Redação do Portal

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O padre Francisco Roserlândio de Souza divulgou nesta semana imagens do livro onde está o registro de nascimento de Padre Cícero. Souza é diretor do Departamento Histórico Diocesano Padre Gomes, da Diocese do Crato, e organiza o processo de digitalização de importantes documentos sobre o santo popular pertencentes ao acervo. O acesso ao livro, considerado secreto, é restrito.

O registros de nascimento de Cícero Romão Batista foi escrito em letra cursiva por um padre no século XIX. O numeral 'vinte e três', data de aniversário do sacerdote, é legível, embora exija um pouco de esforço para vizualizá-lo.

O padre afirma que esse registro, especificamente, já tinha sido digitalizado por meio de uma parceria entre a Diocese do Crato e a Sociedade Genealógica de Utah, ligada à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Foi nesse material digitalizado pela instituição mórmon e acessível na internet no endereço www.familysearch.org que os pesquisadores Daniel Walker e Renato Casimiro identificaram a data correta de nascimento do Padre Cícero.

A informação sanou uma dúvida de mais de um século. Livros já haviam mencionado que o sacerdote poderia ter nascido um dia antes, mas preferiria celebrar em 24 de março pela proximidade com a data de Anunciação do Senhor, quando os cristãos celebram o dia em o Anjo Gabriel apareceu à Maria e anunciou a gravidez de Jesus.

 O registro de Maria, irmã do santo popular, também está no livro (Foto: Diocese do Crato)

O 24 de março, então data de aniversário do sacerdote, é até feriado municipal em Juazeiro do Norte, cidade que ele fundou e foi o primeiro prefeito. A prefeitura ainda não decidiu se muda o dia ou não.

O registro de nascimento de Maria, uma das duas irmãs de Cícero, também está no livro. Maria nasceu em 24 de agosto de 1842. A outra irmã se chamava Angélica. Ambas, mais velhas que Cícero.

O pesquisador Daniel Walker explica que, à época, no Brasil imperial, todo registro de casamento, nascimento e morte era feito pela Igreja Católica.

Padre divulgou imagens de livro de acesso restrito (Foto: Diocese do Crato)

 

 Fonte: G1-CE


O juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara de Justiça Federal do Distrito Federal, enviou um despacho para a defesa de Lúcio Funaro em que aponta falhas no monitoramento por câmeras na residência do delator, onde ele cumpre prisão domiciliar.

Em dezembro, quando Funaro saiu da prisão e foi liberado para cumprir pena em casa, não havia tornozeleira eletrônica disponível nem no Distrito Federal, onde fica a Vara responsável pelo caso, nem em São Paulo, estado para onde ele foi. A prisão domiciliar de Funaro é na fazenda dele, no município de Vargem Grande do Sul.

Com isso, ele se comprometeu com a Justiça que faria o prórpio monitoramento, com câmeras instaladas na propriedade. Ele também se responsabilizou por enviar periodicamente as imagens para a Justiça Federal. Funaro é delator na operação Lava Jato e apontado como operador de propinas para políticos do PMDB.

No despacho, o juiz Soares Leite disse que um vídeo enviado por Funaro para a Justiça não pôde ser visualizado. Além disso, de acordo com Soares Leite, no mapa de câmeras que o delator enviou para a Justiça, alguns pontos da propriedade ficam sem cobertura de imagens.

"Constato que a imagem utilizada para mapear a distribuição das câmeras não abrange a totalidade da área ocupada pela propriedade onde se encontra cumprindo prisão domiciliar; e que os vídeos contidos no não puderam ser visualizados", escreveu o juiz.

O juiz determinou que a defesa de Funaro apresente um novo mapa das câmeras, que contenha "toda a área da propriedade" e o local exato de onde estão todas as câmeras.

Também exigiu que seja apresentada a mídia com as imagens dos dias 20 a 31 de dezembro de 2017, em formato compatível que possa ser aberto pela Justiça. Ele pede que o mesmo formato seja usado nos vídeos que forem enviados nos meses seguintes.

Procurado pelo G1, o advogado de Funaro, Bruno Espiñeira, disse que a defesa ainda não foi notificada oficialmente do despacho. No entanto, afirmou que já tomou conhecimento das exigências do juiz e que já estão sendo providenciadas as medidas determinadas pela Justiça.

O advogado também disse que não sabe o motivo das imagens do circuito interno não terem sido visualizadas pela Justiça. Ele afirmou que o problema "deve ter sido operacional", mas ressaltou que a defesa cumpriu o que tinha sido combinado.

 

 Fonte: G1-CE


O procurador regional da República Maurício Gotardo Gerum, em sua sustentação oral durante o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 24, vai defender aos desembargadores federais o aumento da pena de prisão do petista e argumentar que ele cometeu três crimes em vez de um, como sentenciou o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato em Curitiba.

A reportagem apurou que Gerum vai também atacar a tese da defesa de Lula de que Moro não é o juiz natural do caso, umas das principais críticas e contestações dos advogados do petista.

O TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, vai analisar a apelação de Lula no caso do triplex no Guarujá (SP), em que o petista foi condenado por Moro a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Gerum, um dos integrantes do Ministério Público Federal em julgamentos de segunda instância, será o representante da Lava Jato diante dos três desembargadores federais da 8.ª Turma Penal da Corte.

De seu parecer de 81 páginas, Gerum vai enfatizar, em sua exposição de 30 minutos, que há provas de crime de corrupção passiva. Ele pretende ainda argumentar que o petista cometeu três práticas delituosas, uma vez que a Petrobras fechou três contratos com a construtora OAS, responsável, segundo a denúncia por oferecer o apartamento e bancar reformas no imóvel como pagamento de propina ao petista. E vai sustentar que há "nexo causal" entre a assinatura dos contratos e o recebimento de propina por Lula.

Gerum entende que os contratos da OAS com a Petrobras nas obras das Refinarias Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, e Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, configuraram crimes de corrupção. Os negócios nessas unidades foram fechados por meio dos consórcios Conpar (Odebrecht, UTC e OAS), e Conest/Rnest (Odebrecht e OAS), respectivamente. A OAS pagou R$ 87,6 milhões em propinas, sendo R$ 16 milhões a agentes do PT e ao partido.

Desse "caixa geral" aos petistas - como chamou o ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, em colaboração espontânea no processo - R$ 2,2 milhões foram usados para reformar e equipar o apartamento 164-A, do Edifício Salina, Condomínio Solaris, do Guarujá, para Lula.

"A cada contrato fechado entre as empreiteiras consorciadas e a Petrobras, que no caso da OAS foram três, o oferecimento e a promessa de vantagem se renovam, constituindo crime autônomo", afirmou o procurador em seu parecer. Por isso, em sua sustentação, Gerum vai defender a condenação, com a prática de três condutas delituosas, e consequente aumento da pena de prisão.

 

Vínculo

Em sua sustentação oral, Gerum também vai destacar um ponto da sentença atacado pela defesa de Lula. O criminalista Cristiano Zanin Martins, defensor do petista, pretende explorar a manifestação de Moro para argumentar desvinculação dos crimes com o esquema de corrupção na estatal.

No processo, há notas fiscais, contratos de fornecimentos de serviços e equipamentos, registros do imóvel, cópias de mensagens de e-mail, registros fotográficos, laudos periciais, relatórios de comissões internas da Petrobras e apurações do Tribunal de Contas da União (TCU), que serviram para Moro condenar Lula em 12 de julho do ano passado - a primeira sentença do ex-presidente na Lava Jato, que responde a seis processos.

"Há nexo causal entre a conduta do réu e os crimes praticados em detrimento da Petrobras", já registrou Gerum em seu parecer. Nesse ponto, ele deverá detalhar as provas apresentadas pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

Gerum também considerou que o fato de Lula não ter o poder direto de indicar diretores da Petrobras, como argumentou a defesa para justificar a falta de provas, não é elemento essencial. "Quanto ao nexo causal, importante salientar que a definição dos diretores da Petrobras (por Lula) não constitui prova essencial à configuração do tipo, uma vez que, independentemente de quem ocupasse o cargo, era inequívoca a influência do governo na contratação da empresa, sendo a retribuição escusa calcada nessas bases."

O procurador também argumentará pela manutenção da sentença em relação ao cumprimento inicial da pena de prisão em regime fechado do petista, como foi decidido por Moro - defendendo a rejeição a mais um pedido da defesa.

Procurada, a assessoria de Gerum afirmou que ele não se manifesta sobre o caso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

 Fonte: R7


Um acordo de leniência assinado pelo Ministério Público de São Paulo com a Odebrecht vai permitir que a empreiteira utilize contratos de obras e serviços fechados com a prefeitura da capital paulista para quitar os R$ 21,2 milhões que aceitou devolver aos cofres do município no caso envolvendo pagamentos ilícitos que teria feito ao ex-prefeito paulistano e atual ministro das ComunicaçõesGilberto Kassab (PSD), em troca de vantagens em negócios na cidade.

Pelo “termo de autocomposição”, nome técnico do acordo, a Odebrecht poderá parcelar o pagamento em 22 anos (sendo que 70% da quantia deve ser paga em até dez anos) ou ainda descontar total ou parcialmente esse valor de possíveis créditos que tenha a receber da prefeitura, como dívidas de contratos antigos. O acordo foi assinado em dezembro por quatro promotores da Promotoria do Patrimônio Público e Social, pelo procurador-geral do município, Ricardo Ferrari Nogueira, e pelos advogados da Odebrecht. Para ter validade ele ainda precisa ser homologado pela Justiça.

A possibilidade de usar contratos públicos ou precatórios para indenizações envolvendo casos de corrupção é uma inovação feita pelo MP paulista que não existiu nos acordos firmados pela força-tarefa da Lava Jato. Desta forma, a Odebrecht passa a constar como uma empresa idônea, que poderá participar de licitações envolvendo obras do município e, caso vença o certame, ter o valor da indenização descontado dos pagamentos feitos pela prefeitura.

Segundo o promotor Silvio Marques, os termos do acordo também foram negociados com a gestão do prefeito João Doria (PSDB), interessada em receber os recursos mais rápido. “A empresa se comprometeu a entregar as provas para pegar os agentes públicos. Seguimos a mesma linha da Lava Jato, de não matar a fonte produtiva. É melhor pegar os ovos do que matar a galinha”, defendeu o promotor.

O acordo envolve a delação feita pelos executivos da Odebrecht sobre pagamentos ilícitos que teriam sido feitos a Kassab entre 2008 e 2014. Nas planilhas da empreiteira, o “Kibe”, codinome atribuído ao ex-prefeito na campanha à prefeitura em 2008, é destinatário de R$ 3,4 milhões. Já os outros pagamentos, no valor de R$ 17,9 milhões constam como “Chefe Turco” e “Projeto”. Os dados constavam no Drousys, sistema de controle do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como departamento de propinas.

Delação

Kassab foi delatado pelos executivos Benedicto Júnior e Paulo Cesena, da Odebrecht. Segundo os delatores, entre 2008 e 2014, houve pagamentos de vantagens indevidas para o ministro do governo Michel Temer (PMDB), em montante superior a R$ 20 milhões. Os repasses teriam como objetivo “obter vantagens” de Kassab na condição de prefeito de São Paulo e, depois, de ministro das Cidades do governo Dilma Rousseff (PT).

Em maio de 2017, as delações da Lava Jato envolvendo obras públicas estaduais e municipais foram distribuídas na Promotoria do Patrimônio Público para promotores apurarem a responsabilidade cível dos agentes públicos — na esfera criminal, o caso de Kassab está no Supremo Tribunal Federal (STF) porque o ministro tem foro privilegiado.

Em dezembro, o MP moveu ação judicial cobrando devolução de R$ 85 milhões de Kassab. Em nota, a assessoria do ministro diz que “trata-se de tema recorrente, abordado sob diferentes versões e afirmações absurdas”. Segundo a nota, “o ministro reafirma a lisura e tranquilidade de sua conduta e ratifica sua absoluta confiança no Judiciário e no Ministério Público”.

Com o acordo, a Odebrecht se compromete a cooperar com as investigações envolvendo os agentes públicos envolvidos, fornecendo informações e provas dos malfeitos. Em troca, a empreiteira deixa o polo passivo da ação feita contra ela e Kassab em dezembro e todas as empresas do grupo ou executivos e ex-diretores ficam imunes a qualquer ação futura envolvendo os fatos delatados. Além disso, fica livre para assinar novos contratos ou manter possíveis contratos vigentes. Os advogados que assinaram o acordo não foram localizados.

Acordos negociados

Cerca de 25 acordos de leniência envolvendo obras e agentes públicos paulistas estão sendo negociados entre o MP-SP e a Odebrecht para ressarcir os cofres do estado e da prefeitura.

A expectativa é de que a empreiteira pague mais de R$ 150 milhões de multa por vantagens ilícitas que teria obtido nas gestões Kassab e Fernando Haddad (PT), na prefeitura, e nos governos José Serra e Geraldo Alckmin (PSDB), no estado. Até agora, quatro acordos já foram assinados envolvendo R$ 35 milhões.

Conforme informou na terça-feira, 16,  o jornal Folha de S.Paulo, as negociações estão sendo feitas porque os promotores de São Paulo não aceitaram os termos dos acordos feitos pela Lava Jato.

“A Promotoria de São Paulo não vai assinar nenhum acordo sem a administração pública. Porque no caso da Lava Jato, o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre) já declarou irregulares os termos de leniência da Lava Jato sem a presença da União”, afirmou o promotor Silvio Marques.

 

 Fonte: msn


Tem prosseguimento a frente de serviços para recuperação de calçamentos nas ruas da sede do município em Milagres. Como determinado pelo Prefeito Lielson Landim (PDT), o Bairro Francisca do Socorro foi o primeiro a receber a manutenção, em decorrência do seu péssimo estado de conservação. Os serviços estão sendo acompanhados pelo Secretário de Infraestrutura, Meio Ambiente e Serviços Públicos, Ailton Crisostomo.

Segundo disse Ailton, há anos que as diversas ruas dos Bairros Francisca do Socorro, Frei Damião, Casa Própria, Aldagizia Lins e Eucaliptos estavam sem receber qualquer serviço de manutenção por parte da prefeitura municipal, o que se agravou ainda mais, devido o trânsito frequente de veículos. Outro serviço que não vinha sendo feito era a capinação de ruas e limpeza de meio fio.

“Estamos com a equipe da Secretaria de Infraestrutura todos os dias em campo, nos dividindo entre a sede e as comunidades rurais, que vai desde a recuperação de pavimentações, limpeza de meio fio, bem como, desobstruindo a rede de esgotos que compreende a sede, haja vista a aproximação da quadra invernosa, evitado que aconteça o transbordamento como tanto já presenciamos”, finalizou o titular da pasta.

A equipe de trabalho encontra-se nas ruas Francisca Vieira e Padre Cícero no Bairro Francisca do Socorro, como segue o calendário programado pela Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente e Serviços Públicos.

Assessoria de Comunicação

 

 


Seguindo a onda do Snapchat, o Instagram deve lançar uma novidade que envia uma notificação toda vez que alguém tirar print de uma publicação sua no Stories. O rumor foi publicado no site WABetaInfo, especializado no WhatsApp e produtos do Facebook.

O recurso ainda está em fase de testes e funcionará assim: a primeira vez que alguém tirar print, o app exibirá uma notificação dizendo "A próxima vez que você tirar print de uma história, a pessoa que a postou será notificada".

ideia é inibir a captura de tela, uma vez que os Stories foram feitos para durar apenas 24 horas. A mesma função já está presente quando alguém printa alguma mensagem direta na rede social.

Junto com a notificação de prints, o Instagram também está testando uma função chamada Type, que permite Stories apenas de textos, algo semelhante ao Status do WhatsApp, nem de longe tão usado quanto seu similar do Instagram. Hoje eles são feitos carregando um fundo com uma cor, geralmente preto, ou tirando uma foto com a lente coberta.

Junto com as Enquetes, essa é mais uma novidade dentro dos Stories.

Após lançada, será simples acessar a novidade: basta rolar para a direita a lista abaixo do botão da câmera, da mesma forma que para chegar ao Superzoom ou Boomerang.

Serão três tipos de fontes e fundos de diversas cores, escolhidos aleatoriamente pelo aplicativo, de acordo com o site The Next Web. Também será possível enviar uma foto própria, que receberá um filtro para comportar textos.

Em contato com a reportagem, o Instagram confirmou os testes dos dois recursos e afirma que "está constantemente testando formas e maneiras diferentes para aprimorar a experiência de se conectar com pessoas e interesses".

 

 Fonte: R7


Não chega a ser uma versão humana de Jurassic Park, mas está quase lá. O DNA de um homem que morreu na Islândia em 1827 foi parcialmente recriado em laboratório a partir dos genes “disponíveis” em 182 de seus descendentes. O escolhido para voltar à vida, ainda que em escala molecular, é um ícone local, que tem até artigo na Wikipedia: Hans Jonatan, que em 1802 se tornou a primeira pessoa negra a pôr os pés na ilha gelada.  

 

A escolha não foi feita só pela importância histórica do fato, mas porque os genes de Jonatan, de tão raros na população do país, são fáceis de rastrear. A Islândia é um parque de diversões para quem estuda genética: foi colonizada há pouco mais de mil anos por pouquíssimas famílias de origem nórdica, e há um registro preciso de todas as árvores genealógicas desde então. Além disso, um banco de dados criado pela empresa deCODEcontém os DNAs de 150 mil cidadãos – metade do total de habitantes. Isso torna possível rastrear com segurança o caminho de praticamente qualquer gene com o passar dos anos – uma tarefa que seria bem mais difícil em um lugar como o Brasil, em que há 200 milhões de pessoas e dezenas de etnias misturadas.

 

Jonatan nasceu no Caribe, filho de uma escrava africana com um capataz nascido na Dinamarca. Serviu a marinha do país europeu durante as guerras napoleônicas, e pensou que seria libertado após o fim do conflito – além da escravidão ser proibida em território dinamarquês, seus serviços foram reconhecidos pelos superiores. Não foi tão simples: o juiz responsável por seu caso não concedeu a alforria, e ele foi obrigado a fugir para a Islândia. Os registros históricos, a partir daqui, são incertos, mas tudo indica que ele foi bem recebido na ilha, e logo conseguiu emprego como assistente de um cartógrafo.   

Ele se casou com uma nativa, chamada Katrín Antoníusdóttir, e hoje, mais de cinco gerações depois, o casal acumula 788 descendentes. Os pesquisadores da deCODE encontraram o DNA de 182 deles no banco de dados da empresa, e, isolando os genes de origem africana presentes na amostra, conseguiram deduzir 38% do código genético da mãe de Jonatan. O processo é descrito detalhadamente em um artigo científico, publicado na Nature.

 

 

 

Esse é um detalhe essencial: metade dos genes de Jonatan, herdados de seu pai, eram europeus, e são mais difíceis de isolar da população. Sua mãe – que, ao que tudo indica, nasceu no atual território de Benin – é a única pessoa de origem exclusivamente africana envolvida no caso. Os genes que indicam ancestralidade negra, portanto, só podem ser atribuídos com segurança a ela. Como todo bebê herda metade de seus genes de cada membro do casal, encontrar 38% do genoma da mãe é o mesmo que encontrar 19% do genoma de Jonatan.

Em teoria, afirmam especialistas, seria possível usar o método para reconstruir o DNA de qualquer pessoa, célebre ou não. Basta que ela tenha herdado a seus descendentes genes que se destaquem em um determinado grupo – uma tarefa não tão fácil. 

 

 

 Fonte: msn


A primeira grande besteira da internet em 2018 começa a ser combatida pelo YouTube. O chamado de “Desafio do Sabão”, ou, na versão original, “Tide Pod Challenge”, viralizou nas últimas semanascom diversos vídeos no YouTube mostrando pessoas tomando cápsulas sabão líquido.

Isso é tão absurdo quanto parece e, segundo o site da Time, a Associação Americana de Centros de Controle de Envenenamento já registrou 39 casos de adolescentes consumindo o produto. E os centros de controle de envenenamento não registram isso à toa: as tais cápsulas de sabão têm, sim, conteúdo venenoso.

Apesar de parecer pouca coisa apenas 39 casos de envenenamento por consumo de sabão (acidental ou não), a mesma associação registrou apenas 53 casos durante todo o ano de 2017. Ao longo de 2016, foram apenas 39 casos, ou seja, a marca foi igualada em menos de três semanas em 2018.

 Tide Pods

Não coma sabão.

A justificativa do YouTube para remover os vídeos é clara: ele viola as suas diretrizes. “As Diretrizes de Comunidade do YouTube proíbem conteúdo cuja intenção é encorajar atividades perigosas com inerente risco de dano físico”, informou a plataforma em comunicado ao site Fast Company. “Nós trabalhamos rapidamente para remover vídeos sinalizados que violam as nossas políticas.”

Já a Procter & Gamble, proprietária da marca Tide e fabricante das cápsulas de sabão líquido, garante estar “trabalhando junto com as redes sociais para remover conteúdo prejudicial que não é consistente com as suas políticas”. Além disso, a empresa fala o óbvio: “as cápsulas são feitas para limpar roupas. Não se deve brincar com elas, independente da circunstância, nem mesmo como piada.”

Então, por favor, não comam cápsulas de sabão nem qualquer outro produto de limpeza, mesmo que eles pareçam apetitosos.

 

 Fonte: TecMundo


O time de garotos que o Flamengo mandou para as primeiras partidas do Campeonato Carioca deu conta do recado. Mesmo sem seus principais jogadores, o Rubro-Negro venceu nesta quarta-feira (17) o Volta Redonda por 2 a 0, no Raulino de Oliveira.

Lucas Silva e Pepê fizeram os gols que garantiram a equipe na liderança do Grupo B da Taça Guanabara. Para a próxima partida, contra a Cabofriense, na Ilha do Urubu, a tendência é que Paulo Cesar Carpegiani repita a equipe. Também no domingo (21), o Volta Redonda pega o Bangu, no Moça Bonita.

Os dois golaços saíram de contra-ataques rápidos e chutes fortes para o gol. Os torcedores mais entusiasmados, claro, já lembraram as joias reveladas no clube. Sem poder de reação, o Volta Redonda pouco fez em seu próprio estádio.

 

 Fonte: R7


O torcedor do Manchester United pode ficar mais esperançoso depois das declarações de Arsène Wenger, técnico do Arsenal, sobre a transferência de Alexis Sánchez. O francês a definiu como “provável” em entrevista coletiva nesta quinta-feira.

O atacante chileno tem o contrato encerrado em junho e, por isso, os Gunners ainda planejam fazer caixa. O problema é que o negócio depende também do acordo entre o meia Mkhitaryan, do Manchester United, e o clube de Londres – uma compensação financeira aconteceria além da simples troca.

- Eu trabalho com transferências há 30 anos, então é provável que aconteça, mas em qualquer momento pode quebrar. É assim que funciona o mercado. Enquanto não estiver assinado você tem que aceitar que talvez não aconteça. Essas coisas não são garantidas.

Sánchez, que já acertou salários com os Diabos Vermelhos de acordo com a imprensa inglesa, não atuou na derrota do Arsenal para o Bournemouth, no fim de semana, mas poderia jogar contra o Crystal Palace no sábado se a transferência ainda não tiver saído do papel.

- Não tenho problemas com o comportamento de Sánchez. Ele estava treinando ontem (quarta) com total comprometimento. Ele tem 29 anos e o próximo contrato, é claro, será muito importante.

Wenger também falou sobre Mkhitaryan:

- É uma possibilidade porque eu gosto do jogador. Jogamos muitas vezes contra quando ele estava no Dortmund. Ele também aprecia a qualidade do nosso futebol. Os salários não seriam um problema.

 

 Fonte: globoesporte


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