Policial

Policial 299

Dois homens, em uma moto, efetuaram uma sequência de mais de 10 tiros, possivelmente de pistola, contra um pedreiro, identificado como “Tico Nicolau”, na cidade de Manaíra, Sertão paraibano. O crime ocorreu, por volta das 19h, desta segunda-feira (13), na rua Maria Alves Barbosa, saída para a cidade de Princesa Isabel.

 

De acordo com informações de populares, que estiveram no local do ocorrido, o pedreiro se encontrava na calçada de um bar, quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram e efetuaram vários disparos, possivelmente de pistola contra ele. Em seguida, a dupla fugiu no sentido da cidade de Princesa Isabel. Os tiros acertaram a região da cabeça e tórax do pedreiro.

A vítima foi socorrida, em estado gravíssimo, por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, para o hospital de Princesa Isabel. Segundo informações atualizadas, por vota das 20:30h, a vítima não resistiu aos disparos e faleceu antes mesmo de dar entrada no hospital de Princesa Isabel.

A Polícia Militar foi acionada e se deslocou para o local, para em seguida fazer diligências, mas ninguém foi preso até o momento.

Mais informações, a qualquer momento.
 

Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias

 


Um homem suspeito de ter espancado até a morte uma criança de um ano e quatro meses de idade, no município de Queimadas, negou nesta segunda-feira (13) que tenha cometido o crime. Ele é padrasto da criança, foi interrogado pelo delegado Cristiano dos Santos Santana, e mesmo negando o espancamento permanecerá preso na Central de Polícia de Campina Grande, para onde foi transferido.

operacao-prende-quadrilha-suspeita-de-explosoes-bancos

 

A morte foi registrada na sexta-feira e a prisão preventiva do homem acabou sendo decretada por decisão da Justiça depois que a mãe da criança o apontou como responsável pelas agressões.

“O preso nega a autoria do crime, mas há fortes indícios que convergem para o depoimento da mãe”, declarou o delegado. “O padrasto está preso preventivamente suspeito de prática de homicídio”, completou.

Inicialmente, contudo, a versão era outra. A mãe do menino chegou ao Hospital de Queimadas para internar o filho dizendo que ele tinha sido atingido por um burro. E foi essa a mesma versão apresentada pelo padrasto nesta segunda-feira.

Ao longo da própria sexta-feira, no entanto, o delegado entrou no caso. Isso porque o menino não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo no hospital; e, tempos depois, ligações anônimas realizadas para a Delegacia de Queimadas denunciaram o padrasto como o autor das agressões fatais. Paralelo a isso, laudos cadavéricos iniciais indicavam espancamento como a causa da morte.

Pressionada, a mãe do menino mudou a sua versão. E, enfim, acusou formalmente o seu companheiro, padrasto de seu filho.

O delegado, inclusive, deu detalhes sobre o crime. E disse que as agressões teriam começado, segundo a versão da mãe, porque o homem preso teria se incomodado com o choro ininterrupto do menino. Ele então teria arremessado a criança no chão e depois dado um violento chute em sua barriga. A criança depois disso teria começado a vomitar. E, levada ao hospital, acabou morrendo pouco depois devido a complicações provocadas pelo baço estourado.

Na próxima quarta feira (15) o homem será apresentado a um juiz para a audiência de custódia, quando será decidido se ele responderá ao processo em liberdade ou se será conduzido a algum presídio do estado. 

Fonte: Portal Correio

 


De acordo com informações do delegado seccional de Princesa Isabel, Cristiano Jacques, a Operação Policial teve que ser antecipada, tendo em vista que haviam 5 execuções para ocorrer no município de Flores a mando de um homem identificado como Josemar Patriota, vulgo “Cangaceiro”. Segundo o delegado, o grupo já havia executado no final de setembro do ano passado, em Flores, Heleno Medeiros de Oliveira, de 47, conhecido como “Marcos”

Uma Mega Operação Policial, denominada de "ΘΉΡΑΜΑ", coordenada pelas Polícias Civil e Militar da Paraíba e Pernambuco, foi deflagrada, no início da manhã desta terça-feira (14), com o objetivo de reprimir o tráfico ilícito de drogas, que vinha ocorrendo na fronteira entre os dois Estados. As ações policiais se deram em Princesa Isabel, Sousa, no Estado da Paraíba e, em Flores, Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha e Canhotinho, no Estado de Pernambuco.

 

De acordo com informações do delegado seccional de Princesa Isabel, Cristiano Jacques, a Operação Policial teve que ser antecipada, tendo em vista que haviam 5 execuções para ocorrer no município de Flores a mando de um homem identificado como Josemar Patriota, vulgo “Cangaceiro”. Segundo o delegado, o grupo já havia executado no final de setembro do ano passado, em Flores, Heleno Medeiros de Oliveira, de 47, conhecido como “Marcos”.

Ainda de acordo com informações do delegado seccional de Princesa Isabel, Cristiano Jackson, o grupo é responsável pela distribuição de drogas (cocaína, crack e maconha) na fronteira, entre os Estados da Paraíba e Pernambuco, além de homicídios e comércio de armas de fogo e munições.

De acordo com as investigações das polícias dos dois estados, o grupo de criminosos é ligado a Josemar Patriota, que mesmo após ter sido preso continuava a gerenciar as atividades criminosas dos associados de dentro dos Presídios.

 

Josemar Patriota teve novo mandado de prisão cumprido em seu desfavor no Presídio de Sousa, local onde se encontra preso no momento.

De acordo com as investigações, o município de Flores funcionava como base de distribuição da droga para os municípios de Princesa Isabel, Juru, Imaculada, no Estado da Paraíba e, em Flores, Tabira, Afogados da Ingazeira e Santa Terezinha no Estado de Pernambuco.


Foram presos em cumprimento aos mandos de prisão:

Josemar Cícero Nunes Patriota, vulgo “Patriota” ou Cangaceiro”, Ironilda Alves Diniz Patriota, vulgo “Diniz”, Aparecido Eudes de Lima Costa, vulgo “ Eudes”, Antônio Amaro da Silva Filho, vulgo “Toim” ou “Toim Amaro”, Ingris Nairan Vieira, vulgo “Senhorinha”, Janduir Jeferson Nunes Alves, vulgo “Piu Piu”, Givaldo do Nascimento Vieira, conhecido por “Givaldo”, Luciano Marques de Souza, vulgo “Luciano”, Marcio Marques de Oliveira Silva, Indivíduo conhecido por “Samir”.

Outras três pessoas são consideradas, acusadas de envolvimento do o grupo, são consideradas foragidas
 

Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias

 


O jovem, José Brasileiro de Sousa, de 29 anos foi assassinado a tiros, por volta das 21h da noite deste sábado (11) na cidade de Sousa.

 

De acordo com informações da Polícia Militar, o jovem passava de moto pela BR-230, nas proximidades da entrada do conjunto Mutirão, quando foi fechado por um Chevrolet Trailblazer. Em seguida, um homem desceu do veículo e começou a atirar contra a vítima, que morreu no local do ocorrido.

O Serviço de Atendimento Móvel de Ugência - SAMU e o Corpo de Bombeiros foram acionados, mas ao chegarem ao local a vítima já estava sem vida. A Polícia Militar foi acionada, fez diligências pela cidade, mas até a publicação desta matéria nenhum suspeito havia sido preso.

O crime ainda é um mistério para a polícia, que está tentando colher pistas para chegar a suspeitos.
 

Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias

 


A Polícia Militar prendeu, na noite deste sábado (11), na cidade de Santa Luzia, o jovem Maurício Silva de Sousa, de 21 anos.Ele estava seguindo para Cajazeiras e foi preso dentro de um ônibus interestadual, que fazia o itinerário Natal-RN a São Luís-MA.

 

De acordo com informações da Polícia Militar, contou em depoimento, o jovem explicou estava vindo da cidade de João Pessoa, onde reside, para a casa de familiares em Cajazeiras porque estava sofrendo ameaças de morte na capital.

Ao passar pela cidade de Santa Luzia, o veículo foi interceptado pelo Polícia Militar, depois de uma denúncia anônima, no terminal rodoviário para averiguação. Nas revistas dentro do veículo os policiais encontraram cocaína, pedras de crack e munições calibre 38 com o suspeito, que foi conduzido à delegacia para prestar depoimento e ficar à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis.
 

Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias

 


A polícia encontrou o corpo de um homem esquartejado em uma rua de Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio, e investiga se a vítima é o autor de um estupro cometido no Rio de Janeiro. O corpo foi localizado por volta das 22h30 deste domingo (12).

Segundo o delegado titular da 126ª Delegacia de Polícia, Marcelo Braga, "existe essa desconfiança [de que o corpo é do estuprador]. Isso foi passado ao IML para fazer o confronto papiloscópico. Mas ainda não foi confirmado". Os exames vão confirmar a identidade da vítima do esquartejamento.

O homem assassinado foi deixado na Avenida Samuel Bessa, em frente ao Ciep do bairro Jacaré. De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram que um carro preto parou, tirou o corpo do veículo, jogou no local e foi embora. A polícia ainda não tem suspeitos do homicídio.

 

O estupro do qual o homem encontrado morto é suspeito aconteceu no dia 4 de agosto quando uma menina de quatro anos dormiu na casa da patroa da mãe, na Taquara, Zona Oeste do Rio. O jovem de 19 anos, que era procurado pela polícia, é filho da empregadora e foi identificado como Eduardo Gonçalves.

A menina teve que ser internada e passou por procedimento cirúrgico, onde teve que levar mais de 20 pontos.

 

Fonte: G1

 


Autor: Redação do Portal

Um homem de 38 anos foi preso em flagrante, nesta quarta-feira (8), na cidade de Alagoa Grande, no Agreste paraibano, suspeito de tentar envenenar seis pessoas da própria família, incluindo a mãe, duas irmãs, um cunhado e dois sobrinhos.

Veneno foi encontrado na casa onde o homem de 38 anos foi preso, em Alagoa Grande (Foto: 4º BPM/Divulgação)

 

Ele teria colocado o veneno utilizado para matar ratos, conhecido como chumbinho, dentro do arroz que seria consumido pela família no almoço, mas uma das crianças percebeu que o tio tinha colocado algo dentro da panela e avisou para a mãe.

A embalagem do veneno foi encontrada na residência onde o suspeito morava com a família, que informou já estar desconfiada de algumas atitudes estranhas dele.

A prisão foi feita por policiais da 2ª Companhia do 4º Batalhão de Polícia Militar, no bairro do Cruzeiro. O suspeito de tentar envenenar a família foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil. 

 

Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias com G1

 


RIO - O motorista do caminhão-reboque que atropelou dez pessoas na Penha, zona norte do Rio, na terça-feira, 7, estava proibido de dirigir por conta de um problema físico. Mesmo assim, pressionado por falta de dinheiro e doenças na família, há dois meses ele demitiu um funcionário e passou ele mesmo a conduzir o veículo. O homem morreu após o acidente que provocou na tarde de terça-feira, quando entrou pela contramão e atingiu nove carros e uma moto. Uma outra pessoa também morreu.

Caminhão na contramão atropela dez e mata dois, no Rio: O caminhão bateu em nove carros e uma moto, ferindo dez pessoas

© Reprodução Google Street View O caminhão bateu em nove carros e uma moto, ferindo dez pessoas

A polícia investiga a causa da morte do motorista. Dos dez feridos, só uma pessoa continuava internada nesta quarta-feira, 8, com estado “estável”, segundo o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

Carlos Henrique Sarmento Gonçalves, de 40 anos, mantinha uma oficina mecânica e um caminhão-reboque registrado em nome da mulher, Jaqueline Nascimento. Ela tinha um tumor no intestino havia dois anos e, cansada de esperar pela cirurgia no Sistema Único de Saúde (SUS), comprou um seguro-saúde, aguardou o fim do período de carência e há cerca de 20 dias fez a cirurgia. Agora, aguarda a biópsia para saber se o tumor é benigno ou maligno.

O filho do casal, um adolescente de 14 anos, tem hidrocefalia (doença caracterizada pelo acúmulo de líquido cefalorraquidiano no crânio, causando diversos problemas) e faz tratamento médico contínuo.

Gonçalves, que tinha passagens pela polícia por lesão corporal, tentativa de roubo de carga, dano ao patrimônio público, resistência, desobediência e desacato, trabalhava na oficina e mantinha um motorista que operava o caminhão reboque. Com problemas financeiros, há dois meses o empresário decidiu demitir o motorista.

Por conta de um problema em um dos calcanhares, Gonçalves não conseguia movimentar o pé de baixo para cima e vice-versa. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou o caso ao Departamento Estadual de Trânsito do Estado do Rio (Detran-RJ), que cassou a habilitação do empresário. Mesmo assim, desde que demitiu o motorista, Gonçalves passou a dirigir o caminhão-reboque.

Por volta das 13h da última terça-feira, Gonçalves seguia pela avenida Braz de Pina quando entrou pela contramão na rua Venina, que depois vira José Maurício. Ao longo de aproximadamente um quilômetro, ele bateu em nove carros e uma moto, além de ter atingido uma banca de jornais e postes. Um motociclista conseguiu saltar, mas a moto ficou presa embaixo do caminhão, impedindo que ele seguisse pela contramão.

Pó branco foi encontrado

A Polícia Militar retirou o motorista do caminhão e evitou que ele fosse agredido - uma multidão queria linchá-lo. Aparentemente desacordado, ele foi colocado na caçamba de uma viatura da PM e levado ao Hospital Getúlio Vargas, onde chegou morto. Um pino com pó branco foi encontrado com Gonçalves. Diante da suspeita de que se trate de cocaína, a polícia fez exame toxicológico, que ficará pronto em 15 dias. Também está sendo feita necropsia do corpo, para identificar a causa da morte.

A viúva não acredita que o marido estivesse drogado. “Ele andava sobrecarregado, trabalhando de dia e à noite, e estava sob uma tensão física e psicológica”. Para ela, foi por conta do cansaço e da pressão que o marido entrou pela contramão e acabou morrendo.

O caso está sendo investigado pela 22ª DP (Penha). O delegado Rodrigo Freitas, responsável pelo caso, já ouviu dois policiais militares que socorreram Gonçalves. “Por enquanto estamos colhendo depoimentos e imagens”, afirmou.

 

Fonte: MSN

 


Asfixiada, esfaqueada, com um tiro na cabeça, deixada morta na rua, jogada da janela do apartamento, na frente do filho ou do pai, grávida, na própria casa ou na residência do suspeito. Nos pimeiros oito dias do mês de agosto o R7 noticiou a morte de doze mulheres por feminicídio. Entre 24 e 40 anos, todas as vítimas foram mortas por companheiros ou ex-companheiros.

O feminicídio virou crime hediondo em março de 2015, o assassinato de uma mulher em razão do gênero, violência doméstica e familiar, menosprezo e discriminação contra a condição de ser mulher. No dia 22 de julho o assassinato da advogada Tatiane Spitzner, de 29 anos, espantou o país. Seu marido, Luis Felipe Manvailer, de 32 anos, foi acusado pela morte dela em Guarapuava, nos Campos Gerais do Paraná.

Estudante de Medicina é morta por asfixia pelo namorado em Campinas

Muitas pessoas ainda insitem em classificar erroneamente episódios como a morte de Tatiane Spitzner como crime passional, onde há "paixão envolvida". Tatiane, porém, não foi a única. Simone Silva, de 25 anos, foi encontrada desacordada com sinais de asfixia em seu quarto, no Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro. Simone estava grávida quando foi asfixiada por seu marido na frente do filho de 3 anos do casal. Desta vez a desculpa foi o ciúmes. 

Em 2017, foram registrados 2.643 novos casos de feminicídio no tribunais do país, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça. No último dia 4 de agosto, a jovem Whailly Michele Mendes da Silva, de 24 anos, foi assassinada pelo ex-namorado, em Pitangueiras, interior de São Paulo. Inconformado com o término, ele teria pedido um abraço de despedida e esfaqueado a vítima nas costas 13 vezes. Ela não teve chance de reação. 

Carla Grazielle Rodrigues Zandoná, 37 anos, morava em Brasília. A polícia encontrou o seu corpo caído no pátio do prédio onde vivia com seu companheiro. Ao entrar no apartamento, os policiais se depararam com o homem embriagado, segurando uma faca e dizendo que não sabia o que havia acontecido. Vizinhos informaram que o casal brigava frequentemente, mas ninguém nunca chamou a polícia.

 

Fonte: R7

 


Cartaz pede informações sobre suspeitas da morte de Mayara Santos (Foto: Reprodução/ Portal dos Procurados)

Portal dos Procurados divulgou na madrugada desta quarta-feira (8) o cartaz que pede informações sobre os paradeiros de Valéria dos Santos Reis, Thaíza Pimentel Esteves e Márcia Pimentel Esteves. Elas são suspeitas de organização criminosa e homicídio qualificado pela morte de Mayara Santos. A recompensa por informações sobre as três é de R$ 1 mil.

Segundo as investigações, elas estavam em um hotel no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, durante o procedimento estético da vítima e após ela passar mal. Mayara morreu horas mais tarde.

Na segunda (6), a Polícia Civil prendeu Patrícia Silva dos Santos, conhecida como Paty Bumbum, para apurar o envolvimento dela na morte da modelo. Paty já tinha sido presa dia 25, por exercício ilegal da profissão, e respondia em liberdade.

Ohana Hindara de Lima Diniz, uma das mulheres que acompanharam Mayara no procedimento, também foi presa. Uma testemunha diz que ela levava comissão pelas indicações de pacientes pra Valéria.

Valéria, Thaíza e Márcia são consideradas foragidas. Quem tiver qualquer informação a respeito da localização das suspeitas, pode denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram do Portal dos Procurados, no telefone (21) 98849-6099; na Central de Atendimento do Disque Denúncia, no número (21) 2253-1177; através do Facebook/(inbox); e pelo aplicativo Disque Denúncia RJ.

A recompensa só é paga com informações passadas para o Disque Denuncia ou para o Whatsapp dos Procurados.

Todas as informações serão direcionadas para 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) que ficou encarregada das investigações e do inquérito criminal.

 

Fonte: G1

 


Página 1 de 22

Commentários

Share on Myspace

Compartilhar

COMPARTILHAR

Previsão do Tempo em Mauriti-CE

Agenda Cultural do Cariri

  • felix.jpg
  • juazeiro.jpg
  • 13.jpg
  • 15.jpg
  • 25.jpg
  • 42.jpg
  • damiao2.jpg
  • lora.jpg
  • lovyle.jpg
  • marcio.jpg
  • moto2.jpg
  • net.jpg