Redação do Portal

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A Premier League nem chegou ao fim, mas já se sabe quem é o eleito o melhor jogador da competição: o egípcio Mohamed Salah, do Liverpool, de 25 anos, em eleição promovida pela FPA, a associação dos jogadores profissionais da Inglaterra. Artilheiro da competição, ele venceu a concorrência com De Bruyne, do campeão Manchester City. Outros quatro corriam por fora: Kane (Tottenham), De Gea (Manchester United); Leroy Sané e David Silva (ambos do Manchester City).


Além de artilheiro, com 31 gols, desta edição da Premier League, em 35 jogos, ele bateu um recorde no último sábado: tornou-se o maior goleador do Campeonato Inglês em uma só edição da competição, igualando Cristiano Ronaldo (2007/2008), pelo United, Alan Shearer, em 95/96, pelo Blackburn Rovers) e Luis Suárez em 2013/14, também pelo Liverpool.

O meia alemão Leroy Sané, de 22 anos, do Manchester City foi eleito o melhor jogador jovem da competição. A seleção foi formada por: De Gea (Manchester United), Walker (Manchester City), Vertonghen (Tottenham), Otamendi (Manchester City), Marcos Alonso (Chelsea); David Silva, Kevin De Bruyne (Manchester City), Eriksen (Tottenham); Salah (Liverpool), Agüero (Manchester City) e Kane (Tottenham).

Feliz com a conquista, Salah adotou o discurso padrão e dividiu a conquista individual com os colegas de time.

- Jogo para uma equipe e não só para mim. Tenho que agradecer aos meus companheiros, aos treinadores e a todos no clube pelo que está acontecendo agora. Os jogadores me ajudaram muito a estar aqui agora e a marcar os gols. Estou muito feliz por isso - comemorou.

Fonte: R7


Dudu não escondeu sua irritação com alguns torcedores do Palmeiras. Criticado nas redes sociais na última semana, o jogador fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre o Internacional, neste domingo, no Pacaembu, pelo Brasileirão, mas não comemorou. Após a partida, ele explicou o gesto.

– Eu sou um cara muito emotivo, procuro sempre dar o meu melhor, mas, às vezes, as pessoas não reconhecem. Às vezes, quando você empata dois jogos, você não presta, não vale nada. Não quis comemorar por causa disso. Se tivermos um mau resultado nos próximos jogos, vamos voltar a não valer nada – afirmou.

O atacante do Palmeiras não entrou em detalhes sobre o que aconteceu, mas se irritou com críticas de torcedores do Palmeiras nas redes sociais. Time e torcida vivem um momento de turbulência desde a derrota para o arquirrival Corinthians na decisão do Campeonato Paulista.

– Todo mundo está sujeito às críticas. Agora, ofender a gente fica um pouco chateado. Mais chateado ainda porque são alguns torcedores do meu time, o time que eu sempre procurei entrar dentro de campo, defender essa camisa com bastante vontade – ressaltou.

Depois de desviar o cruzamento de Diogo Barbosa e abrir o placar no Pacaembu, Dudu apontou para o banco de reservas, mas não celebrou como de costume.

– Mas é assim mesmo. De manhã você é bom, você presta. À noite, quando você perde, você não presta, não vale nada. É assim, vamos seguindo. O melhor jeito de dar felicidade para o torcedor é vencendo, que eles não vão falar isso.

 

Fonte: globoesporte


Existem diversas tecnologias envolvendo o monitoramento do nível de álcool, desde um wearable que analisa as substâncias que são ingeridassistema para carros até um bafômetro para smartphone. Agora é a vez de uma tatuagem! Isso mesmo, o novo dispositivo de monitoramento pode ajudar as pessoas a medirem, discretamente, a quantidade de álcool que está sendo ingerida.

A tecnologia, que foi desenvolvida por engenheiros da Universidade da Califórnia, em San Diego, se trata de um pequeno wearable que fica diretamente sobre a pele, por conta disso é comparável a uma tatuagem temporária.

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Os engenheiros, financiados pelo Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia (NIBIB), desenvolveram tal dispositivo que detecta os níveis de álcool na transpiração. Ele foi projetado para que os indivíduos monitorem sua ingestão de álcool, de maneira que poderia ajudar a reduzir o consumo inseguro que pode ocasionar colisões de veículos, violência e degeneração da saúde.

Segundo a diretora do Programa NIBIB, Seila Selimovic, “assemelha-se a uma tatuagem temporária, mas na verdade é um remendo de biossensor embutido em vários componentes sem fio flexíveis”.  Ela explica que os resultados são recebidos via smartphone, "um componente libera uma substância química que estimula a transpiração na pele abaixo do adesivo. Outro componente detecta mudanças na corrente elétrica que flui através do suor gerado, que mede os níveis de álcool e os envia ao celular do usuário", completa.

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Para Patrick Mercier, coautor do artigo, o grande diferencial é que a análise leva apenas alguns minutos. "A medição de álcool no suor foi tentada antes, mas essas tecnologias levaram de 2 a 3 horas para medir os níveis de álcool. Nosso patch envia níveis de álcool para o seu smartphone em apenas 8 minutos, tornando o monitoramento de álcool em tempo real possível, prático e pessoal”, explica.

 

Fonte: TecMundo


Pré-candidato à Presidência da República pelo PSL, o deputado Jair Bolsonaro (RJ) criticou a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em entrevista à TV Bandeirantes neste domingo. Ao apresentador José Luiz Datena, ele rebateu o conteúdo de denúncia por racismo apresentada contra ele pela PGR e disse que tem “imunidade total” para se expressar.

A procuradora-geral da República apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o pré-candidato por racismo praticado contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs. De acordo com a denúncia, em uma palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, em abril de 2017, Jair Bolsonaro, em pouco mais de uma hora de discurso, “usou expressões de cunho discriminatório, incitando o ódio e atingindo diretamente vários grupos sociais”.

“Ela (Dodge) acha muito e não encontra nada”, disse Bolsonaro. “Quanto a quilombolas, eu tenho imunidade total por quaisquer palavras, opiniões e votos. Gostaria que Raquel Dodge nos acompanhasse nesse quilombola em que eu fui em Eldorado Paulista para ver o desperdício de recursos, maquinários abandonados. Eles não fazem absolutamente nada, é uma realidade”, afirmou.

Bolsonaro também criticou a procuradora-geral da República por ter entrado com uma ação no Supremo contra o voto impresso nas próximas eleições. “Por que ela entrou com a ação? Ela confia no voto eletrônico?”, questionou. Segundo o parlamentar, com o voto impresso ele “ganharia a eleição no 1º turno”.

No programa de TV exibido neste domingo, Bolsonaro comenta ainda a possível entrada do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (PSB) na disputa presidencial. Bolsonaro avaliou que tem “posições completamente diferentes” das do ex-ministro do Supremo e citou temas como as cotas raciais. O deputado se disse contrário a cotas raciais em universidades públicas.

Perguntado sobre como combater a corrupção, Bolsonaro afirmou que, para isso, é necessário diminuir o tamanho do Estado e não aceitar indicações políticas para cargos no governo. “As indicações políticas produzem a ineficiência do Estado e levam à corrupção.”

Segundo o deputado, políticos corruptos “querem o fim do foro privilegiado casado com o fim da prisão após a condenação em segunda instância”, pois os processos contra eles levariam muito mais tempo para serem concluídos, ou seja, somente quando chegarem à última instância.

Sobre a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro disse que “não é caso de ficar feliz nem triste, mas tem que confiar na Justiça”.

Bolsonaro criticou ainda a intervenção federal na segurança no Rio de Janeiro. O deputado considerou que a ação foi “uma medida de marketing” do governo do presidente Michel Temer. Ele disse haver falta de “retaguarda jurídica” para que militares atuem no Estado e classificou que a situação do território fluminense é de guerra.

O candidato do PSL considerou que, da forma como está a legislação hoje, no caso de uma morte num confronto, o envolvido teria problemas na Justiça. “Se estamos em guerra, os dois lados podem atirar”, disse.

 

Fonte: msn


Há muitos cientistas que compartilham a teoria da panspermia, segundo a qual a vida no nosso planeta foi trazida por meteoritos, asteroides e outros corpos celestes. Ellis Silver, pesquisador da raça humana, afirma que nossa origem não provém da Terra, mas sim, do mundo extraterrestre, informou nesse domingo (22) o portal on-line Daily Star.

Em seu livro intitulado de "Humanos não são da Terra", o autor assinalou que a raça humana teve suas origens fora da Terra, citando várias evidências para argumentar sua afirmação. De acordo com Silver, existem muitas diferenças entre os humanos e outras espécies da Terra, o que levou o cientista a chegar a sua conclusão quanto a nossa verdadeira origem.

Silver destaca o fato de os humanos serem muito sensíveis à luz do sol — algo a que outras espécies são imunes. O pesquisador assinalou que os répteis são capazes de regular sua temperatura quando expostos à luz do sul, enquanto permanecer por um período longo sob o sol causa tonturas e insolação nos seres humanos.

"Provavelmente, a humanidade é a espécie mais avançada em nosso planeta, sendo incrivelmente mal preparada e inadaptada para o ambiente terrestre:  incapaz de suportar o Sol, com forte repugnância à comida natural e com um nível ridiculamente alto de doenças crônicas, e assim por diante", argumentou Silver em seu livro, citando pela edição.

O pesquisador apontou também para as dificuldades do parto como outra evidência de que os humanos são do mundo alienígena. Além disso, o pesquisador indicou que problemas frequentes de muitas pessoas com as costas também são uma prova de que somos de um planeta com uma gravidade muito menor.

Mas então, o que levou os extraterrestres a escolher nosso planeta? Ellis Silver propôs várias teorias respondendo a esta pergunta. Segundo ele, a Terra pode representar um tipo de prisão galáctica, o que explica nossa natureza violenta como espécie.

"A Terra pode ser um planeta-prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta e estamos aqui até aprendermos a nos comportar", concluiu Silver. Com informações do Sputnik Brasil.

 

Fonte: msn


Dudu marcou o gol da vitória do Palmeiras sobre o Internacional neste domingo, mas não celebrou o tento em campo e deixou o Pacaembu ainda chateado. O motivo são as críticas recebidas pelo elenco e pelo camisa 7 nas últimas partidas.

“A gente fica chateado. As vezes as pessoas acham que porque o Palmeiras fez grandes contratações vai sair ganhando de todo mundo e não e não é assim. Do outro lado tem equipes que trabalham tanto quanto nós. Não tem o nosso poderia financeiro, mas tem grandes jogadores. Para sair ganhando de tudo vamos ter que batalhar bastante, como fizemos hoje. Dar a vida para subir bastante na tabela”, disse o capitão.

“Eu sou um cara muito emotivo, sempre procuro dar o meu melhor e às vezes as pessoas não reconhecem. Às vezes, quando você empata dois jogos, você não presta, não vale nada. Então acho que não quis comemorar por causa disso. E se a gente tiver um mau resultado nos próximos jogos, vamos voltar a não valer nada”, completou.

Nos últimos dias, Dudu chegou a responder torcedores do Palmeiras por meio de suas redes sociais. A pressão sobre a equipe se intensificou pela sequência de três partidas consecutivas sem vitórias, contra Corinthians, Boca Juniors e Botafogo.

Para deixar a irritação de lado, só lembrado a conversa com Diogo Barbosa, responsável pela assistência deste domingo. “O Diogo sempre brinca comigo: ‘Desse tamanho vai fazer gol de cabeça?’ Eu respondi que já fiz alguns aqui de cabeça (risos). Fiquei feliz pelo gol e pela vitória que a equipe precisava”.

 

Fonte: msn 


A tarde desta sexta-feira (20) foi quente na mesa-redonda após o fim do "BBB18", vencido pela acriana Gleici: uma das brincadeiras era premiar os ex-participantes com prêmios sobre os rótulos dentro da casa. Em determinado momento, entrou em questão se Kaysar era verdadeiro ou tinha o comportamento exagerado dentro da casa, o que gerou uma discussão entre ele e Ayrton. "Lá fora posso subir, gritar... Aqui tem que pular e gritar?", questionou o sírio, que terá ajuda da ONU para continuar sua busca pela família. "Agora estou vendo outro Kaysar aqui, diferente do Kaysar da casa", lamentou o terceiro colocado do reality. "Que bom cara, obrigada", rebateu, em tom irônico, o garçom.

'Respeita meu pai', dispara Ana Clara

À frente da reunião dos ex-confinados, Vivian Amorim quis saber do carioca as mudanças que havia notado no refugiado: "O que ele tá diferente?". "No caso, ele está sendo muito debochado", reclamou Ana Clara. "Estou vendo um olhar muito arrogante e debochado", definiu o patriarca da Família Lima. "Ai, preguiça!", exclamou a ruiva. Kaysar, ainda sem planos de engrenar namoro com Jéssica, disse: "Cara, qualquer coisa que a gente fala vocês dois ficam bravos e chateados". "Ninguém tá bravo, meu amor", garantiu a jovem, premiada com R$ 20 mil em barras de ouro durante o reality. Após fazer, caretas, ele questionou a Família: "O que tem que fazer? Quer que eu grite e pule aqui? Se der uma cadeira, tem que sentar assim? Eu sou louco, tenho meu jeito", afirmou Kaysar, dirigindo a palavra à Vivian: "Vou respeitar você". Ana Clara, então, rebateu: "Aproveita e respeita o meu pai, porque você está desrespeitando bastante agora, coisa que você nunca fez com ele".

Ayrton pede que Kaysar não o chame de 'chefe'

Ao ver que a discussão estava quente, Vivian entrou no papo. "O que eles estão falando é o seu jeito de falar, que lá na casa você levava mais de boa". Na sequência, Ayrton destacou que falava com o sírio sempre que não gostava de um comportamento dele. "O exagero, quando eu falei, não falei nas costas dele", assegurou. "Tá bom, chefe!", exclamou Kaysar, sendo corrigido pelo analista, que não quis mais ser chamado pelo apelido. "Tá bom, Ayrton. Tá sempre certo e tem razão em tudo, parabéns para você", encerrou. Confira a seguir vídeos da discussão!

 

Fonte: msn


O atacante Keno, do Palmeiras, negou nesta quinta-feira (19) que o clube passe por má fase na temporada. Para o jogador, a sequência de três partidas sem vencer se atribui a azar e a desatenção em alguns lances, falhas que, segundo ele, serão solucionadas em breve e demonstradas a partir de domingo, quando o time volta a campo pelo Campeonato Brasileiro para tentar a primeira vitória nesta edição da competição.

"Por que má fase? Empatamos três jogos, fizemos um bom jogo contra o Boca (Juniors, pela Libertadores), tomamos um gol no final. Contra o Botafogo (na estreia deste Brasileirão) fizemos um bom jogo e tomamos um gol no final. Não estamos com essa cabeça de clima ruim e pesado. O campeonato começou agora", afirmou o atacante, titular nas duas últimas partidas", frisou o jogador, questionado, em entrevista coletiva, sobre o momento atual da equipe alviverde. 

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Segundo Keno, titular da equipe de Roger Machado nos dois últimos jogos, os resultados positivos escaparam em compromissos recentes por questões de detalhes.

"Teve azar também. Desatenção do grupo. Não pode ter o deslize e tomar o gol no final. O Roger é um treinador que vem cobrando muito. Vamos seguir trabalhando forte para não cometermos esses erros no dia do jogo", comentou o jogador.

O próximo adversário do Palmeiras será o Internacional, domingo, às 16 horas, no Pacaembu, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

"No ano tem muitas coisas por vir. Temos de focar nos jogos que virão pela frente e ganharmos", disse Keno, depois de o time alviverde ter aberto a sua campanha no Nacional com um empate por 1 a 1 com o Botafogo, na última segunda-feira, no Engenhão, no Rio.

 

Fonte: R7


Fosse uma pessoa, o Vasco poderia ser diagnosticado com bipolaridade em 2018. O time - e consequentemente a torcida - alterna momentos de euforia e desespero com muita frequência, partida após partida. Os últimos jogos são prova disso. A montanha-russa cruz-maltina faz feridas dentro, fora de campo, nas arquibancadas e gera um clima de desconfiança constante.

A satisfação das viradas até chegar na final do Carioca se transformou em frustração após o gol do botafoguense Carli nos acréscimos e a derrota nos pênaltis. No Brasileiro, confiança em alta após vencer o Galo de virada. No jogo seguinte, atropelamento por 4 a 0 frente ao Racing na Argentina e futuro na Libertadores ameaçado.

Os três jogos fora do Brasil na Libertadores são um caso à parte. Primeiro, vitória por 4 a 0 sobre o Universidad de Concepción, no Chile. Nas outras duas, derrotas por 4 a 0 para Jorge Wilstermann e Racing. Contra os bolivianos, na altitude de Sucre, o sofrimento só terminou graças a Martín Silva, herói nas cobranças de pênaltis.

Até o encantamento com a grande fase de Paulinho se transformou em choro após a joia fraturar o cotovelo e saber que ficará cerca de quatro meses inativo.

As escolhas de Zé Ricardo

A instabilidade do time respinga diretamente no trabalho do treinador, que, embora tenha crédito com a diretoria e torcedores, tem algumas escolhas questionadas. Internamente há quem desaprove o fato de ele ter optado por mudanças de esquema tático em algumas partidas decisivas do Carioca e no duelo com o Racing. A avaliação é que foram arriscadas demais, principalmente por causa do pouco tempo de treinamento.

O diagnóstico é de que a equipe perde confiança e a probabilidade de erros aumenta. Também há quem torça o nariz para a manutenção de alguns jogadores que não estão em alta com a torcida, como Paulão e Wellington. Uma das características de comando de Zé Ricardo é dar confiança aos atletas, assim ele acredita que ganha a lealdade do elenco.

Diretoria: cada um para um lado

Formada no início deste ano após a eleição de Alexandre Campello, a cúpula do futebol também tem alguns problemas de comunicação. Muitas vezes o vice de futebol Fred Lopes, o diretor Paulo Pelaipe e o gerente Newton Drummond não falam a mesma língua. O processo é de isolamento.

A demissão de Rodrigo Caetano do Flamengo criou um fantasma bem próximo para os profissionais do futebol. Ele é próximo ao presidente Campello e conta com a admiração de muita gente influente no clube.

Neste domingo, o Vasco tenta se equilibrar mais uma vez. A equipe enfrenta a Chapecoense, em Santa Catarina, pela segunda rodada do Brasileiro.

 

Fonte: globoesporte 


O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes negou nesta sexta-feira (20) pedido de habeas corpus protocolado pela defesa do ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. Ele foi preso no início do mês pela Polícia Federal em São Paulo.

Na decisão, Gilmar Mendes entendeu que o decreto de prisão não poderia ser questionado por meio de uma reclamação, uma classe processual do STF.

A prisão foi decretada no âmbito do processo sobre supostas irregularidades ocorridas em desapropriações para a construção do Rodoanel Sul. Segundo a defesa, a medida é arbitrária, sem fundamentos legais, além de desnecessária ante o perfil e a rotina do investigado, que sempre esteve à disposição da Justiça.

Segundo o Ministério Público Federal, durante as investigações, uma colaboradora informou ter sido ameaçada pelo ex-diretor da Dersa.

A defesa de Paulo Preto sustenta que investigações internas da empresa inocentaram o acusado de qualquer ato ilícito ou favorecimento a quem quer que seja. Os advogados também afirmam que a denúncia não se ampara nos elementos informativos colhidos no inquérito policial, que mostraram que ele não cometeu qualquer crime.

 

Fonte: R7


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