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As brigas ocorridas durante a primeira partida da final do Campeonato Paulista, no último sábado, em Itaquera, fizeram com que a Federação Paulista de Futebol desse uma bronca nos presidentes de Corinthians e Palmeiras.

Andrés Sanchez e Maurício Galiotte receberam ofícios assinados pelo presidente da entidade, Reinaldo Carneiro Bastos, na última segunda-feira. Neles, o dirigente aponta que a federação, nos últimos anos, investiu na valorização do futebol paulista e que episódios como os de sábado “merecem nossa reprimenda” pois são “inaceitáveis sob qualquer ponto de vista”.

No final do primeiro tempo, uma confusão entre atletas terminou com a expulsão do volante Felipe Melo, do Palmeiras, e do atacante Clayson, do Corinthians. Após a partida, houve discussão entre atletas e membros das comissões técnicas no túnel dos vestiários do estádio. O ofício também cita os sinalizadores utilizados pela torcida alvinegra no segundo tempo.

O documento inclui um alerta aos dirigentes dos clubes:

– Assim, gostaríamos de adverti-lo que tais episódios, além de inadmissíveis, serão combatidos com rigor por esta federação.

Membros do Tribunal de Justiça Desportiva analisam as imagens e a súmula do jogo para decidir se farão denúncias.

 

Fonte: globoesporte


A terça-feira será de duelo entre a Juventus e o Real Madrid em Turim, pelo jogo de ida das quartas de final da Champions League. O duelo já se repetiu duas vezes recentemente. Em 2015, nas semifinais, o time italiano eliminou o espanhol, mas acabaria derrotado pelo Barcelona na final. Em 2017, voltaram a se encontrar na final, em Cardiff, quando o Real Madrid levou a melhor. Gianluigi Buffon comentou em entrevista ao jornal Marca sobre os confrontos, as derrotas, sobre Cristiano Ronaldo e o sonho da taça europeia.

Derrotas nas finais de Champions

“Não há explicação, mas eu gostaria de ter ganhado as finais. Acontece o mesmo conosco contra o Barcelona. Ganhamos em uma eliminatória de 180 minutos, mas perdemos nos 90. Temos que jogar as finais em 180 minutos. É complicado encontrar uma explicação, mas mostra que sabemos jogar contra equipes deste nível. Certamente não se joga igual quando é um jogo de 180 minutos em relação a um de 90”.

Já pensou nas finais perdidas?

“Que que já pensei

Cech, marcamos era em um futebol do passado e no moderno. Se seguimos sendo importantes nas nossas equipes, significa que todas as palavras foram merecidas porque Iker, primeiro no Real Madrid e agora no Porto, está demonstrando ter uma qualidade fora do normal”.

 

Fonte: msn


Empolgado com mais uma importante vitória no fim, o técnico do Vasco, Zé Ricardo, enalteceu o empenho do grupo e discordou de um jornalista quando questionado se mais um placar heroico seria combustível para o fortalecimento coletivo, depois do triunfo por 3 a 2 sobre o Botafogo, no Engenhão, na primeira partida da final do Campeonato Carioca.

"Foi uma partida emocionante até o final, dois times buscando o gol até o último lance. Foi digno de uma final de Carioca. Mas, me permita dizer: esse grupo não precisa de um resultado assim para se fortalecer. É característica deles. Contra o Fluminense, estivemos organizados. Hoje o desgaste ficou latente. A competição se caracterizou pelos jogos emocionantes", declarou o treinador.

O treinador do Vasco deixou claro que falhas na saída de bola, principalmente, têm tirado o seu conforto à beira de campo — o primeiro gol sofrido, logo nos primeiros minutos, surgiu de um vacilo de Paulão, que permitiu que o Botafogo inaugurasse o placar.

"Cobramos muito, infelizmente aconteceu novamente. Estávamos com a bola no pé e levamos o gol. Nos deixa chateados. Futebol temos que entender que às vezes para chegar no destino temos que passar por algumas situações. Sabemos onde estamos errando. Estamos trabalhando", avaliou.

Zé Ricardo também frisou que a questão física é algo preocupante, sobretudo pelo jogo contra o Cruzeiro, na próxima na quarta-feira, no Mineirão, pela Copa Libertadores. O comandante cruzmaltino também fez elogios ao atacante Paulinho, joia de 17 anos do clube e que está retornando à forma física ideal.

"Paulinho é um jogador de altíssimo nível. Dos mais novos, junto com Vinicius Junior, é quem mais vai aparecer no cenário nacional e internacional. Vai ser um protagonista. Percebo maturidade, equilíbrio e um foco difícil de ver em um garoto de 17 anos", finalizou Zé Ricardo.

 

Fonte: R7


O atleticano se lembra, com muito carinho, do "quando está valendo, está valendo", dito por Ronaldinho Gaúcho em 2013, na épica campanha do Galo na Taça Libertadores. Naquela jornada, é bem verdade, o time já começou a competição de forma arrasadora. No Campeonato Mineiro de 2018, a frase talvez seja ainda mais apropriada. Isso porque o Atlético-MG não começou bem o ano e a competição, mas cresceu na hora certa, especialmente na final. A vitória por 3 a 1 sobre o Cruzeiro, domingo, na primeira partida da decisão do Estadual, foi o melhor jogo do Galo no ano.

Quase nada faltou ao time do técnico Thiago Larghi. Jogar contra o Cruzeiro não é simples. O rival tem um time entrosado, um treinador que conhece muito bem os jogadores e uma proposta de jogo consolidada. O primeiro passo para o sucesso é ter afinco na marcação e se dedicar muito por cada bola, e, nesses quesitos, o Galo foi muito bem. Do primeiro ao último minuto, todo o time correu muito, se dedicou e fechou os espaços com muita disciplina.

O segundo passo é aproveitar as oportunidades. Mano Menezes é um especialista em armar defesas, e não é fácil encontrar espaços na zaga cruzeirense. A bola parada poderia ajudar, já que Otero tem uma batida diferenciada na bola, e o time tem bons cabeceadores. Não deu outra. Otero caprichou e Ricardo Oliveira guardou (duas vezes). Até Adilson fez de cabeça. O Galo aproveitou um vacilo do rival e abriu o placar. Diante do baque sofrido pelo adversário, fez o segundo e o terceiro. Foi mortal e impiedoso quando teve a chance de abrir vantagem.

No segundo tempo, era de se esperar que o Cruzeiro fosse ao ataque. O time atleticano continuou com a mesma dedicação da primeira etapa, "mordendo" e correndo muito. O roteiro estava montado para um gol no contra-ataque, e o Galo teve chances, mas não conseguiu o quarto. Fábio trabalhou bem. No "abafa" cruzeirense, em um vacilo do Galo, Arrascaeta diminuiu o placar. A vantagem de 3 a 1, porém, ainda é muito boa. E foi construída com muito justiça por um time que passou pouca confiança durante o ano, mas que começa a mostrar qualidade na hora certa.

Encaixes e time ideal

Com a saída de Marcos Rocha, como ficaria a lateral direita? Ricardo Oliveira daria conta do recado? Qual seria o quarteto de ataque ideal? Thiago Larghi, aos poucos, vai encontrando todas as respostas. Mesmo contestados por parte da torcida, Leonardo Silva e Gabriel seguem firmes na defesa. Patric tem crescido e não compromete na direita. É menos talentoso que o antecessor, mas muito dedicado e consciente. Fez um belo jogo no clássico.

+ Larghi destaca atuação coletiva do Galo e avalia vantagem: "Não vamos pensar nela"

Adilson é o dono do meio-campo. Foi muito bem mais uma vez e é, hoje, titular absoluto do Atlético-MG. Larghi tem muitos méritos com Cazares. Vindo de trás, armando as jogadas, o equatoriano cresceu muito de produção. O incansável Otero é peça fundamental e, na bola parada, resolve. Luan, taticamente, é indispensável. Volta, marca, fecha os espaços no meio e acompanha o lateral. Sem a bola, é quase um volante. Com a bola, também tem qualidade para jogar. Ricardo Oliveira, lá na frente, vai justificando a contratação. Sabe fazer gol e foi importantíssimo no clássico.

O time ainda precisa de alguns reforços pontuais, mas começa a ver um horizonte, com o perdão do trocadilho, um pouco mais belo. Thiago Larghi tem muitos méritos, e o time vem mostrando cada vez mais encaixe. Os jogadores parecem ter comprado a ideia do comandante. O Atlético-MG, muito contestado no início da temporada, está muito próximo da primeira conquista do ano: o Mineiro. Se jogar o que jogou no Horto, tudo indica que o destino da taça será a sede atleticana pelo segundo ano consecutivo.

Números

Algumas estatísticas da partida comprovam a superioridade atleticana. O time finalizou mais (19 a 12), desarmou mais (55 a 30), roubou mais bolas (19 a 11) e teve uma pequena superioridade na posse de bola (52% contra 48%).

 

Fonte: globoesporte


Treinador campeão mundial pela Argentina em 1986, Carlos Bilardo é um dos grandes nomes da história do futebol do país. Neste domingo, o ex-jogador e técnico elogiou o craque Lionel Messi, camisa 10 da seleção argentina e do Barcelona, mas disse que ele ainda não está entre os melhores da história porque não levou seu país à conquista da Copa do Mundo.

“Ele é o melhor jogador do mundo. Não há outro como ele”, disse Bilardo à Folha de S. Paulo. “Para chegar ao nível de Maradona, Pelé e Cruyff, Messi tem de ganhar a Copa do Mundo. Cruyff não ganhou, mas era um jogador tão especial que transformou a Holanda. (…) Para chegar ao mesmo patamar, ele tem de trazer a Copa para a Argentina”.

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Bilardo acredita que a Argentina de Messi tem condições de conquistar o tricampeonato na Rússia. “A seleção é forte e pode ir além de 2014, quando poderíamos ter vencido”, disse. “Vejo a equipe com grandes possibilidades”.

O campeão mundial também falou sobre a goleada por 6 a 1 sofrida na última terça-feiracontra a Espanha. “Você não pode sofrer seis gols em um jogo e achar que tudo deve continuar daquele jeito. Faltou alma em campo”, comentou. “Mas é melhor ter acontecido agora e não na Copa do Mundo”.

Bilardo, que reprovou a postura da Argentina na goleada, é crítico notável de Jorge Sampaoli. Antes mesmo do técnico assumir a seleção argentina, o campeão de 1986 fez duras críticas ao então técnico do Sevilla.

 

Fonte: msn


As duas vitórias nos últimos jogos da seleção brasileira antes da convocação final para a Copa do Mundo reabriram a disputa por vagas no grupo que vai aos campos na Rússia. No início de maio, o técnico Tite terá de apresentar sua lista final. Mas saiu de quase dez dias ao lado de seus jogadores com uma certeza: o grupo não está fechado.

A comissão técnica da seleção admite que existem seis vagas abertas no grupo de 23 atletas que irão ao Mundial. Para que haja uma definição, o auxiliar Sylvinho percorrerá alguns dos principais campeonatos nas próximas quatro semanas para "monitorar" de perto cada um dos candidatos às vagas.

Mas os auxiliares de Tite admitem que não será a quantidade de minutos em campo em amistosos que definirão esses últimos lugares, e sim o desempenho desses jogadores em seus clubes e nos treinamentos. Do grupo que foi para a Rússia e Alemanha, por exemplo, não entraram em campo nem Willian José, Talisca e Neto, enquanto Fagner e Geromel estiveram poucos minutos ao lado dos titulares.

A disputa, no entanto, é também entre aqueles que, supostamente, já têm vaga garantida. "A briga pela titularidade é real. Não podemos esconder que ela exista", disse Tite. A dupla de zagueiros é uma das dúvidas do treinador. Marquinhos, Thiago Silva e Miranda brigam por duas vagas e Tite sabe que os três estão em grande forma em seus clubes.

Na partida contra a Alemanha, a defesa brasileira com Thiago Silva e Miranda foi elogiada até mesmo pelo técnico Joachim Löw. Tite também ficou empolgado com o desempenho de Thiago Silva, criticado em 2014 por seu papel frágil como capitão na Copa do Mundo.

"O que está acontecendo está sendo extraordinário. Passamos por momentos de dificuldade, a gente sabe que nem momentos bons, nem momentos de dificuldade são permanentes. Nós, seres humanos, somos capazes de superar cada momento e se reerguer. Fico feliz com esses dois jogos de alto nível", comemorou o zagueiro do PSG. Já Miranda é mais cauteloso. "Ninguém tem cadeira cativa", admitiu.

Mas outra disputa se refere à formação do meio campo e mesmo no ataque. A ausência de Neymar, por contusão, abriu a possibilidade de novas combinações. Fernandinho, Paulinho, Renato Augusto, Coutinho e Willian estão entre as opções de Tite. Mas impressionou o treinador o desempenho de Douglas Costa, dando velocidade e ameaçando a zaga alemã durante o triunfo por 1 a 0 na terça-feira. "Vou ter uma dor de cabeça", admitiu o treinador. "Vamos monitorar todos em abril e um processo de definição terá de ser acelerado. Vai ser algo desafiador", completou.

 

Fonte: R7


Não caiu bem ao Grêmio a denúncia do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Sul (TJD-RS) ao técnico Renato Gaúcho e ao zagueiro Kannemann pelo fato de o argentino ter forçado o terceiro cartão amarelo no primeiro jogo da semifinal do Gauchão, contra o Avenida. O treinador criticou a decisão do procurador Renan Eduardo Cardoso, chamou-o de "colorado" e ainda comparou o caso ao reality show Big Brother.

Ao contrário do discurso mais polido do presidente Romildo Bolzan Júnior antes do empate em 1 a 1 com o time de Santa Cruz do Sul, na noite de quarta-feira, Portaluppi soltou o verbo. Enquanto o mandatário classificou a denúncia como "demasia", o comandante do vestiário disparou:

– Eu não tenho culpa se os colorados estão sofrendo com o sucesso do Grêmio. A pessoa que me denunciou é totalmente colorada. Se ela está triste, ela que cobre o clube dela. Existe um programa de televisão que se chama Big Brother, no qual dão cinco minutos de fama para algumas pessoas. Se vocês quiserem dar para essa pessoa, deem. Eu não.

O procurador enquadrou técnico e jogador no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que cita "assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva", a partir da entrevista concedida por Renato no último domingo, na qual confirmou que pediu para Kannemann receber o terceiro cartão amarelo. Desta forma, o zagueiro cumpriu suspensão no segundo jogo para "descansar", segundo Portaluppi, já que a vaga à final estava encaminhada.

– Esse tipo de infração é comum, mas de difícil prova. Porque sabemos que diversos jogadores forçam o amarelo quando convém. Mas é uma atitude antidesportiva, antiética, mas não se consegue provar. Mas no momento que o comandante vai e diz que mandou, desta forma a Procuradoria não tem como silenciar – justificou Cardoso ao GloboEsporte.com.

O artigo prevê punição de uma a seis partidas para os dois denunciados, se assim entender o tribunal. O caso deve ser julgado na próxima semana, se tudo ocorrer dentro da normalidade - denúncia em uma semana, julgamento na seguinte.

 

Fonte: globoesporte


Ao final do clássico entre Corinthians e São Paulo, enquanto os corintianos festejavam a classificação para a final do Campeonato Paulista, alguns jogadores tricolores se envolveram numa confusão no túnel de acesso dos vestiários com o estafe alvinegro.

Segundo Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, o bate boca foi iniciado após provocação do lateral esquerdo Reinaldo.

“Jucilei parou para abraçar eu e o Mauro [membro da comissão técnica alvinegra] e o Reinaldo passou e falou ‘F... perder nesse chiqueiro’. Aí começou”, disse Andrés.

O Corinthians venceu o São Paulo por 1 a 0 no tempo normal e, depois, bateu o rival nos pênaltis por 5 a 4. Assim se classificou para a final do Estadual.

O primeiro jogo da decisão será contra o Palmeiras no próximo sábado, às 16h30, na Arena Corinthians.

 

Fonte: msn


Palmeiras e Santos se enfrentaram nesta terça-feira (27), no Pacaembu, pelo jogo de volta das semifinais do Campeonato Paulista. No tempo normal, o Peixe bateu o Verdão por 2 a 1 e levou a partida para os pênaltis.

Nas penalidades, o time de Roger Machado venceu por 5 a 3 e chegou à decisão do Paulistão.

Pelo Palmeiras, Dudu, Tchê Tchê, Victor Luis, Moisés e Guerra converteram. Pelo lado santista, Gabigol, Jean Mota e Arthur Gomes fizeram os seus. O meia Diogo Vitor parou na defesa de Jailson.

O Palmeiras espera o vencedor de Corinthians x São Paulo, nesta quarta, no Itaquerão para saber quem será seu adversário na final, que terá o primeiro jogo neste fim de semana.

Já o Santos volta a campo apenas pela Libertadores, na próxima semana. Na quinta-feira, o Peixe visita o Estudiantes, em Buenos Aires, pelo Grupo 6 da competição.

O jogo começou com o Palmeiras em cima do Santos. Aos oito minutos de jogo, Keno avançou pela esquerda, levou para a linha de fundo e cruzou rasteiro com perigo, mas a defesa santista cortou. No lance seguinte, o camisa 11 palmeirense fez boa jogada pela intermediária e arriscou o chute, mas mandou para longe do gol.

Aos 13 minutos, o Santos acabou com a vantagem criada pelo Palmeiras no jogo de ida. Após cruzamento de Daniel Guedes, Eduardo Sasha apareceu sozinho para cabecear com força e abrir o placar.

A comemoração santista, porém, durou pouco. Com 16 minutos de jogo, após corte parcial de Alison, o volante Bruno Henrique pegou a sobra de fora da área e encheu o pé para empatar o jogo.

Aos 27, Felipe Melo arriscou chute de fora da área e levou perigo a Vanderlei, mas a bola foi para fora. Sete minutos depois, o volante voltou a assustar com bomba de fora da área, que passou pouco acima do travessão.

Após minutos de superioridade palmeirense, o Santos voltou à frente do placar. Aos 39, Gabriel teve boa chance e finalizou de canhota e a bola explodiu em Sasha. Na sobra, Rodrygo dominou e completou no canto de Jailson para marcar o segundo gol do Peixe.

Aos 42, em cobrança de falta, Bruno Henrique mandou no ângulo, mas Vanderlei fez grande defesa. Três minutos depois, nova falta para os donos da casa. Victor Luis soltou a bomba, mas o goleiro santista defendeu mais uma vez.

Na etapa final, logo aos dois minutos, o Palmeiras assustou. Willian recebeu cruzamento na área e cabeceou com perigo, mas mandou para fora.

Nos minutos seguintes, o Verdão seguiu indo para cima do Peixe em busca do empate, mas encontrou pouco espaço na defesa adversária.

Aos 24, quase um gol contra. Willian recebeu passe na entrada da área e tentou o giro, mas a zaga cortou e a bola passou perto da trave de Vanderlei.

Aos 38, em falta pela esquerda, Dudu cruzou aberto e Vanderlei tirou de soco. Na sequência, Keno pegou a sobra, levou para o meio e chutou de canhota, mas a bola foi para fora. 

A um minuto do fim do tempo regulamentar, Jean Mota pegou sobra pela meia esquerda e soltou uma bomba, e a bola passou pouco acima do travessão.

 

Fonte: R7


A Croácia deixou a má impressão passada após a derrota para o Peru na última sexta-feira e se recuperou com uma vitória por 1 a 0 sobre o México, na noite desta terça-feira, em amistoso disputado em Dallas, nos Estados Unidos.

O meia do Barcelona, Rakitic, fez o único gol do jogo. O gol da partida foi marcado aos 17 minutos da segunda etapa, em boa cobrança de pênalti de Rakitic, que seria substituído aos 31 minutos.

A má notícia fica para o lado mexicano. Ainda no início do segundo tempo, o zagueiro Nestor Araújo sofreu uma lesão no joelho esquerdo e deixou o estádio chorando. O jogador do Santos Laguna, medalhista de ouro em Londres, em 2012, é dúvida para a Copa do Mundo.

A Croácia fará dois amistosos antes de estrear no Mundial: pega o Brasil, no dia 3 de junho, e enfrenta Senegal, no dia 7. O primeiro jogo na Rússia será contra a Nigéria, no dia 16. Os croatas estão no Grupo D, que também tem Argentina e Islândia.

O México, que na última sexta derrotou a Islândia por 3 a 0, fará três jogos preparatórios para a Copa: contra o País de Gales, no dia 27 de maio, diante da Escócia, no dia 1º de junho, e contra a Dinamarca, no dia 8. A estreia na Copa será contra a Alemanha, no dia 17. A Tri está no Grupo F, que também tem Coreia do Sul e Suécia.

 

Fonte: globoesporte


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