Redação do Portal

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A onda de furtos e assaltos vem amedrontando os moradores da cidade de Mauriti-CE, hoje (16/08) por vota das 7hs, foi tomada de assalto uma moto Honda/NXR 160 BROS de cor Laranja de placa PNI 3275, pertencente a Joceano Jacó Ferreira.

De acordo com as informações a vítima trafegava na CE que liga o Distrito de Coité, e nas proximidades de um quebra-molas do Sítio Extrema dois indivíduos se aproximaram da moto em movimento e bateu até a vítima cair, já com as armas em punho anunciaram o assalto e seguiram rumo ao Distrito de Umburanas em direção à cidade de Conceição na Paraíba.

A Policia Militar foi informada e estão em diligência em busca de informações que possam chegar aos assaltantes.  

Foto: Ilustrativa


Programada para ocorrer nesta sexta-feira, 17, a Corrida Nossa Senhora dos Milagres marcará os 172 anos de emancipação política do município. O evento será acompanhado de momento cívico em frente à Prefeitura, com início às 7 horas da manhã. Serviços médicos e de estética serão oferecidos gratuitamente a população em tendas que serão montadas ao lado do paço municipal.

Após o momento cívico será dada a largada para aqueles que participarão da corrida que envolve um percurso por toda a cidade, contará com saída e chegada na prefeitura. “Um momento de alegria, prática de exercícios físicos e demais serviços que serão oferecidos a população”, disse Móises Filho, Secretário Municipal de Esportes e Lazer, que em parceria com o Gabinete do Prefeito está a frente do evento.

Para o Prefeito Lielson Landim, o momento será de comemoração simbólica pelos 172 anos de emancipação política do município, tendo em vista toda a grandiosidade de sua história. “Hoje é lei municipal. O dia 17 de agosto é oficialmente a data da emancipação do nosso município. este recanto de gente boa e hospitaleira é palco de uma rica história contada por cada um de nós com orgulho e alegria de ser milagrense”, finalizou.

Assessoria de Comunicação

 


“Houve um ataque em pinça ao jornalismo independente que sempre orientou a trajetória do Roda Viva”, contou Augusto Nunes, que era mediador do programa semanal de entrevistas mais importante da TV Cultura, para explicar sua inesperada saída do programa. Segundo ele, “as interferências indevidas da presidência da TV Cultura se tornaram mais frequentes. E se intensificaram as pressões do grupo hoje majoritário no Conselho Curador da fundação, liderado por Augusto Rodrigues, Jorge Cunha Lima e Belisário dos Santos Jr.”. Esses conselheiros acreditam que é preciso “ampliar o espaço ocupado ‘por gente de esquerda’, tanto no conjunto de entrevistados quanto nas bancadas de entrevistadores”, continuou. O desentendimento, descrito para a edição desta semana da série Nêumanne Entrevista, deu-se da seguinte forma: “Eles argumentam que a Cultura deve espelhar o ‘clima de polarização existente no Brasil, que se reflete nas redes sociais’”. E mais: “Documentos distribuídos entre os funcionários da TV Cultura, em sua essência, sustentam que a programação da Cultura, sobretudo o Roda Viva, deve entrar no clima de Fla x Flu vigente na internet. Eu penso o contrário: é preciso combater a radicalização dos confrontos políticos”.

Augusto Nunes da Silva, 69 anos, casado, duas filhas, começou a escrever no Nosso Jornal, em sua cidade natal, Taquaritinga, no interior de São Paulo. Estudou na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e, em 1970, transferiu-se para a Escola de Comunicação e Artes da USP, cujo curso de Jornalismo também não concluiu. Em 1971, foi revisor nos Diários Associados e, no ano seguinte, passou a atuar como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1973 foi para a revista Veja, na qual chegou a editor de Política. Lá ficou até 1986, quando assumiu pela primeira vez a mediação do Roda Viva. Dirigiu as revistasVejaÉpoca e Forbes (edição brasileira) e os jornais O Estado de S. PauloJornal do Brasil e Zero Hora. Em 2010, voltou como debatedor fixo do Roda Viva. Nunes venceu quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo e foi incluído numa seleção dos seis mais importantes jornalistas do Brasil, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2009 voltou à Veja, na qual mantém desde então uma coluna. Em 2013 voltou a comandar o Roda Viva, de que saiu em março deste ano conduzindo entrevista com Sergio Moro, que bateu recorde de audiência. Desde 2016 Augusto Nunes trabalha na Rádio Jovem Pan, primeiro no matutino Morning Show e, depois, participando do vespertino Pingos nos Is

 

A seguir Nêumanne entrevista Augusto Nunes

Nêumanne – Qual foi o motivo da súbita e inesperada suspensão da renovação de seu contrato com a Fundação Padre Anchieta, que determinou a mudança de linha do Roda Viva?

Augusto – Houve um ataque em pinça ao jornalismo independente que sempre orientou a trajetória do Roda Viva. As interferências indevidas da presidência da TV Cultura se tornaram mais frequentes. E se intensificaram as pressões do grupo hoje majoritário no Conselho Curador da fundação, liderado por Augusto Rodrigues, Jorge Cunha Lima e Belisário dos Santos Jr. Esses conselheiros acreditam que é preciso ampliar o espaço ocupado “por gente de esquerda”, tanto no conjunto de entrevistados quanto nas bancadas de entrevistadores. Eles argumentam que a Cultura deve espelhar o “clima de polarização existente no Brasil, que se reflete nas redes sociais”. Os trechos entre aspas foram extraídos de documentos distribuídos entre os funcionários da TV Cultura. Em sua essência, o papelório sustenta que a programação da Cultura, sobretudo o Roda Viva, deve entrar no clima de Fla x Flu vigente na internet. Eu penso o contrário: é preciso combater a radicalização dos confrontos políticos.

N – A mais recente não foi sua única passagem pela mediação dos debates do Roda Viva. Quais foram as principais diferenças entre suas outras passagens pela condução do programa e esta, especificamente?

A – Entre 1987 e 1989, na minha primeira temporada no comando do programa, os entrevistados e entrevistadores eram escolhidos pela produção do Roda Viva, que trabalhava em perfeita sintonia com o apresentador e a direção de jornalismo da Cultura. Em 2013, quando voltei a conduzir o programa, a equipe da produção foi reduzida a apenas dois profissionais. A partir do início de 2016, passei a consumir tempo e energia todos os dias em sucessivos embates com o presidente Marcos Mendonça e o diretor de jornalismo, Willian Correia, que resolveram assumir o controle da pauta e submeter o Roda Viva a conveniências políticas e comerciais. E então entrou em cena o Conselho. E a minha paciência acabou.

N –Como o senhor costumava administrar as pressões de políticos aliados de governos responsáveis pelo financiamento das operações da TV Cultura, de forma que a independência fosse mantida e não houvesse situações incontornáveis com quem não tinha suas reivindicações atendidas?

A – Nas minhas duas passagens pelo comando do programa, não testemunhei uma única intromissão do Palácio dos Bandeirantes. O governador Geraldo Alckmin, aliás, não quis nem mesmo ser entrevistado. Secretários estaduais, ministros, parlamentares, esses viviam manifestando o desejo de ocupar o centro do Roda Viva. Eu me limitava a informar que, quando houvesse razões para tanto, eles seriam convidados. As coisas se complicaram quando Marcos Mendonça e Willian Correia passaram a entender-se diretamente com figuras públicas sem nada de relevante a dizer.

 

N – Esse tipo de crise entre o âncora e o Conselho da Fundação Padre Anchieta costuma ocorrer sempre nas renovações de contrato? Já tinha acontecido com o senhor alguma vez antes?

A – A renovação do contrato ocorria a cada seis meses, em reuniões que nunca duraram mais que meia hora, num clima sempre cordial. A crise começou a assumir tons mais sombrios em outubro de 2017. E se tornou incontornável depois da conversa a dois que tive com Marcos Mendonça no começo de março. Ele me deixou claro que seria impossível trabalhar com independência num ano eleitoral.

N – Nos anos eleitorais a relação entre o âncora do Roda Viva e os conselheiros da Fundação Padre Anchieta é mais tensa do que nos intervalos entre eleições?

A – Somados os dois ciclos, apresentei o Roda Viva durante sete anos sem ter de enfrentar esse tipo de tensão, houvesse eleição ou não. As deformações decorrentes da ascensão dos conselheiros cujos nomes já mencionei não têm precedentes.

N – Neste caso específico, em abril o então governador do Estado, o tucano Geraldo Alckmin, foi substituído no comando do Executivo estadual pelo socialista Márcio França, que era vice dele e cujo partido adotou a neutralidade para facilitar coligações estaduais com o PT de Lula. Isso provocou algum ruído na relação entre o senhor e a administração da emissora, em especial o conselho da fundação que a dirige?

A – Integrantes do grupo majoritário no conselho sonham com a reeleição do atual governador, Márcio França, e alguns se engajaram ostensivamente na campanha eleitoral. Como deixei o Roda Viva antes que o titular transmitisse o cargo ao vice, nem houve tempo para que eu tivesse de lidar com a hostilidade dos conselheiros que me consideram ligado ao Alckmin.

 

N – O senhor diria que a gestão da TV Cultura, canal 2, de São Paulo, obedece estritamente aos conceitos de uma emissora pública ou termina, na prática, por atender de fato a grupos políticos que compõem as alianças que formam os governos, os quais terminam sendo responsáveis pelo financiamento do negócio, que não é propriamente barato?

A – No momento, não ocorre nem uma coisa nem outra. A TV Cultura está sob o controle de conselheiros que passam o dia por lá deliberando sobre assuntos que ignoram ou conhecem só de vista. Para quê? Para nada. Controlar a Globo garante muito poder. Que poder tem quem conduz uma empresa pública às voltas com carências crônicas, equipamentos obsoletos, mão de obra envelhecida, falta de dinheiro e índices de audiência raquíticos? O Roda Viva é uma ilha nesse oceano de irrelevâncias. Aos 32 anos, é um dos mais saudáveis e longevos programas de entrevistas do mundo. E o mais respeitado do Brasil. Esse patrimônio pode ser dissipado por conselheiros com tempo de sobra e nenhuma ideia aproveitável na cabeça.

 

N – A audiência das emissoras ditas públicas não chega nem perto de alcançar índices capazes de influir no desempenho eleitoral dos partidos e dos políticos que pressionam para aparecer na programação, em especial num programa com o prestígio que o Roda Viva tem ou, no mínimo, tinha até recentemente. O que, então, a seu ver, mobiliza tantas pessoas na luta por esse controle?

A – Mais que o controle da Cultura, é o domínio da pauta e da bancada do Roda Viva que os conselheiros e diretores cobiçam. Eles sabem que só tem direito à carteirinha de protagonista da vida brasileira quem esteve sentado no centro do Roda Viva. Para os envolvidos nesse batalha patética, a indicação do entrevistado da próxima segunda-feira é algo afrodisíaco. Há poucos anos, a composição do conselho mudou para pior. Ganharam vagas cativas o presidente da União Estadual dos Estudantes, o líder da minoria na Assembleia, representantes de entidades semiclandestinas, etc., etc., etc. Essa salada vai ficando intragável por jornalistas com autonomia intelectual.

 

N – O senhor vislumbra alguma possível mudança no cenário eleitoral federal, ou mesmo estadual, após essa óbvia mudança de linha do Roda Viva depois de sua saída?

A – Considero bem mais prováveis mudanças de rumo no Roda Viva. Nenhuma fórmula resiste à reprovação maciça dos espectadores, e a internet está aí para mostrar as dimensões do descontentamento. Digo isso com a serenidade de quem deu por encerrada uma bela história de amor. Desde março, o Roda Viva e eu somos apenas bons amigos.

N – Como experiente profissional do jornalismo político, que perspectivas o senhor enxerga para o País neste instante de grave crise econômica, política, social e, sobretudo, ética, em que se elegem presidente, governadores e plenários de Casas legislativas estaduais e federais?

A – Sou um otimista juramentado, mas não vislumbro nenhum vestígio de luz no túnel cujo comprimento é de três a quatro anos. A escuridão, portanto, vai predominar até a eleição de 2022. Como outros 70 milhões de brasileiros, até agora não me sinto representado por nenhum dos candidatos a presidente da República. No debate promovido pela Band, não vi sinais de vida inteligente. É enorme a demanda por políticos novos, honrados, efetivamente preocupados com o destino do País. Mas a oferta é extraordinariamente menor que a procura. Faltam nomes confiáveis. Essa constatação se estende às disputas  por governos estaduais e vagas no Congresso ou nas Assembleias Legislativas.

 Fonte: Estadão


O comerciante Antonio Wilson Lacerda Leite mais conhecido como Wilson de Juca que tinha completado ontem (11/08) 49 anos, cometeu suicídio na madrugada do sábado para o domingo (12/08) em sua residente na Zona Rural do Distrito de Buritizinho em Mauriti-CE.

De acordo com as informações a vítima encontrava-se sozinho e tomou veneno, o mesmo foi encontrado hoje pela manhã já sem vida.

Wilson de Juca havia se separado, deixou filhos e já passou por vários problemas de saúde, venceu o câncer e hoje vivia em uma fazenda distante da cidade.


O Prefeito Municipal de Milagres Lielson Macêdo Landim, determinou nessa manhã de sexta-feira, 09, o pagamento da folha de servidores e a primeira parcela do décimo terceiro dos professores da rede municipal de ensino. A Primeira dama e Tesoureira do município Elisângela Crisostomo Landim, afirmou que mais de R$ 2 milhões foram injetados na economia local.

Quanto a valores, somente com o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro dos professores, foi pago a monta de R$ 284.358,94 (duzentos e oitenta e quatro mil, trezentos e cinqüenta e oito reais e noventa e quatro centavos). Já no tocante a folha dos demais servidores, o valor foi de R$ 1.985.382,37 (Um milhão, novecentos e oitenta e cinco mil, trezentos e oitenta e dois reais e trinta e sete centavos).

“Estamos cumprindo com o compromisso de, mensalmente, honrar com a folha de pagamento dos nossos servidores apesar de todas as dificuldades. Além da folha, hoje, estamos pagando a 1ª parcela do 13º terceiro dos professores. Tudo isso para que possamos aquecer o nosso comércio nesse momento das festividades do município, priorizando a atenção a nossa gente, mesmo em meio à crise que o país está passando”, disse o Prefeito Lielson Landim.

Assessoria de Comunicação


O Governo Municipal de Milagres, através da Secretaria do Trabalho e Assistência Social, tem realizado diversas atividades e encontros com o Grupo de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV. As atividades comemorativas são idealizadas por meio dos Centros de Referência da Assistência Social – CRAS.

O Dia do Avô foi motivo de festa e alegria para os idosos atendidos pelo CRAS Francisco Coelho da Cruz, na Vila Fronteiro. No último dia 26, uma manhã de diversão, interatividade e descontração foi elaborada para os 25 idosos participantes, que puderam estar ao lado dos seus netos e demais familiares. “Me sinto uma criança com tanta coisa boa ao nosso redor”, disse um deles ao lado de seus netos.

“A vida social do idoso não se resume apenas a participação dele nos grupos, mas também à boa relação com sua família e o envolvimento em grupos de sua comunidade. Vale lembrar que a qualidade dos contatos sociais é mais importante do que a quantidade. A capacidade de interação social varia de pessoa para pessoa e nossa meta é contribuir para o fortalecimento desses momentos de interação”, afirmou a Secretária Soraya Bezerra.

Assessoria de Comunicação.


Na tarde desta segunda-feira (23), o Prefeito Mano Morais (PDT), recebeu a presença do comandante do 2º BPM sediada em Brejo Santo o Mj. Sobreira para receber oficialmente a entrega de duas novas viaturas que irão servir para o patrulhamento ostensivo e preventivo da policia militar em Mauriti.

O Prefeito Mano Morais  vem dando um grande suporte ao policiamento de Mauriti. Falou da alegria de ver a segurança do município ser melhorada e  agradeceu a atenção que o município vem recebendo do comando da polícia. Hoje, o município conta com um efetivo de 21 policiais.

O Mj. Sobreira ao entregar as novas viaturas destacou a importância do município de Mauriti que,  hoje não mais se configura como destacamento e sim como pelotão de polícia e   a tendência é que em breve haverá um aumento no efetivo.

Mauriti está entre a cidades que receberão em breve uma equipe do RAIO e um sistema de vídeo monitoramento que melhorará ainda mais a segurança para os munícipes.

ASCOM/2018


 

O Governo Municipal de Milagres, através da Secretaria de Saúde, vem recebendo constantes reclamações de populares, no tocante a algumas divulgações feitas pela rádio Onda Sul FM 100,7, envolvendo as pessoas, referente ao atendimento realizado no Hospital Municipal Nossa Senhora dos Milagres, e em algumas Unidades Básicas de Saúde e demais órgãos do município.

O problema tem chamado a atenção dos milagrenses, em meio à falta de compromisso da emissora e seus comunicadores, em buscar a veracidade dos fatos, antes mesmo que sejam publicizados, uma vez que, as famílias expostas estão se sentindo prejudicadas pelas informações mentirosas que estão sendo veiculadas em seus programas jornalísticos.

A senhora Lorena Nogueira da Silva Cabral, residente no Sítio Serra Brava, compareceu nesta terça-feira, 24, acompanhada da senhora, Maria Vanilza dos Santos Trajano, também residente no Sítio Serra Brava, relatando que se sentiu ultrajada pela exposição da sua pessoa feita pelos comunicadores da emissora em questão que, segundo ela, sem o seu consentimento, teriam dito que a mesma estava passando por dificuldades, tendo problemas de saúde e que não estaria recebendo o atendimento adequado por parte do hospital público municipal e pela Secretaria de Saúde.

Além de se sentir ofendida e desrespeitada pelo uso indevido do seu nome, por parte do jornalismo da Rádio Onda Sul FM 100,7 de Milagres, a senhora Lorena Nogueira da Silva Cabral, relatou que a exposição de sua imagem de forma indevida, tem causado mal estar e desconforto entre os seus familiares, amigos e vizinhos, que passaram a ter conhecimento de seus problemas pessoais, expostos sem qualquer autorização. Lorena afirma ainda que, sempre que procurou o hospital, ou qualquer outro órgão da gestão municipal, foi muito bem atendida e que conta com o devido acompanhamento e atenção por parte de todos os profissionais.

A Secretaria Municipal de Saúde de Milagres informa ainda que, a paciente está recebendo todo o atendimento necessário diante o seu problema de saúde, tendo ainda todo o acompanhamento por parte dos profissionais do município, e que lamenta esse tipo de conduta que tem se repetido, causando transtornos à população. A gestão informa por fim, que as medidas judiciais cabíveis já estão sendo adotadas.

Assessoria de Comunicação.


Descaso e total abandono. Foi dessa forma que conviveram por longos 24 anos a comunidade do Bairro Padre Cícero, no tocante a falta de calçamento de suas ruas. Para as famílias que lá residem restaram às inúmeras promessas feitas, principalmente, quando se aproximava os períodos de campanhas eleitorais, segundo relatou os moradores.

“Nos enganaram por muito tempo e sempre acreditamos. Chegaram até a encostar material, mas infelizmente, nunca passou disso. Eu estou feliz demais. Todos estão comemorando! O prefeito Lielson, nos prometeu e em pouco tempo já está cumprindo com o que disse, graças a Deus, agora não teremos mais lama e água em nossas portas no inverno”, disse Rosinha, residente do Bairro Pe. Cícero.

A pavimentação do Bairro Padre Cícero foi um dos compromissos feitos pelo Prefeito, Lielson Landim, ao visitar a comunidade e que agora está sendo cumprido. O investimento total é de R$ 350 mil (trezentos e cinqüenta mil reais).  “Estamos trabalhando muito para cumprir com cada promessa feita a nossa gente. O Bairro Pe. Cícero há décadas sofria com todo esse descaso”, finalizou Lielson Landim.

Assessoria de Comunicação 


“Essa romaria surge no ano 2000, com a vinda da imagem da Mãe Rainha, quando começamos a construção da capela. Com a vinda da imagem teve a ideia de trazer ela da Matriz até aqui a pé. Foram cinco pessoas da minha comunidade, junto comigo trazendo ela e, quando a gente vinha, as pessoas vinham acompanhando até aqui. Chegou aproximadamente 500 pessoas com essa imagem aqui. A partir deste dia nasceu a romaria”, narra o diácono Francisco Alves de Souza, organizador da Romaria da Mãe Rainha no distrito São Miguel, comunidade do Gravatazinho, em Mauriti.

A proporção de pessoas participando da peregrinação tornou- se muito mais ampla. Dezessete anos depois o “Santuário Paroquial da Mãe Rainha”, denominado assim por dom Fernando Panico em uma ata datada do ano 2007, não atrai só mais 5, nem 500 peregrinos como foi na primeira romaria. Estes números multiplicaram-se e só nas celebrações de encerramento da festa realizada ontem, dia 18, estima-se que vinte mil pessoas visitaram o santuário no decorrer do dia. Na última missa, presidida por dom Gilberto Pastana no final da tarde, segundo a segurança privada do espaço, participaram 12 mil pessoas.

 Pessoas de perto, mas também pessoas de longe. Romeiros que vieram de carro, mas também romeiros que vieram a pé, recordando aquele primeiro dia onde a devoção a Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt começava a ser suscitada no coração daquele povo. Entre os que vieram a pé estava Pedro Nilton, de 36 anos, que após percorrer vinte e oito quilômetros, em cinco horas e meia de caminhada, saindo do distrito de Palestina, aguardou, mesmo com os pés inchados devido o percurso, para participar da celebração presidida por dom Pastana. “É uma bênção de Deus para nós ter a presença do bispo em nosso meio”, disse.

O frio de dezoito graus que fez em Mauriti na madrugada de ontem não desanimou Juarez Alves, de 50 anos, que também veio a pé, saindo “dez para as três da madrugada” da Igreja Matriz e chegando “as dez para as seis” no Santuário. “Sou devoto dela, pra mim é uma bênção. Há três anos fiz uma cirurgia de calculo renal e pedi a ela que se eu ficasse bom destes cálculos eu vinha aqui a pé pagar a promessa. Fiz isso. Com dois anos depois o calculo voltou e fiz nova cirurgia. E vim pagar hoje minha promessa”, disse o romeiro afirmando ainda que uma das coisas que acha mais bela no trajeto é ver o nascer do sol.

Réplica da Capela da Mãe Rainha de Schoenstatt. (Foto: Patrícia Silva)

O espaço para acolher os romeiros conta com a réplica da Capela da Mãe Rainha de Schoenstatt, onde fiéis fazem filas para fazer suas orações. Também existe uma capela maior onde acontecem as celebrações e um local aberto onde são celebradas as missas campais. Para a organização, o diácono Chiquinho conta com a ajuda de cerca de 300 voluntários. Dentre eles está o jovem Danilo de Souza, de 18 anos, que desde criança, impulsionado pela família que mensalmente recebe a visita da imagem da Mãe Rainha, dá sua contribuição em serviço para a realização da festividade. “Tenho uma grande devoção, um grande amor a Mãe Rainha”, fala sobre sua motivação para estar ali.

Na Paróquia Imaculada Conceição, de Mauriti, existem 239 grupos da Mãe Rainha. Cada grupo visita 30 famílias no decorrer do mês e mensalmente, em cada dia 18, sai uma peregrinação de determinada comunidade para o Santuário onde todas elas renovam a aliança de amor com a Mãe Rainha de Schoenstatt. No mês de julho acontece a festa maior com novenário, missas, celebrações da palavra culminando com a grande romaria.

A festa, que teve inicio dia 8 de julho, foi concluída ao anoitecer do dia 18, com a bênção do Santíssimo Sacramento dada por dom Gilberto. (Foto: Patrícia Silva)

“Esta romaria tem crescido, tem aumentando o número daqueles que não só são devotos da Mãe Rainha, mas querem testemunhá-la, querem a seu exemplo serem missionários, levarem Jesus a todos os lares, a todas as famílias. É muito bonito ver essa comunidade reunida, celebrando, pedindo a bênção e levando a palavra de Deus para as famílias”, considerou o bispo que participou pela primeira vez desta romaria.

Fonte: Diocesedecrato


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