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O presidente da República, Michel Temer, disse hoje que o objetivo do governo é fazer com que a inflação fique em 4,5%, centro da meta fixada pelo Banco Central para 2017. Ele ressaltou que em seu mandato já foram feitas duas reduções nas taxas de juros Selic e estimou que se as reduções continuarem a taxa deve sair dos dois dígitos.

As declarações foram feitas durante a inauguração da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof. Fued Temer, na Praia Grande, município da Baixada Santista. Temer lembrou ainda que a inflação caiu de 10,70% no ano passado para 6,29%, abaixo do teto estimado para a meta.

Na quarta-feira (11), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, cortou a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, de 13,75% para 13% ao ano.

“Nós já reduzimos a taxa de juros e há uma projeção, nada certo evidentemente, de que os juros venham caindo paulatinamente, porém responsavelmente. Isso já teve repercussão no mercado financeiro. Os bancos já começaram a reduzir também suas taxas de juros. Nosso trabalho já tem começado a dar resultados. Somado à questão da queda da inflação, que no ano passado era de 10,70% e agora está em 6,29%”, disse.

O presidente disse que o governo não reduziu o orçamento das áreas da educação e saúde. Segundo ele, basta saber ler para verificar que os recursos para as duas áreas são maiores este ano do que foram em 2016.

“Nós vemos algumas afirmações de que o presidente vai acabar com a educação e a saúde e reduzir as verbas. Contra o argumento, eu apresento o documento. Nós estamos revalorizando, para o Orçamento do ano que vem [2017], os valores da saúde e da educação. O documento que apresento é precisamente a peça orçamentária que nós estamos mandando para o Congresso Nacional”.

O orçamento foi sancionado na quarta-feira (11) , com uma previsão de R$ 115,3 bilhões para a saúde e R$ 85,7 bilhões para a educação, para o ano de 2017.

Fonte: Agência Brasil


Aliado de Rosso ganha cargo no Ministério da Saúde

Quinta, 12 Janeiro 2017 00:00 Written by

Candidato a presidente da Câmara, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) conseguiu emplacar um indicado seu no Ministério da Saúde. Isolado, Rosso admite a possibilidade de abandonar a campanha, o que beneficiaria o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que pretende tentar a reeleição.

A coordenação do programa de doenças transmissíveis pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika) passará para as mãos de Divino Valério, indicado de Rosso. Para abrir a vaga para Valério, o ministério exonerou uma técnica que estava à frente da área de combate aos vetores havia 12 anos, Ana Carolina Santelli.

A decisão provocou alvoroço entre funcionários da área, sobretudo por causa do calendário. Com o verão, aumenta o risco de o País enfrentar nova epidemia de doenças ligadas ao Aedes aegypti, sobretudo chikungunya.

Valério já foi secretário de Rosso quando o deputado estava à frente do governo do Distrito Federal. Ele tem familiaridade no combate à dengue. Mas, para técnicos ouvidos pelo Estado, a experiência é pequena diante do desafio que começa a ser delineado.

Esta semana o cargo está vago. Embora o nome já tenha sido indicado, o coordenador avisou que assume o posto somente nos próximos dias.

Questionado se apoiava a reeleição de Maia para presidência da Câmara, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, foi evasivo. “O governo não está participando da disputa”, disse. O discurso, no entanto, destoa da prática. Presidente licenciado do PSD, o ministro Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações), por exemplo, tem atuado nos bastidores para ajudar Maia a se reeleger.

Kassab ajudou a marcar um café da manhã entre Maia e o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, que também é do PSD. A reunião deve ocorrer hoje na residência oficial do governador, em Florianópolis, e terá a participação de deputados do Estado.

Além de Kassab, outros integrantes do governo atuam pela reeleição. Na última sexta-feira, três ministros participaram de almoço de Maia com a bancada de Pernambuco no Recife: o da Educação, Mendonça Filho (DEM); o das Cidades, Bruno Araújo (PSDB); e o de Minas e Energia, Fernando Filho (PSB). Os três são deputados licenciados pelo Estado.

Maia é o candidato preferido do Palácio do Planalto, apesar de o governo dizer oficialmente que não se envolverá na disputa da Câmara. Além do deputado do DEM e de Rosso, já se colocaram como candidatos ao comando da Casa o líder do PTB, Jovair Arantes (GO), e o deputado André Figueiredo (PDT-CE). A disputa está marcada para o dia 2 de fevereiro.

Tucano

Nesta quarta-feira, 11, após sair de encontro com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse considerar que a candidatura de Maia tem se consolidado nos últimos dias. A disputa pelo comando da Casa, assim como a do Senado, foi tema da conversa do tucano com Temer. “É a bancada da Câmara que irá se manifestar, mas vejo hoje ganhando consistência a candidatura do atual presidente Rodrigo Maia.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteudo


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) sugeriu ontem (11) ao presidente Michel Temer a criação de parcerias público-privadas (PPP) para a gestão de prisões como parte da solução para a crise do sistema carcerário brasileiro. Segundo Aécio, a referência pode ser o Complexo Penitenciário Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, considerado o primeiro presídio privado do país, inaugurado em 2013.

O senador argumentou que o modelo de PPP é diferente da gestão de presídios por meio de empresa terceirizada, como ocorre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, onde 56 presos foram assassinados entre os dias 1º e 2 de janeiro.

Nas PPPs há o pressuposto de que o setor privado faz o investimento e é remunerado a partir de condicionantes estabelecidas em contrato, que vão desde o percentual de presos estudando, trabalhando a [obrigações como] não haver fuga, nenhum tipo de rebelião. Com o descumprimento, [a empresa] deixa de receber a remuneração previamente estabelecida”, explicou Aécio em entrevista após reunião com Temer, no Palácio do Planalto.

Para o senador mineiro, que é presidente do PSDB, a privatização de presídios pode ampliar a oferta de vagas no sistema carcerário do país.

“Por maior que seja o esforço do governo, poderão se chegar a 30 mil novas vagas em todo o país. Poderemos falar no dobro disso a partir de investimento do setor privado, onde o Estado mantém sua responsabilidade de polícia, portanto a direção de segurança interna e a segurança fora dos muros são do Estado, mas a gestão administrativa interna em condições humanizadas passa a ser dessas empresas, com salas de aulas, gabinetes odontológicos”, argumentou.

Inaugurado em 2003, na gestão do ex-governador Antonio Anastasia, também do PSDB, o Complexo Penitenciário Ribeirão das Neves é o primeiro do Brasil construído e administrado por um consórcio de empresas privadas, que disputou a prestação do serviço em uma licitação. Na época da inauguração, o governo mineiro informou que o investimento privado no presídio foi de R$ 280 milhões.

Votação de reformas

No encontro, Aécio disse ter reiterado a Temer que o PSDB está comprometido com o avanço de reformas como a da Previdência e a flexibilização das leis trabalhistas, que dependem de aprovação do Congresso Nacional.

Segundo o senador tucano, neste “ano das reformas” é preciso ter a “compreensão clara de que o tempo é curto”.

“Apoiar o governo Temer hoje é um ato de responsabilidade com o Brasil”, acrescentou. Aécio reafirmou a manutenção do PSDB na base aliada do governo Michel Temer, inclusive “colocando os quadros do partido à disposição” do presidente “neste governo de transição”.

Sobre a eventual nomeação do deputado Antônio Imbassahy (PSDB-BA) para a Secretaria de Governo, cujo cargo está desocupado desde a saída do peemedebista Geddel Vieira Lima, o senador disse que “no momento oportuno” o deputado poderá estar à disposição de Temer, mas que quem decide é o presidente da República.

Fonte: Agência Brasil


O governador do Ceará, Camilo Santana, não descarta a possibilidade de deixar o PT neste ano. Ele já afirmou, diversas vezes, ter recebido convites de vários partidos. Nesta terça-feira, 10, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse, brincando, que Camilo tem um “jeitão de tucano”.

Tasso e Camilo estiveram lado a lado, de manhã, na inauguração de uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no Shopping Iguatemi, em Fortaleza. Tasso, que é dono do shopping, estava presente como empresário, mas o evento acabou ganhando conotação política.

Durante a inauguração do Detran no Iguatemi, questionado se teria pensado em chamar o governador para o PSDB, Tasso Jereissati respondeu que Camilo tem uma missão, tem seu partido, e que seria “uma falta de cortesia” da parte dele (Tasso) fazer qualquer tipo de convite ao governador. “Acho que não tem sentido. Agora, que ele (Camilo) tem um jeitão de tucano, isso ele tem”, admitiu, sorrindo, o senador cearense.

Aliado ao grupo político dos ex-governadores Cid e Ciro Gomes (PDT), o mais provável é que Camilo Santana mude para um partido mais alinhado aos interesses de seus líderes, uma vez que Ciro tem procurado consolidar-se como candidato a presidente da República em 2018.

Camilo não esconde que tem recebido inúmeros convites para sair do PT. As propostas foram feitas, segundo o governador cearense, por legendas de correntes diversas: esquerda, centro e até de direita. Perguntado se vai realmente sair do PT, não diz que sim e nem que não. “Vamos aguardar”, desconversa.

Mesmo não confirmando a saída da legenda, o governador cearense já deu entrevistas a emissoras de rádio locais onde elenca suas insatisfações com o PT. “Existem vários conflitos desde a minha campanha, quando não tive apoio de parte do partido, não tive apoio do próprio presidente Lula – que nem gravou para a minha eleição no Ceará. Não tenho nenhuma queixa em relação a isso, mas, agora mesmo, na eleição de Fortaleza, meu candidato foi o Roberto Cláudio (PDT), meu partido ficou contra, lançando outra candidatura”, pontuou, recentemente.

Aproximação

Enquanto não toma posição acerca dos “convites”, Camilo dá sinais de aproximação com os tucanos cearenses. Sondou Maia Júnior, aliado de Tasso Jereissati, para compor o governo, que está passando uma minirreforma no secretariado.

Tasso confirmou ter conversado com Maia Júnior sobre a sondagem. Fez questão de ressaltar que seria uma decisão pessoal e não política. “Essa decisão é dele. Eu não posso e nem devo interferir. No entanto, politicamente, partidariamente, isso não muda nada. O partido é uma coisa e uma decisão pessoal, profissional dele (Maia Júnior) é outra coisa”, disse o senador.

Nesta terça-feira, Camilo Santana deu posse na Secretaria de Justiça do Estado a Socorro França, que já disputou a prefeitura de Fortaleza pelo PSDB. Mas o governador nega serem estes gestos de aproximação política com os tucanos cearenses. “O importante é que todos, nesse momento de dificuldade, possam garantir uma visão republicana e trabalhar pelo Ceará. Em um momento de dificuldade na economia, difícil na política; num momento de seca, é importante que todos os cearenses se unam e trabalhem pelo no Estado”, afirmou.

Fonte: Estadão Conteúdo


O governador Camilo Santana (PT) continua com as mudanças no primeiro escalão da administração estadual e convidou o atual Secretário das Cidades, Lúcio Gomes, para assumir a Secretaria de Infraestrutura do Estado. Com a saída de Lúcio, a Cidades fica com o ex-reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), professor Jesualdo Farias. O ex-vice-governador Maia Júnior, que é do PSDB, foi convidado e aceitou a Secretaria de Planejamento.

A 72 horas de uma viagem para o exterior, Camilo Santana tenta acelerar as mudanças no secretariado. As mudanças começaram na semana passada com a posse do delegado da Polícia Federal André Costa na Secretaria de Segurança Pública e da procuradora aposentada Socorro França na Secretaria de Justiça. Até a próxima sexta-feira, outras mudanças no primeiro escalão do Governo do Estado poderão ser anunciadas.

Irmão de Cid, Ciro e Ivo, Lúcio topou o desafio de comandar a poderosa Secretaria de Infraestrutura e, em suas mãos, estarão importantes obras como o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Fortaleza e a recuperação e construção de estradas estaduais. Para o lugar de Lúcio, Camilo Santana convidou o professor Jesualdo Farias para a Secretaria de Cidades. Entre as mudanças, a de maior repercussão, no entanto, é a entrada do tucano Maia Júnior para o Governo do Estado.

Filiado ao PSDB, Maia é identificado com o senador Tasso Jereissati, mas, pelas informações de bastidores, teria ido por decisão pessoal para a Secretaria de Planejamento. Nessa área, Maia terá como uma das missões elaborar e viabilizar projetos de PPP (Parceria Público Privada).

O surgimento do nome de Maia Júnior como possível secretário de Camilo Santana gerou uma série de especulações e avaliações sobre a repercussão do convite para o tucano. Líderes de oposição acenderam a luz amarela porque a ida de Maia Júnior para o governo poderia significar a saída do PSDB do bloco partidário que, em 2014, apoiou a candidatura do senador Eunício Oliveira ao Governo do Estado. Entre os tucanos, Maia, em aceitando o convite de Camilo, o faria por decisão pessoal e não como representando do PSDB. Maia ainda não pediu desfiliação do PSDB.

Fonte: Ceará Agora


Sancionado sem vetos pelo presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, o Orçamento Geral da União de 2017 foi publicado na edição de hoje (11) no Diário Oficial da União. Esta é a primeira peça orçamentária sob vigência da proposta de emenda à Constituição (PEC 55/2016) que estabelece teto para os gastos públicos pelos próximos 20 anos.

Maia sancionou a lei ontem (10) durante a viagem do presidente Michel Temer a Portugal, onde participou do funeral do ex-presidente português Mário Soares.

O Orçamento foi aprovada pelo Congresso Nacional no dia 15 de dezembro com previsão de R$ 3,5 trilhões de gastos federais de 2017 e salário mínimo de R$ 945,8. No entanto, no dia 29 de dezembro, o governo corrigiu o cálculo do salário mínimo e anunciou, por decreto, o valor de R$ 937, em vigor desde o dia 1º de janeiro.

O Orçamento estima em 1,3% o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas em um país) para 2017 e prevê 4,8% de inflação. A peça orçamentária trabalha com a estimativa de que a taxa básica de juros, a Selic, fique em 12,11%, e projeta um câmbio de R$ 3,43 por dólar.

A lei prevê que as despesas com juros e amortização da dívida pública consumirão R$ 1,7 trilhão. Segundo o texto, R$ 306,9 bilhões serão destinados ao pagamento de pessoal na esfera federal, R$ 90 bilhões vão para investimentos das estatais e R$ 58,3 bilhões para investimentos com recursos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social. Essa última dotação subiu R$ 19 bilhões em relação à proposta original. O aumento decorreu de emendas de deputados e senadores às despesas de 2017.

Fonte: Agência Brasill


Maia articula ‘blocão’ para isolar o PT

Terça, 10 Janeiro 2017 00:00 Written by

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ameaça repetir o que fez o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em 2015 e formar um “blocão” de partidos da base aliada para tentar isolar o PT na disputa interna da Casa, caso o partido não apoie sua recondução ao cargo. Se o bloco for formado e Maia, eleito, os petistas ficariam mais um biênio sem postos na Mesa Diretora.

Para apoiar a reeleição de Maia, o PT pediu o direito de indicar o próximo primeiro-secretário da Câmara, espécie de prefeito, que cuida do orçamento da Casa. Dona da segunda maior bancada, com 57 deputados, a sigla alega que, pela proporcionalidade, tem direito ao cargo, o segundo mais cobiçado da Mesa, sem contar a presidência. O mais desejado é a 1.ª-vice-presidência, que caberá ao PMDB, maior partido da Câmara, com 64 parlamentares.

“Nossa reivindicação, que não é uma reivindicação, é o que temos direito”, afirmou ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o novo líder do PT, Carlos Zarattini (SP). “Quem nos deu a segunda maior bancada foi o povo. Esses partidos têm que entender isso.”

Maia, no entanto, usa a 1.ª-secretaria para tentar atrair o apoio de partidos do Centrão – grupo de 13 siglas da base aliada, entre eles PP, PR, PSD e PTB, e que tem dois candidatos a presidente da Câmara. O parlamentar fluminense ofereceu o posto em sua chapa ao PR, legenda que comanda a quinta maior bancada da Casa, com 40 deputados. Aos petistas, o presidente da Câmara ofereceu a 2.ª ou a 3.ª secretaria.

Em um aceno ao PT, o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), que vai lançar hoje a sua candidatura à presidência da Casa, criticou a estratégia de Maia e disse que a sua chapa será a da proporcionalidade. Segundo o deputado, se ele for eleito, vai respeitar o tamanho das bancadas. “Os lugares que existem na Mesa já são destinados aos partidos políticos.”

Para ele, seria “injusto” com os partidos ficarem sem os cargos na Mesa, já que as regras internas da Câmara preveem que a ordem de indicação para os cargos deve respeitar a proporcionalidade do tamanho das bancadas. “Esses cargos não são meus, são da Casa. Não vou ter esse tipo de comportamento”, afirmou Jovair.

Divisão. Apesar de Maia ser de um partido da base do governo do presidente Michel Temer e ter sido um dos principais apoiadores do impeachment de Dilma Rousseff, uma parcela da bancada do PT trabalha para que o apoio ao deputado do DEM aconteça já no primeiro turno, para garantir que o partido não fique de fora da composição da direção desta vez.

Mas há petistas que defendem, no primeiro turno da disputa, o apoio do partido a uma candidatura de oposição, hoje representada pelo deputado André Figueiredo (PDT-CE).

Uma ala minoritária trabalha ainda pelo nome de Jovair, porque ele tem prometido respeitar a regra da proporcionalidade. O apoio, porém, é considerado praticamente “impossível”, porque o líder do PTB foi o relator do processo de impeachment na Câmara. A bancada petista vai se reunir no dia 17 para tentar chegar a um consenso.

Com informações O Estado de São Paulo


O PMDB já considera garantida a eleição do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) como novo presidente do Senado. A certeza deve-se a decisão da maioria da bancada do PT de participar da chapa que está sendo fechada para eleição do líder peemedebista. Eunício não deve enfrentar resistências e até mesmo uma possível candidatura avulsa foi praticamente descartada. As informações são do Jornal O Globo.

O PMDB, agora quer acomodar presidente Renan Calheiros em um cargo onde possa continuar exercendo poder na Casa. No próximo dia 26, a bancada deverá definir o nome do senador que ocupará a segunda vice-presidência no lugar do senador Romero Jucá (PMDB-RR). Renan, por sua vez, deverá ser o novo líder do partido. Os outros pretendentes como Eduardo Braga (PMDB-AM) e Raimundo Lira (PMDB-PB) seriam realocados em cargos na Mesa ou no comando de comissões importantes.

Para evitar desgastes, Eunício resolveu ficar fora da disputa pela liderança e escolha de comissões e cargos na Mesa, delegando essa tarefa para a bancada.

Os senadores Lindbergh Faria (PT-RJ) e a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR) até manifestaram, em reunião da bancada, desejo de apoiar um candidato avulso, para não serem acusados de estar apoiando um candidato “do golpe”, mas o risco de ficar sem cargos na Mesa, fez o partido fechar com Eunício. O PT deve ficar com a primeira secretaria.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), incomodado com a candidatura de Eunício, chegou a sondar outros peemedebistas para que disputassem a presidência com o cearense, entre eles: Garibaldi Alves (RN), Valdemir Moka (MS) e Simone Tebet (MS), mas nenhum aceitou.

Fonte: Ceará Agora


O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, acatou o pedido dos estados de Roraima e Amazonas e enviará 200 homens da Força Nacional, 100 para cada estado, para reforçar a segurança nesses locais. “Estamos deslocando entre hoje e amanhã, na madrugada, pela FAB [Força Aérea Brasileira], os homens e todo o equipamento de armamento e viaturas. Os homens vão realizar policiamento, apoio nos bloqueios e apoio no perímetro das penitenciárias”, afirmou. Os dois estados registraram na última semana rebeliões em unidades prisionais que deixaram cerca de 100 detentos mortos em menos de cinco dias.

Moraes enfatizou, porém, que a Força Nacional não fará a segurança dentro das penitenciárias. “Nenhum pedido para a Força Nacional agir como agente penitenciário será deferido. Isso é ilegal pela lei que criou a Força Nacional. Ela é composta de policiais militares e há uma unanimidade, independente de ideologia, de que quem prende não deve cuidar. Isso é uma contingência legal", explicou.

A governadora de Roraima, Suely Campos, havia pedido ao Ministério da Justiça o apoio da Força Nacional para atuar “no controle da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo”. Na última sexta-feira, um confronto entre detentos deixou 33 mortos na unidade.  O contingente de policiais será enviado, mas não para este fim. “O apoio às barreiras, recaptura de presos, escolta de presos para irem ao fórum ou em transferências; isso a Força Nacional pode fazer. E foi definido tanto para Roraima, quanto para o Amazonas”, explicou Moraes em coletiva na noite de ontem (9), em Brasília.

O governo do Amazonas, além de homens da Força Nacional, pediu o auxílio de um helicóptero para a busca dos presos que fugiram no início de janeiro, após rebelião que matou 56 homens no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Roraima também pediu o envio de mais armamentos.

Pedidos de outros estados

O ministro também destacou o pedido de ajuda de outros cinco estados: Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Acre, Tocantins e Rondônia solicitaram outros tipos de apoio. Rondônia solicitou equipamentos e armas, além de apoio em transferências de presos, ainda em fase de análise pelo Poder Judiciário.

O estado do Acre pediu apoio na transferência de 15 presos, já autorizada pela Justiça. Mato Grosso do Sul também pediu apoio para transferir presos. Mas dos 22 que o estado pretende transferir, apenas 7 já foram autorizados pela Justiça. O ministério aguarda a situação dos demais. Mato Grosso, por sua vez, solicitou armamentos e equipamentos. Tocantins receberá do ministério 1.363 coletes balísticos masculinos.

Além disso, os estados do Acre e Roraima também solicitaram ao ministro a aplicação de parte da verba recém recebida, R$ 32 milhões cada, para ampliar presídios. Os pedidos, disse Moraes, foram atendidos, uma vez que o dinheiro foi enviado para ampliar vagas de presos, seja construindo novos presídios, seja ampliando já existentes.

Fonte: Agência Brasil


Temer sobrevoa região alagada no Rio Grande do Sul

Segunda, 09 Janeiro 2017 00:00 Written by

O presidente Michel Temer desembarcou às 9h30 na Base Aérea de Canoas, no Rio Grande dos Sul e, neste momento, encontra-se sobrevoando de helicóptero o município de Rolante, um dos mais atingidos por temporais e alagamentos nos últimos dias.

Temer está acompanhado do ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Saúde, Ricardo Barros, além do governador do estado, José Ivo Sartori. De acordo com o Planalto, não está confirmado, mas há a possibilidade de o helicóptero pousar no local, para o presidente ver de perto a situação na região.

De lá, Temer seguirá para o município de Esteio, também no RS, onde participará da cerimônia de anúncio da renovação da frota de ambulância do SAMU. Ao todo, 340 veículos serão entregues em todo o país. Destes, 61 serão no Rio Grande do Sul. A cerimônia será no Parque de Exposições Assis Brasil.

O retorno a Brasília etá previsto para as 12h40. Ainda hoje Temer deverá embarcar para Portugal, onde participará do funeral do ex-presidente Mário Soares, que faleceu no sábado (7) , aos 92 anos, após mais de 20 dias de internação. Temer divulgou ontem (8) uma nota de pesar pela morte do ex-presidente de Portugal.

Fonte: Agência Brasil


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