de RAM (LPDDR5).

A performance gráfica é tão ou mais notável: em sua versão completa, a GPU do M1 Pro é até duas vezes mais rápida que o seu antecessor, conta com 2.048 unidades de execução e pode lidar com até 5,2 teraflops por segundo.

Apple M1 Max

A versão Pro tem quase o dobro de transistores em relação ao primeiro M1, mas o Apple M1 Max consegue ser ainda mais “monstruoso” nesse quesito: a tecnologia de fabricação continua em 5 nanômetros, mas 57 bilhões de transistores aparecem por aqui.

Esse é o chip mais poderoso que a Apple já desenvolveu. Não por acaso, a companhia afirma que a versão Max é até quatro vezes mais rápida que o primeiro M1.

Embora a configuração para CPU continue em oito núcleos, o M1 Max traz até 32 núcleos de GPU e alcança 4.096 unidades de execução. O desempenho gráfico pode chegar a 10,4 teraflops.

A largura de banda para memória também dobra: são 400 GB/s. Além disso, o chip consegue trabalhar com até 64 GB de RAM.

Informações do site Tecnoblog

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