Tecnologia 888

Published in Tecnologia Abril 23 2018

Existem diversas tecnologias envolvendo o monitoramento do nível de álcool, desde um wearable que analisa as substâncias que são ingeridassistema para carros até um bafômetro para smartphone. Agora é a vez de uma tatuagem! Isso mesmo, o novo dispositivo de monitoramento pode ajudar as pessoas a medirem, discretamente, a quantidade de álcool que está sendo ingerida.

A tecnologia, que foi desenvolvida por engenheiros da Universidade da Califórnia, em San Diego, se trata de um pequeno wearable que fica diretamente sobre a pele, por conta disso é comparável a uma tatuagem temporária.

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Os engenheiros, financiados pelo Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia (NIBIB), desenvolveram tal dispositivo que detecta os níveis de álcool na transpiração. Ele foi projetado para que os indivíduos monitorem sua ingestão de álcool, de maneira que poderia ajudar a reduzir o consumo inseguro que pode ocasionar colisões de veículos, violência e degeneração da saúde.

Segundo a diretora do Programa NIBIB, Seila Selimovic, “assemelha-se a uma tatuagem temporária, mas na verdade é um remendo de biossensor embutido em vários componentes sem fio flexíveis”.  Ela explica que os resultados são recebidos via smartphone, "um componente libera uma substância química que estimula a transpiração na pele abaixo do adesivo. Outro componente detecta mudanças na corrente elétrica que flui através do suor gerado, que mede os níveis de álcool e os envia ao celular do usuário", completa.

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Para Patrick Mercier, coautor do artigo, o grande diferencial é que a análise leva apenas alguns minutos. "A medição de álcool no suor foi tentada antes, mas essas tecnologias levaram de 2 a 3 horas para medir os níveis de álcool. Nosso patch envia níveis de álcool para o seu smartphone em apenas 8 minutos, tornando o monitoramento de álcool em tempo real possível, prático e pessoal”, explica.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Abril 23 2018

Há muitos cientistas que compartilham a teoria da panspermia, segundo a qual a vida no nosso planeta foi trazida por meteoritos, asteroides e outros corpos celestes. Ellis Silver, pesquisador da raça humana, afirma que nossa origem não provém da Terra, mas sim, do mundo extraterrestre, informou nesse domingo (22) o portal on-line Daily Star.

Em seu livro intitulado de "Humanos não são da Terra", o autor assinalou que a raça humana teve suas origens fora da Terra, citando várias evidências para argumentar sua afirmação. De acordo com Silver, existem muitas diferenças entre os humanos e outras espécies da Terra, o que levou o cientista a chegar a sua conclusão quanto a nossa verdadeira origem.

Silver destaca o fato de os humanos serem muito sensíveis à luz do sol — algo a que outras espécies são imunes. O pesquisador assinalou que os répteis são capazes de regular sua temperatura quando expostos à luz do sul, enquanto permanecer por um período longo sob o sol causa tonturas e insolação nos seres humanos.

"Provavelmente, a humanidade é a espécie mais avançada em nosso planeta, sendo incrivelmente mal preparada e inadaptada para o ambiente terrestre:  incapaz de suportar o Sol, com forte repugnância à comida natural e com um nível ridiculamente alto de doenças crônicas, e assim por diante", argumentou Silver em seu livro, citando pela edição.

O pesquisador apontou também para as dificuldades do parto como outra evidência de que os humanos são do mundo alienígena. Além disso, o pesquisador indicou que problemas frequentes de muitas pessoas com as costas também são uma prova de que somos de um planeta com uma gravidade muito menor.

Mas então, o que levou os extraterrestres a escolher nosso planeta? Ellis Silver propôs várias teorias respondendo a esta pergunta. Segundo ele, a Terra pode representar um tipo de prisão galáctica, o que explica nossa natureza violenta como espécie.

"A Terra pode ser um planeta-prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta e estamos aqui até aprendermos a nos comportar", concluiu Silver. Com informações do Sputnik Brasil.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Abril 21 2018

O WhatsApp trouxe um recurso bem interessante para quem administra grupos: agora, é possível remover o status de administrador de qualquer membro de forma direta e simples.  Quem pode fazer isso, porém, é apenas outro administrador, e a novidade aqui fica por conta de ser possível remover tal status sem precisar expulsar o membro do grupo.

 

Até então, a única forma de fazer isso era removendo o participante e adicionando-o novamente. O novo recurso está disponível na versão 2.18.41 do WhatsApp para iOS e na versão 2.18.120 para Android, ainda em fase Beta, mas que também foi liberada e traz também o recurso de definir prioridade para as notificações de algumas conversas.

Para remover o status de administrador de um membro de grupo que você participa, basta acessar a lista de membros, manter o dedo sobre o participante e usar a opção “Remover como admin”. Em suma, seus planos malignos de dar um golpe no grupo do WhatsApp e permanecer como único administrador agora poderão ser concretizados — vale lembrar, porém, que o criador do grupo não pode ser removido do posto de administrador.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Abril 21 2018

A era digital já passou por vários períodos desde disquetes para os CDs, DVDs, pendrives e HDs externos. Atualmente, o recurso mais utilizado é o armazenamento em nuvem. Para descobrir a eficácia desses serviços, a Proteste, associação de consumidores, testou 11 plataformas. Entre os resultados, há boas opções gratuitas que oferecem backup instantâneo, compartilhamento e edição de arquivos.

Quando se trata da capacidade de armazenamento, o consumidor que possui poucos arquivos, pode contentar-se com um plano gratuito, tais como o Mega e Degoo. Já para os que possuem integração com o Microsoft Office – suíte de aplicativos para escritório –, uma facilidade é utilizar o Dropbox, Onedrive e Box – mais amplamente divulgados.

A possibilidade de editar arquivos sem ter que fazer o download é outro diferencial de um serviço moderno na nuvem. Nesse aspecto, os serviços Box, Cloudme, Dropbox, Google Drive, iCLoud, Onedrive e Proximus se destacaram.

Todos os avaliados oferecem a possibilidade de compartilhar os arquivos com outras pessoas e até mesmo permitir que elas os editem. Contudo, alguns possuem mais recursos do que outros. Por exemplo, apenas o Hubic tem a função nos planos gratuitos de definir por quanto tempo o arquivo pode ficar disponível para quem você compartilha. Enquanto o Dropbox permite isso somente para quem possui o plano pago.

Apenas o Box, Dropbox, Google Drive e Onedrive oferecem edição simultânea. Em relação à segurança, a associação viu que, com exceção do Cloudme e do Proximus, todos possuem criptografia adequada, garantindo que o usuário esteja seguro em suas transferências de arquivos.

Para avaliar a usabilidade foram criados três cenários: para um usuário único, para um que quer fazer backup e edições online e outro que pretende acessar por vários aparelhos. Nos três, os que se saíram melhor foram Google Drive, Dropbox e Onedrive. Eles são fáceis de iniciar, simples para o usuário básico, fazem backup, possuem edição online e podem ser acessados de diversos produtos. O Degoo, por sua vez, obteve um resultado muito ruim nos três cenários simulados. Vale destacar que Google Drive, Dropbox e Onedrive também foram considerados, de novo, os mais bem avaliados de todo o teste.

Cuidados antes de contratar o serviço

Antes de optar por um dos serviços, é necessário observar se ele é compatível com o sistema operacional do aparelho móvel em que será utilizado. Notebooks Windows e smartphones com iOS não terão dificuldades de acesso, já que todos os serviços são compatíveis com eles.

Porém, o consumidor terá problemas se quiser acessar seus arquivos por meio de um notebook Linux, de um celular Windows Phone ou de um e-reader Kindle. As nuvens Google Drive, Onedrive, Box, iCloud, Degoo e Proximus não possuem suporte no Linux. E, no Kindle, só Dropbox e Onedrive.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Abril 19 2018

Um roubo milionário foi denunciado nesta quarta-feira (18) pelo Sindicado de Empresas de Transporte Rodoviário e Logística do Rio de Janeiro (Sindicarga). De acordo com a organização, ladrões roubaram uma carga de telefones celulares avaliada em US$ 1 milhão, cerca de R$ 3,4 milhões, do Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, zona norte da capital fluminense.

A carga em questão continha aparelhos Galaxy S9, que sequer começaram a ser vendidos oficialmente no Brasil — os dispositivos ainda estão em fase de pré-venda, com início das vendas marcado para o próximo dia 20. Segundo Venâncio Moura, diretor do Sindicarga, os rastreadores dos celulares indicam que eles foram levados para a Favela Nova Holanda, no Complexo da Maré.

Ainda de acordo com o representante do sindicato, o 22º Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo policiamento na região, foi acionado, mas não compareceu ao local alegando não possuir recursos para ir até à comunidade. Segundo Moura, este foi o quarto roubo no período de um ano, o segundo em apenas uma semana. “Foram R$ 5 milhões de prejuízo em uma semana”, disse. “Está terrível o Rio de Janeiro.”

 Roubo de S9

Ação foi registrada pelas câmeras de segurança do terminal de cargas do aeroporto.

O roubo

Conforme relata o Extra, os ladrões chegaram em um caminhão ao terminal de carga do aeroporto por volta das 21h30 de domingo (15). Eles estavam armados, vestiam uniformes parecidos com os dos funcionários e renderam os trabalhadores do terminal para carregar o caminhão com as caixas contendo os celulares. Depois, fugiram levando um carregamento de Galaxy S9Rumores sobre o S10: Sucessor de Galaxy S9 da Samsung não vai ter tela dobrável. 

 

Fonte: TecMundo 

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