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Um homem foi assassinado em uma barraca na praia de Jericoacoara, no município de Jijoca de Jericoacoara, litoral oeste do Ceará, na noite deste domingo (18). O jovem, identificado como Antônio Álvaro de Albuquerque, tinha 22 anos e estava em um dos pontos mais movimentados da praia.

De acordo com a Batalhão de Policiamento Turístico (Bptur) de Jijoca, ele foi abordado por dois homens que o atingiram com três tiros no pescoço. A vítima, morador da vila, não teve tempo de reagir. Segundo a Polícia Militar, o crime tem sinais de execução.

O corpo de Antônio Álvaro de Albuquerque foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) no município de Sobral, Região Norte do Estado, onde foi periciado na manhã desta segunda-feira (19) e liberado em seguida.

Até o início desta tarde ninguém havia sido preso. A investigação do crime vai ser conduzida pela Delegacia de Jijoca.

Violência

No último dia 8, um ex-policial militar de 39 anos foi assassinado em Jijoca de Jericoacoara. Silver Max Cavalcante Lopes era natural de São Luís, no Maranhão, trabalhou como policial em São Paulo e depois se mudou para Jericoacoara, onde comprou uma fábrica de gelo. Na cidade, ele recebia ameaças de um traficante.

Ainda conforme o Batalhão de Policiamento Turístico, por volta das 11h30, Silver Max foi surpreendido pelo traficante na porta da fábrica, na Rua Isabele. Max levou três tiros e morreu no local. A investigação do crime também é conduzida pela Delegacia de Jijoca de Jericoacoara.

 

Fonte: G1-CE


Fois jovens foram presos em flagrante com 140 kg de maconha escondidos em uma área de mata em Santos, no litoral de São Paulo, na quinta-feira (15). No local, os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) também encontraram 200 munições calibre 45.

Uma denúncia levou a equipe de investigadores até uma chácara localizada na Rua Maria Mercedes Fea, no Morro do Saboó. No fim de uma trilha, percorrida pelos policiais, os dois suspeitos foram avistados como se estivessem monitorando um casebre abandonado.

Denúncia levou policiais a localizarem droga em área de mata em Santos, SP (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Denúncia levou policiais a localizarem droga em área de mata em Santos, SP (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

O ajudante Clayson Ribeiro da Silva e o autônomo Alef Souza de Almeida, ambos de 24 anos, foram abordados e detidos enquanto era realizada uma varredura na área. Escondidos em meio à estrutura, estavam 146 tabletes de maconha e as munições, guardadas em caixas.

Os dois acabaram presos e levados à delegacia, onde foram indiciados por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Na sequência, ambos foram encaminhados à Cadeia Pública. A maconha localizada foi apreendida e armazenada no depósito da Polícia Civil.

Dupla foi presa com 140 tabletes de maconha e 200 munições em Santos, SP (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Dupla foi presa com 140 tabletes de maconha e 200 munições em Santos, SP (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

 

Fonte: G1-Santos


Francisco Epifânio Neto, condenado por participação no furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005, voltou a ser preso nesta sexta-feira em Madalena, no interior do Ceará, por porte ilegal de armas.

Segundo a Polícia Militar de Madalena, Francisco Epifânio foi denunciado por moradores do município por manter um arsenal em uma residência na zona rural da cidade.

Os policiais fizeram buscas no local e encontraram várias armas de fogo, incluindo pistolas, rifles e munição. Um outro homem que estava no local foi preso e indicou que o material pertencia a Francisco Epifânio.

O homem suspeito de ser o dono das armas é ex-cunhado de Antônio Jussivan Alves, o Alemão, mentor do furto ao Banco Central de Fortaleza, em 2005.

O furto ao Banco Central é o maior crime já ocorrido no Brasil. Os suspeitos fizeram um túnel sob o cofre da agência e roubaram mais de R$ 160 milhões em cédulas.

 

Fonte: G1-CE


A Polícia Militar (PM) apreendeu drogas, armas, entre elas, uma submetralhadora artesanal e munições no Bairro Bonfim na noite desta terça-feira (13), em Juiz de Fora.

Os policiais foram até a Rua Alvino Ferreira Toledo para checar a denúncia de que dois homens armados deixaram o material às margens do córrego Matirumbide. Nenhum suspeito foi preso.

No local, após uma varredura, os policiais encontraram, além da submetralhadora, duas espingardas e um revólver. Também foram apreendidos 14 cartuchos de munições e R$ 209,05 em dinheiro.

Foram localizadas 32 pedras de crack, uma pedra bruta e 40 papelotes de cocaína, uma balança de precisão, três rádios transmissores, um relógio, uma tesoura, uma câmera, uma calculadora, três celulares, quatro toucas ninja e duas mochilas. Todos os matérias foram apreendidos e levados para a delegacia.

 

Fonte:  G1 Zona da Mata


Três homens de 34, 35 e 37 anos foram presos com 248 porções de maconha, 257 pinos de cocaína, 285 pedras de crack e R$ 366 na noite desta segunda-feira (12) na comunidade Santa Cruz, região central de São José dos Campos (SP). Dois deles eram presidiários e estavam em 'saidinha' de Páscoa.

A ação aconteceu por volta das 22h30. Segundo o Batalhão de Ações Especiais da Polícia (Baep), a dupla tentou fugir ao avistarem o patrulhamento. Ao serem abordados, eles informaram que retiravam os entorpecentes para o tráfico em uma residência da Praça do Cruzeiro.

Em diligência, foram encontrados na casa de um outro homem, de 34 anos, uma quantia em dinheiro de R$ 366, além de 248 porções de maconha, 257 pinos de cocaína, 285 pedras de crack e um caderno de anotações do tráfico de drogas.

O proprietário da casa já possuía três passagens pela polícia. Todos foram encaminhados à delegacia, onde permanecem detidos.

 

Fonte: G1 Vale do Paraíba e Região


A Polícia Civil, com apoio do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Militar, prendeu sete suspeitos, entre eles três PMs, que são apontados como integrantes de uma milícia instalada no município de Mesquita, na Baixada Fluminense. A ação foi desencadeada na manhã desta quarta (14) e visa cumprir oito mandados de prisão, quatro deles contra policiais militares.

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Equipes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) saíram cedo da Secretaria de Segurança, no Centro do Rio, em direção à Mesquita.

Eles contam ainda com o apoio de homens da Força Nacional. O objetivo é cumprir oito mandados de prisão, sendo quatro contra PMs que estão na ativa. Os investigadores também fazem buscas em batalhões onde esses policiais trabalham.

As investigações tiveram início a partir da denúncia de uma vítima, que esteve na Draco e relatou que há cerca de dez meses um grupo da região passou a praticar extorsões, sob o pretexto de oferecer uma “suposta segurança”.

A testemunha afirma que passou a sofrer cobranças e que o grupo impôs o pagamento de uma taxa para cada uma das lojas que ele possuía, totalizando R$ 1.000,00 semanais pelas duas lojas. O líder das ações foi identificado como o policial militar Márcio Lima Cunha, conhecido como “Zebu”.

Ao se recusar a pagar a “taxa de segurança”, a vítima, que também é policial militar, sofreu uma emboscada praticada por integrantes do grupo liderado por Zebu. Um amigo que o acompanhava foi atingido por disparos e morreu no local. A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense abriu inquérito para investigar o homicídio.

De acordo com o titular da Draco, delegado Alexandre Herdy, o grupo é suspeito de explorar vários serviços. "Além de cobrar pela taxa de segurança a residências e comerciantes, as investigações apontaram que havia a distribuição de sinal clandestino de TV a cabo, venda de água e de gás, exploração de transporte alternativo, liberação de vias para shows (pagodes), cestas básicas, empréstimos de dinheiro a juros e serviços de mototáxis.", explica o delegado.

 

Fonte: G1-RJ


O esquema de corrupção envolvendo a produção e venda de alimentos em presídios no Rio de Janeiro teria desviado ao menos R$ 44,7 milhões dos cofres públicos, segundo estimativa do MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio Janeiro). A operação Pão Nosso, deflagrada nesta terça-feira (13), busca cumprir 14 mandados de prisão preventiva, dez de detenção temporária e outros 28 de busca e apreensão.

A ação é um desdobramento da Operação Lava Jato no Rio e é resultado de um trabalho conjunto do MPF (Ministério Público Federal), da Polícia Federal, da Receita Federal e do MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro). O objetivo é investigar crimes de corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro em contratos da Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária).

Entre os presos estão o ex-secretário de administração penitenciária do governo de Sérgio Cabral, César Rubens Monteiro de Carvalho, e o delegado-chefe das delegacias especilizadas da Polícia Civil, Marcelo Luis Santos Martins.

As investigações apontam que o patrimônio de César Rubens de Carvalho aumentou ao menos dez vezes enquanto esteve à frente da Seap. Um dos operadores financeiros de Sérgio Cabral revelou, em colaboração premiada, que parte da propina recebida pela pasta era repassada ao ex-governador, mas sem a definição de percentual fixo como identificado em outras secretarias já investigadas.

Como funciona o esquema

O alvo das investigações é o projeto Pão-Escola, cujo objetivo é a ressocialização dos presos. No programa, a empresa contratada para fornecer alimentos à Seap recebe os insumos do Estado e utiliza-se da mão de obra dos detentos, um serviço de baixo custo.

A empresa Induspan, de propriedade de Felipe Paiva, foi inicialmente contratada para executar o serviço, mas o contrato foi rescindido sob alegação de desequilíbrio financeiro. Isto porque, apesar do baixo custo para a produção dos pães, a companhia fornecia lanches para a Seap a preços acima do valor de mercado.

De acordo com o MPF, uma nova empresa foi criada por Paiva em nome de laranjas, sucedendo a Induspan no fornecimento de lanches nos presídios do Rio. As irregularidades foram constatadas por uma inspeção do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado), que apontou a continuidade do esquema dentro da Seap. Ainda assim, o ex-secretário de Administração Penitenciária César Rubens de Carvalho autorizou prorrogações de contrato com a nova firma de Paiva, a Iniciativa Primus.

Entre 2010 e 2015, o Estado teria pago cerca de R$ 73 milhões à iniciativa Primus, segundo denúncia apresentada pelo MP-RJ à Justiça.  Deste montante, conforme apurado nas investigações, foi desviado o valor de aproximadamente R$ 44,7 milhões, mediante pagamentos realizados sem a correspondente aquisição de produtos ou serviços que revertessem para o serviço prestado pela entidade.

As investigações apontam que a mesma empresa foi usada em uma série de transações de lavagem de dinheiro. O MPF estima que Felipe Paiva tenha lavado cerca de R$ 73 milhões, por meio de contratos fictícios de prestação de serviço celebrados com uma rede de empresas.

“Carlos Felipe Paiva fez uso do doleiro Sérgio Roberto Pinto para promover atos de lavagem de dinheiro auferido por meio de contratos fraudulentos firmados com a Seap. É, assim, plausível que parte do dinheiro recebido do Estado do Rio de Janeiro tenha sido remetido para o exterior, utilizando a estrutura de empresas utilizadas por Felipe Paiva e Sérgio Pinto”, explicaram em petição os procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

As empresas de Felipe Paiva forneceram pães para a secretaria entre 2001 e 2015. De acordo com os investigadores, ele vive em Portugal atualmente.

 

Fonte: R7


Duas pessoas ficaram feridas em uma tentativa de roubo a um ônibus de turismo na BR-369, em Boa Esperança, no noroeste do Paraná, na madrugada deste domingo (11).

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ação criminosa foi frustrada por um policial militar que estava viajando como passageiro do ônibus. O agente estava de folga, não estava em horário de trabalho.

O veículo seguia de São Paulo para Foz do Iguaçu, no oeste do estado, quando foi parado por quatro criminosos que estavam em um carro.

Conforme a PRF, os suspeitos invadiram o veículo, mas se depararam com o policial que atirou. O tiro atingiu um dos ladrões. Depois disso, o grupo fugiu sem roubar nada.

Por causa do disparo, estilhaços de vidro atingiram um passageiro, que dispensou atendimento médico.

Os suspeitos não foram localizados pela polícia até o início da tarde deste domingo (11). A polícia também realiza buscas em hospitais na região de Boa Esperança para tentar localizar o suspeito baleado, mas até a publicação desta reportagem o homem não foi encontrado.

A empresa dona do ônibus informou que só deve se pronunciar sobre o caso na segunda-feira (12).

 

Fonte:  RPC Noroeste


Assaltantes invadiram o Banco do Brasil de Rio Claro (SP) e tentaram roubar a agência na madrugada desta segunda-feira (12).

Segundo a Polícia Militar, os suspeitos fugiram e ainda não se sabe se levaram o dinheiro. O G1entrou em contato com a assessoria de imprensa do BB e aguarda um posicionamento.

Os criminosos chegaram à agência, que fica na Rua 3 com a Avenida 3, por volta das 4h. De acordo com a polícia, eles entraram no local e explodiram os caixas eletrônicos e o cofre.

Explosões destruíram o interior da agência em Rio Claro (Foto: Grupo Rio Claro)

Câmeras de monitoramento no Centro registraram quando os suspeitos entraram um veículo modelo Jetta de cor prata para fugir.

Segundo a PM, por meio de pesquisa da placa constatou-se que o proprietário do veículo tem mandado de prisão por tráfico de drogas. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 Suspeitos invadiram a agência durante a madrugada em Rio Claro (Foto: Grupo Rio Claro)

 

Fonte: G1-São Carlos e Araraquara


Seis quilos de cocaína foram apreendidos na manhã desta terça-feira (6) pela Polícia Rodoviária Federal do Ceará (PRTF-CE). A droga estava em uma caminhonete abordada pelos policiais rodoviários por volta das 8h30, no quilômetro 310 da BR-020, em Canindé, no Sertão Central do Ceará.

Após o condutor entrar em contradição durante a entrevista, os policiais iniciaram uma fiscalização, quando detectaram que a caminhonete tinha placas clonadas e que o certificado de licenciamento do veículo apresentado era furtado. A cocaína estava acondicionada em pacotes presos ao tanque de combustível do veículo.

Segundo informações do condutor, de 26 anos, ele receberia R$ 4 mil pelo transporte do entorpecente que vinha de Goiânia, em Goiás, e seria entregue no município cearense de Itapipoca, na Região Norte.

De acordo com as informações da Polícia Rodoviária Federal, o veículo havia sido tomado de assalto em Fortaleza no mês de setembro de 2017, e que o condutor, natural de Goiânia, responde por porte ilegal de arma. A ocorrência foi encaminhada à Superintendência da Polícia Federal em Fortaleza, onde foi realizado o flagrante. O condutor deve responder por tráfico interestadual de drogas.

 

Fonte: G1-CE


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