Esporte

Esporte 1040

Principal jogador do Grêmio na última temporada, Luan recebeu uma homenagem do clube gaúcho nesta segunda-feira por ter sido eleito "Rei da América" em 2017, em eleição popular promovida pelo jornal "El País", do Uruguai, com jornalistas de toda a América do Sul.

O atacante campeão olímpico recebeu a placa com sua foto, nome e número gravados das mãos das mãos do superintendente do Grêmio, Antonio Carlos Verardi, na sala de imprensa do CT Luiz Carvalho. Artilheiro do Grêmio na temporada passada, com 18 gols, e melhor jogador da Libertadores, Luan recebeu 182 votos, 117 a mais que segundo colocado, o peruano Paolo Guerrero, do Flamengo.

"Fico feliz pelo prêmio. Eu quero agradecer ao seu Verardi, que a gente brinca que é um dos donos do Grêmio. Agradecer a ele, que tem uma história muito grande. Fico feliz pela homenagem. Pelo prêmio individual e pelo prêmio coletivo, o título, que a gente conquistou, que é o principal", disse o atacante.

Às vésperas da convocação para os amistosos da seleção brasileira contra Rússia e Alemanha, marcados para os dias 23 e 27 de março, o técnico Tite esteve no CT do Grêmio para observar Grohe, Geromel, Arthur e Luan, que disse ter tido uma breve conversa com o treinador.Fechar anúncio

"Eu só cumprimentei (o Tite). Conheço ele. A gente se falou, mas nada específico", resumiu o jogador. "Procurei não fazer nada de diferente (no treino). Eu treinei me preparando para o jogo de quarta-feira. É o mais importante para mim no momento", completou.

Com Luan como protagonista novamente - balançou as redes no empate em 1 a 1 com o Independiente, na última quarta-feira - o Grêmio volta a enfrentar o time argentino na decisão da Recopa Sul-Americana, nesta quarta-feira, às 22 horas, em Porto Alegre.

"Para mim e para o Grêmio significa muito já começar o ano ganhando títulos, como a gente terminou ano passado. Temos que buscar ganhar sempre. A gente está muito focado e trabalhando forte para que a gente possa conquistar esse título e aí sim pensar no Gaúcho", finalizou Luan.

 

Fonte: R7


Daqui a nove dias, Gabigol jogará sua primeira Libertadores da carreira. O atacante, que já disputou grandes competições no futebol, como a Liga dos Campeões, se disse ansioso para poder atuar no torneio que acompanhou com torcedor de arquibancada da Vila Belmiro. O Santos estreia na Libertadores no dia 1º de março, contra o Real Garcilaso, no Peru.

– É uma grande novidade, estou muito ansioso. Sou santista e vi muitos jogos da Libertadores na Vila. Via que o clima era diferente. Antes, porém, temos que pensar no domingo (jogo contra o Santo André, pelo Paulista). Temos que fazer um bom jogo. Temos que fazer valer o mando de jogo. Se conseguirmos vitórias seguidas, vamos muito bem e confiantes para a Libertadores – disse Gabigol, em entrevista coletiva nesta terça-feira, no CT Rei Pelé.

 

Com dificuldades para se reforçar no mercado, o elenco do Peixe é repleto de jovens. Prova disso é que contra o São Paulo, no último domingo, o time terminou o clássico com oito atletas revelados na base. Apesar de ter 21 anos, Gabigol se sente um dos líderes do grupo e tenta ser exemplo para os Meninos da Vila.

– Eu me vejo como líder do time. Mesmo jovem, passei por várias coisas. Tento ser exemplo dentro e fora de campo. Me dedicando, conversando. A qualidade dos jovens me impressiona, rápidos, inteligentes. Santos terá grandes jogadores daqui a pouco. Tem que ser aos poucos, são jovens, Jair saberá usar. Quando estava aqui, convivi com mais experientes, Marcos Assunção, Edu Dracena, Durval, e isso faz diferença. Deixo eles à vontade para jogares porque jogam muito – afirmou.

Em seus primeiros jogos no Santos, Gabigol tem atuado como centroavante, como um "9". Se depender dele, é nessa posição que ele vai seguir.

– A gente (Gabigol e Jair) conversou antes sobre isso. Eu quero ser centroavante. Acho que é uma coisa definitiva. Nosso ataque é versátil. Sasha também pode ser o 9 e abrimos espaços. Gabigol é centroavante e estou feliz assim – concluiu atacante, que apesar disso veste a camisa 10.

Veja outras respostas de Gabigol:

Recuperar tempo perdido
– Tenho me dedicado dentro e fora de campo. Gabigol é o mesmo, que trabalha bastante, que faz o melhor para todos. Tentando melhorar todo dia. Estou tendo oportunidades de jogar e mostrar meu futebol. E graças a Deus está dando tudo certo.

Volta para a Europa
– Gosto de Lisboa e Milão. Conheço mais sobre Milão, quero voltar, tenho amigos, assisto a jogos. Europa está distante, mas fico próximo de alguma maneira vendo jogos, conversando.

Alto nível na Europa
– Tenho contrato com a Inter de Milão, sei que tenho que me apresentar depois desse 
ano. Falta muito. Meu pensamento é totalmente no Santos, quero ajudar, fazer gols, ser exemplo dentro e fora de campo, Europa fica para depois, sei que tenho que me apresentar, mas hoje meu foco é aqui e estou muito feliz.

Pendurado para o clássico contra o Corinthians
– Não vejo como peso, se tiver que tomar cartão eu vou tomar, e há grandes jogadores na posição, Rodrygo, Yuri Alberto, Rodrigão... Gabriel sempre estará 100% em campo.

O que mais traz de positivo da Europa
– Eu me adaptei muito bem a Milão, fora o frio. Aprendi nova língua, alguns costumes que acabei trazendo para cá, horário de dormir, alimentação. Trabalhos na academia e extracampo. São essas coisas que me fazem crescer e me ajudam. Falo com jogadores da Inter e alguns do Benfica.

Meta de gols
– Nunca fiz. Quero ajudar o Santos e ser campeão. Quero ser campeão. Estou muito feliz pela sequência de gols, mas estou mais feliz ainda pelas vitórias. Não adianta fazer gols e não ganharmos. Não penso muito nisso, quero ganhar. Fazendo gol, fico melhor.

Melhor centroavante do Brasil?
– Deixo para vocês. Quero ser o melhor para meu clube e meus companheiros. Fiz gols, mas há de ressaltar minha entrega, minha ajuda taticamente. Sei que a bola não vai entrar todas as vezes, então tenho que criar espaços, segurar a bola, irritar um pouco eles na frente como fiz com o São Paulo. É importante ajudar no contexto geral.

 Melhor 9 do Brasil? Gabigol prefere não opinar (Foto: Marcos Bezerra / Futura Press)

Jair Ventura
– Falava com ele por telefone antes mesmo de acertar. Foi aí que começou. Via que era um cara estudioso, que me queria centralizado. Dá para perceber que ele entende. Tem sido especial para mim e para o clube, do cozinheiro ao faxineiro, tem a cara do Santos. Não falo para puxar o saco. Ele tem me ajudado muito. Tenho aprendido muito e quero aprender muito mais.

Vaga na Copa
– É um objetivo. Quem não quer estar no meio de craques? Não levo como peso. Quero ajudar no Santos e Seleção é consequência. Tenho que ganhar títulos aqui e assim isso pode acontecer.

Fama de jogador de um time só 
– Totti foi jogador de um time só. Por que o Gabriel não pode ser?

Comportamento contra o São Paulo e críticas
– DNA Ofensivo ninguém vai tirar. Há alguns jogos que teremos que recuar. Não foi pensado, foi acontecendo e nosso time soube lidar. Futebol é um pouco xadrez, temos que saber atacar e segurar. Sentimos o momento de esperar e contra-atacar bem. Fizemos com sabedoria. Trouxemos eles e abrimos espaços. Isso é inteligência. Sou a favor de um jogo bonito, e em nenhum momento o Santos parou jogada, fez cera. Quisemos jogar futebol. Cada um tem seu estilo de jogo. Eu respeito todos. E o melhor estilo de jogo é ganhar.

 

Fonte: globoesporte


Diante do Santos, no último domingo, o técnico Dorival Júnior chegou ao 35º jogo à frente do São Paulo, o mesmo número de partidas oficiais de seu antecessor, Rogério Ceni, demitido em julho do ano passado, quando o time entrou na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Para efeito de comparação, Dorival ostenta números apenas ligeiramente superiores aos de Ceni. Em 35 jogos, acumulou 15 vitórias, dez empates e dez derrotas, com um aproveitamento de 52%. Já o ex-goleiro obteve 14 triunfos, 11 empates e dez reveses, atingindo 50% dos pontos em disputa.

Pesa a favor do atual técnico, entretanto, o fato de ter ajudado a evitar o inédito descenso do São Paulo no Nacional, o que seria o maior vexame da história do clube. Se leva uma pequena vantagem no desempenho geral, Dorival vai pior em clássicos.

Em cinco jogos diante de seus arquirrivais, conquistou somente uma vitória, amargou três derrotas e empatou uma vez, registrando um aproveitamento de apenas 26%. O agora técnico do Fortaleza, por sua vez, celebrou dois triunfos, lamentou três derrotas e empatou duas vezes (38%).

Xingado pela torcida na saída do Morumbi e nas redes sociais após o duelo com o Santos, Dorival vê a pressão em torno de si aumentar a cada semana. Mesmo durante a série de quatro vitórias consecutivas, o treinador já recebia críticas externas e internas.

Para além das derrotas em clássicos, elas se referiam ao posicionamento de Diego Souza como centroavante e a uma suposta lentidão do time, que seria resultado do esquema adotado pelo treinador.

Após o San-São, o comandante reiterou que seu time está “muito próximo do ideal” e minimizou os reveses diante de seus rivais neste início de temporada – antes, em janeiro, a equipe perdeu para o Corinthians. “Se eu tivesse vencido os dois jogando mal, aí estaria muito preocupado”, frisou.

De qualquer forma, os próximos jogos vão indicar o futuro de Dorival Júnior no São Paulo. No momento, o treinador coloca o São Paulo na liderança do Grupo B do Campeonato Paulista, com dez pontos ganhos em sete partidas, e na terceira fase da Copa do Brasil, após vitórias sobre Madureira e CSA-AL.

 

Fonte: msn


O Flamengo confirmou o favoritismo e soltou o grito de campeão neste domingo (18), na final da Taça Guanabara. Com gols de Kadu Fernandes (contra) e Vinícius Júnior, o Rubro-Negro venceu o Boavista por 2 a 0, no Kleber Andrade, em Cariacica.

Esse é o segundo título do Flamengo em duas competições no ano até aqui. No mês passado, o time de juniores levantou o troféu da Copa São Paulo. Com o título, já está garantido nas semifinais do Campeonato Carioca.

 Flamengo já conquistou Copa São Paulo e Taça Guanabara na temporada

Flamengo já conquistou Copa São Paulo e Taça Guanabara na temporada

O Boavista bem que mostrou qualidade e chegou a assustar com Erick Flores e Lucas. O goleiro César foi bastante exigido e a zebra parecia se criar no primeiro tempo. Mas foi o próprio zagueiro do Boavista que se atrapalhou com a bola e marcou contra. Aos 19 minutos da etapa final, Kadu Fernandes jogou para o próprio gol.

Abatido, o Boavista tentava atacar, mas parava em uma defesa bem postada do Flamengo. Na frente, Vinícius Júnior, que havia acabado de entrar, partiu para cima e foi recompensado com o gol aos 32 minutos.

O Flamengo estreia na Taça Rio na quarta-feira (21), contra o Madureira – o novo local da partida ainda não foi definido, já que a Ilha do Urubu passará por reformas. O Boavista enfrenta o Cabofriense, na quinta, no Correão.

FICHA TÉCNICA

BOAVISTA 0 x 2 Flamengo

BOAVISTA - Rafael; Thiaguinho, Gustavo Geladeira, Kadu Fernandes (Elivelton) e Júlio César; Willian Maranhão, Douglas Pedroso, Fellype Gabriel (Claudio Maradona) e Erick Flores; Lucas e Leandrão (Tartá). Técnico: Eduardo Allax

FLAMENGO - César; Pará (Rodinei), Réver, Rhodolfo e Renê; Cuéllar (Jonas), Diego e Éverton Ribeiro; Lucas Paquetá (Vinícius Júnior), Everton e Henrique Dourado. Técnico: Paulo César Carpegiani.

GOLS - Kadu Fernandes (contra), aos 19, e Vinícius Júnior, aos 32 minutos do segundo tempo

ÁRBITRO - Rodrigo Nunes de Sá

CARTÕES AMARELOS - Douglas Pedroso, Willian Maranhão e Erick Flores (Boavista); Henrique Dourado (Flamengo)

RENDA - R$ 1.352.600

PÚBLICO - 15.587 pagantes (17.787 total).

LOCAL - Estádio Kleber Andrade, em Cariacica (ES).

 

Fonte: R7


Um meio de campo muito técnico, com posse de bola, que envolva adversários até entrar na área. No mundo ideal, este é o Flamengo que Carpegiani quer ver e levar para a disputa da Libertadores. Em nove dias o time enfrenta o River Plate, no Nilton Santos vazio, no grande desafio deste início de temporada.

A conquista da Taça Guanabara foi mais um passo na consolidação do modelo de jogo desejado por Carpegiani, mas deu mostras das dificuldades que o time pode ter quando não encontrar espaços para tocar bola e infiltrar. Parece faltar alternativas antes de recorrer a bolas altas para a área, como na origem do primeiro gol. No sistema 4-1-4-1 de Carpegiani, a movimentação intensa dos cincos homens de frente (os quatro meias, mais Henrique Dourado) força o freio no avanço dos laterais.

Contra o Boavista, diferentemente do Botafogo, o que se viu foi um time com dificuldade de articular jogadas pelo chão. Foram 25 bolas levantadas na área – numa deles, Réver tocou para trás e Kadu Fernandes abriu o placar. O Boavista se defendeu com 10 homens atrás da linha da bola e cercou o Flamengo.

O Flamengo poderia ter nos laterais – e até em infiltrações de Cuéllar, o que tem sido raro dadas preocupações defensivas com um meio de campo mais leve – elementos surpresas para a ultrapassagem e triangulações na área. No segundo tempo, quis mais agressividade e, para isso, colocou Rodinei, que atacou mais.

Mas participação ofensiva de Pará e Renê – cada um com três cruzamentos na final da Guanabara – foi pequena. Por que? Carpegiani explica que quer segurança no time. De fato, até são oito jogos na temporada sem perder e apenas um gol sofrido. Na coletiva de imprensa, falou em engrenagem e citou zagueiros, que podem ficar expostos se Cuéllar e os dois laterais, por exemplo, não guardarem lugar no sistema defensivo.

- Gosto de laterais que apoiam? Sim. Poderemos ter dificuldade em termos de zagueiro, de ter maior segurança? Poderemos ter. Então tudo isso faz parte de um contexto, de uma engrenagem da equipe que você tem que estar consciente para a equipe ter firmeza atrás, saída e fluidez pelos lados e que o meio consiga ser bastante competitivo quando não está com a bola. Mas isso leva um pouco de tempo. Talvez estamos em cima do tempo? Talvez. Mas estamos forçando. Com essa qualidade que nós temos estamos tentando tornar essa equipe cada dia mais competitiva – disse Carpegiani.

 Renê na final entre Boavista e Flamengo (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Olho no River Plate

O técnico trabalha para diminuir as distâncias entre e a defesa, o meio e o ataque. Em alguns momentos no primeiro tempo, o Boavista conseguiu triangular e incomodar pelos lados do campo e na intermediária, entre Cuéllar e os zagueiros. O risco do 4-1-4-1 do Flamengo é de isolar um bloco de defesa, com dois zagueiros, dois laterais e o primeiro volante, dos cinco homens de frente (Evertons, Diego, Paquetá e Dourado).

Sem fazer mistério sobre seus pensamentos e avaliações, o treinador quer tempo para avaliar a produtividade da equipe desta maneira. Lembrou que tem estudado o River Plate, um adversário “competitivo” e de “muita tradição”, como definiu, sem levar em conta a má fase do time no Campeonato Argentino. Mas ainda quer analisar com calma as virtudes e os defeitos de sua equipe. Não descartou mudanças.

- Poderia colocar mais um volante, mas teria que sacar alguém. Temos que evoluir mais. Os adversários, fatalmente, serão muito mais exigentes na Libertadores. Mas os jogadores demonstram vontade muito grande, uma qualidade quando estão com a posse de bola excelente. Temos que definir melhor, ter marcação mais apertada, ser mais competitivos sim. Se não sentir essa evolução logicamente terei que fazer modificações. E as farei conforme for necessário - afirmou Carpegiani.

 

Fonte: globoesporte


Quem assistiu ao jogo entre Ponte Preta e Palmeiras, no Moisés Lucarelli, em Campinas, sabe que não havia condições de um jogo de qualidade por conta do gramado quase que inteiro encharcado. Imagine então os protagonistas do duelo, que tiveram de encarar tal desafio.

Lucas Lima, meia do Verdão, conhecido pelo seu jogo de técnica, condução de bola e passes precisos, foi um dos mais prejudicados em campo e na saída do campo ele não titubeou para apontar o responsável pelo time não ter conseguido fazer uma boa partida.

- O gramado. Está impossível praticar futebol, ainda mais porque nosso time é muito técnico. Criamos oportunidades da maneira que dava, mas infelizmente não fizemos gols - lamentou o meia.

Com o 2 a 2 frente ao Linense, na última quinta-feira, e esse 0 a 0 diante da Macaca, os palmeirenses chegaram ao segundo jogo seguido sem vencer no Paulistão, em duas atuações em que não conseguiram impor sua superioridade. O próximo compromisso é o Dérbi com o Corinthians, mas essa sequência sem triunfar não preocupa Lucas Lima.

- Não influencia nada (para o Dérbi), o trabalho está sendo bem feito. Nosso time ainda não perdeu. Sabíamos da dificuldade de jogar contra a Ponte aqui, ainda mais com esse gramado - concluiu.

O Palmeiras volta a campo no próximo sábado, às 17h, para enfrentar o Timão, na Arena Corinthians, em partida válida pela 9ª Rodada do Campeonato Paulista.

 

Fonte: msn


O São Paulo afastou nesta quinta-feira (15) qualquer tipo de fantasma e venceu com tranquilidade, na segunda fase da Copa do Brasil. O Tricolor bateu o CSA por 2 a 0, no Rei Pelé, em Maceió (AL), com gols de Nenê e Cueva. Valdivia fez sua estreia.

Na próxima fase, o São Paulo volta a Alagoas, desta vez, para enfrentar o CRB, que passou pelo Novo Hamburgo nos pênaltis. Os mandos de campo ainda serão sorteados pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Mesmo fora de casa, a equipe do técnico Dorival Júnior tinha o controle da partida. Ainda assim, chegou ao gol apenas aos 3 minutos do segundo tempo, com cruzamento que atravessou toda a área e encontrou Nenê livre. Aos 16 minutos, Diego Souza sofreu pênalti do goleiro Mota e Cueva cobrou com perfeição.

Valdivia estreia

Para quem tinha a proposta de se defender, o CSA encontrou dificuldade para reverter o placar, em um gramado castigado. Sidão foi exigido, mas nada que causasse espanto. Yuri foi expulso no minuto final.

Aos 21 minutos, Dorival promoveu a estreia do meia Valdivia. O novo contratado se movimentou bastante e criou boas jogadas e levantou a torcida que pedia o seu nome desde o começo do segundo tempo. No último lance, cobrou uma falta, mas a bola ficou na barreira.

De volta ao Paulistão, o São Paulo agora se prepara para o clássico contra o Santos, no domingo (18), no Morumbi, pela 8ª rodada.

CSA 0 x 2 SÃO PAULO

CSA - Mota; Talisson, Leandro Souza, Xandão e Rafinha; Dawhan, Giva (Bruno Veiga), Yuri e Leandro Kivel (Michel Douglas); Daniel Costa e Didira (Yago). Técnico: Flávio Araújo.

SÃO PAULO - Sidão; Militão, Rodrigo Caio, Bruno Alves e Reinaldo; Jucilei, Hudson, Nenê (Valdívia) e Cueva (Shaylon); Marcos Guilherme (Caíque) e Diego Souza. Técnico: Dorival Junior.

GOLS - Nenê, aos 3, e Cueva (pênalti), aos 16 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Leandro Kivel e Mota (CSA).

CARTÃO VERMELHO - Yuri (CSA).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

ÁRBITRO - Bráulio da Silva Machado (SC).

LOCAL - Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL).

 

Fonte: R7


O 2018 de Sornoza, até o confronto contra o Salgueiro-PE, era abaixo do que o próprio meia havia demonstrado no Fluminense. Em quatro jogos, colecionou atuações sem brilho e uma expulsão.

Pois a resolução de um problema de saúde do filho Mathías, que lhe tirava o sono, e a superação em um treino para impedir a reserva mudaram o panorama. Com três assistências e um gol na partida válida pela Copa do Brasil, o equatoriano deu a volta por cima.

Insatisfeito com a produção em campo de Sornoza, Abel Braga cogitou tirá-lo do time. No jogo-treino diante do Bonsucesso, na última sexta-feira, uma prévia de como montaria a equipe na partida do Nilton Santos, escalou Robinho como titular. Mas...

- Sornoza fez um treino fantástico, ao entrar no segundo tempo, mesmo sabendo que não jogaria. Então, falei a ele que não poderia tirá-lo com a produção do treino. Aí, fui saber que o filho dele passou alguns meses com uma febre misteriosa. Agora, nesta semana, com a resolução, ele disse que voltou a dormir - contou Abelão.

Acontece que Mathías passava as noites chorando com dores de garganta. Sornoza e a esposa, preocupados, ficavam acordados e tiveram o sono afetado. Após ser constatada a necessidade de cirurgia nas amigdalas, a criança passou a ser medicada, e o quadro melhorou. O sono da família, então, voltou ao normal.

- Sei que não tive o melhor começo de ano, as coisas não aconteceram como eu esperava. Conversei com o Abel, pedi desculpas a todo o grupo. Tive um problema familiar. Agora, graças a Deus, meu filho está melhor. Está se recuperando. Agora, estou 100% focado e recuperando o meu nível - contou um aliviado equatoriano.

A volta por cima foi comemorada por todos. No vestiário do Nilton Santos, Marlon Freitas pegou um balde de gelo e jogou em Sornoza. Logo, todos os atletas vibraram com o colega.

- Aí está o grande lance: ele viu que estava fora do time no treino e teve produção fantástica. Se ele desanima, se ele não se empenha, não iria começar o jogo. Ele mostrou ser profissional, foi feliz em campo. Ele é adorado no grupo encerrou Abel.

 

Fonte: globoesporte 


Mais uma vez Dorival Júnior foi questionado sobre a diferença do São Paulo entre o primeiro e o segundo tempo em um mesmo jogo. E o treinador rebateu a pergunta reclamando da falta de tempo para trabalhar e do excesso de jogos.

A entrevista foi dada após o time tricolor derrotar o CSA por 2 a 0, no estádio Rei Pelé, em Maceió, pela segunda fase da Copa do Brasil. O resultado classificou o time para a terceira fase para enfrentar o CRB.

"Não vejo um clube no Brasil sem críticas. O imediatismo do país impressiona. Temos de trabalhar sem dar importância para isso. Um jogo como o de hoje mostra tudo isso. As dificuldades do primeiro tempo e a mudança para a segunda etapa. As críticas vão acontecer. Com dez dias de treino não existe milagre. Se tem alguém a ser criticado não são os jogadores. Estamos no caminho certo. Vamos fazer um bom Paulista e uma boa Copa do Brasil", disse Dorival, nesta quinta.

O treinador aproveitou a entrevista para reclamar também da alteração nos jogos do São Paulo. Há uma semana estava previsto que neste dia 15 de fevereiro a equipe tricolor enfrentaria o Ituano, em Itu, pelo Campeonato Paulista. Mas o duelo foi adiado para o dia 21 por causa do confronto pela Copa do Brasil.

No próximo domingo, o São Paulo jogará contra o Santos, no Morumbi, pelo Estadual, com pouco tempo para recuperação dos jogadores e para treinos.

"Não vejo nenhum time com futebol vistoso. Ao contrário. Todos com dificuldade, problemas de recuperação e com desgaste excessivo. Vamos jogar aqui e agora teremos um clássico, que foi mudado em cima. Foi feita uma correria na logística. Teria um jogo contra o Ituano, tudo preparado, e houve uma mudança drástica em tudo isso. Agora voltamos para um clássico. Perdemos um jogador importante, fundamental, que é o Rodrigo Caio [cumprirá suspensão por cartão], em razão dessa alteração. Temos de conviver e trabalhar para que esses prejuízos sejam os menores possíveis".

 

Fonte: msn


O técnico Ariel Holan msotrou um perfil explosivo, sempre aos gritos e aos gestos à beira do campo, durante os 90 minutos do empate em 1 a 1 engre Grêmio e Independiente, na quarta-feira, no Estádio Libertadores da América, pela ida da Recopa Sul-Americana. E a personalidade cítrica também ditou a tônica de sua entrevista coletiva após a partida, com críticas direcionadas à arbitragem e à "cera" feita pelo Tricolor e à arbitragem.

Em sua fala, o treinador afirmou que o árbitro equatoriano Roddy Zambrano foi conivente com a catimba adotada pelos gremistas no decorrer do jogo. Vale citar: depois do embate, Kannemann foi questionado por um jornalista argentino sobre o tema o rebateu ao pedir para elencar lances que o Grêmio praticou cera.

– Me incomoda muito que jogando como mandantes em uma partida de Copa, parecemos visitantes. Eu dizia: "Estamos no Brasil". São jogadas pequenas, mas a atitude me incomoda. Parecia a Libertadores dos anos 60. O Grêmio joga bem e não precisa fazer isso para ganhar uma partida – ressalta.

A revolta do comandante também tem a ver com a expulsão do atacante Emmanuel Gigliotti, ainda no primeiro tempo. O camisa 9 recebeu o vermelho após acertar Kannemann com uma cotovelada, em uma decisão tomada apenas após o árbitro recorrer ao recurso de vídeo para rever o lance. Em sua análise, Holan ainda afirma que o Independiente foi superior e teria saído com a vitória, não fosse a saída prematura do atleta.

– Foi uma jogada muito rápida. A 35 metros do meu banco. Eu não a vi pela televisão. Quando você enfrenta defensores como o Kannemann, é uma batalha. Tem que devolver na mesma medida. Não vi como um lance maldoso. Houve uma disputa, como no lance anterior. Tem situações de condução da partida que me aborrecem, (sobre a arbitragem). Mas me importa a partida que fez a equipe. Estou enormemente satisfeito com o que eles fizeram. Fomos melhores. A expulsão muodu o jogo. Ainda assim, até os 15 minutos do segundo tempo, fomos superiores – analisa.

Emissora argentina repercute gesto "polêmico"

Além do discurso ácido contra a arbitragem, a postura do treinador durante sua fala contra Zambrano chamou atenção da emissora de televisão argentina TycSport. Em um programa de repercussão da decisão, o canal debateu um gesto feito por Holan ao analisar a atuação da arbitragem. No vídeo (clique aqui e assista), o comandate fala de "situações" de jogo e sinaliza, esfregando os dedos, um gesto de dinheiro. Em seguida, dá sequência ao discurso.

O 1 a 1 em Avellaneda deixa o jogo aberto para o duelo da volta, na próxima quarta-feira, às 22h, na Arena. Como a Recopa não leva o critério de gol marcado fora de casa, qualquer empate leva a decisão aos pênaltis. Quem vencer fica com a taça. Antes da decisão, o Tricolor tem pela frente o Veranópolis, no sábado, às 21h30, no Antônio David Farina, pela 8ª rodada do Gauchão.

 

Fonte: globoesporte


Página 1 de 75

Commentários

Share on Myspace

Compartilhar

COMPARTILHAR

Previsão do Tempo em Mauriti-CE

JC Atacarejo em Mauriti-CE - (88) 3-552-1364

  • 07.jpg
  • 08.jpg
  • atacado.png
  • jc.png
  • marcio.jpg
  • moto2.jpg
  • parceiros2017.gif
  • real2.jpg