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Claudinei Oliveira não é mais técnico do Sport. Ele pediu demissão, neste domingo, logo após a derrota do Leão para o São Paulo, na Ilha do Retiro, por 3 a 1, em jogo válido pela 18ª rodada da Série A.

- As coisas não estão acontecendo. Não é por falta de empenho, trabalho. Mas, quando as coisas não acontecem, não posso pensar em mim. Tenho que pensar no clube também. Não seria legal eu pegar, sair andando, até pelo contato que tivemos. Agradeço a vocês pela lealdade. Espero ter deixado uma boa impressão para vocês como fico em relação a vocês. Vida que segue.

O vice-presidente do Sport, Guilherme Beltrão, contou um pouco dos "bastidores" do pedido de demissão de Claudinei Oliveira. O diretor tentou demover o treinador da ideia, mas sem sucesso.

- Ele conversou comigo antes do jogo, me deu um abraço forte, afetuoso. Ele é um cara do bem. Teremos uma perda muito grande, tanto na parte técnica quanto no aspecto humano. Ele tomou essa decisão com a família, me disse antes do jogo que queria falar comigo depois. Tentei demovê-lo após o jogo. Ele teve a grandeza de não jogar nas nossas costas o momento ruim.

 Claudinei era considerado um técnico afetuoso, segundo diretor do Sport (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

Claudinei era considerado um técnico afetuoso, segundo diretor do Sport (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)

É claro, porém, que o pedido para sair não se deveu apenas ao revés diante do Tricolor Paulista, atual líder do Brasileirão. O que acontece é que a derrota fez o Leão chegar a oito jogos consecutivos sem vencer.

Por isso, o time que teve bons resultados no início da Série A e chegou a rondar o G-4 nas rodadas iniciais despencou na tabela. Atualmente é o 14º, a dois pontos da zona de rebaixamento, e com chance de cair ainda mais até o fim da rodada.

Ao todo, Claudinei Oliveira fez 16 jogos no comando do Sport. Foram cinco vitórias, quatro empates e sete derrotas.

Fonte: Globo Esporte


Com um time praticamente reserva, o Palmeiras venceu o Vasco por 1 a 0 neste domingo (12), no Allianz Parque, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Deyverson fez o gol da equipe paulista. O técnico Luiz Felipe Scolari poupou os titulares devido ao jogo da próxima quinta contra o Bahia, também em São Paulo, que definirá uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil.

Com o resultado, o Palmeiras chegou aos 30 pontos, mas manteve a sexta posição na tabela do Brasileiro devido aos resultados dos demais jogos da rodada — que será encerrada na segunda com o confronto entre Fluminense e Internacional, às 20 horas, no Maracanã.

Já o Vasco perdeu o terceiro jogo seguido para uma equipe paulista — também havia sido derrotado por São Paulo (2 a 1) e Corinthians (4 a 1) — e permaneceram com os mesmos 19 pontos, agora em 14º lugar no campeonato.

O time alviverde estreou o terceiro uniforme, o último do contrato entre o clube e a Adidas, empresa alemã que será substituída no fornecimento de material esportivo pela Puma a partir de 2019. A camisa, em tom verde militar, foi criticada por parte da torcida nas redes sociais.

O jogo

O Palmeiras pressionou o adversário no início e quase chegou ao primeiro gol em um chute forte do volante Jean, aos 4 minutos. A zaga vascaína conseguiu cortar e cedeu escanteio.

Mas o Vasco assustou, aos 12 minutos, com Thiago Galhardo. O meio-campista cruzou, a defesa palmeirense falhou e a bola sobrou para Yago Pikachu, que ajeitou para Giovanni chutar prensado.

Na cobrança de escanteio, Pikachu quase marcou um gol olímpico, mas Weverton estava atento e desviou para a linha de fundo.

Aos 17 minutos, o meia Gustavo Scarpa aproveitou um rebote na entrada da área e chutou forte, de primeira. A bola saiu à direita de Martín Silva, porém com muito perigo para o gol vascaíno.

Scarpa teve outra boa aparição ofensiva, aos 22 minutos. O meia ganhou uma dividida com o vascaíno na esquerda, mas cruzou forte e alto demais. A bola passou por toda a área da equipe carioca sem que nenhum atacante palmeirense conseguisse alcançá-la.

O Vasco chegou com perigo novamente em um cruzamento de Ramon pela esquerda que Thiago Galhardo quase escorou com o bico da chuteira. Eram passados 26 minutos do primeiro tempo.

Aos 28 minutos, o atacante Deyverson quase abriu o placar para o Palmeiras em uma cabeçada certeira, depois de ótimo cruzamento de Jean. O goleiro uruguaio Martín Silva precisou se esticar para desviar com a ponta dos dedos a bola que entraria no canto esquerdo da meta cruzmaltina.

Dez minutos depois, Gustavo Scarpa invadiu a área e dividiu com Rafael Galhardo, mas o lateral vascaíno levou a melhor. A bola bateu no palmeirense e saiu pela linha de fundo.

Pouco depois, o meia sentiu uma dor muito grande depois de dominar a bola pelo lado esquerdo do campo. Scarpa caiu no gramado, foi atendido, mas precisou ser substituído. Hyran entrou no lugar dele.

Aos 46 minutos, Pikachu chegou livre pelo lado direito da área do Palmeiras e soltou uma bomba, mas Weverton fez uma grande defesa e impediu o gol.

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O time alviverde teve mais posse de bola na primeira etapa (58% a 41%), mas o Vasco chegou perto do gol em pelo menos duas oportunidades.

Segundo tempo

O Palmeiras voltou para a segunda etapa com uma substituição incomum: Jaílson entrou no lugar do goleiro Weverton. Mais tarde, veio a informação: Weverton teve um desconforto na coxa e saiu por precaução. Já Scarpa teve um problema no calcanhar direito.

Aos 7 minutos, o volante Bruno Henrique bateu falta da intermediária na segunda trave, Martín Silva tirou de soco, Lucas Lima pegou a sobra e tentou por cobertura. Mas o goleiro vascaíno defendeu novamente.

Um minuto depois, Deyverson recebeu dentro da área, girou bem e chutou no canto. Novamente, Martín Silva fez boa defesa.

Aos 12 minutos, Lucas Lima roubou a bola no meio de campo e avançou até a grande área. O meia errou o primeiro passe, mas se recuperou e tentou cruzar. A bola bateu no braço de um zagueiro vascaíno e os palmeirenses reclararam. Nada foi marcado. 

Três minutos depois, o mesmo Lucas Lima fez um lindo passe para Hyoran, que encobriu Martín Silva de cabeça, mas a bola bateu na trave. Os zagueiros do Vasco se atrapalharam e Deyverson cabeceou para abrir o placar: 1 a 0.

Na sequência, Lucas Lima dá outro passe para Hyoran, que é derrubado por Andrey. O árbitro Wilton Pereira Sampaio marcou o pênalti. No entanto, Hyoran estava em posição de impedimento e o assistente invalidou o lance.

Aos 20 minutos, o estreante Gustavo Gómez, zagueiro paraguaio contratado junto ao Milan, mandou a bola para as redes — de cabeça — depois de uma falta cobrada do lado direito do ataque palmeirense. Porém, o assistente anotou outro impedimento. Foi o segundo gol anulado do time mandante.

O time palmeirense passou a dominar totalmente a partida depois de fazer o gol. O Vasco se encolheu e não conseguia encaixar um bom contra-ataque. 

No fim, o Palmeiras administrou o resultado e conquistou uma boa vitória no Nacional. A equipe também atingiu uma marca importante na temporada: chegou ao quinto jogo sem sofrer gols.

Próximos jogos

O Palmeiras voltará a campo na próxima quinta, às 19h15, novamente em casa, para enfrentar o Bahia na partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro jogo, em Salvador, terminou empatado em 0 a 0.

Já o Vasco, eliminado dos demais campeonatos na temporada, retornará aos gramados no dia 20 (segunda-feira), quando receberá o Ceará, às 20 horas, em São Januário, pelo 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Ficha técnica
PALMEIRAS 1 x 0 VASCO
12/8 –
Allianz Parque (São Paulo)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa); Público: 30.012; Gols: Deyverson, aos 15 minutos do 2º tempo; Cartões amarelos: Andrey, Maxi López (Vasco), Luan (Palmeiras)
PALMEIRAS: Weverton (Jaílson, no intervalo); Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Victor Luis; Thiago Santos, Bruno Henrique, Jean, Lucas Lima (Moisés, aos 36 do 2º) e Gustavo Scarpa (Hyoran, aos 44 do 1º tempo); Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
VASCO: Martin Silva; Rafael Galhardo (Raul, aos 11 do 2º), Ricardo Graça, Leandro Castán e Ramon; Leandro Desábato, Andrey, Yago Pikachu, Giovanni Augusto (Vinícius Araújo, aos 27 do 2º) e Thiago Galhardo; Andrés Ríos (Maxi López, aos 27 do 2º). Técnico: Jorginho.

 Fonte: R7


O São Paulo ganhou mais um reforço pós-Copa do Mundo: Nenê. Sim, Nenê! Depois de Rojas, que se encaixou rapidamente no ataque, Bruno Peres, que assumiu a vaga do negociado Militão, e Everton Felipe, que estreou com alguns minutos, o destaque do domingo foi o meio-campista.

Nenê está no São Paulo desde janeiro. Depois de uma difícil adaptação com Dorival Júnior, quando era reserva, o jogador de 37 anos deslanchou com Diego Aguirre – atualmente, ao lado de Diego Souza, é o artilheiro tricolor no ano, com 11 gols. Mas estava sumido neste segundo semestre...

No último jogo antes da Copa, Nenê tinha feito dois gols na vitória sobre o Vitória, no Morumbi. Era o motor do São Paulo, que ainda perseguia a liderança do Brasileirão. Depois disso, incluindo um aumento salarial após proposta recusada do exterior, virou coadjuvante.

Nos sete jogos anteriores à vitória por 3 a 1 sobre o Sport – um deles pela Copa Sul-Americana –, Nenê só participou de um gol, ao bater um escanteio para Anderson Martins abrir o placar contra o Corinthians. Contra o Cruzeiro, até reclamou com o técnico ao ser substituído.

O que Nenê voltou a fazer na Ilha do Retiro foi procurar a bola. No primeiro tempo, caiu pelo lado esquerdo para formar um triângulo ofensivo com Reinaldo e Everton. No segundo tempo, aproximou-se de Rojas na esquerda, por onde o São Paulo passou a atacar mais.

Contra o Sport, Nenê aumentou o número de finalizações pós-Copa

Veja os números do meia nos seis últimos jogos do Brasileirão

Finalizações de Nenê FLA 0 x 1 SÃO, SÃO 3 x 1 COR, GRE 2 x 1 SÃO, CRU 0 x 2 SÃO, SÃO 2 x 1 VAS, SPO 1 x 3 SÃO.

Mais que o segundo gol tricolor contra o Sport, marcado aos 6 minutos do segundo tempo, Nenê foi o jogador das duas equipes que mais finalizou: quatro tentativas. Além disso, acertou 20 passes e errou apenas um – ele, Diego Souza e Bruno Peres foram os que menos erraram.

Nas próximas duas partidas, o São Paulo precisará propor o jogo. Na quinta-feira, na Argentina, terá que se recuperar da derrota por 1 a 0 para o Colón se quiser continuar na Sul-Americana. No domingo, contra a Chapecoense, no Morumbi, defenderá de novo a liderança do Brasileirão...

Com Nenê sempre perto da bola, as chances do São Paulo se dar bem nessas missões aumenta consideravelmente. Após a vitória sobre o Sport, Aguirre elogiou a maturidade de sua equipe. É certo que a retomada do papel de protagonista pelo meio-campista contribui com isso.

 Fonte: Globo Esporte


Everton Felipe recebeu a camisa 18 do São Paulo das mãos de Raí no início da tarde desta quinta-feira.

Assim como havia feito na quarta-feira, em entrevista à TV oficial do clube, o jovem de 21 anos disse que o ídolo e diretor de futebol do Tricolor teve participação importante na sua decisão de deixar o Sport para jogar no atual líder do Brasileirão.

Mas o desejo de usar essa camisa, segundo ele, vem desde a infância.

- A sondagem do São Paulo vem desde os meus 13 anos, tinha muita vontade de jogar aqui, sempre tive aquela vontade dentro de mim. Quando o Raí ligou para falar com meu empresário, foi uma felicidade muito grande. A partir desse momento, queria o São Paulo. Tive propostas melhores para o clube e para mim, mas preferi o São Paulo - disse ele, que também estava na mira do Flamengo.

- Ele citou a importância da minha ligação para ele. Mas não sei se ele sabe que essa ligação foi importante para a gente também. Na voz a gente sente a vontade de vir. A personalidade dele nos deu ainda mais segurança. Quando sentimos a postura dele, a maneira como se colocava, com 21 anos, ficamos ainda mais seguros em tê-lo no nosso projeto. Quando a gente liga e fala alguma coisa, a gente fala de um projeto. O Bruno Peres citou isso aqui também - agradeceu Raí.

Número 18

O número 18 escolhido por Everton Feliz faz referência a 2018, o ano de sua chegada no São Paulo. Segundo o clube, ele fez essa opção já pensando em uma passagem longa. Alexandre Pássaro, gerente executivo do clube e um dos principais responsáveis pela negociação, explicou como o contrato de empréstimo até o fim de 2019 pode se transformar em vínculo definitivo até o fim de 2022.

- A negociação do Everton tem um modelo diferente. É um empréstimo até o fim de 2019, mas com uma obrigação de compra baseada em algumas performances esportivas que a gente imagina que devem se concluir ao longo deste ano. É uma negociação extensa, com concorrência, mas durante toda a negociação a gente sempre esteve muito confiante devido ao desejo do Everton de vestir a camisa do São Paulo, que foi externado para a gente desde o primeiro dia - explicou o dirigente.

Além de pagar R$ 3 milhões ao Sport agora e de pré-acordar o pagamento de mais R$ 3 milhões em janeiro, quando a obrigação de compra deve ser executada, o São Paulo repassou o empréstimo de Morato ao clube pernambucano até o fim do ano, mas mantendo a opção de comprá-lo e tê-lo de volta a partir de 2019.

- Vimos na questão do Morato uma oportunidade também para o São Paulo. O Morato não é um jogador do São Paulo, ainda é vinculado ao Ituano. Fizemos um acordo em que a gente reempresta o Morato para o Sport e continuamos com opção de compra do Morato - concluiu Alexandre Pássaro.

- Quando a pessoa sabe que o Raí está fazendo uma ligação para você as coisas mudam. Quando eu fiquei sabendo que ele ligou para o meu empresário, disse que eu queria ir para o São Paulo. Primeiro porque a ligação dele é muito importante para mim. Também porque o São Paulo já tinha tentado me contratar quando eu era pequeno, com o Jardine. E também tem o Diego Souza. Ele falou muitas vezes comigo, falou do elenco. Ontem eu vi que é um elenco muito bom. Eu estava um pouco tímido, mas eles me receberam muito bem - concluiu Everton Felipe.

Everton Felipe tem chance de estrear contra o próprio Sport, às 16h de domingo, na Ilha do Retiro. Para isso, precisa estar no BID até sexta-feira. São Paulo e Sport estão trocando documentos para que tanto ele quanto Morato estejam disponíveis para o fim de semana, mas ainda não há certeza quanto a isso.

 

Fonte: R7


O meia Zé Rafael, do Bahia, deverá ser jogador do Palmeiras em 2019. Para isso, o clube exercerá prioridade de compra que foi acertada no início deste ano.

O jogador de 25 anos agrada muito à diretoria, que deixou o negócio bem adiantado nos últimos dias depois de ser informada de que tinha passado a ter concorrência.

A iminente contratação de Zé Rafael é mais um passo do planejamento do Palmeiras para a próxima temporada. O atacante Arthur Cabral, do Ceará, também é nome certo para vestir a camisa alviverde a partir de janeiro.

A compra do meia do Bahia só não foi sacramentada ainda por conta da recente troca no comando do time. A chegada de Luiz Felipe Scolari deixou essas conversas em segundo plano.

 

Fonte: globoesporte


Vantagem nas oitavas de final da Copa Libertadores, invencibilidade e 100% de aproveitamento mantido fora de casa na competição. Assim foi o reencontro de Luiz Felipe Scolari com o maior torneio da América, em vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Cerro Porteño, no Paraguai, com dois gols de Miguel Borja.

O primeiro tempo não fez jus às expectativas. Recuado, o Palmeiras só conseguiu sua primeira sequência de passes trocados aos 10 minutos. O Cerro, por sua vez, também não conseguiu criar e insistiu nas jogadas de pivô Churrín, atacante forte e bom no jogo aéreo, mas que não esteve bem nesta noite.

Com 28 jogados, os mandantes desperdiçaram sua única oportunidade d abrir o placar, quando Rodrigo Rojas pegou sobra na área, mas bateu para fora. O Verdão, apesar de reter bem a bola, encontrava muitas dificuldades para deixar o campo de defesa, especialmente quando Moisés vinha buscar o jogo e Bruno Henrique atuava adiantado, o que resultava em chutões e lançamentos dos visitantes.

O segundo tempo, porém, foi muito diferente. Com apenas dois minutos, Dudu cobrou falta na área, Churín desviou de cabeça para trás e a bola sobrou para Borja, que dominou meio sem jeito e bateu firme com a canhota. A finalização ainda desviou no marcador e morreu nas redes.

Com a vantagem no marcador, o Alviverde evoluiu taticamente, melhorou no aproveitamento dos passes e passou a apostar nos contra-ataques. Na defesa, a equipe se mostrou bem posicionada e não tomou sustos. Assim, foi premiada com o segundo gol aos 25 minutos.

A jogada começou na defesa, com saída rápida de Weverton para Diogo Barbosa. O lateral avançou até o ataque, tabelou com Borja, recebeu dentro da área e finalizou firme. O goleiro Antony Silva deu rebote que Moisés recuperou. Após girar sob a marcação, o camisa 10 deu linda assistência para Miguel Borja soltar a bomba e definir o marcador.

Após o segundo do colombiano, Felipão não demorou para fechar sua equipe e trocou Hyoran por Jean. A mudança atraiu os paraguaios, que assustaram na base de chutes de longa distância e cruzamentos na área.

Antônio Carlos chegou a salvar chance clara de Benitez e a vibração de Scolari se fez presente em campo. Além da comemoração do zagueiro, até Deyverson, que netrou na vaga de Borja, celebrou quando conquistou arremesso lateral para sua equipe.

FICHA TÉCNICA 

CERRO PORTEÑO-PAR 0 x 2 PALMEIRAS

Local: Estádio La Nueva Olla, em Assunção, Paraguai

Data: 9 de agosto de 2018, quinta-feira

Horário: 21h45 (Brasília)

Árbitro: Fernando Rapallini (Argentina)

Assistentes: Juan Belatti (Argentina) e Gabriel Chade (Argentina)

Cartões amarelos: Rodrigo Rojas, Churín e Palau (CERRO PORTEÑO); Moisés e Dudu (PALMEIRAS)

GOLS:

PALMEIRAS: Miguel Borja, aos dois e 25 minutos do segundo tempo

CERRO PORTEÑO-PAR: Antony Silva; Raúl Cáceres, Marcos Cáceres (Arzamendia), Escobar e Acosta; Palau e Rodrigo Rojas (Nelson Valdez); Óscar Ruiz, Jorge Rojas (Jorge Benítez) e Novick; Churín

Técnico: Luis Zubeldía

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo e Bruno Henrique; Hyoran (Jean), Moisés (Thiago Santos) e Dudu; Miguel Borja (Deyverson)

Técnico: Luiz Felipe Scolari

 

Fonte: msn


O Corinthians visitou o Colo-Colo nesta quarta-feira (8), no Estádio Monumental David Arellano, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores, e perdeu por 1 a 0.

O resultado negativo obriga o Alvinegro Paulista a vencer na partida de volta, na Arena Corinthians, em 29 de agosto (quarta-feira).

O destaque da partida em Santiago foi Carmona, autor do gol da vitória chilena e responsável pelos dois cartões amarelos levados por Gabriel, que resultaram na expulsão do volante corintiano. 

Do lado corintiano, quem brilhou foi Cássio, que fez ótimas defesas e impediu o Timão de se complicar para a partida de volta.

Após pressão, Colo-Colo abre o placar na 1ª etapa

O Colo-Colo se aproveitou do chamado 'fator casa' e foi para cima do Corinthians. Aos 12 minutos, Barrios recebeu cruzamento na pequena área e tentou completar de cabeça, mas foi pego em impedimento.

Três minutos depois, Valdívia cobrou falta aberta na área e Cássio defendeu.

Após contra-ataque chileno aos 27, Paredes cruzou para Barrios. O centroavante passou para Valdívia, que rolou para Carmona. Na cara do gol, ele finalizou de primeira, mas Avelar bloqueou.

Aos 33, Paredes arriscou de fora da área e mandou no canto, mas Cássio se esticou e espalmou.

Um minuto depois, a melhor chance do Colo-Colo. Após cruzamento pela esquerda e bate-rebate na área, a bola sobrou na pequena área para Zaldivia. O zagueiro chutou de direita e Cássio fez grande defesa.

A insistência foi brindada aos 37 minutos, quando Barrios recebeu cruzamento na área e completou de primeira, mas Cássio espalmou. No rebote, Carmona apareceu sozinho e completou para o fundo do gol.

Após o gol, o Corinthians foi mais ao ataque e tentou criar boas oportunidades, mas terminou a primeira etapa sem levar perigo ao gol de Orion.

Com expulsão de Gabriel, Timão não consegue reação no 2º tempo

Aos 2 minutos, Clayson fez boa jogada pelo meio e encheu o pé, mas mandou para longe do gol.

Aos 8, a situação se complicou para o Corinthians. Gabriel fez falta dura em Carmona e levou o segundo cartão amarelo — o primeiro havia sido na etapa inicial, após confusão com Carmona —, sendo expulso do jogo.

Da expulsão do volante corintiano em diante, os chilenos passaram a administrar o resultado e atacaram menos, enquanto o Corinthians tentou a reação — novamente sem sucesso.

Aos 23, após cruzamento de Fierro, Avelar fez o corte com o braço. Os jogadores do Colo-Colo reclamaram e pediram pênalti, mas o árbitro colombiano Wilmar Roldán não viu o lance da mesma forma que os donos da casa e apenas mandou seguir.

Danilo Avelar se aproveitou de bobeira da zaga aos 33, mas chutou mal e Orion defendeu com facilidade. O lateral-esquerdo voltou a perder boa oportunidade cinco minutos depois: na entrada da área, Avelar recebeu ótimo passe de Pedrinho e, com espaço, chutou para fora.

Aos 41, o Colo-Colo perdeu a chance de ter a classificação encaminhada às quartas de final. Valdés arriscou de fora da área e Cássio espalmou para a área. No rebote, sozinho, Pérez isolou.

No minuto seguinte, Cássio brilhou: Pérez fez ótima jogada pela esquerda e rolou para o chute de primeira de Barrios. Com ótimo tempo de reação, o goleiro corintiano fez uma defesa espetacular.

O goleiro corintiano voltou a aparecer aos 45. Após cruzamento pela direita, Pérez dominou na área e chutou cruzado. Cássio apareceu bem e fez mais uma boa defesa.

Ficha técnica

COLO-COLO 1 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio Monumental, em Santiago (CHI)

Data-Hora: 8/8/2018 - 21h45

Árbitro: Wilmar Roldan (COL)

Assistentes: Alexander Guzman e John Alexander Leon (COL)

Público/renda: Não disponíveis

Cartões amarelos: Zaldivia, Insaurralde, Baeza, Opazo e Carmona (COC), Pedrinho e Douglas (COR)

Cartões vermelhos: Gabriel, aos 8'/2ºT (COR)

Gols: Carmona (37'/1ºT) (1-0)

COLO-COLO: Orion; Opazo (Fierro, aos 20'/2ºT), Zaldivia, Insaurralde e Damián Pérez; Barros, Carmona (Valdés, aos 30'/2ºT), Baeza e Valdivia; Paredes e Barrios. Técnico: Héctor Tapia.

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Henrique (Carlos Augusto, aos 47'/2ºT) e Danilo Avelar; Gabriel e Douglas; Pedrinho, Jadson (Léo Santos, aos 11'/2ºT) e Clayson (Emerson Sheik, aos 30'/2ºT); Romero. Técnico: Osmar Loss.

Fonte: R7


Fluminense continua com dificuldades financeiras para honrar sua folha salarial. O mês de julho venceu na última terça-feira (o clube costuma pagar no quinto dia útil) e não há previsão para quitar os salários dos jogadores e dos funcionários (CLT).

Atrasar o pagamento virou rotina nos últimos meses nas Laranjeiras. Foi assim em maio, quando o clube precisou de um empréstimo para quitar a dívida, e em junho. Nos dois casos em questão, a diretoria só conseguiu regularizar os vencimentos quase no fim do mês.

Um mês de direito de imagem em atraso

Até a última terça, o único débito pendente era referente aos direitos de imagem dos atletas de junho. Os do mês de julho vencem no dia 15 de agosto e, assim como a CLT, não têm previsão de serem pagos.

 Fonte: Globo Esporte


"O conceito de estratégia, em grego, strateegia, em latim, strategi, em francês, stratégie... Os senhores estão anotando?" A frase é do Capitão Nascimento – personagem imortalizado por Wagner Moura no filme Tropa de Elite – mas poderia ser a preleção do técnico Mano Menezes para os jogadores do Cruzeiro. Na vitória celeste por 2 a 0 sobre o Flamengo, no Maracanã, o time esbanjou consciência tática para dar um grande passou rumo às quartas de final da Taça Libertadores.

- Todos os jogos precisam de uma boa estratégia. Não é possível entrar num jogo grande sem saber o que você quer fazer no jogo. Hoje, iniciamos o jogo marcando alto, porque entendemos que deveríamos fazer isso nos primeiros minutos. Era importante não deixar o Flamengo controlar o jogo. Isso incendeia o torcedor e empurra seu time para trás. Você perde muito do controle que quer fazer. Deu certo. Funcionou bem.

Em sua história, o Cruzeiro se destacou pela fama de "copeiro" com os títulos em competições de mata-mata. Nos últimos anos, o histórico havia mudado. As disputas de pontos corridos foram buscadas pela Raposa - três títulos brasileiros - mas os jogos eliminatórios eram um tormento. A situação começou a mudar com o título da Copa do Brasil 2017, sobre o próprio Flamengo, e agora nos duelos contra Atlético-PR e Santos (resta o jogo da volta). O conceito estipulado por Mano seguiu firme neste primeiro duelo das oitavas de final da Libertadores.

Planejamento para surpreender

Entre os planos bolados por Mano para dominar o Flamengo, as trocas de posições de alguns jogadores foram determinantes. O próprio treinador comentou a respeito das inversões nas peças em campo.

- Trabalhamos taticamente para fazer o que queríamos fazer. Mudamos um pouco o posicionamento da equipe, do Thiago Neves, do Robinho. A equipe se portou bem dessa maneira.

 Comandados de Mano Menezes cumpriram as funções para vitória celeste (Foto: Cruzeiro/Divulgação)

Comandados de Mano Menezes cumpriram as funções para vitória celeste (Foto: Cruzeiro/Divulgação)

Mano Menezes foi didático na coletiva de imprensa para explicar as mexidas no time. Cada passo do comandante do Cruzeiro era uma resposta para as tentativas do Flamengo ou reposição física no time.

- O Barcos perdeu um pouco da condição física. O jogo era de contra-ataque. Nesse aspecto, o Raniel entra bem nos jogos, tem mais força de arrancada, velocidade de deslocamento. O Robinho foi até o limite. A entrada do Rafinha pela direita, primeiro. Depois, o Thiago precisava sair, estava esgotado. A opção era manter um meia mais ofensivo, mas pelo o que o Flamengo queria fazer, Ariel Cabral era o cara mais adequado. O Flamengo colocou dois atacantes em cima dos nossos dois zagueiros. O interessante era ter um volante centralizado com o Henrique para fazer a cobertura. Depois, inverti o Rafinha para lá porque o Pará entrou e estávamos sofrendo. O Arrascaeta estava cansado, coloquei de atacante por dentro e trouxe o Raniel pela beirada.

Não faltou reconhecimento à tropa celeste. O treinador do Cruzeiro destacou o empenho do grupo para conquistar a importante vitória no Rio de Janeiro. Para o duelo da volta, o Cruzeiro pode perder por um gol de diferença, no Mineirão, que mesmo assim fica com a vaga nas quartas da Libertadores.

- Os jogadores se comprometeram muito em fazer aquilo que a gente idealizou para o jogo. A gente não se ilude, as dificuldades vão existir, temos um grande adversário pela frente, adversário que tem capacidade de criação muito grande. Lá, terão o Paquetá de volta, um jogador importantíssimo. Mas também teremos Lucas Romero e outras ideias para pensar o jogo de lá (Mineirão).

 

 Fonte: Globo Esporte


Everton tem sido um dos principais destaque na campanha que colocou o São Paulo na liderança do Campeonato Brasileiro. O meia-atacante é também um das maiores esperanças para que o Tricolor se mantenha na disputa pelo seu sétimo título nacional.

Os números de Everton com a camisa do São Paulo deixam o torcedor otimista. Contratação mais cara do Tricolor na temporada (foram pagos R$ 15 milhões para tirá-lo do Flamengo), o jogador é o líder de assistências do time (cinco) e o vice-artilheiro da equipe no Brasileirão, com cinco gols.

Everton só perde para Diego Souza e Nenê, que têm seis gols cada.

Além disso, outra marca de Everton impressiona. Em 15 jogos pelo São Paulo na competição, ele bateu seu recorde pessoal ao fazer cinco gols. Antes disso, o máximo de gols no Brasileirão foi quatro, nas edição de 2014 (em 28 jogos), 2015 (em 33 jogos) e 2017 (em 27 jogos).

Veja a lista de gols de Everton pelo São Paulo:

São Paulo 2x2 Atlético-MG

São Paulo 3x2 Botafogo

São Paulo 3x0 Vitória

Flamengo 0x1 São Paulo

Cruzeiro 0x2 São Paulo

O desempenho do São Paulo quando Everton balança as redes é muito bom. Foram quatro vitórias, um empate e nenhuma derrota. E quando ele participa dos gols com assistência também.

Bahia 2x2 São Paulo – passe para o gol de Shaylon

São Paulo 1x0 Santos – cruzamento para o gol de Diego Souza

América-MG 1x3 São Paulo – cruzamento para o gol de Diego Souza

São Paulo 3x0 Vitória – passe para o gol de Nenê

São Paulo 2x1 Vasco – cruzamento para o gol de Tréllez

Após dois dias de folga, o elenco do São Paulo volta a treinar na tarde desta quarta-feira, às 15h30, no CT da Barra Funda. O Tricolor volta a campo no domingo, às 16h, contra o Sport, no Recife, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time paulista lidera a competição, com 35 pontos.

 Fonte: Globo Esporte


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