Tecnologia 979

Published in Tecnologia Junho 19 2018

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje (18) que vai criar um novo departamento militar para "garantir o domínio norte-americano no espaço". Dessa maneira, as forças militares dos EUA ficariam com seis departamentos, hoje formados por Exército, Marinha, Fuzileiros Navais, Força Aérea e Guarda Costeira.

Trump: nós vamos ter a Força Aérea e nós vamos ter a 'Força Espacial'. Separada, mas igual

"Não é apenas ter uma presença norte-americana no espaço. Nós precisamos ter o domínio dos EUA no espaço", disse Donald Trump durante um encontro com o Conselho Nacional do Espaço. "Nós vamos ter a Força Aérea e nós vamos ter a 'Força Espacial'. Separada, mas igual", adicionou.

Como a Reuters relembrou, os Estados Unidos fazem parte do Tratado do Espaço Exterior de 1967. Isso significa que o país de Trump não posicionar armas de destruição em massa no espaço — além disso, que corpos celestes (Lua, por exemplo) só podem ser usados para fins pacíficos.

Trump brinca, mas depois diz falar sério sobre “Força Militar Espacial”

"O espaço é um domínio de guerra, por isso é vital que nossas Forças Armadas mantenham seu domínio e vantagem competitiva nesse domínio”, disse um oficial dos EUA que falou sob condição de anonimato para a Reuters.

Bill Nelson: felizmente, o presidente não pode fazer isso sem o Congresso

Não é a primeira vez que Donald Trump fala sobre o desenvolvimento de uma Força Espacial para os EUA. Da última vez que isso aconteceu, em 2017, militares da Força Aérea comentaram que isso seria "um movimento na direção errada".

Agora, o Congresso dos EUA terá que aprovar a criação do departamento. Segundo o senador democrata Bill Nelson, "felizmente, o presidente não pode fazer isso sem o Congresso, porque agora não é a hora de dividir a Força Aérea. Muitas missões estão em jogo".

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Junho 19 2018

Imagine que você recebe uma mensagem pelo WhatsApp de um contato conhecido, normalmente um familiar ou amigo próximo, pedindo que você faça uma transferência que ele próprio não é capaz de realizar. Se o grau de intimidade for grande, você atenderia ao pedido, certo? Pois é justamente esse o modus operandi de uma quadrilha de criminosos que visa, principalmente, políticos, secretários e outros membros do governo em Brasília, em uma nova onda de golpes que parece contar até mesmo com integrantes dentro das operadoras de telefonia.

As mensagens que levam aos depósitos vêm de números legítimos, efetivamente usados pelos contatos da vítima, o que faz com que ela seja levada a realizar as transferências. A conversa segue o mesmo roteiro, com o perfil, agora sob controle dos golpistas, perguntando em qual banco o alvo possui conta e, na sequência, solicitando o envio de pagamentos e prometendo um reembolso no dia seguinte, com a alegação de que o contato não seria capaz de realizar, ele próprio, o depósito.

De acordo com informações do UOL, desde março, pelo menos 20 políticos tiveram seus números clonados como parte do golpe. Estariam na lista, por exemplo, Carlos Marun, atual ministro-chefe da Secretaria de Governo, Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, Osmar Terra, líder da pasta de Desenvolvimento Social e Agrário e Fernando Coelho Filho, que dirigia o setor de Minas e Energia até abril deste ano.

Uma das vítimas também foi a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, em um golpe que teria levado quatro amigos ao envio total de cerca de R$ 8 mil aos criminosos. Na ocasião, também em março, ela informou aos contatos sobre a clonagem de seus números por meio do Facebook e disse também iniciado ação legal para chegar aos bandidos.

O golpe, porém, é bem mais antigo e já estaria acontecendo desde 2016, com direito a prisão de seis integrantes de uma quadrilha no Maranhão e a descoberta do envolvimento de um funcionário da operadora Vivo, responsável por retirar os números originais do ar e os atribuir a novos chips, usados pelos golpistas. No caso ocorrido com Borghetti, duas prisões foram efetuadas, também no estado da região Nordeste, com os bandidos utilizando um login administrativo também da Vivo para realizar a mudança nos números.

Casos de clonagem de números em outras empresas, como Oi e Tim, também já foram registrados. Normalmente, o usuário percebe o problema quando vê seu celular saindo do ar, notando a realização do golpe quando amigos, por e-mail e outros meios de contato, começam a enviar comprovantes de depósito.

O problema se torna ainda pior quando, ao terem acesso ao número clonado, dependendo das configurações de backup de cada usuário, os golpistas podem também ler informações confidenciais, tendo acesso a registros pessoais ou dados que podem ser usados em novos golpes. Não teriam sido registradas ocorrências desse tipo, entretanto.

Como se proteger

A melhor maneira de se manter livre esse tipo de golpe é ativar o sistema de verificação em duas etapas do WhatsApp. Assim, o sistema passa a exigir não apenas a tradicional verificação por SMS (que se torna inútil no caso da clonagem, pois o golpista passa a ter domínio do número original), mas também uma senha de acesso, que deve ser de conhecimento somente do usuário original.

Verificação adicional por senha impede invasão do WhatsApp mesmo com número clonado (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda Verificação adicional por senha impede invasão do WhatsApp mesmo com número clonado (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

Para fazer isso, basta acessar a tela de configurações do aplicativo e, no menu Conta, ativar a opção de “Verificação em duas etapas”, inserindo uma senha segura. Um e-mail também é exigido como parte do processo, como método adicional de verificação no caso de a senha original ser esquecida.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Junho 18 2018

Existem oito planetas em nosso Sistema Solar (foi mal, Plutão), e, coletivamente, esses planetas hospedam mais de 175 luas, uma ou duas das quais podem até abrigar vida. De fato, a nossa galáxia, baseado no que observamos aqui, pode estar repleta de exoluas, um número significativo das quais pode ser capaz de abrigar vida, de acordo com um novo estudo.

• Nova técnica revela planetas “bebês” escondidos orbitando estrela recém-nascida
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Usando dados coletados pelo Telescópio Espacial Kepler, pesquisadores da Universidade da Califórnia em Riverside e da Universidade de Southern Queensland identificaram 121 exoplanetas gigantes que podem hospedar exoluas habitáveis. Nenhuma exolua de fato foi identificada neste estudo, mas há uma boa chance de que esses exoplanetas, todos com um raio três vezes maior que a Terra, possuam satélites naturais. E como esses 121 planetas residem na zona habitável do seu respectivo sistema estelar, algumas dessas exoluas podem até ter as condições necessárias para a vida. Os autores do novo estudo, liderados por Robert Wittenmyer, dizem que seu trabalho deve inspirar outros astrônomos a desenvolver novas formas de detectar bioassinaturas e outros sinais de vida nas atmosferas de luas distantes. Este trabalho agora aparece no periódico Astrophysical Journal.

Até o momento, o Telescópio Espacial Kepler, da NASA, foi usado para detectar milhares de exoplanetas, alguns dos quais sendo planetas rochosos parecidos com a Terra estacionados dentro da zona habitável do seu sistema estelar — aquela região especial onde os planetas podem abrigar água líquida na superfície. A presença de água líquida persistente é importante, porque é considerada um pré-requisito essencial para a vida. Um objetivo primordial da missão Kepler é descobrir a taxa com a qual os planetas rochosos residem dentro das zonas habitáveis ​​de suas estrelas anfitriãs. Mas, como a nova pesquisa aponta, o Kepler também pode nos dizer a taxa com que os planetas gigantes aparecem dentro dessas zonas.

© Fornecido por F451 Midi Ltda.

Usando os dados do Kepler, os pesquisadores estimaram a frequência de planetas gigantes (ou seja, planetas com um raio três vezes maior que a Terra) em zonas habitáveis. Seus números mostram que cerca de 6% a 12% das estrelas apresentam planetas gigantes dentro de suas zonas habitáveis. Trabalhando com a suposição de que cada um desses exoplanetas tem pelo menos uma lua, eles estimam que cerca de 121 planetas gigantes detectados pela missão poderiam hospedar uma lua potencialmente habitável. E isso é uma estimativa conservadora — o número real é provavelmente muito maior.

"Existem atualmente 175 satélites conhecidos orbitando os oito planetas dentro do Sistema Solar, a maioria dos quais está em órbita ao redor dos dois maiores planetas do nosso sistema, com Júpiter abrigando 69 luas conhecidas e Saturno abrigando 62 luas conhecidas", escrevem os autores no estudo. "O grande número de luas no sistema solar, particularmente o grande número que orbita os planetas jovianos, indica uma alta probabilidade de luas orbitarem exoplanetas gigantes.”

Quando olhamos para a nossa própria Lua, vemos um orbe completamente sem vida e estéril. Mas a situação pode ser diferente para algumas exoluas, particularmente se elas estiverem na órbita de gigantes gasosos semelhantes a Júpiter ou Saturno. Elas representam candidatos intrigantes para a vida, mas, diferentemente da dependência de energia solar dos terráqueos, os habitantes dessas exoluas poderiam usar a radiação emitida pelos seus planetas hospedeiros. E, de fato, as exoluas podem até proporcionar um ambiente melhor para abrigar vida do que a Terra.

"As exoluas têm o potencial de ser ... 'super-habitáveis', porque oferecem uma diversidade de fontes de energia para uma biosfera em potencial, não apenas uma dependência da energia fornecida por uma estrela, como acontece com a Terra", escrevem os autores no estudo. "A biosfera de uma exolua super-habitável poderia receber energia da luz refletida e do calor emitido de seu planeta gigante próximo ou até mesmo do campo gravitacional do planeta gigante, por meio de forças de maré. Assim, as exoluas devem, então, esperar um período mais estável e longo, no qual a energia recebida poderia manter uma condição de superfície temperada habitável para a vida se formar e prosperar."

Por outro lado, Abel Méndez, astrobiólogo planetário e membro do NASA MIRS na Universidade de Porto Rico, em Arecibo, que não esteve envolvido no novo estudo, diz que devemos ser cautelosos em atribuir habitabilidade a luas distantes.

"Como regra geral, espera-se que as luas sejam muito menores do que seus planetas hospedeiros (as exceções são Terra e Plutão, por exemplo) e, portanto, muito pequenas para manter atmosferas", disse Méndez ao Gizmodo. "Então, em geral, apenas aqueles planetas gigantes com mais de mil massas terrestres (aproximadamente dez raios terrestres) serão grandes o bastante para ter uma lua do tamanho de Marte e, portanto, grandes o suficiente para ter uma atmosfera densa na zona habitável."

Méndez leva em consideração todos esses fatores em seu Catálogo de Exoplanetas Habitáveis, hospedado no Laboratório de Habitabilidade Planetária, da Universidade de Porto Rico. Sua equipe estima que, até o momento, entre todos os exoplanetas confirmados — não apenas aqueles vistos pelo Kepler —, existem apenas 40 planetas gigantes na zona habitável que são grandes o suficiente para ter uma lua maior ou do tamanho de Marte que poderia ser potencialmente habitável.

Ainda assim, isso mostra que as exoluas estão maduras para uma investigação mais aprofundada.

"Agora que criamos um banco de dados dos planetas gigantes conhecidos na zona habitável de suas estrelas, as observações dos melhores candidatos a hospedarem exoluas em potencial serão feitas para ajudar a refinar as propriedades de exolua esperadas", disse Michelle Hill, coautora do estudo e estudante de pós-graduação da Universidade de Southern Queensland, em um comunicado. "Nossos estudos de acompanhamento ajudarão a informar um futuro projeto de telescópio para que possamos detectar essas luas, estudar suas propriedades e procurar sinais de vida."

Ainda assim, isso mostra que as exoluas estão maduras para uma investigação mais aprofundada.

"Agora que criamos um banco de dados dos planetas gigantes conhecidos na zona habitável de sua estrela, as observações dos melhores candidatos para hospedagem de exoluas em potencial serão feitas para ajudar a refinar as propriedades exóticas esperadas", disse Michelle Hill, coautora do estudo. um estudante de graduação da Universidade de Southern Queensland, em um comunicado. "Nossos estudos de acompanhamento ajudarão a informar um futuro projeto de telescópio para que possamos detectar essas luas, estudar suas propriedades e procurar sinais de vida."

Sem dúvidas, o desafio daqui para frente será duplo: detectar exoluas reais em torno desses gigantescos mundos e, em seguida, fazer a varredura em busca de possíveis bioassinaturas. Os métodos possíveis incluem imagens diretas (mas com telescópios mais potentes), espectroscopia (algumas exoluas ofuscarão seu planeta hospedeiro em certos comprimentos de onda) e microlentes (em que a interação gravitacional dos corpos celestes distorce levemente a luz recebida). Também devemos enviar missões robóticas a Encélado e Europa, duas luas possivelmente habitáveis em nosso próprio Sistema Solar.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Junho 16 2018

O AV-TEST liberou a lista dos melhores softwares antivírus de 2018 até o momento. No caso, são softwares voltados ao sistema operacional atual da Microsoft, o Windows 10.

Vale notar que, caso você use o Windows, o seu computador já possui o Defender — e ele não ficou de fora da lista

O AV-TEST se baseia em três pilares para avaliar os softwares: proteção, desempenho e usabilidade. Ou seja, pontos que elencam a quantidade de malwares e trojans que o software pode bloquear, o peso que ele oferece ao sistema operacional e como ele roda, a funcionalidade e acessibilidade.

Segundo ao pesquisa, o software campeão é o V3 Internet Security, da Ahalab, que cravou 18 pontos. Ao lado dele, também se encontra o Avira Antivirus Pro, com a mesma pontuação.

Abaixo, você acompanha a lista completa.

Ranking

RankingRanking

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Junho 16 2018

Mais um para uma longa conta: cientistas indianos descobriram um novo exoplaneta — aqueles que giram em torno de outro astro que não o Sol. Ele possui uma massa aproximadamente 27 vezes maior que a Terra, e orbita uma estrela semelhante ao Sol, a cerca de 600 anos-luz daqui. Mas ele está bem mais próximo de sua estrela que nós da nossa. E isso faz o ano por lá durar apenas 19,5 dias.

O nome do planeta é EPIC 211945201b, ou K2-236b. A proximidade com sua estrela hospedeira faz com que a temperatura da superfície seja de aproximadamente 600 graus Celsius — muito quente e seco para suportar as formas de vida que conhecemos. Veja no esquema a seguir:

Descoberto exoplaneta onde o ano dura 19,5 dias: –

© Reprodução –

A descoberta coloca a Índia no seleto grupo de países que confirmaram a existência de um planeta fora do nosso Sistema Solar. Na verdade, esse planeta já havia sido visto pelo telescópio espacial Kepler, da Nasa, mas foram os indianos que confirmaram sua categoria de planeta — não outro astro qualquer.

Para atestar isso, estudiosos do Laboratório de Pesquisa Física, em Ahmedabad, liderados por Abhijit Chakraborty, passaram cerca de um ano investigando. Eles estudaram as mudanças de luz que surgiam da estrela hospedeira do planeta e conseguiram realizar uma confirmação independente de sua massa, o que é essencial para a classificação como planeta.

“Nós relatamos aqui fortes evidências de um sub-Saturno [referência a um planeta gasoso semelhante a Saturno, mas um pouco menor] em torno do EPIC 211945201 e confirmamos sua natureza planetária”, explicou a equipe no Astronomical Journal da American Astronomical Society.

A Organização de Pesquisa Espacial Indiana (ISRO) há tempos vem dando grandes passos astronômicos: estabeleceu novos recordes para lançamentos de satélites e até colocou uma sonda em órbita ao redor de Marte. Agora descobriu um planeta. E tudo isso a preços incrivelmente baixos para os padrões.

Outro ponto importante de ressaltar é que essa descoberta pode ajudar os cientistas a entenderem como esses tipos de planetas se formam tão próximos a sua estrela hospedeira.

 

Fonte: msn

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