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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga maus-tratos contra crianças e adolescentes vai convocar o ex-técnico da seleção brasileira de ginástica artística Fernando de Carvalho Lopes.

A tomada do depoimento foi requerida pelo presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES). Segundo ele, o objetivo da oitiva é o maior esclarecimento dos fatos, para contribuir com o processo investigativo já iniciado pelo Ministério Público de São Paulo há dois anos.

Ao todo, 40 ginastas e ex-ginastas afirmaram que foram vítimas de abusos sexuais praticados por Fernando de Carvalho Lopes entre 1999 e 2016, quando ele era técnico do Mesc (Movimento de Expansão Social Católica), clube particular de São Bernardo do qual foi afastado de todas as funções na semana passada, após as denúncias virem à tona. Atletas e ex-atletas da ginástica que não quiseram se identificar fizeram novas denúncias também afirmaram que o treinador filmava e fotografava crianças nuas.

Na sexta-feira, a polícia foi à casa de Fernando de Carvalho e apreendeu CDs, DVDs, Pen Drives, fita cassete e um HD externo. Todo o material vai passar por perícia. Na última segunda-feira, o Clube Mesc, de São Bernardo do Campo, afastou o então treinador do cargo que ocupou por 20 anos.

Na última semana, o treinador negou todas as acusações e afirmou que "tem a consciência tranquila" e que quem o acusa "vai ter que provar na justiça".

No COB (Comitê Olímpico do Brasil), a Comissão de Atletas encaminhou uma representação para o Conselho de Ética da entidade pedindo esclarecimentos sobre a responsabilidade da CBG e do técnico Marcos Goto, coordenador de seleções, no caso. A Caixa, patrocinadora da ginástica, divulgou nota informando que pode cancelar a renovação do apoio.

A CPI aprovou a convocação de outras oito pessoas para depor de forma reservada sobre casos sigilosos de violência contra crianças, que ainda não foram investigados ou que não tiveram os respectivos agressores penalizados.

Visto o número de aprovações de oitivas de pessoas que residem no estado de São Paulo, a comissão aprovou a realização de diligência na cidade de São Paulo. A intenção é agilizar os trabalhos, disse o presidente da CPI.

 

Fonte: msn


O último clássico de Iniesta foi um jogo pegado e cheio de alternativas. Mas o Real Madrid, mesmo com um jogador a mais no segundo tempo, não quebrou a invencibilidade do Barcelona neste Campeonato Espanhol.

O time catalão manteve uma sequência de 41 jogos sem perder incluindo os da Liga. As duas equipes empataram por 2 x 2, diante de 97.939 torcedores presentes no Camp Nou.

Após 22 anos e 31 títulos, Iniesta confirma saída do Barcelona

O fato de o campeonato estar decidido, com o Barça campeão, não tirou o ânimo das equipes, nesta partida válida pela 36ª rodada do Espanhol. Para o Real, que prioriza a final da Champions, no próximo dia 26, era importante carimbar a faixa e quebrar a invencibilidade do rival na competição.

E o time de Madrid mostrou-se empenhado em realizar sua missão, assumindo o controle do jogo logo após ter levado o primeiro gol, aos 9 minutos, em jogada de velocidade. Sergio Roberto cruzou e Luis Suárez finalizou com precisão, fazendo Barça 1 x 0.

Com seu estilo vertical, baseado em passes rápidos e penetrações, o Real logo empatou. Benzema cabeceou para a pequena área e Cristiano Ronaldo tocando, quase embaixo do gol, fez 1 x 1. 

Messi, muito bem marcado por Casemiro, jogou mais recuado, buscando lançamentos, alguns deles geniais, como o que colocou Jordi Alba na cara do gol. O lateral chutou para fora, aos 19.

A partir do gol de empate, o Real Madrid foi controlando o jogo, com trocas de passes que visavam acionar Cristiano Ronaldo no momento certo.

Em duas ocasiões ele recebeu livre na cara do gol e errou a finalização: aos 26, para defesa de Ter Stegen, e aos 27, chutando de esquerda, para fora.

Bem colocado, o Real Madrid também anulava as ações criativas de Philippe Coutinho, colocando ora Casemiro, ora Varane para fechar o setor. E quando Varane se deslocava, Nacho Fernández vinha para o meio e passava a atuar como terceiro zagueiro.

O esquema móvel e inteligente do técnico Zidane demonstrava por que sua equipe chegou novamente à final da Champions League, a terceira consecutiva.

Outro jogador que se destacava era Marcelo, que fazia a bola deslizar, ao seu bel-prazer, pelo gramado, com passes de peito de pé, de trivela, girinhos, lançamentos de três dedos, gingas e cruzamentos que abriam espaços na defesa adversária.

Em determinado momento, obrigou o ofensivo Philippe Coutinho a voltar para marcá-lo. Pode ser considerado o melhor jogador do mundo no momento, principalmente no quesito técnica.

Aos 39, em contra-ataque eficiente, Kroos acionou Benzema dentro da área. O atacante ajeitou e chutou para fora, perdendo boa oportunidade.

A única maneira de o Barça recuperar o domínio, utilizada no fim do primeiro tempo, era trocar passes rápidos na frente da área adversária. Numa dessas tabelas, Suárez se estranhou com Sérgio Ramos, após dividida em que o espanhol usou o cotovelo.

Na jogada seguinte, Messi, tomando as dores do companheiro, derrubou Ramos após levar o drible. Logo depois, Bale entrou por trás em Umtiti. E o primeiro tempo se encerrou em um clima quente. Sergio Roberto foi expulso após dar um soco em Marcelo, aos 47.

Messi começa a desequilibrar

Com um jogador a mais, o Real Madrid posicionou-se mais à frente. Cristiano Ronaldo, contundido após o gol, foi substituído por Asensio, com vistas à final da Champions. trocando passes na intermediária adversária. Marcelo se aventurou pelo meio e desarmou Iniesta antes de finalizar por cima.

E, por incrível que pareça, o posicionamento mais à frente do Real facilitou para o Barça, que passou a explorar os contra-ataques. E com jogadores como Suárez e Messi, isso acaba sendo fatal.

Tanto que, aos 7, Suárez roubou a bola de Varane e, em disputa duvidosa, acionou Messi na área. O argentino teve a frieza de, mesmo cercado, ajeitar e finalizar com perfeição no canto: 2 x 1 Barça.

Aos 11 do segundo tempo, Iniesta foi substituído por Paulinho. Saiu reverenciado pelo público. À esta altura, a torcida passou a ser o 11º jogador do Barça.

O Real, como se tivesse um encanto quebrado, passou a errar mais passes, deixando de se movimentar como na etapa inicial. Passou a ser uma equipe mais previsível, facilitando os desarmes do Barça e, por conseguinte, os contra-ataques. Aos 24, Messi, mais solto, foi acionado por Suárez. Avançou em velocidade e Navas fez grande defesa.

Mas a alternância era a marca do jogo. Foi a vez de o Real reagir e empatar com um chute de Bale de fora da área. Neste jogo cheio de alternativas, o Real ressurgiu. Aos 30, Marcelo fez grande jogada e, após dividida com Jordi Alba, pediu pênalti.

Então Messi novamente apareceu. Sobrando em campo, ganhou disputas com Sérgio Ramos e com Varane, em dois lances seguidos e quase fez o terceiro, falhando, desta vez, nas finalizações. A rivalidade, no final, extrapolou, quando o Real Madrid não colocou a bola para fora após contusão de Suárez. Mas até o final, as duas equipes buscaram o gol. 


Ficha técnica:

Barcelona x Real Madrid

Local: Estádio Camp Nou, Barcelona
Data e horário: domingo, 6 de maio de 2018, 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Alejandro José Hernández Hernández
Gols: Suárez, aos 9, Cristiano Ronaldo, aos 14 do primeiro tempo; Messi, aos 7, Bale, aos 27 do segundo tempo
Cartões amarelos: Nacho Fernández, Sergio Ramos, Varane, Luis Suárez, Messi, Marcelo e Bale
Cartão vermelho: Sergio Roberto

Barcelona: Ter Stegen; Sergio Roberto, Piqué, Umtiti e Jordi Alba; Busquets, Rakitic, Iniesta (Paulinho), Philippe Coutinho (Semedo) e Messi; Luis Suárez (Paco Alcácer). Técnico: Ernesto Valverde.
Real Madrid: Kaylor Navas; Nacho Fernández (Lucas Vásquez); Sergio Ramos, Varane e Marcelo; Casemiro, Modric, Kroos (Kovacic) e Bale; Cristiano Ronaldo (Asensio) e Benzema. Técnico: Zinedine Zidane.

 

Fonte: R7


O conselho de ética do COB (Comitê Olímpico do Brasil) abriu um processo ético para apurar responsabilidades e pedir esclarecimentos da CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) e de seu coordenador de seleções, Marcos Goto, no caso que envolve denúncias de abuso sexual cometidos pelo ex-treinador da seleção Fernando de Carvalho Lopes, conforme o Fantástico mostrou no domingo, dia 29.

Na sexta-feira, o conselho intimou Goto e a confederação a apresentar informações preliminares dentro de um prazo de cinco dias, como prega o regimento interno do comitê olímpico. Ambos podem fazê-lo por escrito. A partir das informações, o conselho vai analisar a admissibilidade do caso. Se não acatar, o processo é arquivado. Se for adiante, pode apontar um relator e se constituir uma investigação -com audiência com testemunhas e direito a defesa dos acusados.

A decisão do conselho de ética foi tomada depois que a comissão de atletas do COB lhe encaminhou uma representação. Quem a assinou foi o próprio presidente da comissão, o ex-judoca Tiago Camilo, duas vezes medalhista olímpico.

Goto é funcionário contratado do COB e poderia sofrer sanções do conselho. Ginastas ouvidos pela reportagem afirmaram que ele fazia piadas sobre os casos de assédio protagonizados por Lopes. Em sua defesa, ele afirmou à TV Globo que "jamais algum atleta veio a mim e relatou o que aconteceu".

O conselho de ética do COB foi estabelecido em março e atua de maneira independente da direção do comitê. Ele é composto por cinco membros, dos quais três independentes. Além do processo nele, o comitê também disse que vai criar um canal de ouvidoria para denúncias de abuso.

Lopes foi acusado por mais de 40 ginastas e ex-ginastas de cometer abusos sexuais. Como consequência, foi afastado de todas as atividades que exercia no Mesc (Movimento de Expansão Social Católica), clube particular de São Bernardo do Campo. A Prefeitura de Diadema abriu processo administrativo para exonerá-lo do cargo público que exerce. Não bastasse isso, o Conselho Regional de Educação Física do estado de São Paulo move processo que pode gerar a cassação de seu registro profissional.

 

Fonte: globoesporte 


Santos foi goleado pelo Grêmio por 5 a 1 na noite deste domingo, em Porto Alegre, mas a demissão do técnico Jair Ventura não é cogitada neste momento.

O presidente José Carlos Peres, o vice-presidente Orlando Rollo e os demais membros do Comitê de Gestão se reunirão nesta segunda-feira, na Vila Belmiro, porém, já definiram pela permanência na comissão técnica.

Jair segue prestigiado, mas os diretores estudarão mudanças. Há a mea culpa, principalmente pela ausência de um meia, e, em contrapartida, a postura do time é alvo de críticas. Antes do Grêmio, o Peixe perdeu por 1 a 0 para o Nacional, no Uruguai.

Na última sexta-feira, em evento para anunciar a Philco como patrocinadora, o presidente Peres classificou o trabalho de Jair Ventura como “brilhante”.

 

Fonte: msn


 

O Palmeiras teve nesta sexta-feira (4) um novo revés na busca pela impugnação da final do Campeonato Paulista.

 

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-SP), Antonio Olim, negou o pedido do clube para anular o resultado da decisão, sob a justificativa de que a diretoria alviverde perdeu o prazo para entrar com a nova ação referente ao caso.

 

Depois deste posicionamento, o Palmeiras deve levar o caso para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

 

O clube sustenta que houve interferência externa por parte de dirigentes da Federação Paulista de Futebol (FPF) para se comunicar com o árbitro Marcelo Aparecido de Souza durante um impasse no segundo tempo. Após marcar pênalti de Ralf em Dudu, ele cancelou a marcação.

 

No despacho em que apresenta a recusa, Olim afirma que o Palmeiras não cumpriu o prazo.

 

"A impugnação deve ser protocolada no Tribunal competente em até dois dias depois da entrada da súmula", diz o texto.

 

"O impugnante tinha até o fim do expediente do dia 10 de abril para entrar com a presente medida, fato que só ocorreu no dia 25 de abril, o que a torna intempestiva", completou.

 

O Palmeiras ingressou com o pedido de anulação da final depois de o caso sobre a investigação da final ter sido arquivado, em 23 de abril.

 

O clube já esperava essa resposta do TJD, porém possui o entendimento que isso não se aplica ao processo, pois a partir da solicitação da instauração do inquérito, o prazo não poderia ser contado.

 

 

Fonte: R7

 


A novela de Paolo Guerrero ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira. Jorge Balbi, assessor legal do peruano revelou que durante a audiência do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), em Lausanne, na Suíça, a Fifa voltou atrás e pediu a ampliação da suspensão por doping do artilheiro para um ano, e não a manutenção da suspensão de seis meses.

“O que nos surpreendeu é que a Fifa foi ontem com uma posição insólita de pedir que a sanção imposta por seu comitê de apelações deveria ser de um ano, essa foi uma surpresa para todos”, contou Balbi em entrevista ao programa Fútbol Como Cancha, da RPP Notícias.

“Supostamente, os advogados espanhóis, que tinham que defender a posição da sua entidade, foram descoordenados, ou muito bem coordenados com a WADA (Agência Mundial Antidoping), porque foram dizer que houve uma falha e que a sanção deveria ser de um ano”, acrescentou.

De acordo com Balbi, isso apenas permite duas possibilidades: ampliar ou reduzir a sanção. “Isso coloca o Tribunal em uma situação muito complexa, porque eles teriam que decidir se não dariam nada (ou seja, absolvição) ou se dariam um ano, mas não seis meses”, explicou.

Caso o Tribunal aceite o pedido da Fifa, Guerrero perderia a Copa do Mundo, que começa no dia 14 de junho. A suspensão de seis meses se encerrou na quinta-feira. A WADA, por sua vez, pediu que a suspensão do jogador seja ampliada para dois anos.

Guerrero chega ao Brasil nesta sexta-feira e está liberado para jogar pelo Flamengo na partida contra o Internacional, neste domingo, pelo Campeonato Brasileiro.

 

Fonte: msn


A vitória por 3 a 1 sobre o Alianza Lima-PER, nesta quinta-feira (3), em Lima, garantiu ao Palmeiras a liderança do Grupo 8 da Copa Libertadores. Willian, Hyoran e Borja marcaram os gols do time brasileiro. Mas o meia Moises, com ótimas assistências, foi outro grandes destaques do jogo.

Com 13 pontos, seis à frente do Junior Barranquila-COL, segundo colocado da chave, o time alviverde não pode mais ser alcançado por ninguém, pois resta apenas uma rodada para o encerramento da fase de grupos do torneio.

Além disso, se vencer os colombianos no dia 16, em São Paulo, o Palmeiras garantirá a melhor campanha desta etapa da Libertadores entre todos os grupos, posição que lhe renderá vantagens nas próximas fases. 

A partida

Já classificado para a fase eliminatória do torneio continental, o técnico Roger Machado optou por colocar em campo uma equipe mista. Titulares como Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos, Felipe Melo, Dudu, Keno e Lucas Lima foram poupados.

Porém, o time palmeirense mostrou muita disposição e chegou pela primeira vez ao ataque logo no minuto inicial. O atacante Borja se esticou para dominar passe na área, mas não alcançou a bola e o goleiro peruano saiu bem do gol.

Depois, aos 5 minutos, o meio-campista Moises, que utilizava a braçadeira de capitão do time, fez boa jogada na área e quase abriu o placar, mas os zagueiros do Alianza conseguiram interceptar o lance.

O Palmeiras insistia nas jogadas ofensivas. Tchê Tchê foi até a linha de fundo e cruzou para Willian. O atacante chutou forte, mas o goleiro Campos fez grande defesa e desviou para escanteio.

A primeira aparição do time da casa no ataque aconteceu aos 15 minutos, mas o goleiro Jailson fez uma intervenção segura.

Na sequência, Willian abriu o placar para o time brasileiro. A jogada começou com Borja em um bom trabalho de pivô. O colombiano protegeu a bola e passou para Moisés, que tocou para Willian chutar cruzado, sem chances para o goleiro Campos.

Mesmo com a abertura do placar, o Palmeiras seguiu pressionando o Alianza Lima dentro da casa do adversário. O time alviverde tinha o domínio total do jogo.

Aos 31 minutos, Hyoran fez o segundo gol palmeirense na partida. O meia recebeu passe de calcanhar de Moises, dominou e fuzilou o goleiro Campos.

Hyoran quase fez o segundo gol dele na partida em lance semelhante. Após receber passe na entrada da área, o meia limpou a zaga, cortou para dentro e bateu forte, mas a bola explodiu no travessão superior de Campos.

O Alianza Lima tentou dar um sufoco nos brasileiros nos minutos finais. Aos 46 minutos, Jailson saltou para desviar um bom chute de Cruzado para escanteio.

Segundo tempo

O Palmeiras voltou do vestiário com a mesma disposição e, nos primeiros minutos, manteve o time peruano sufocado na defesa. Com boas trocas de passes no ataque, a equipe paulista envolvia a zaga adversária com facilidade

Aos 9 minutos, o Palmeiras chegou com perigo. Pelo lado direito da área, Willian chutou de primeira e obrigou o goleiro peruano a fazer grande defesa.

O time alviverde ampliaria o marcador aos 21 minutos em mais uma ótima triangulação do ataque. O lance começou na direita com um bom passe de Wilian para o lateral-direito Mayke, que rolou para Borja empurrar a bola para o gol: 3 a 0.

O Alianza Lima descontou em um pênalti cometido pelo zagueiro Thiago Martins. O volante Cruzado cobrou bem e marcou o primeiro da equipe local.

Mas o Palmeiras não sentiu o baque do gol sofrido e continuou se movimentando bem no ataque. Aos 32 minutos, Hyoran deu grande passe por cobertura para Borja, mas o goleiro Campos chegou primeiro e impediu o quarto gol alviverde.

Aos 42, Hyoran — em grande noite — teve outra chance de marcar. O meia recebeu pela esquerda e tocou por cima do goleiro. O zagueiro desviou e Deyverson se jogou para aproveitar o rebote, mas a bola saiu pela linha de fundo.

Nos minutos finais, o técnico Roger Machado promoveu a estreia do zagueiro Emerson Santos — contratado junto ao Botafogo na metada da temporada passada — na equipe alviverde.

Disputas no grupo

Além do Palmeiras na liderança (13 pontos) e do Junior Barranquila-COL como vice-líder (7), a chave tem ainda o Boca Juniors lutando pela segunda vaga. O time argentino tem seis pontos. Já o Alianza Lima, na lanterna com apenas um ponto, está eliminado da competição.

 

Fonte: R7


A eliminação na fase de grupos da Libertadores evidenciou a limitação do elenco do Vasco. Atenta a isso, a diretoria segue vasculhando o mercado em busca de reforços para o plantel. Mas não se deve esperar nomes sonantes: com o clube em situação financeira delicada, a ideia é achar oportunidades de negócio sem que seja preciso fazer grandes investimentos.

O planejamento consiste em trazer até três nomes. As posições mais visadas são as de lateral-direito, meio-campista e atacante. Os dois últimos reforços do Vasco foram o volante Bruno Silva, que veio de graça da Ferroviária-SP, e o meia Lucas, contratado por empréstimo ao Boavista.

Renovação de Yago Pikachu em pauta

Além de trazer reforços, a diretoria também inicia movimentações para manter alguns dos destaques deste ano. O lateral Yago Pikachu, por exemplo, tem contrato até dezembro e pode assinar pré-contrato com outro clube de graça a partir do fim de junho.

Por isso, está agendada para os próximos dias uma reunião da diretoria com Carlos Lisboa, pai e empresário de Pikachu, que está em viagem.

Os "velhos" reforços

Em paralelo à busca no mercado, a comissão técnica aposta muito em nomes do elenco que estão perto de voltar do departamento médico. Um deles, Kelvin, retornou aos gramados no jogo contra o Cruzeiro, após quase 11 meses fora.

Confira todos os casos:

Kelvin

O atacante voltou a jogar na última quarta-feira, na derrota por 4 a 0 para o Cruzeiro. Ele está recuperado de uma grave lesão no joelho esquerdo, depois de ficar 11 meses longe dos gramados. Apesar da falta de ritmo, pode ajudar muito o Vasco. Costuma atuar pelo lado direito, já que é canhoto, e fazer jogadas de linha de fundo.

Já contra o Cruzeiro, mesmo depois de tanto tempo sem atuar, mostrou eficiência pelos lados do campo – o placar, é claro, já estava definido quando ele entrou. Pode ajudar Zé Ricardo a superar a ausência de Paulinho, vendido ao Bayer Leverkusen.

Breno

O zagueiro está recuperado de uma cirurgia no joelho direito, mas não atua desde novembro do ano passado. Breno já participou de um jogo-treino na semana passada e foi entregue à comissão técnica pelo departamento médico. Está liberado para ser relacionado quando tiver condições físicas.

A defesa tem sido um constante problema para o técnico Zé Ricardo, principalmente pelos gols em jogadas pelo alto. Só na fase de grupos da Libertadores o Cruz-Maltino sofreu 10 gols e tem saldo de -9.

Ramon

Também fora por causa de um problema no joelho, Ramon treinou normalmente com os jogadores que não atuaram na derrota para o Cruzeiro. O lateral-esquerdo participou do trabalho em campo reduzido sem problemas.

A lateral esquerda não tem dado tanta dor de cabeça para Zé Ricardo, apesar de Henrique ter tido má atuações contra o Racing, na Argentina e em São Januário. O garoto, substituto imediato de Ramon, virou depois da lesão do companheiro e chegou a ser líder de assistências durante a temporada.

Giovanni Augusto

O meia, sempre que utilizado, deu conta do recado, mas sofre com lesões desde quando foi contratado, no início do ano. Por isso, vive a constante busca por ritmo de jogo. Se conseguir uma sequência, pode ser importante para o técnico Zé Ricardo ter mais opções no setor de criação – Thiago Galhardo tem sido titular.

Giovanni Augusto também treinou normalmente nesta quinta-feira e está perto de voltar à equipe depois de uma lesão na coxa. Há a expectativa de ser relacionado já para a partida contra o América-MG, embora o otimismo seja maior com sua presença diante do Bahia, na próxima quarta-feira, pela Copa do Brasil.

 

Fonte: globoesporte 


A normal anormalidade do Real Madrid

Sexta, 04 Maio 2018 00:00

Talvez, apenas talvez, e muito remotamente, um simpósio futebolístico universal poderia explicar algo deste inaudito Real Madrid. Um clube que chega à sua terceira final consecutiva da Champions League após dinamitar todos os dogmas do futebol. Insólito até para os simples leitores de resultados. Não há precedente de uma equipe capaz de triunfar quando joga bem, regular, mal, muito mal e completamente mal. E, para encontrar algum antecedente, seria preciso mergulhar na história do próprio Real. Uma equipe iluminada para ganhar e ganhar. Depois, quem sabe, discutirá com você o como usando um cacoete de linguagem: “E daí?”.

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Por enquanto, ninguém o definiu melhor que o L’Equipe: “O Real caminha sobre as águas”. É possível enumerar os fatos que documentam com sobras esse aforismo, mas seria inútil sondar as causas de tamanho feito sobrenatural. Um enigma infinito sem outra abordagem senão “o Real vence porque sim”, “assim é o Real”, “é o Real, estúpido”… Resenha e mais resenha. Bobagem.

Há alguns meses, o time de Zinedine Zidane não teve vontade de brigar pela Liga contra um Barça exigente e pletórico. E muito menos de engolir o vexame da Copa do Rei. Mau ensaio para disputar a Champions, diriam os ortodoxos. Mentira, de nada importaram os protestos internos. E daí?

Na Europa, além disso, convém que o seu estádio seja o Fort Knox. Pois bem, já não é nem o caso de mencionar aquilo do medo cênico. De repente também é mentira, já não tem valor retórico: o Real Madrid não pôde em sua casa com o Tottenham, a Juventus, o Bayern, o Barça, o Atlético, o Valencia, o Villarreal, o Betis, o Athletic, o Levante, o Fuenlabrada, o Numancia e o Leganés. E daí?

Na Champions, chegou o radiante PSG ao Bernabéu e, com o jogo na mão, Unai Emery aprontou. Com suas substituições, a equipe francesa desmoronou sozinha. Uma mancha assim condena qualquer um. Mentira. Zidane saiu ileso da sua concepção equivocada no jogo de volta contra o Bayern, com Modric carregando piano, Kovacic extraviado e Casemiro à sombra. E daí?

O nó górdio está nos árbitros, nas falhas dos Ulreich da vida, na bicicleta de CR7, nas lesões dos rivais, no escudo, no DNA...?

Ainda por cima, para azar do PSG, Neymar se machucou antes do confronto de volta. Como nas semifinais seria o caso do Bayern com Vidal, Boateng, Robben e meio Javi Martínez. Coisas que acontecem, pois o Real também citará Carvajal e Isco, substituídos de forma muito pior que os alemães substituíram seus contundidos. E daí?

Se algo tradicionalmente caracteriza o Bayern é a sua confiabilidade. Também nesta temporada, quase não teve falhas grotescas, até cruzar com o Real. Rafinha descarrilou em Munique no gol de Asensio, e no Bernabéu o goleiro Ulreich deixou que a bola lhe pregasse uma peça. Nem isso murchou o Bayern, que manteve o Real contra as cordas até o último segundo. E daí?

Claro, entre as certezas madridistas mais arraigadas está o singular flerte de Cristiano Ronaldo com a Champions. Em caso de dúvida, CR7. Pois bem, o português foi irrelevante contra o Bayern. Sim, afloraram Benzema e Keylor Navas, os dois mais contestados do elenco. O francês questionado pela torcida. O costarriquenho, pela diretoria do clube. E daí?

Não há lógica mais ilógica que a deste Real Madrid. Nem como exercício espiritual alguém do elenco negaria que no gramado convém ter mais posse de bola que o adversário. Que tampouco é bom sofrer 39 arremates (os que o Bayern fez somando ida e volta, contra 16 do Real), que é preciso semear na área alheia. Que é um disparate que o seu jogador mais baixinho (Carvajal) dispute o jogo aéreo com o oponente de maior estatura (Mandzukic). E daí?

Há mais capítulos nessa descomunal confusão. A arbitragem, por exemplo. E sem irracionais devaneios conspiranoicos. Independentemente de como se deseje interpretar a disputa de bola entre Benatia e Lucas Vázquez, que resultou em um pênalti duvidoso contra a Juventus, custou caro para o Real. Assim como para o Bayern foi uma cruz gigantesca, com três juízes cegos enquanto ignoravam a indiscutível mão de Marcelo contra os alemães. E daí?

Como ficamos? O nó górdio está nos árbitros, nas lesões rivais, nas falhas dos Ulreich da vida, na gloriosa bicicleta de CR7, nos vexames de Emery, na pontualidade de Lucas Vázquez, nas aparições inesperadas de Benzema e Keylor, no escudo, no DNA...? Só resta se render a um fenômeno alienígena como o deste Real Madrid de normal anormalidade.

E daí?

 

Fonte: msn


O Flamengo visitou e venceu a Ponte Preta por 1 a 0, nesta quarta-feira (2), no Moisés Lucarelli, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Henrique Dourado foi o autor do único gol do confronto, que deixa o Fla em situação confortável na disputa por vaga nas quartas de final.

O resultado coloca o Rubro-Negro em vantagem para o jogo de volta, que será disputado no Maracanã, no próximo dia 10.

No 1º tempo, Flamengo se impõe e abre vantagem

Mesmo jogando fora de casa, o Flamengo se impôs em Campinas. O time de Maurício Barbieri já assustou aos três minutos.

Vinicius Júnior fez boa jogada e chutou cruzado, mas o goleiro Ivan defendeu. Na sequência, Paquetá pegou a sobra e chutou forte, mas mandou para fora.

Aos seis minutos, um gol anulado do Flamengo. Léo Duarte recebeu cruzamento de Rodinei e fez gol de cabeça, mas o árbitro marcou falta de ataque do zagueiro flamenguista. 

O time visitante insistiu, insistiu e chegou ao gol aos 32 minutos.

Éverton Ribeiro acionou Lucas Paquetá, que fez bom cruzamento para Henrique Dourado completar para o fundo da rede.

Perdendo em casa, a Macaca reagiu. Aos 42, depois de boa troca de passes, Igor tentou o chute colocado, mas mandou para fora. A bola passou perto.

Ponte assusta na etapa final, mas não consegue marcar

Aos 12 do segundo tempo, reclamação entre os jogadores da Macaca. Felipe Saraiva invadiu a área e, após dividida com René, desabou. Apesar dos efusivos pedidos por pênalti, o árbitro mandou seguir.

Lucas Mineiro tentou chute de longe, aos 17, mas mandou para fora. A bola levou perigo ao gol de Diego Alves.

Aos 33, a grande chance dos donos da casa: após falha bizarra de Léo Duarte, Felippe Cardoso ficou com a sobra na cara do gol. Cara a cara com o goleiro, o atacante da Ponte encheu o pé e mandou no travessão.

No rebote, o próprio atacante pegou a sobra e chutou rasteiro, mas Diego Alves fez grande defesa.

Quatro minutos depois, foi a vez do Flamengo perder um gol. Vinicius Júnior foi acionado na grande área e, com espaço, tentou o chute por cobertura, mas mandou para fora.

Aos 42, mais duas boas chances. René cruzou fechado e quase surpreendeu Ivan, que se recuperou e defendeu.

No lance seguinte, Vinicius Júnior foi acionado na área e chutou cruzado, mas mandou para fora. A bola passou ao lado da trave.

 

Fonte: R7


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