Tecnologia 1071

Published in Tecnologia Outubro 24 2016

São Paulo – A ciência fez uma descoberta que pode mudar a maneira como a maconha é usada para fins medicinais. Pesquisadores asiáticos e americanos estão próximos de desvendar como bloquear os efeitos negativos da substância. Isso porque, pela primeira vez, eles conseguiram analisar a estrutura do receptor no cérebro que interage com adroga.

O receptor, chamado de canabinóide 1 ou CB1, se conecta com o THC – principal substância psicoativa da cannabis – e causa mudanças fisiológicas e psicológicas no organismo. É essa conexão que deixa usuários “chapados” quando usam a substância.

O problema é que esses efeitos são aleatórios, podendo ativar depressão em algumas pessoas e sensação de felicidade em outros indivíduos. Assim, é necessário entender como a estrutura desse receptor funciona para que os pesquisadores saibam ativar e desativar certas sensações causadas pelo uso da droga.

Para analisar um receptor, os pesquisadores precisam tirá-lo de seu ambiente natural a partir do uso de produtos químicos. No entanto, esses mesmos produtos podem destruir a proteína. Foi especialmente difícil estudar o canabinóide 1, pois ele é extremamente instável e pode ser facilmente destruído por essa química.

Desse modo, a equipe precisou desenvolver uma nova técnica para impedir que a estrutura do CB1 se movimentasse. Eles criaram uma molécula que congela o receptor por tempo suficiente para que fosse possível observar a estrutura.

O que surpreendeu os pesquisadores quando viram a estrutura pela primeira vez é a presença de um local onde outras moléculas podem interagir com ela. Esse lugar foi apelidado de sítio ativo. “O que foi interessante aqui é que o sítio ativo tinha um monte de fendas, um monte de diferentes locais dentro dele”, disse Alexandros Makriyannis, coautor do estudo, em entrevista para o The Verge. “Nós não esperávamos que fosse tão complicado.”

Esse emaranhado deve explicar porque a estrutura era tão instável. Segundo Makriyannis, isso também significa que diferentes tipos de moléculas podem ser inseridas no sítio ativo. Com isso, os cientistas podem projetar moléculas e medicamentos específicos que podem aumentar o apetite de uma pessoa com câncer, mas sem causar depressão.

Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a importação e prescrição de substâncias à base de canabidiol, princípio ativo extraído da maconha, e THC. Ambas estão liberadas para tratamentos médicos em casos específicos, mas ainda estão na lista de proibições da instituição. A decisão, entretanto, demonstra uma boa vontade por parte da agência de regulamentar o uso da planta para fins medicinais.

A descoberta, além de auxiliar na criação de novos remédios, também pode ajudar os cientistas a descobrir porque a maconha sintética é tão perigosa. Essa droga, também chamada de K2 ou Spice, tem efeitos semelhantes aos da erva natural, porém pode causar convulsões e overdose. Ela é, basicamente, uma mistura de produtos químicos com moléculas sintéticas de THC que são pulverizados sobre qualquer tipo de erva seca.

Raymond Stevens, químico da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, disse ao The Verge que o próximo passo da pesquisa é entender exatamente como o CB1 pode ser ativado e desativado. A pesquisa foi publicada no renomado periódico científico Cell e teve o apoio do Ministério da Ciência e da Tecnologia da China e do Instituto Nacional de Saúde dos EUA.

Fonte: msn

Last modified on Outubro 24 2016
Published in Tecnologia Outubro 21 2016

Entre os países que mais gastam energia do celular está o Brasil, com uma média de 17,9 horas seguidas de aparelho ligado, junto com Estados Unidos e Indonésia.

Os números da Alemanha são os mais altos: 32,1 horas sem desligar o smartphone. Essa classificação foi feita com base na intensidade de consumo sobre a vida da bateria do celular.

Os dados são de uma pesquisa feita pelo Baidu avaliando os padrões de consumo dos aplicativos mais populares do mundo para sistema Android.

De acordo com os dados, mundialmente, os smartphones ficam ligados por 21,7 horas seguidas e a maioria dos usuários executa o carregamento pelo menos uma vez ao dia.O maiores vilões são os aplicativos. Eles são a principal razão para o esgotamento da bateria dos celulares mesmo quando estão fechados.

Normalmente, os jogos consomem mais energia do que a média. Já os utilitários, como Twitter, Viber, Spotify, Instagram e WhatsApp desperdiçam menos energia em comparação com a média em ambos os casos.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Outubro 21 2016

O módulo Schiaparelli pousou em Marte, mas seu contato foi perdido cerca de 50 segundos antes de tocar o solo – não se sabe se a sonda está intacta ou poderá enviar dados à Terra, seu principal objetivo. Astrônomos da Agencia Espacial Européia (ESA), responsáveis pela missão ExoMars, da qual o robô Schiaparelli faz parte, junto com o satélite Trace Gás Orbiter (TGO), afirmaram nesta quinta-feira estarem “certos” de que o módulo aterrissou em superfície marciana mas, de acordo com os dados enviados, não é possível saber a localização da sonda ou se ela ainda poderá funcionar. As incertezas colocam em risco o futuro da missão, que pretende abrir caminho para uma missão não tripulada, de ida e volta a Marte, em 2020.

“Se ela pousou intacta, bateu em uma rocha, uma cratera ou simplesmente não consegue se comunicar, isso não é possível saber”, afirmou o astrônomo da ESA Thierry Blancquaert, o responsável pelo módulo Schiaparelli.

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Neste momento, o destino de Schiaparelli é muito semelhante ao do jipe Beagle 2, da Grã Bretanha, que fracassou ao chegar ao planeta, em 2003. Seus painéis solares não abriram corretamente, o que impediu que ele tivesse energia para enviar informações à Terra. Segundo os astrônomos da ESA, os paraquedas de Schiaparelli funcionaram como o esperado, assim como alguns dos propulsores que deveriam ajudar a sonda a fazer o pouso controlado. No entanto, ela não aterrissou como previsto. Schiaparelli não foi construído para ser um módulo interativo, o que torna ainda mais difícil descobrir se poderá ser utilizado nos próximos dias.

Pouso arriscado

Composta pelo satélite Trace Gas Orbiter (TGO) e o módulo Schiaparelli, a missão deveria colocar TGO em órbita no planeta e fazer um pouso controlado de Schiaparelli sobre a superfície marciana, em uma arriscada descida de seis minutos. Nesta quarta-feira, às 14h35 (horário de Brasília), os astrônomos captaram sinais de que o satélite havia entrado com sucesso na órbita de Marte, mas o robô Schiaparelli parou de enviar dados pouco antes da aterrissagem – deixando bastante apreensivos os cientistas ESA e da russa Roscosmos, também responsável pela missão.

Enquanto o satélite TGO está funcionando como o esperado, descrevendo uma órbita de quatro dias ao redor de Marte, Schiaparelli permanece em silêncio. Uma das possibilidades é que a aterrissagem tenha sido violenta, danificando a sonda.

O procedimento para a chegada à superfície de Marte começou no domingo, quando Schiaparelli deixou o satélite TGO, ao qual estava acoplado. Desde então, o módulo se aproximou lentamente do planeta e, na quarta-feira, mergulhou na atmosfera marciana. Segundo o plano da ESA, o robô deveria descer em direção à superfície a 21 quilômetros por hora e, com o apoio de paraquedas e propulsores, diminuir a velocidade até pousar no solo.

Essa aterrissagem controlada em Marte era o maior desafio da missão. Até hoje, apenas americanos pousaram equipamentos com sucesso no planeta. Pousar o módulo Schiaparelli com êxito no planeta seria, portanto, um marco na história da exploração europeia.

Outra missão da ESA também teve problemas com a aterrissagem em corpos celestes. O robô Philae, liberado pela sonda Rosetta, quicou ao chegar à superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko e parou longe do local escolhido pelos cientistas. Com isso, suas baterias não carregaram como o esperado. O robô só foi encontrado pelos astrônomos em setembro deste ano, perto do fim da missão.

ExoMars

Lançado em março, a bordo do foguete Protón-M, ExoMars é um laboratório que conta com o módulo Schiaparelli, de quase 600 quilos, e o satélite TGO. O satélite vai estudar os gases da atmosfera do planeta, enquanto Schiaparelli deveria enviar dados aos centros de controle terrestre e garantir que, no futuro, a missão mande um pequeno jipe capaz de se deslocar vários quilômetros e escavar até dois metros sob a terra de Marte para coletar e analisar amostras.

Juntos, os dois equipamentos pretendem abrir caminho para uma missão não tripulada de ida e volta a Marte, prevista para 2020. A missão conduzirá sua pesquisa por um caminho cuja próxima grande fronteira será enviar astronautas ao planeta vermelho para saber se o ser humano pode viver em outros mundos.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Outubro 21 2016

A TIM quer expandir a atuação do serviço de banda larga Live para além das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro distribuindo conexão fixa "pelo ar". Para conseguir atingir mais municípios, a companhia irá investir na tecnologia WTTx – conexão sem fio até o consumidor – utilizando a rede LTE de 700 MHz.

• Presidente da Anatel renuncia após polêmica sobre franquias na internet fixa
• Internet via satélite HughesNet chega ao Brasil com franquia e custando a partir de R$ 249,90

O objetivo é oferecer banda larga principalmente nas pequenas cidades. Segundo Stefano De Angelis, CEO da TIM, em diversas regiões do país existe menos de 40% de penetração de serviços de internet fixa, com velocidades abaixo de 12 Mb/s. 

Ele não revelou se a companhia já trabalha com datas para a expansão, nem quais serão as primeiras cidades a serem atendidas, mas afirmou que irá atuar nas regiões onde espectro de 700 MHz estiver disponível – atualmente ele é utilizado pelo sinal de TV analógico. Como lembra o TeleSíntese, o governo pretende liberar essa faixa até 2018, então é provável que demore um pouco.

Um dos problemas desse tipo de solução é a limitação da franquia de dados. A TIM não comentou a respeito do tema, mas outras companhias que já oferecem LTE como acesso fixo estabelecem um limite de consumo. A Sky é uma delas, com limite de 20GB no plano mais barato.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Outubro 18 2016

SÃO PAULO – De acordo com informações da CNN Money, o departamento de transportes e administração de aviação federal dos EUA baniu os aparelhos Samsung Galaxy Note 7 de entrar em qualquer voo no país a partir do último sábado (15).

Os aparelhos da marca coreana passaram por recall e pararam de ser vendidos após vários relatos de explosões espontâneas devido a um superaquecimento na bateria. De acordo com o governo dos EUA, passageiros que tentarem esconder seus aparelhos em voos podem enfrentar processo criminal.

“Reconhecemos que banir esses celulares será um inconveniente para alguns passageiros, mas a segurança de todos a bordo de um avião deve ser prioridade”, declarou o secretário dos transportes dos EUA Anthony Foxx.

A proibição ainda significa que os celulares não podem ser despachados como bagagem ou carga dentro do avião, de acordo com o governo. Isso certamente dificultará a logística da Samsung também.

Anteriormente, as autoridades de aviação dos EUA já haviam pedido para os passageiros não ligarem seus Galaxy Note 7 em aviões nem carregarem eles. Com a proibição, o celular entra em uma já extensa lista de itens proibidos, como fluído de isqueiro, cigarros eletrônicos e granadas.

Fonte: msn

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