Redação do Portal

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O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva minimizou a derrota do PT em diversas cidades do país e que resultou em um encolhimento político do partido. Segundo ele, o resultado é próprio da democracia, que prevê alternância de poder.

“Uma eleição você ganha, outra você perde. Democracia é isso. Se tivesse escrito que o PT não pudesse perder nunca, eu não ia criar um partido político. É uma disputa. Quem perdeu em 2012, ganhou agora. Quem ganhou agora pode perder em 2018. Essa é a beleza da democracia. É a alternância de poder. A troca de pessoas que governam”, disse Lula.

O ex-presidente participou, na noite dessa terça-feira (4), do 2º Encontro da Industriall Global Union, um encontro internacional que reuniu cerca de 1.500 sindicalistas, de 101 países, no Rio. Ao final do encontro, Lula falou com os jornalistas e comentou também a iniciativa de se fazer reforma na Previdência neste momento.

“Toda vez que tem uma crise econômica, as pessoas conservadoras que dirigem o país começam a falar em corte, em perda de direito, em reforma da aposentadoria. Nunca se fala em reforma da aposentadoria quando a economia está crescendo. Somente quando está em crise se fala nisso, como se fosse a aposentadoria a culpa da crise.”

Para o ex-presidente, não é justo equiparar as idades de aposentadoria de homens e mulheres. “Passar para 65 anos, igualando mulher e homem, é esquecer que a mulher às vezes tem tripla jornada de trabalho”.

Teto dos gastos públicos

Lula criticou a possibilidade de votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos, inclusive em áreas como educação e saúde. “Eu acho que o movimento sindical vai ter uma briga muito séria, porque a PEC 241, que congela investimentos em saúde e educação, é uma coisa seríssima. Porque não é possível melhorar a educação e a saúde sem investimentos.”

Sobre as reformas na legislação trabalhista, Lula disse que algumas coisas podem ser mudadas, mas outras devem permanecer como estão para proteger o trabalhador. “É preciso adequar e modernizar aquilo que já está superado na CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], porque ela é de 1943. Pode ter coisa que precisa ser atualizada. O que não se pode prescindir é da proteção que a CLT dá aos chamados setores mais fragilizados do mundo do trabalho, os sindicatos mais fracos, mais pobres. Ela tem que ser mantida.”

Lula se mostrou contrário à privatização de empresas públicas e disse que isto é um problema que deveria incomodar o país. “Deve incomodar ao Brasil. Um governo que acha que só vai resolver os problemas vendendo o que tem é como o marido que fica desempregado e a primeira coisa que faz, ao invés de procurar outro emprego, é propor à mulher vender a cama, vender a geladeira, a televisão.”

O 2º Encontro da Industriall Global Union, que este ano tem como tema “A Luta Continua”, prossegue até sexta-feira (7), discutindo os impactos tecnológicos e políticos da modernidade sobre o sindicalismo e o trabalho.

Fonte: Agência Brasil


A sessão do Congresso Nacional convocada para a noite de ontem (4) caiu por falta de quórum. A reunião de deputados e senadores era destinada a apreciação de vetos, dos destaques à Lei de Diretrizes Orçamentárias e a votação do projeto de lei que libera créditos extraordinários para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Os parlamentares chegaram a apreciar os sete vetos presidenciais que trancavam a pauta, mas ainda analisavam os destaques a eles apresentados quando entraram em uma votação de requerimento para inversão de pauta. Neste momento, com votação nominal, foi observado que não havia quórum entre os senadores e a sessão precisou ser suspensa.

Uma nova sessão do Congresso foi convocada para esta quarta-feira (5), às 14h, para que os parlamentares concluam a votação que estava em curso e retomem a apreciação das demais matérias. No entanto, a reunião corre o risco de ser adiada novamente porque os deputados terão uma pauta cheia na Câmara, que inclui a votação de projeto de lei que altera as regras para exploração do pré-sal. O tema é polêmico e pode não haver espaço para a retomada da sessão do Congresso.

Fonte: Agência Brasil


Sob pressão para reduzir os gastos com a folha de pessoal, o governo federal estuda rever o salário inicial das principais categorias de servidores. A ideia é reduzir valores dos salários de ingresso no serviço público, considerados altos, e ampliar a distância em relação à remuneração recebida pelo funcionário no final da carreira.

Hoje, os servidores recém-aprovados em concursos públicos recebem salários muito elevados – bem acima dos registrados na iniciativa privada – e, em alguns casos, bastante próximos daqueles que estão no topo da tabela do plano de carreira.

No funcionalismo público federal, há salários iniciais que chegam perto de R$ 30 mil. É o caso do consultor legislativo do Senado, que ganha no início de carreira R$ 29,1 mil e, no final, R$ 30,54 mil.

Já um advogado da União começa ganhando R$ 18,28 mil e chega a um salário de R$ 23,76 mil ao final da carreira, de acordo com levantamento feito pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, com dados do Ministério do Planejamento. A pequena diferença salarial entre início e fim de carreira acaba sendo um incentivo para o aumento da pressão pelos “penduricalhos”, benefícios extras que se somam ao salários. É o que acontece agora com várias categorias que pleiteiam bônus de produtividade, como na Receita Federal.

Os integrantes da Advocacia-Geral da União (AGU), da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e das procuradorias dos ministérios e do Banco Central já estão recebendo desde agosto honorários pelas causas ganhas pela União. Também serão autorizados a exercer advocacia privada, desde que não sejam causas contra o governo.

Na Receita, que tradicionalmente consegue se organizar com maior força para conseguir acordos mais vantajosos, o salário inicial é de R$ 15,74 mil. Um delegado da Polícia Federal recebe salário inicial de R$ 16,83 mil, enquanto um de fim de carreira ganha R$ 22,81 mil.

“O nível salarial de entrada é muito elevado. Muito maior do que na iniciativa privada”, disse uma fonte da área econômica envolvida na discussões. Uma mudança nessa estrutura é complexa, polêmica e exigirá o envio de projetos de lei alterando as diversas carreiras. Mas, para a área econômica, esse debate ganha força nesse momento.

O economista Pedro Bastos, professor da Unicamp, acredita que os elevados gastos com pessoal são “desperdício de munição”, principalmente em meio à recessão. Integrante da corrente de economistas favoráveis à expansão do gasto público para atenuar a queda da atividade econômica, o professor avalia que o governo teve a chance de conter esse processo para tentar preservar investimentos, mas definiu prioridades de forma equivocada.

Fonte: Estadão Conteudo


São Paulo – Teste realizado pelo site britânico Which mostrou números ruins para quem pensa em comprar um iPhone 7. A última geração do smartphone da Apple se saiu terrivelmente mal em um teste de duração de bateria.

Para ser mais específico, o iPhone 7 ficou como último colocado em um teste que envolvia quanto tempo de uso a bateria dos principais smartphones da atualidade aguentam. Ele foi colocado lado a lado contra outros produtos topo de linha nesse desafio.

Os competidores foram Samsung Galaxy S7, LG G5 e HTC 10. Destes, apenas o Galaxy S7 é vendido no Brasil. A LG optou por vender uma versão modificada do G5 por aqui. Já a HTC deixou de atuar oficialmente no Brasil.

Os dados divulgados são de tempo em uma ligação realizada pela rede 3G e tempo de uso de internet também pela rede 3G. O campeão nas duas categorias foi o HTC 10, com 1859 minutos (30 horas) para ligações e 790 minutos (13 horas) para navegar na internet.

No teste de ligações, o LG G5 ficou em segundo lugar com 1579 minutos (26 horas) e o Galaxy S7 logo atrás, com 1492 minutos (24 horas) de uso. O iPhone 7 mostrou um resultado tímido, com apenas 712 minutos (11 horas) de conversação.

No uso de internet, o S7 ficou em segundo lugar, com 677 minutos (11 horas) de uso. O LG G5 ficou com a terceira colocação, com 640 minutos (10 horas). O iPhone 7 ocupa a última colocação mais uma vez, com apenas 615 minutos (pouco mais de 10 horas) de navegação—aqui, vemos uma diferença mais estreita até o LG G5.

O HTC 10 tem uma bateria enorme, com 3.000 mAh. O iPhone 7, por sua vez, tem 1.960 mAh. Isso explica, em parte, o ótimo desempenho do HTC 10 e o baixo desempenho do iPhone 7.

Para mais informações sobre o teste, visite a postagem no blog da Which (em inglês).

Fonte: msn


Mano Morais e Vitor Martins saíram vitoriosos na disputa das eleições municipais na cidade de Mauriti, com 57,59% que é equivalente a 15.589 votos válidos, contra 42,41% que é equivalente a 11.482 votos válidos, Mano e Vitor serão os novos administradores a partir de 2017.

Em uma campanha limpa e unida que fez bonito durante os 45 dias, onde foram discutidas e apresentadas as diversas propostas de governo.

Outro ponto importante a se destacar nessa campanha, foram as pesquisas realizadas no município tanto do IBOPE quanto do IDHATA, as duas apontavam vantagens de Mano Morais contra o seu adversário, isso provou que ambas as pesquisas eram verdadeiras. 

O Nome de Mano Morais e Vitor Martins surgiram para o povo mauritiense como sendo uma união de dois jovens que trazia esperança de uma nova gestão onde todos pudesse participar. Além da vitória de Mano e Vitor, a coligação compromisso e verdade conseguiu eleger maioria dos seus vereadores. Conheça também todos os vereadores eleitos nas eleições de 2016.

Fernanda Martins – (PSDB) 1.854 votos

João Paulo – (PT) 1.603 votos

Almir Tavares – (PT) 1.297 votos

Samuel Coelho – (PDT) 1.270 votos

Romário Alencar – (PSDB) 1.268 votos

Teofilo Neto – (PT) 1.184 votos

Celminha – (PT) 1.151 votos

Rangel Cartaxo (PT) – 969 votos

Dede Leopoldo – (PDT) 951 votos

Auricelio Vieira – (PPS) 929 votos

Sarue – (PEN) 913 votos

Fabricio Braga (PT) – 896 votos

Dr. Zuza – (PDT) 821 votos

Dos atuais vereadores não foram reeleitos o Vereador Deuzivan (PT) e Doda Barbosa (PRB), e não se candidataram Cícero do Coité, Donizete Felipe e Sérgio Tavares. 


O primogênito do eterno Deputado Welington tornou-se, com esses resultados, o mais influente político do Cariri. 

Todos os candidatos diretamente apoiados por Guilherme obtiveram êxito
Em Brejo Santo, a sua tia Teresa Landim teve uma vitória consagradora.

Além de Brejo Santo, os municípios de Mauriti, Missão Velha, Milagres, Porteiras, Jati, Penaforte, Abaiara e Caririaçu compõem o seu reduto.

Toda essa força política não é à toa. Guilherme, com a inestimável ajuda do seu pai, conseguiu feitos históricos;

*2012*: Lançamento pelo ministério da saúde do cartão SUS em Brejo Santo por ser o município brasileiro que apresenta a maior satisfação dos usuários da Saúde pública.

*2014*: Brejo Santo é aprovada em primeiro lugar no Brasil em uma avaliação feita pelo instituto Alfa e Beto, que após mensurar o desempenho dos alunos da rede pública de todo o país, concedeu a Guilherne Landim o prêmio de prefeito nota 10.

*2015*: Brejo Santo tem o seu prefeito escolhido como o melhor do Ceará 
(A escolha foi feita por uma Comissão com 33 componentes e mais 61.928 votos consignados pela internet). 

*2015*: O município de Brejo Santo é exaltado no Jornal Nacional em 06.08.2015 pelo bom destino dado ao lixo em aterros sanitários. 

Saúde, educação, gestão administrativa e preocupação ambiental. Tudo isso conseguido por um município pequeno (menos de 50 mil habitantes), pobre, distante das zonas industrializadas e localizado na região mais sofrida do país, o sertão nordestino. 

Parabéns *GUILHERME LANDIM*. Você provou o poder da determinação, deixando claro que nem todos os políticos são iguais. Certamente está orgulhando muito o seu pai, o saudoso WELINGTON, que trabalhou a vida inteira pela terra que amava.


Com uma das melhores gestão do Brasil, o prefeito de Brejo Santo Guilherme Landim fez sua sucessora a partir de 2017, Dra. Teresa Landim (PDT) é a próxima prefeita da cidade de Brejo Santo, com 75,70% dos votos válidos que é equivalente a 19.886 votos, contra 24,30%  que representa 6.382 votos do seu adversário Jorginho do PMDB.

Confira também a lista dos vereadores eleitos na cidade de Brejo Santo.

Ranilsinho (PDT) – 1.754 votos

Naldo (PPS) – 1.718 votos

Miran Basílio (PDT) – 1.667 votos

Lurdinha da Cabaceira – (PDT) – 1.605 votos

Arnou (PDT) – 1.540 votos

Feitosinha (PDT) 1.352 votos

Carmem Martins (PDT) 1.258 votos

Tiquim Batista (PDT) 1.205 votos

Valmim Lucena (PDT) 1.188 votos

Tutu – (PR) 1.176 votos

João Batista – (PDT) 1.166 votos

Devani – (PDT) 1.133 votos    

Anão Rufino – (PDT) – 1.061 votos 


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Previsão do Tempo em Mauriti-CE