Tecnologia 1081

Published in Tecnologia Agosto 09 2018

Programas usados para infectar computadores estão cada vez mais inteligente

Programas usados para infectar computadores estão cada vez mais inteligente

Kacper Pempel/Reuters - 13.05.17

 

O cenário de pesadelo para a segurança de computadores pode já ter chegado: programas baseados em inteligência artificial que podem aprender a se esquivarem das melhores defesas.

O alerta foi emitido por pesquisadores da área de segurança da IBM, que usaram uma técnica de inteligência artificial, conhecida como "aprendizado de máquina", para criar programas de invasão que podem passar por medidas de segurança avançadas.

A equipe de cientistas da IBM, chamada de DeepLocker, revelara detalhes da pesquisa durante a conferência de segurança de computadores Black Hat, em Las Vegas, nesta quarta-feira (8).

Os novos programas baseados em inteligência artificial podem ser treinados para ficarem "dormentes" até que alcancem um alvo específico, o que os torna excepcionalmente difíceis de serem barrados.

O exemplo mais conhecido é o Stuxnet, programa malicioso que foi lançado por agências de espionagem dos Estados Unidos e de Israel contra uma instalação de enriquecimento de urânio do Irã.

Ninguém até agora conseguiu detectar esse tipo software perigoso que use técnicas de inteligência artificial, mas isso pode não ter acontecido ainda porque os programas de ataque são muito bons para serem flagrados.

Ferramentas gratuitas de inteligência artificial para treinamento de programas já estão disponíveis no Google e outras empresas de tecnologia e a parte teórica já está estabelecida.

"Eu absolutamente acredito que estamos indo para este cenário", disse Jon DiMaggio, um analista sênior de ameaças da empresa de segurança de computadores Symantec. "Vai ser muito mais difícil de detectar."

Em uma demonstração que usou fotos públicos como alvo, a equipe de cientistas da IBM usou uma versão hackeada de um software de videoconferência que entrou em ação apenas quando detectou a face do alvo.

"Temos muitos motivos para acreditar que está será a próxima fase", disse Marc Ph. Stoecklin, pesquisador sênior da IBM. "Isso pode já ter acontecido e vamos testemunhar isso em dois ou três anos a partir de agora."

Em uma conferência recente realizada em Nova York, Hackers on Planet Earth, o pesquisador de segurança de computadores Kevin Hodges mostrou um programa que foi criado por ele com ferramentas de código aberto de treinamento. O software tentou múltiplas estratégias de ataque em sucessão.

"Temos que começar a procurar esse tipo de coisa agora", disse Hodges. "Qualquer um que você considere pessoalmente maligno já está trabalhando com isso."

 

Fonte: R7

 

Published in Tecnologia Agosto 09 2018

A Samsung acaba de anunciar que planeja investir cerca de US$ 20 bilhões em pesquisas de tecnologias emergentes nos próximos três anos. O investimento é apenas uma pequena parcela de um conjunto de US$ 161 bilhões dedicados à pesquisa de componentes e investimento de capital.

Os US$ 20 bilhões iniciais devem ser usados para buscar uma variedade de novas tecnologias para ajudar no desenvolvimento de componentes para veículos no futuro, sendo também investidos na indústria farmacêutica, inteligência artificial e tecnologia 5G.

A Samsung revela ainda que 40 mil empregos serão criados ao longo dos próximos três anos e que cerca de mil dessas vagas serão dedicadas a pesquisadores de inteligência artificial do Reino Unido, Canadá, Rússia, Estados Unidos e Coreia do Sul.

O anúncio da fabricante sul-corena chega dias após a divulgação dos seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2018, mostrando um aumento de 6% no seu lucro operacional.

 

Fonte: CNBC

 

Last modified on Agosto 09 2018
Published in Tecnologia Agosto 09 2018

A Anatel divulgou hoje (08) que recebeu quase 1,5 milhão de relações de clientes contra operadoras de telefonia, internet e TV por assinatura. A telefonia móvel foi o maior alvo de relações, concentrando 701,5 mil registros entre janeiro e junho deste ano. A operadora que mais recebeu reclamações foi a Tim , com 40% de todos os chamados abertos para telefonia móvel.

Vale destacar que a Tim não é a líder de mercado

Isso quer dizer que a Tim recebeu 280,1 mil reclamações no primeiro semestre de 2018, contra 147,7 mil da Claro, 146,8 mil da Vivo e 94,1 mil da Oi. Vale destacar que a Tim não é a líder de mercado.

Segundo dados da agência reguladora dos serviços de telecomunicações no país divulgados na semana passada, a Vivo segue líder no mercado de telefonia móvel com uma larga vantagem sobre a sua concorrente mais próxima, a Claro. Enquanto a Vivo tem 32% de participação no mercado, com 75 milhões de clientes, a Claro fica com 25% e 59 milhões de usuários. A Tim, que por muitos anos foi a única grande concorrente da Vivo, agora está na terceira colocação com 24% de participação e 56 milhões de clientes. A Oi é a quarta maior operadora de telefonia móvel no Brasil, com 16% de participação no mercado e 38 milhões de clientes.

Fixo e TV

As operadoras de telefonia fixa receberam juntas 337,1 mil reclamações na Anatel nos primeiros seis meses deste ano, com a Oi (171,1 mil) disparada na frente da Vivo (111,4 mil) e da Net (41,1 mil). No caso das operadoras de TV por assinatura, a Sky e a Net aparecem empatadas no top das que mais recebem reclamações, com 70 mil registros cada. A terceira pior é a Claro (20 mil), seguida pela Vivo (17 mil) e a Oi (15,5 mil).

 

Fonte: Tecmundo

 

Last modified on Agosto 09 2018
Published in Tecnologia Agosto 08 2018

Pode parecer apenas um jeitinho para driblar os preços de produtos originais, mas usar carregadores de celular estragados, falsificados ou defeituosos apresenta perigos reais.

Eles podem afetar o funcionamento dos aparelhos ou, em casos mais preocupantes, machucar o usuário.

A própria Apple, uma das principais fabricantes de celular do mundo, já criticou publicamente sites de vendas online por terem em seu catálogo produtos falsificados, o que poderia, segundo a gigante da tecnologia, até colocar vidas em risco. 

Ao mesmo tempo, principalmente após os casos de baterias "explosivas" dos Galaxy Note 7 da Samsung, há muita especulação sobre o tema. O site Boatos.org, por exemplo, que vem desmentindo notícias e correntes falsas no Brasil desde 2013, já provou que dezenas de rumores relacionando carregadores de celular a ferimentos e mortes eram mentira.

Entenda aqui o que dizem organizações que são referência na área de segurança do consumidor. 

1. Choques elétricos

A organização britânica Trading Standards, que faz campanhas de conscientização sobre segurança do consumidor, divulgou alguns dados preocupantes após testes com carregadores de celular.

Em 2016, ela revelou que, de 400 carregadores da Apple falsificados testados, 397 falharam em quesitos básicos de segurança.

Itens comprados na internet com origem em oito países diferentes, como os Estados Unidos, China e Austrália, foram conectados a redes elétricas de alta tensão. Eles apresentaram isolamento insuficiente contra descargas elétricas.

Leon Livermore, diretor executivo da organização, alertou que os riscos poderiam ser fatais.

"Pode custar algumas cifras a mais, mas produtos falsificados ou de segunda mão têm origem desconhecida e podem te custar sua casa ou até mesmo sua vida", disse Livermore.

Joyce Nogueira, engenheira e especialista em segurança do trabalho, explica que carregadores clandestinos deixam de ter dispositivos que garantem a segurança nos originais. É o caso, por exemplo, de fios com a resistência adequada à corrente recebida e sensores que interrompem a energia quando a bateria está 100% carregada, como se fossem disjuntores. As baterias modernas, de íon de lítio, também não "viciam" como as mais antigas, de níquel cádmio, se usadas de forma correta. O mesmo não pode ser garantido com o uso de carregadores falsificados ou danificados.

"Depois que a bateria fica cheia, se não houver um sistema que interrompa a corrente, pode haver superaquecimento. Isso pode 'viciar' a bateria, danificar o aparelho e até causar acidentes", explica Nogueira.

Como detectar um carregador falso? 

Busque por certificações - no Brasil, selos da Anatel identificam que o produto atende a requisitos determinados pelas autoridades.

Marcas costumam inscrever informações no produto, como o local em que ele foi fabricado; verifique se estes dados estão presentes.

Preste atenção em erros no texto e na logomarca inscritos no produto.

Materiais e peso: os falsificados são mais leves, por estarem ocos por dentro, e podem trazer imperfeições.

Fonte: Electrical Safety First

2. Incêndios e explosões

Mão segura celular com notificação de pouca bateria: Além de danos para as pessoas, uso inadequado de carregadores pode estragar aparelho

© Getty Images Além de danos para as pessoas, uso inadequado de carregadores pode estragar aparelho

Por outro lado, além de descargas elétricas, cabos falsificados ou defeituosos "podem fazer com que os dispositivos esquentem demais e inclusive explodam", diz o site da organização Electrical Safety First.

A organização destaca que este tipo de situação pode estragar o aparelho celular e, em casos mais graves, machucar uma pessoa.

Carregadores analisados pela Electrical Safety First mostraram componentes internos danificados ou fios internos mal soldados, o que traz risco de curto-circuitos.

Joyce Nogueira, engenheira e especialista em segurança do trabalho, explica que carregadores clandestinos deixam de ter dispositivos que garantem a segurança nos originais. É o caso, por exemplo, de fios com a resistência adequada à corrente recebida e sensores que interrompem a energia quando a bateria está 100% carregada, como se fossem disjuntores. As baterias modernas, de íon de lítio, também não "viciam" como as mais antigas, de níquel cádmio, se usadas de forma correta. O mesmo não pode ser garantido com o uso de carregadores falsificados ou danificados.

"Depois que a bateria fica cheia, se não houver um sistema que interrompa a corrente, pode haver superaquecimento. Isso pode 'viciar' a bateria, danificar o aparelho e até causar acidentes", explica Nogueira.

Já em 2016, explosões envolvendo baterias de celulares tomaram o noticiário - dessa vez, com produtos originais, levando a um recallem todo o mundo do Samsung Galaxy Note 7. No ano seguinte, a Samsung divulgou os resultados de uma auditoria que buscou as causas das explosões. Segundo a empresa, elas estavam nas deformações e problemas no isolamento de certos componentes internos, fabricados por dois fornecedores. 

  3. Problemas na bateria

Cabo de celular danificado: Cobrir a parte danificada do cabo não impede que a bateria possa ser afetada

© Getty Images Cobrir a parte danificada do cabo não impede que a bateria possa ser afetada

Os carregadores têm a função de transmitir para a bateria a energia que vai provocar reações químicas na peça e que, por sua vez, darão energia para o celular funcionar.

Mas, se há oscilações e volume inadequado de energia chegando ao aparelho, a vida útil da bateria pode ser deteriorada. Usar carregadores falsificados ou danificados podem contribuir negativamente para isto.

Cobrir a parte danificada do cabo não resolve o problema - então, se o seu carregador estiver quebrado, é melhor parar de usá-lo.

"Pode ser que, estatisticamente, o número de acidentes não seja muito representativo, mas os celulares são cada vez mais elementos fundamentais do nosso dia a dia. São inclusive usados por crianças. Na via das dúvidas, é melhor não arriscar e se prevenir", recomenda Nogueira.

Dicas para evitar danificar o cabo do carregador:

• Evite enrolá-lo.

• Não dobre-o muito.

• Não armazene-o em locais com alta temperatura

 

Fonte: MSN

 

 

Published in Tecnologia Agosto 08 2018

Anatel informou hoje (07) que antecipou em quase um ano o cronograma de implantação das redes móveis 4G na faixa dos 700 MHz nas capitais brasileiras. De acordo com a agência, as operadoras estão autorizadas a trabalhar em toda as sedes estaduais do país nesse faixa de frequência que é, em média, três vezes mais rápida do que as que vinham sendo utilizadas até agora.

Mesmo com essa liberação total ocorrendo só agora, a maioria das capitais e outras grandes cidades do país já tinham pelo menos uma operadora trabalhando nessa faixa de frequência mais larga. Comparado às outras duas bandas usadas no Brasil para o 4G (1.800 e 2.500 MHz), a nova faixa é mais rápida por permitir um maior tráfego de dados. Ela também tem um alcance mais abrangente em questão territorial, não requerendo tanto investimento das operadoras para disseminar o sinal 4G.

Estagnação

 

No momento, a evolução das redes móveis de quarta geração no Brasil se encontra em um ponto de estagnação. Enquanto quase a totalidade dos municípios do país (94,2% já possuem cobertura 4G), a gigante maioria trabalha com poucas torres, as quais operam nas frequências menos potentes (1.800 e 2.500 MHz). Isso causa pouca cobertura e baixa velocidade para uma quantidade sempre crescente de usuários.

Contudo, com o desligar da TV analógica acontecendo conforme o planejado, várias regiões do país estão sendo liberadas para a implantação do 4G em 700 MHz. As operadoras provavelmente contam com isso para fazer sua infraestrutura atual ser mais eficiente no futuro. Por isso, elas talvez estejam “poupando investimentos”.

De acordo com dados da Teleco, calcula-se que a média de velocidade do 4G hoje no Brasil esteja perto dos 12 Mbps. O mais interessante, contudo, é o contraste de medições pontuais: em grandes centros urbanos, o 4G comercial pode alcançar incríveis velocidades de forma consistente, beirando a casa dos 90 Mbps, enquanto, no interior dos estados, a conexão muitas vezes sofre para chegar a 5 Mbps dependendo da operadora.

 

Fonte: Tecmundo

 

Página 3 de 121

Commentários

Share on Myspace

Compartilhar

COMPARTILHAR

Previsão do Tempo em Mauriti-CE

Agenda Cultural do Cariri

  • felix.jpg
  • juazeiro.jpg
  • 13.jpg
  • 15.jpg
  • 25.jpg
  • 42.jpg
  • damiao2.jpg
  • lora.jpg
  • lovyle.jpg
  • marcio.jpg
  • moto2.jpg
  • net.jpg