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O Real Madrid inicia nesta quarta-feira a era pós-Cristiano Ronaldo com um grande desafio pela frente: mostrar que pode continuar vencendo sem o craque português, que levou seu talento para a Juventus. Com ele, o período repleto de títulos não foi apenas coincidência. CR7 vestiu a camisa merengue por nove anos e foi campeão 15 vezes.

No primeiro jogo oficial sem Cristiano, uma decisão: a Supercopa da Europa contra o Atlético de Madrid. É o atual campeão da Liga dos Campeões contra o atual campeão da Liga Europa. A bola vai rolar em Tallinn, capital da Estônia, a partir das 16h (horário de Brasília), e o GloboEsporte.com vai transmitir todos os detalhes em Tempo Real.

Os merengues querem aumentar um feito que vai até além de Cristiano Ronaldo. Há quase 18 anos eles não perdem uma final internacional. A última foi em novembro de 2000, quando tomaram 2 a 1 do Boca Juniors na decisão do Mundial de Clubes. Desde então foram 13 finais de torneios internacionais, todas com o Real Madrid levando a melhor.

- A perda de um jogador tão importante é negativa, mas não é por isso que vamos deixar de ganhar. Craques passaram pela história do clube, que seguiu ganhando. O Real Madrid vai seguir adiante, não deixará de ganhar, aconteça o que acontecer - disse o capitão Sergio Ramos.

Ramos: "Não é por isso (saída de CR7) que vamos deixar de ganhar"

O pontapé inicial de uma nova estrela

Ao mesmo tempo em que a era CR7 chegou ao fim, esta quarta pode ser o início de outra era, a de Vinicius Junior. O jovem promissor de 18 anos já disputou amistosos, mas agora terá a chance de fazer sua primeira partida oficial pelo novo time. Ele foi relacionado pelo técnico Julen Lopetegui e deve ficar no banco de reservas, com possibilidade de entrar no decorrer do jogo. O substituto de Zinedine Zidane, por sinal, também comandará a equipe pela primeira vez em jogo oficial.

Vinicius recém chegou ao Real, que pagou ao Flamengo a gorda quantia de 45 milhões de euros para assegurar a contratação quando o garoto tinha apenas 16 anos. Apesar da pressão que existe em cima dele, o atacante tem se mostrado à vontade no dia a dia, sem deixar de lado seu lado abusado. E tem a confiança dos companheiros.

- É um menino, e tentamos fazer com que ele esteja tranquilo e se sinta bem. Ele é o presente, porque já está no nosso elenco, e o futuro. Tem um bom futuro ela frente - declarou o lateral Marcelo, de 30 anos, que chegou ao Real no início de 2007, vindo do Fluminense, com os mesmos 18 anos do compatriota.

Marcelo: "Ele (Vinicius Jr) é o presente e o futuro"

Além de Cristiano Ronaldo e Vinicius Junior, a decisão entre Real Madrid e Atlético de Madrid, primeira entre eles na história da Supercopa da Europa, tem outros componentes. Será o reencontro de Modric e Griezmann, dois dos principais jogadores da última Copa do Mundo e que duelaram na final, onde a França bateu a Croácia.

É também uma chance para o Atlético tirar um pouco do estigma recente de perder decisões para o Real. Foram duas finais da Liga dos Campeões perdidas, nas temporadas 2013/14 e 2015/16.

Os merengues, por sua vez, são os atuais bicampeões da Supercopa da Europa. Venceram as últimas edições contra Sevilla (3 a 2) e Manchester United (2 a 1).

Duelo de times fortes

Em relação às equipes, apenas uma ausência. O Real Madrid poderia ter a estreia de Courtois, que viajou com o elenco, mas o goleiro contratado junto ao Chelsea não foi inscrito por ter feito poucos treinos. Com isso, Keylor Navas está mantido. E há uma dúvida merenge. São sete jogadores para seis vagas no time titular: Casemiro, Modric, Kroos, Isco, Asensio, Bale e Benzema.

O Atlético de Diego Simeone tem à disposição seus reforços para a temporada, como o meia-atacante Lemar, o atacante Kalinic e o lateral Arias, e deve jogar com força máxima.

Fonte: Globo Esporte


Por pouco, o Brasil não subiu mais uma vez ao alto do pódio no Pan-Pacífico do Japão. Na noite desta segunda-feira (manhã de terça no país asiático), Ana Marcela Cunha chegou a liderar a prova da maratona aquática de 10km, mas acabou ultrapassada na última das cinco voltas. Em uma chegada bastante acirrada, a baiana não levou o ouro por menos de três segundos, mas colocou a bandeira verde e amarela no pódio com a conquista da medalha de bronze. No masculino, Allan do Carmo também chegou a brigar entre os primeiros colocados, mas terminou em quinto.

Ana Marcela esteve no pelotão da frente desde os primeiros quilômetros da prova, disputada na cidade de Tateyama. Suas principais concorrentes eram as americanas Haley Anderson e Ashley Twichell e as australianas Kareena Lee e Chelsea Gubecka. A brasileira arrancou na reta final e entrou na última volta - marca dos oito quilômetros - na liderança. Porém, não conseguiu manter o ritmo e acabou perdendo a ponta.

A chegada foi apertada, com a americana Haley Anderson batendo em primeiro com o tempo de 2h08m24s. Por apenas um segundo, a australiana Kareena Lee levou a prata (2h08m26s) e deixou Ana Marcela com a medalha de bronze (2h08m27s). Outra brasileira na disputa feminina, Viviane Jungblut terminou na 14ª colocação, com a marca de 2h13m57s.

O pódio de Ana Marcela na maratona aquática fechou a campanha do Brasil no Pan-Pacífico. Foram cinco medalhas conquisatadas, quatro delas na piscina: ouro no revezamento 4x100 masculino, pratas com Leonardo de Deus (200m borboleta) e João Gomes Jr (100m peito) e bronze com Vinicius Lanza (100m borboleta).

Atual líder do circuito mundial de maratonas aquáticas da Fina, Ana Marcela agora volta as atenções para a penúltima etapa da temporada, marcada para o dia 16 de setembro, na China. Dona de três títulos da competição (2010, 2012 e 2014), a brasileira busca se isolar como a única tetracampeã na história.

Allan do Carmo fica em quinto

Na disputa masculina no Japão, Allan do Carmo até chegou a brigar no pelotão da frente nas primeiras voltas e terminou na quinta colocação, com o tempo de 1h59m23s. O título foi para Jordan Wilimovsky, que marcou 1h58m50s. Foi a terceira medalha do americano na Pan-Pacífico. Na fase da piscina, ele já tinha levado ouro nos 1.500m livre e prata dos 800m livre. O canadense Eric Hedlin terminou em segundo (1h58m56s) e o australiano Nick Slowman em terceiro (1h59m20s).

Outro brasileiro na disputa masculina, Victor Colonese completou a prova dos 10km com o tempo de 1h59m27s e ficou com a oitava colocação.

Fonte: Globo Esporte


Atuais campeões, os brasileiros da Team Liquid foram eliminados do Mundial de Rainbow Six Siege, em Paris, na França, nesta terça-feira. A equipe foi derrotada por 2 a 0 pela Obey Alliance, dos Estados Unidos, e deu adeus à competição ainda na primeira fase.

Após perder para a francesa Vitality, a Liquid dependia do resultado positivo para se manter viva no torneio. Porém, com uma atuação inspirada por parte dos norte-americanos, os brasileiros não se encontraram na série melhor de três e se despediram em clima de melancolia.

COMO FOI O JOGO

No primeiro mapa, a Obey Alliance mostrou um desempenho completamente diferente do que havia desempenhado na derrota para a Nora-Rengo na estreia da competição. Na Oregon, mapa normalmente confortável para os times brasileiros, os norte-americanos neutralizaram todas as estratégias adversárias e fecharam em 6 a 2 sem grandes dificuldades.

Os representantes dos Estados Unidos viviam um dia praticamente perfeito e pareciam sempre um passo à frente da Liquid. E a atuação sólida, defensiva e ofensivamente, não se limitou ao primeiro mapa: a Obey abriu 3 a 0 no Litoral, segundo mapa do confronto, não dando quaisquer chances à equipe brasileira.

Nos últimos dois rounds de defesa, a Team Liquid conseguiu respirar. O primeiro ponto saiu em uma bela jogada de Paulo "psk1", que eliminou três jogadores norte-americanos. Depois, em um dois contra dois, Leo "Zigueira" e José "Bullet" demonstraram calma para fazer com que os atuais campeões mundiais encostassem no placar.

Entre altos e baixos, a Liquid buscou o empate por 4 a 4, mas quem conseguiu o primeiro match point na Litoral foi a Obey Alliance. Com uma bela leitura de jogo por parte de "Adam" Ameiche, os norte-americanos não vacilaram e se mantiveram vivos no campeonato. Fim da linha para os brasileiros.

Agora, a Obey Alliance enfrenta a Nora Rengo, do Japão, na repescagem, buscando uma vaga nas quartas de final. A Vitality, por sua vez, avançou à próxima fase como líder do Grupo A.

Fonte: Sportv 


No fim da noite desta segunda-feira (13), o técnico Jorginho foi demitido do Vasco. O então treinador não aguentou a pressão após a derrota para o Palmeiras, na noite do último domingo, em São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Ele deixa o clube após dez jogos nesta segunda passagem - com quatro vitórias, um empate e cinco derrotas, sendo quatro delas nos últimos cinco jogos e nenhum ponto conquistado como visitante. A primeira havia ocorrido do segundo semestre de 2015 e o fim de 2016.

Ao lado de Jorginho, deixa o Vasco o preparador físico Joelton Urtiga. A atividade desta terça-feira à tarde, no CT das Vargens, quando o time se reapresenta, será comandada pelo auxiliar-técnico Valdir Bigode. A decisão pela saída do treinador aconteceu após reunião com o presidente Alexandre Campello na noite desta segunda. O mandatário, inclusive, era o único que seguia prestigiando o treinador, mas não conseguiu segurá-lo depois de ser pressionado por outros dirigentes do clube.

Jorginho não é mais o técnico do Vasco. A decisão foi tomada em consenso na noite desta segunda-feira (13/08) entre ele e o Presidente Alexandre Campello. Junto com o treinador deixa o Club o preparador físico Joelton Urtiga.

"Jorginho não é mais o técnico do Vasco. A decisão foi tomada em consenso na noite desta segunda-feira (13/08) entre ele e o Presidente Alexandre Campello. Junto com o treinador deixa o Club o preparador físico Joelton Urtiga. Nesta terça-feira (14) à tarde, durante a reapresentação do time no CT das Vargens, a atividade será comandada pelo auxiliar Valdir Bigode.

Nesta segunda passagem pelo Vasco, Jorginho somou quatro vitórias, um empate e cinco derrotas. Atualmente, o time ocupa a 15ª colocação no Campeonato Brasileiro, com 19 pontos e dois jogos a menos na tabela. O Club agradece ao técnico pelos serviços prestados e deseja sorte ao profissional em seu próximo desafio"

Fonte: R7


Claudinei Oliveira não é mais técnico do Sport. Ele pediu demissão, neste domingo, logo após a derrota do Leão para o São Paulo, na Ilha do Retiro, por 3 a 1, em jogo válido pela 18ª rodada da Série A.

- As coisas não estão acontecendo. Não é por falta de empenho, trabalho. Mas, quando as coisas não acontecem, não posso pensar em mim. Tenho que pensar no clube também. Não seria legal eu pegar, sair andando, até pelo contato que tivemos. Agradeço a vocês pela lealdade. Espero ter deixado uma boa impressão para vocês como fico em relação a vocês. Vida que segue.

O vice-presidente do Sport, Guilherme Beltrão, contou um pouco dos "bastidores" do pedido de demissão de Claudinei Oliveira. O diretor tentou demover o treinador da ideia, mas sem sucesso.

- Ele conversou comigo antes do jogo, me deu um abraço forte, afetuoso. Ele é um cara do bem. Teremos uma perda muito grande, tanto na parte técnica quanto no aspecto humano. Ele tomou essa decisão com a família, me disse antes do jogo que queria falar comigo depois. Tentei demovê-lo após o jogo. Ele teve a grandeza de não jogar nas nossas costas o momento ruim.

 Claudinei era considerado um técnico afetuoso, segundo diretor do Sport (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

Claudinei era considerado um técnico afetuoso, segundo diretor do Sport (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

É claro, porém, que o pedido para sair não se deveu apenas ao revés diante do Tricolor Paulista, atual líder do Brasileirão. O que acontece é que a derrota fez o Leão chegar a oito jogos consecutivos sem vencer.

Por isso, o time que teve bons resultados no início da Série A e chegou a rondar o G-4 nas rodadas iniciais despencou na tabela. Atualmente é o 14º, a dois pontos da zona de rebaixamento, e com chance de cair ainda mais até o fim da rodada.

Ao todo, Claudinei Oliveira fez 16 jogos no comando do Sport. Foram cinco vitórias, quatro empates e sete derrotas.

Fonte: Globo Esporte


Com um time praticamente reserva, o Palmeiras venceu o Vasco por 1 a 0 neste domingo (12), no Allianz Parque, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Deyverson fez o gol da equipe paulista. O técnico Luiz Felipe Scolari poupou os titulares devido ao jogo da próxima quinta contra o Bahia, também em São Paulo, que definirá uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 30 pontos, mas manteve a sexta posição na tabela do Brasileiro devido aos resultados dos demais jogos da rodada — que será encerrada na segunda com o confronto entre Fluminense e Internacional, às 20 horas, no Maracanã.

Já o Vasco perdeu o terceiro jogo seguido para uma equipe paulista — também havia sido derrotado por São Paulo (2 a 1) e Corinthians (4 a 1) — e permaneceram com os mesmos 19 pontos, agora em 14º lugar no campeonato.

O time alviverde estreou o terceiro uniforme, o último do contrato entre o clube e a Adidas, empresa alemã que será substituída no fornecimento de material esportivo pela Puma a partir de 2019. A camisa, em tom verde militar, foi criticada por parte da torcida nas redes sociais.

O jogo

O Palmeiras pressionou o adversário no início e quase chegou ao primeiro gol em um chute forte do volante Jean, aos 4 minutos. A zaga vascaína conseguiu cortar e cedeu escanteio.

Mas o Vasco assustou, aos 12 minutos, com Thiago Galhardo. O meio-campista cruzou, a defesa palmeirense falhou e a bola sobrou para Yago Pikachu, que ajeitou para Giovanni chutar prensado.

Na cobrança de escanteio, Pikachu quase marcou um gol olímpico, mas Weverton estava atento e desviou para a linha de fundo.

Aos 17 minutos, o meia Gustavo Scarpa aproveitou um rebote na entrada da área e chutou forte, de primeira. A bola saiu à direita de Martín Silva, porém com muito perigo para o gol vascaíno.

Scarpa teve outra boa aparição ofensiva, aos 22 minutos. O meia ganhou uma dividida com o vascaíno na esquerda, mas cruzou forte e alto demais. A bola passou por toda a área da equipe carioca sem que nenhum atacante palmeirense conseguisse alcançá-la.

O Vasco chegou com perigo novamente em um cruzamento de Ramon pela esquerda que Thiago Galhardo quase escorou com o bico da chuteira. Eram passados 26 minutos do primeiro tempo.

Aos 28 minutos, o atacante Deyverson quase abriu o placar para o Palmeiras em uma cabeçada certeira, depois de ótimo cruzamento de Jean. O goleiro uruguaio Martín Silva precisou se esticar para desviar com a ponta dos dedos a bola que entraria no canto esquerdo da meta cruzmaltina.

Dez minutos depois, Gustavo Scarpa invadiu a área e dividiu com Rafael Galhardo, mas o lateral vascaíno levou a melhor. A bola bateu no palmeirense e saiu pela linha de fundo.

Pouco depois, o meia sentiu uma dor muito grande depois de dominar a bola pelo lado esquerdo do campo. Scarpa caiu no gramado, foi atendido, mas precisou ser substituído. Hyran entrou no lugar dele.

Aos 46 minutos, Pikachu chegou livre pelo lado direito da área do Palmeiras e soltou uma bomba, mas Weverton fez uma grande defesa e impediu o gol.

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O time alviverde teve mais posse de bola na primeira etapa (58% a 41%), mas o Vasco chegou perto do gol em pelo menos duas oportunidades.

Segundo tempo

O Palmeiras voltou para a segunda etapa com uma substituição incomum: Jaílson entrou no lugar do goleiro Weverton. Mais tarde, veio a informação: Weverton teve um desconforto na coxa e saiu por precaução. Já Scarpa teve um problema no calcanhar direito.

Aos 7 minutos, o volante Bruno Henrique bateu falta da intermediária na segunda trave, Martín Silva tirou de soco, Lucas Lima pegou a sobra e tentou por cobertura. Mas o goleiro vascaíno defendeu novamente.

Um minuto depois, Deyverson recebeu dentro da área, girou bem e chutou no canto. Novamente, Martín Silva fez boa defesa.

Aos 12 minutos, Lucas Lima roubou a bola no meio de campo e avançou até a grande área. O meia errou o primeiro passe, mas se recuperou e tentou cruzar. A bola bateu no braço de um zagueiro vascaíno e os palmeirenses reclararam. Nada foi marcado. 

Três minutos depois, o mesmo Lucas Lima fez um lindo passe para Hyoran, que encobriu Martín Silva de cabeça, mas a bola bateu na trave. Os zagueiros do Vasco se atrapalharam e Deyverson cabeceou para abrir o placar: 1 a 0.

Na sequência, Lucas Lima dá outro passe para Hyoran, que é derrubado por Andrey. O árbitro Wilton Pereira Sampaio marcou o pênalti. No entanto, Hyoran estava em posição de impedimento e o assistente invalidou o lance.

Aos 20 minutos, o estreante Gustavo Gómez, zagueiro paraguaio contratado junto ao Milan, mandou a bola para as redes — de cabeça — depois de uma falta cobrada do lado direito do ataque palmeirense. Porém, o assistente anotou outro impedimento. Foi o segundo gol anulado do time mandante.

O time palmeirense passou a dominar totalmente a partida depois de fazer o gol. O Vasco se encolheu e não conseguia encaixar um bom contra-ataque. 

No fim, o Palmeiras administrou o resultado e conquistou uma boa vitória no Nacional. A equipe também atingiu uma marca importante na temporada: chegou ao quinto jogo sem sofrer gols.

Próximos jogos

O Palmeiras voltará a campo na próxima quinta, às 19h15, novamente em casa, para enfrentar o Bahia na partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro jogo, em Salvador, terminou empatado em 0 a 0.

Já o Vasco, eliminado dos demais campeonatos na temporada, retornará aos gramados no dia 20 (segunda-feira), quando receberá o Ceará, às 20 horas, em São Januário, pelo 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ficha técnica
PALMEIRAS 1 x 0 VASCO
12/8 –
Allianz Parque (São Paulo)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa); Público: 30.012; Gols: Deyverson, aos 15 minutos do 2º tempo; Cartões amarelos: Andrey, Maxi López (Vasco), Luan (Palmeiras)
PALMEIRAS: Weverton (Jaílson, no intervalo); Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Victor Luis; Thiago Santos, Bruno Henrique, Jean, Lucas Lima (Moisés, aos 36 do 2º) e Gustavo Scarpa (Hyoran, aos 44 do 1º tempo); Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
VASCO: Martin Silva; Rafael Galhardo (Raul, aos 11 do 2º), Ricardo Graça, Leandro Castán e Ramon; Leandro Desábato, Andrey, Yago Pikachu, Giovanni Augusto (Vinícius Araújo, aos 27 do 2º) e Thiago Galhardo; Andrés Ríos (Maxi López, aos 27 do 2º). Técnico: Jorginho.

 Fonte: R7


O São Paulo ganhou mais um reforço pós-Copa do Mundo: Nenê. Sim, Nenê! Depois de Rojas, que se encaixou rapidamente no ataque, Bruno Peres, que assumiu a vaga do negociado Militão, e Everton Felipe, que estreou com alguns minutos, o destaque do domingo foi o meio-campista.

Nenê está no São Paulo desde janeiro. Depois de uma difícil adaptação com Dorival Júnior, quando era reserva, o jogador de 37 anos deslanchou com Diego Aguirre – atualmente, ao lado de Diego Souza, é o artilheiro tricolor no ano, com 11 gols. Mas estava sumido neste segundo semestre...

No último jogo antes da Copa, Nenê tinha feito dois gols na vitória sobre o Vitória, no Morumbi. Era o motor do São Paulo, que ainda perseguia a liderança do Brasileirão. Depois disso, incluindo um aumento salarial após proposta recusada do exterior, virou coadjuvante.

Nos sete jogos anteriores à vitória por 3 a 1 sobre o Sport – um deles pela Copa Sul-Americana –, Nenê só participou de um gol, ao bater um escanteio para Anderson Martins abrir o placar contra o Corinthians. Contra o Cruzeiro, até reclamou com o técnico ao ser substituído.

O que Nenê voltou a fazer na Ilha do Retiro foi procurar a bola. No primeiro tempo, caiu pelo lado esquerdo para formar um triângulo ofensivo com Reinaldo e Everton. No segundo tempo, aproximou-se de Rojas na esquerda, por onde o São Paulo passou a atacar mais.

Contra o Sport, Nenê aumentou o número de finalizações pós-Copa

Veja os números do meia nos seis últimos jogos do Brasileirão

Finalizações de Nenê FLA 0 x 1 SÃO, SÃO 3 x 1 COR, GRE 2 x 1 SÃO, CRU 0 x 2 SÃO, SÃO 2 x 1 VAS, SPO 1 x 3 SÃO.

Mais que o segundo gol tricolor contra o Sport, marcado aos 6 minutos do segundo tempo, Nenê foi o jogador das duas equipes que mais finalizou: quatro tentativas. Além disso, acertou 20 passes e errou apenas um – ele, Diego Souza e Bruno Peres foram os que menos erraram.

Nas próximas duas partidas, o São Paulo precisará propor o jogo. Na quinta-feira, na Argentina, terá que se recuperar da derrota por 1 a 0 para o Colón se quiser continuar na Sul-Americana. No domingo, contra a Chapecoense, no Morumbi, defenderá de novo a liderança do Brasileirão...

Com Nenê sempre perto da bola, as chances do São Paulo se dar bem nessas missões aumenta consideravelmente. Após a vitória sobre o Sport, Aguirre elogiou a maturidade de sua equipe. É certo que a retomada do papel de protagonista pelo meio-campista contribui com isso.

 Fonte: Globo Esporte


Everton Felipe recebeu a camisa 18 do São Paulo das mãos de Raí no início da tarde desta quinta-feira.

Assim como havia feito na quarta-feira, em entrevista à TV oficial do clube, o jovem de 21 anos disse que o ídolo e diretor de futebol do Tricolor teve participação importante na sua decisão de deixar o Sport para jogar no atual líder do Brasileirão.

Mas o desejo de usar essa camisa, segundo ele, vem desde a infância.

- A sondagem do São Paulo vem desde os meus 13 anos, tinha muita vontade de jogar aqui, sempre tive aquela vontade dentro de mim. Quando o Raí ligou para falar com meu empresário, foi uma felicidade muito grande. A partir desse momento, queria o São Paulo. Tive propostas melhores para o clube e para mim, mas preferi o São Paulo - disse ele, que também estava na mira do Flamengo.

- Ele citou a importância da minha ligação para ele. Mas não sei se ele sabe que essa ligação foi importante para a gente também. Na voz a gente sente a vontade de vir. A personalidade dele nos deu ainda mais segurança. Quando sentimos a postura dele, a maneira como se colocava, com 21 anos, ficamos ainda mais seguros em tê-lo no nosso projeto. Quando a gente liga e fala alguma coisa, a gente fala de um projeto. O Bruno Peres citou isso aqui também - agradeceu Raí.

Número 18

O número 18 escolhido por Everton Feliz faz referência a 2018, o ano de sua chegada no São Paulo. Segundo o clube, ele fez essa opção já pensando em uma passagem longa. Alexandre Pássaro, gerente executivo do clube e um dos principais responsáveis pela negociação, explicou como o contrato de empréstimo até o fim de 2019 pode se transformar em vínculo definitivo até o fim de 2022.

- A negociação do Everton tem um modelo diferente. É um empréstimo até o fim de 2019, mas com uma obrigação de compra baseada em algumas performances esportivas que a gente imagina que devem se concluir ao longo deste ano. É uma negociação extensa, com concorrência, mas durante toda a negociação a gente sempre esteve muito confiante devido ao desejo do Everton de vestir a camisa do São Paulo, que foi externado para a gente desde o primeiro dia - explicou o dirigente.

Além de pagar R$ 3 milhões ao Sport agora e de pré-acordar o pagamento de mais R$ 3 milhões em janeiro, quando a obrigação de compra deve ser executada, o São Paulo repassou o empréstimo de Morato ao clube pernambucano até o fim do ano, mas mantendo a opção de comprá-lo e tê-lo de volta a partir de 2019.

- Vimos na questão do Morato uma oportunidade também para o São Paulo. O Morato não é um jogador do São Paulo, ainda é vinculado ao Ituano. Fizemos um acordo em que a gente reempresta o Morato para o Sport e continuamos com opção de compra do Morato - concluiu Alexandre Pássaro.

- Quando a pessoa sabe que o Raí está fazendo uma ligação para você as coisas mudam. Quando eu fiquei sabendo que ele ligou para o meu empresário, disse que eu queria ir para o São Paulo. Primeiro porque a ligação dele é muito importante para mim. Também porque o São Paulo já tinha tentado me contratar quando eu era pequeno, com o Jardine. E também tem o Diego Souza. Ele falou muitas vezes comigo, falou do elenco. Ontem eu vi que é um elenco muito bom. Eu estava um pouco tímido, mas eles me receberam muito bem - concluiu Everton Felipe.

Everton Felipe tem chance de estrear contra o próprio Sport, às 16h de domingo, na Ilha do Retiro. Para isso, precisa estar no BID até sexta-feira. São Paulo e Sport estão trocando documentos para que tanto ele quanto Morato estejam disponíveis para o fim de semana, mas ainda não há certeza quanto a isso.

 

Fonte: R7


O meia Zé Rafael, do Bahia, deverá ser jogador do Palmeiras em 2019. Para isso, o clube exercerá prioridade de compra que foi acertada no início deste ano.

O jogador de 25 anos agrada muito à diretoria, que deixou o negócio bem adiantado nos últimos dias depois de ser informada de que tinha passado a ter concorrência.

A iminente contratação de Zé Rafael é mais um passo do planejamento do Palmeiras para a próxima temporada. O atacante Arthur Cabral, do Ceará, também é nome certo para vestir a camisa alviverde a partir de janeiro.

A compra do meia do Bahia só não foi sacramentada ainda por conta da recente troca no comando do time. A chegada de Luiz Felipe Scolari deixou essas conversas em segundo plano.

 

Fonte: globoesporte


Vantagem nas oitavas de final da Copa Libertadores, invencibilidade e 100% de aproveitamento mantido fora de casa na competição. Assim foi o reencontro de Luiz Felipe Scolari com o maior torneio da América, em vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Cerro Porteño, no Paraguai, com dois gols de Miguel Borja.

O primeiro tempo não fez jus às expectativas. Recuado, o Palmeiras só conseguiu sua primeira sequência de passes trocados aos 10 minutos. O Cerro, por sua vez, também não conseguiu criar e insistiu nas jogadas de pivô Churrín, atacante forte e bom no jogo aéreo, mas que não esteve bem nesta noite.

Com 28 jogados, os mandantes desperdiçaram sua única oportunidade d abrir o placar, quando Rodrigo Rojas pegou sobra na área, mas bateu para fora. O Verdão, apesar de reter bem a bola, encontrava muitas dificuldades para deixar o campo de defesa, especialmente quando Moisés vinha buscar o jogo e Bruno Henrique atuava adiantado, o que resultava em chutões e lançamentos dos visitantes.

O segundo tempo, porém, foi muito diferente. Com apenas dois minutos, Dudu cobrou falta na área, Churín desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Borja, que dominou meio sem jeito e bateu firme com a canhota. A finalização ainda desviou no marcador e morreu nas redes.

Com a vantagem no marcador, o Alviverde evoluiu taticamente, melhorou no aproveitamento dos passes e passou a apostar nos contra-ataques. Na defesa, a equipe se mostrou bem posicionada e não tomou sustos. Assim, foi premiada com o segundo gol aos 25 minutos.

A jogada começou na defesa, com saída rápida de Weverton para Diogo Barbosa. O lateral avançou até o ataque, tabelou com Borja, recebeu dentro da área e finalizou firme. O goleiro Antony Silva deu rebote que Moisés recuperou. Após girar sob a marcação, o camisa 10 deu linda assistência para Miguel Borja soltar a bomba e definir o marcador.

Após o segundo do colombiano, Felipão não demorou para fechar sua equipe e trocou Hyoran por Jean. A mudança atraiu os paraguaios, que assustaram na base de chutes de longa distância e cruzamentos na área.

Antônio Carlos chegou a salvar chance clara de Benitez e a vibração de Scolari se fez presente em campo. Além da comemoração do zagueiro, até Deyverson, que netrou na vaga de Borja, celebrou quando conquistou arremesso lateral para sua equipe.

FICHA TÉCNICA 

CERRO PORTEÑO-PAR 0 x 2 PALMEIRAS

Local: Estádio La Nueva Olla, em Assunção, Paraguai

Data: 9 de agosto de 2018, quinta-feira

Horário: 21h45 (Brasília)

Árbitro: Fernando Rapallini (Argentina)

Assistentes: Juan Belatti (Argentina) e Gabriel Chade (Argentina)

Cartões amarelos: Rodrigo Rojas, Churín e Palau (CERRO PORTEÑO); Moisés e Dudu (PALMEIRAS)

GOLS:

PALMEIRAS: Miguel Borja, aos dois e 25 minutos do segundo tempo

CERRO PORTEÑO-PAR: Antony Silva; Raúl Cáceres, Marcos Cáceres (Arzamendia), Escobar e Acosta; Palau e Rodrigo Rojas (Nelson Valdez); Óscar Ruiz, Jorge Rojas (Jorge Benítez) e Novick; Churín

Técnico: Luis Zubeldía

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo e Bruno Henrique; Hyoran (Jean), Moisés (Thiago Santos) e Dudu; Miguel Borja (Deyverson)

Técnico: Luiz Felipe Scolari

 

Fonte: msn


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