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A Associação de Críticos de Entretenimento Gay e Lésbico (GALECA) — organização que reúne mais de 170 jornalistas dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido — elegeu Moonlight: Sob a Luz do Luar o melhor filme do ano. O drama de Barry Jenkins venceu cinco Dorian Awards e ainda rendeu o prêmio "We're Wilde About You!" ao seu ator-revelação, Trevante Rhodes.

Outros grandes premiados da temporada e favoritos ao Oscar 2017 foram reconhecidos pelo GALECA — que apresenta umas categorias bem particulares, e bem legais. Conheça os vencedores do Dorian Awards:

Filme

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Diretor

Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

Atriz

Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

Ator

Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

Filme LGBTQ

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Filme estrangeiro

A Criada

Roteiro

Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

Documentário

O.J.: Made in America

Filme de visual arrebatador do ano

La La Land - Cantando Estações

Filme não reconhecido do ano

Christine

Filme campy do ano

A Vingança Está na Moda

Série - Drama

O Povo contra O.J. Simpson: American Crime Story

Série - Comédia

Transparent

Ator

Jeffrey Tambor, por Transparent

Atriz

Sarah Paulson, por O Povo contra O.J. Simpson: American Crime Story

Série LGBTQ

Transparent

Série não reconhecida do ano

The Real O'Neals

Série campy do ano

RuPaul’s Drag Race All-Stars

Programa mais atual do ano

Full Frontal With Samantha Bee

Performance musical do ano na TV

Kate McKinnon, por "Hallelujah” no Saturday Night Live

"We’re Wilde About You!" - Revelação

Trevante Rhodes, de Moonlight

Wilde Wit*

Carrie Fisher

* Prêmio de honra ao artista, escritor ou comentarista cujas observações desafiam e divertem

Artista do ano*

Kate McKinnon

Lin-Manuel Miranda

*Empate

Estrela atemporal

John Waters

Fonte: msn


Era lá pelo amanhecer dos anos de 1970 quando Jerry Adriani chamou Raulzito para cantarem só os dois, sentados na sala, de violão em punho, sem sonhos nem ilusões. Não precisavam mais disso. O baiano Raul já havia chegado ao Rio para fincar as vigas de sua seita e o paulista Jerry não andava mais nas ruas com a tranquilidade dos anônimos. Ali, lado a lado, como compadres que eram, Jerry só queria de Raul a beleza da verdade do instante, a força das primeiras ideias. Era manhã. Raul deu mais um gole na vodca e chorou. Chorou e depois riu e depois chorou de novo. Estava bêbado. Não tocou nada mas disse, mais com o hálito do que com palavras, que Raulzito se transformava perigosamente em Raul Seixas.

Jerry também havia passado por sua transformação. Antes de surgir 1964, era Jair Alves de Sousa, garoto do Brás, voz firme, topete laçador e altíssimo potencial de galã. Os tentáculos da Jovem Guarda de Roberto, Erasmo e Wanderléa já o haviam alcançado e o colocado diante das plateias mais estridentes. Uma delas estava no clube Bahiano de Tênis, em Salvador, espaço elitista de pouca tolerância com as classes mais populares e palco de aproximação profética de duas linhagens do rock brasileiro: Jerry Adriani e Raul Seixas. Alguns dizem que Raul estava lá, ele mesmo, mais em osso do que carne, acompanhando Jerry com seus Panteras depois que a banda escalada originalmente para isso, Os Jormans, havia sido impedida pela diretoria do Bahiano por uma questão cromática. Dois de seus integrantes eram negros. Outros dizem que Os Panteras se apresentaram sem o líder Raul nesse dia, que logo depois apareceria para a turnê com Jerry pelo interior da Bahia. E o que Jerry diz?

Jerry Adriani, 70 anos de idade no próximo dia 29, vai dizer tudo aquilo que se lembra em um livro. Sua autobiografia está sendo finalizada com a ajuda do produtor e pesquisador Marcelo Fróes, para lançamento ainda este ano. “Eu não tinha ideia da dificuldade de se fazer um livro como esse. Escrevi tudo o me lembrei da vida do Jair (ele mesmo, antes de ser Jerry). Mas quando vem 1964 e eu viro Jerry Adriani, começo a misturar muito a primeira pessoa do singular com a primeira do plural. Tive de procurar alguém para me ajudar”. Um disco também está sendo preparado para este ano. Jerry vai cantar 15 músicas feitas por Raul entre 1967 e 1971, considerada a fase dos primórdios. Canções como Doce Doce Amor, Lágrimas nos Olhos, Sheila e Ainda Queima a Esperança. Fróes está envolvido nos dois projetos. Ao mesmo tempo em que se prepara para gravar e lançar o álbum por seu selo Discobertas, trabalha na segunda parte da biografia. “Vou montar uma pauta gigante e fazer as perguntas para termos uma entrevista bem grande”. A ideia é estimular as memórias de Jerry e fazê-lo falar de assuntos sobre os quais poderia não conseguir escrever.

Depois de ver Raul na Bahia, no dia do show ou na turnê seguinte, Jerry lançou uma cruzada para levar o roqueiro ao Rio de Janeiro. Raulzito e os Panteras eram bons demais como “banda de luxo” de Salvador, tocando nos melhores clubes para os maiores artistas de rock que baixavam na Bahia daqueles tempos, mas podiam mais. De olho em Raulzito, sem fazer tanta questão assim dos Panteras, Jerry comprou briga com o todo poderoso da gravadora CBS no Brasil, Evandro Ribeiro, e o convenceu de que aquele baiano seria um bom produtor para os seus discos. Assim que Raul chegou ao Rio, atendendo aos seus apelos, foi trabalhar na CBS produzindo primeiro três discos de Jerry e depois outros artistas, compondo, aprendendo e iniciando uma das metamorfoses ambulantes mais flagrantes da música brasileira. Morria a ingenuidade brejeira de Raulzito, nascia o mito de Raul Seixas – com tudo de mais espetacular e trágico que a ideia poderia significar. “Eu conheci Raulzito, nunca tive nada com Raul Seixas”, diz Jerry Adriani.

Ele mesmo, Jerry, é a engrenagem principal desse processo. Sem saber ao certo o que fazia, colocou Raul em uma grande gravadora na cadeira de produtor, uma espécie de sala com vista privilegiada para o mar. Era ver, ouvir e absorver. Assim que o vulcão despertasse, ninguém o seguraria. “Eu fiquei impressionado com o fato de ele ter conseguido concretizar aquelas ideias que tinha. Cara, ele conseguiu, é impressionante!” Mas Jerry também conseguiu. Ele foi mais linear em sua evolução, não deu os mesmos giros de linguagem e não criou uma persona pública nem próxima da figura messiânica de Raul, mas não sucumbiu na tempestade pós Jovem Guarda. Sem máscara nem barba, fez votos de fidelidade ao rock a ponto de sobreviver à dissolução do movimento e de estar forte mesmo 20 anos depois, quando chegasse o segundo amigo profeta, Renato Russo.

Antes disso, Jerry sofreu com o bombardeio que a música brasileira desferiu aos roqueiros em 1964, nos campos da TV Record. A batalha que não deixou mortos nem feridos rende mais histórias para sua biografia. De Elis Regina, Jerry Adriani recebeu os mais sincero e profundo desprezo. “Eu a conhecia, éramos colegas de emissora, ela não poderia me tratar daquele jeito.” Jerry estava a poucos metros de Elis, na nada romântica fila do cachê da TV Record. Chegou simpático, cheio de boas intenções. “E aí Elis, como estão as coisas?”. Elis lhe ofereceu as costas. Anos depois, os dois voltaram a se encontrar no elevador de uma gravadora. Era seu dia da vingança. “Oi Jerry Adriani”, disse ela, ao lado do marido Cesar Camargo Mariano. Silêncio. “Jerry, ela está falando com você”, disse Cesar. Mais silêncio. “Não vai responder?” “Não Cesar, e ela sabe porquê.”

A desativação do Programa Jovem Guarda na grade da TV Record, em 1968, é ainda estranha aos olhos de Jerry. Ele levanta uma lebre: “Afinal, por que acabaram com aquele programa quando o movimento ainda estava em alta?” A história de que o fim da Jovem Guarda se dá por causa da ida de Roberto Carlos para o Festival de San Remo, na Itália, e de sua instantânea conversão de roqueiro para cantor romântico, não desce pela garganta de Jerry. “E por que não tentaram um outro apresentador para o programa? A Jovem Guarda, ao contrário do que pensam, incomodava a MPB da esquerda mas também a ditadura, a direita. Nós estávamos contestando os costumes sociais.” Jerry viveu para contá-la.

Fonte: msn


Estreia nesta quinta-feira um filme que vai dividir opiniões, mas que vai emocionar muita gente. “Beleza Oculta”, novo longa de David Frankel (“Marley & Eu” e “O Diabo Veste Prada”) escrito por Allan Loeb (“Coincidências do Amor”), conta a história que um homem (Will Smith) que, depois de perder a filha de apenas seis anos, começa a escrever cartas para o Amor, o Tempo e a Morte.

O curioso do filme é que ele brinca com as identidades dessas três abstrações, colocando-as na pele de três atores (Helen MirrenKeira Knightley e Jacob Latimore) que, ora parecem estar apenas fazendo seu trabalho, ora parecem estar de fato assumindo suas identidades fictícias. Dessa forma, torna-se irrelevante saber se as três “entidades” de fato foram encarnadas, já que o que se mostra transformador são simplesmente os conselhos que eles dão.

“Beleza Oculta” traz, ainda, no elenco, Edward NortonKate WinsletMichael Peña e Naomie Harris.

Assista:

- Se você gosta de filmes com lições de vida;

- Se você quer ver um filme leve com uma mensagem bonita e um toque de humor;

- Se você é fã de Will Smith.

Fuja:

- Se você não gosta de filmes melodramáticos;

- Se você não quer ver um filme que é a cara de Hollywood;

- Se você não gosta dos filmes com Will Smith.

Fonte: msn


Com seis indicações ao Oscar, incluindo melhor filme e diretor, o drama de guerra “Até o Último Homem” marca a ressurreição profissional de Mel Gibson.

Astro do “Mad Max” original dos anos 1970 e 1980, ator e diretor premiado pelo épico “Coração Valente” (1995), Gibson viveu, desde meados dos anos 2000, uma espiral de escândalos e decadência, na esteira de declarações antissemitas e homofóbicas.

Dirigido por Gibson, “Até o Último Homem” parece tê-lo recolocado no pódio a que ele estava acostumado em Hollywood.

Curiosamente, a história gira em torno de um herói atípico para os padrões dos personagens que o próprio Gibson costuma defender como ator, em geral, cheios de fúria.

Ao contrário, Desmond Doss (Andrew Garfield, também indicado ao Oscar) é um sujeito pacífico, religioso, que se alista para lutar na 2ª Guerra Mundial para tornar-se médico, mas se recusa a pegar numa arma e dar um único tiro. Sua missão, sustenta ele, é salvar vidas, não tirá-las.

Curiosamente, Doss existiu mesmo, tornou-se herói e recebeu a Medalha de Honra por ter salvado 75 colegas na Batalha de Okinawa, no Japão. Mas, antes desse reconhecimento, não foi nada fácil a sua vida na tropa. Nenhum de seus companheiros de farda aceitava um soldado que realizava todos os treinamentos com vontade, mas se recusava a pegar num fuzil.

Todos o consideravam covarde e não raro tornaram sua vida um inferno. Muito menos seus superiores, como o sargento Howell (Vince Vaughn), o capitão Glover (Sam Worthington) e o coronel Sangston (Robert Morgan), que tudo fizeram para forçá-lo a desistir e até levá-lo a uma corte marcial.

Todo esse perfil moral de Doss tem a ver com uma vida familiar em que é presença central o pai militar e alcoólatra (Hugo Weaving), a mãe que ele sempre defendeu (Rachel Griffits) e a noiva por quem é apaixonado, a enfermeira Dorothy (Teresa Palmer).

A sequência que mostra a batalha definidora da vida de Doss, ponto alto do filme, é marcada por um impressionante realismo, dando a medida da crueldade da luta, que durou dias, e do esforço de salvamento realizado pelo soldado.

Escondido depois que seus companheiros recuaram, ele foi capaz de resgatar, sozinho e desarmado, os feridos, um a um, descendo-os amarrados a uma corda, de uma altíssima parede de pedra.

No final do filme, imagens documentais mostram o verdadeiro Doss, que o filme transforma num herói que nunca deixou de ser um homem comum

Fonte: msn


A desenvolvedora nWay, mesmo estúdio responsável por ChronoBlade, está produzindo o game mobile Power Rangers: Legacy Wars, multiplayer de luta que será lançado para iOS e Android em março de 2017 -- mês de estreia do novo filme de Power Rangers.De acordo com o GameSpot, Legacy Wars fará conexão com o filme da Lionsgate e apresentará vilões da clássica série de TV, enquanto o visual dos personagens será baseado no novo longa-metragem. O game será lançado para dispositivos iOS e Android.

Power Rangers: Legacy Wars

O filme Power Rangers chega aos cinemas brasileiros em 23 de março e apresenta a atriz Elizabeth Banks no papel da vilã Rita Repulsa. Para dar uma olhada nas novidades sobre o filme, confira o último trailer de Power Rangers e veja esses pôsteres incríveis dos personagens.

Além do game mobile da nWay, um novo jogo chamado Power Rangers: Mega Battle foi anunciado para Xbox One, PC e PlayStation 4. Confira o trailer abaixo:

Fonte: msn


Nada como um feriado no meio da semana para colocar o cinema em dia! Nesta quarta-feira de Aniversário de São Paulo, 25 de janeiro, saiba o que assistir nos cinemas, na TV ou ao ar livre no meio da cidade.

La La Land – Cantando Estações

(La La Land, Damien Chazelle, EUA, 2016, 128 min)

Mia (Emma Stone), uma aspirante a atriz, serve cafés para estrelas de cinema entre audições enquanto Sebastian (Ryan Gosling), um pianista de jazz, ganha a vida tocando em festas e bares. Quando suas carreiras finalmente começam a ascender, eles precisam tomar decisões que podem ameaçar seu relacionamento.

Onde? Em cartaz nos cinemas

Manchester à Beira-Mar

(Manchester By The Sea, Kenneth Lonergan, EUA, 2016, 137 min)

Após a morte de seu irmão mais velho, Lee Chandler (Casey Affleck) fica chocado ao saber que Joe o fez guardião de seu sobrinho Patrick (Lucas Hedges). De férias de seu trabalho, Lee retorna, de forma relutante, à Manchester à beira-mar para cuidar de Patrick, um espirituoso menino de 16 anos, e ainda vê-se forçado a lidar com o passado que o separou de sua mulher Randi (Michelle Williams).

Onde? Pré-estreias em cinemas selecionados.

Aquarius

(Kleber Mendonça Filho, Brasil, 2016, 142 min)

Clara (Sônia Braga), jornalista aposentada, viúva e mãe de três adultos, sofre com o assédio da construtora que deseja levantar um empreendimento de luxo no lugar do prédio onde ela criou os filhos e viveu os melhores anos de sua vida. Por ser a única moradora do edifício a se recusar a vender seu imóvel, ela é ameaçada de todas as formas.

Onde? Mirante 9 de Julho às 19h45 (grátis)

O Homem Que Caiu Na Terra

(The Man Who Fell to Earth, Nicolas Roeg, Reino Unido, 1976, 139 min)

No clássico de ficção científica, restaurado para o projeto Clássica, David Bowie interpreta o alienígena Thomas Jerome Newton, recém chegado à Terra em busca da salvação para o seu planeta: água. Enquanto infiltrado, Newman utiliza a tecnologia alienígena para se tornar um rico empresário, detentor de diversas patentes milionárias. Entretanto, deverá aprender a lidar com a competição no mundo dos negócios e a tentações terráqueas, como a camareira Mary-Lou, com quem se envolve intimamente.

Onde? Caixa Belas Artes e Espaço Itaú Frei Caneca

O Silêncio do Céu

(Marco Dutra, Brasil, 2016, 102 min)

Após ser vítima de um estupro dentro de sua própria casa, Diana (Carolina Dieckmann) escolhe manter o trauma em segredo. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem algo a esconder. O silêncio que toma conta do casal ao longo dos dias se transforma, aos poucos, em uma peculiar forma de violência.

Onde? Oi, Vivo Play e Netflix.

Sessão acontece às 19h45 no Mirante 9 de Julho

Fonte: msn


A primeira Prova do Líder do “Big Brother Brasil 17”, da TV Globo, foi mais curta do que o público imaginava. Mayara e Vivian foram as vencedoras da competição que durou apenas duas horas, na madrugada desta quarta-feira (25). As sisters terão de escolher quem fica imune e quem leva R$ 10 mil reais.

VOCÊ VIU? Veja o que rolou na segunda edição ao vivo do "BBB 17"

Cada um dos competidores ficou com um bastão para pressionar um botão nos postes da vila do reality show. Quem deixasse a luz apagar estaria fora da disputa e também eliminaria seu par.

Elis e Gabriela foram as primeiras eliminadas da competição. Gabriela deixou o bastão escapar e apagou a luz de seu poste.

No fim, competindo apenas com a dupla Ilmar e Marinalva, a manauara e a mineira levaram a melhor e conquistaram o título de honra da casa.

Para quem não viu, Além dos gêmeos Antônio, Manoel, Mayla e Emilly, Daniel também não participou da competição após veto de um dos capixabas.

Fonte: msn


Slide 2 de 5: Lanai se declarou para o marido, Sam, ao publicar uma imagem após a cerimônia que aconteceu na praia. Casei com o homem dos meus sonhos em um dia lindo no meio de uma semana de tempestades, escreveu na legenda.

Slide 3 de 5: Cristianne Rodriguez, namorada de Kadu, também publicou um momento da cerimônia que aconteceu em uma praia do Havaí, nos Estados Unidos.

Slide 4 de 5: Ainda não consigo acreditar que a minha irmã se casou com sua alma gêmea hoje e que eu fui honrado em cantar enquanto ela caminhava em direção ao altar. Nunca vi uma noiva tão linda. Desejo muito amor por todos os séculos que virão, escreveu o filho caçula de Kadu, Kenui, ao registrar um dos momentos da cerimônia de casamento da irmã

Slide 5 de 5: Após o casamento, Kadu Moliterno se despediu da filha ao posar com ela e a namorada: Hora da despedida de San Diego! Bye Lanai! Já estamos com saudades!, escreveu na legenda.

No último fim de semana, Kadu Moliterno casou sua filha, Lanai Moliterno, no Havaí, nos Estados Unidos. O ator foi até o local para presenciar a cerimônia de Lanai e Sam. No clique, Kadu aparece ao lado dos noivos e da namorada, Cristianne Rodriguez.

Fonte: msn


O Biquini Cavadão acaba de lançar um disco de músicas inéditas, intitulado de “As Voltas Que o Mundo Dá”. O álbum é o 16º da carreira da banda carioca, que é uma das mais icônicas do rock brasileiro, sobretudo dos anos 1980.

Em entrevista à revista Rolling Stones, o Biquini destaca que o produtor Liminha foi fundamental para o resultado deste novo trabalho.

“Tínhamos uma vontade antiga de trabalhar com ele. Levamos para ele o material de Me Leve sem Destino. Sabemos que o Liminha é um cara muito ocupado e que não tinha nenhuma obrigação de conhecer a fundo a obra da banda. Ele se entusiasmou com o ineditismo de trabalhar com a gente”, disse o vocalista Bruno Gouveia.

A banda encerra neste mês de janeiro a turnê de 30 anos de carreira e já parte para o lançamento de “As Voltas Que o Mundo Dá”. “Com esse disco na praça, o show muda, tudo muda”, destaca Bruno.

Fonte: msn


Filha mais velha de Barack Obama, Malia Obama, de 18 anos, tem interesse de seguir carreira no cinema. A adolescente, inclusive, vai estagiar com um dos maiores produtores da indústria de filmes.

VOCÊ VIU? Em tom de despedida, Barack Obama joga golfe com Bill Murray

Após o fim das férias em família, a jovem começará a trabalhar com Harvey Weinstein, co-fundador da Miramax Films, em Nova York, nos Estados Unidos.

A primogênita do ex-presidente do país deverá atuar no setor de Marketing ou no de desenvolvimento, segundo o “The Hollywood Reporter”.

Fonte: msn


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