Tecnologia 888

Published in Tecnologia Abril 12 2018

A inteligência artificial IDx-DR obteve liberação junto à Food and Drug Administration (FDA), o órgão responsável pela regulamentação do mercado de alimentos e saúde nos Estados Unidos. É a primeira vez que uma tecnologia que dispensa a análise de qualquer especialista para interpretar os resultados de um diagnóstico é a aprovada no país norte-americano.

O IDx-DR é capaz de diagnosticar doenças analisando apenas uma foto da retina de um paciente — a imagem, porém, precisa ser capturada com uma câmera retinal especial. Com essa informação, o algoritmo do programa avalia a imagem primeiro para determinar se ela tem qualidade o suficiente e, depois, para identificar se o paciente tem retinopatia diabética, doença que atinge cerca de 200 mil pessoas por ano nos EUA (no Brasil, esse número gira em torno de 150 mil casos anuais) e pode causar a perda da visão.

Precisão

Durante os testes, o IDx-DR avaliou 900 fotografias e identificou com precisão de 87% os pacientes doentes e 90% aqueles que não possuem a doença. Antes disso, o algoritmo foi abastecido com nada menos do que 1 milhão de imagens para aprender a identificar quando uma pessoa tem ou não retinopatia diabética.

A novidade é parte de uma tendência cada vez maior do uso de inteligências artificiais na avaliação de doenças. O The Verge lembra, por exemplo, que a Google DeepMind, a inteligência artificial da gigante da web, também foi treinada para identificar doenças oculares.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Abril 12 2018

Antes de Pangeia, houve outros supercontinentes, que, segundo uma teoria surgida nos anos 80 e hoje amplamente aceita entre geólogos, se sucederam em ciclos de 400 a 500 milhões de anos.

Dois desses supercontinentes teriam sido os de Rondínia, que existiu há 1,1 bilhão de anos, e o de Columbia, formado e separado antes, há entre 1,8 e 1,5 bilhão de anos.

Mas um estudo recente publicado por um dos autores da teoria formulada nos anos 80 defende que entre Rondínia e Columbia existiu um supercontinente "intermediário", batizado de Panótia, descrito pela primeira vez em 1997.

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A teoria do ciclo supercontinental foi proposta por Damian Nance e Tom Worsley, respeitados geólogos da Universidade de Ohio (Estados Unidos).

Eles sugeriram que em vários momentos da história da Terra os continentes se juntaram para formar um corpo que depois se separava, em um processo cíclico.

Segundo os acadêmicos, esse ciclo teve uma profunda influência no curso da história do planeta e da evolução de seus oceanos, atmosfera e biosfera. Além disso, é visto agora como a influência dominante sobre a circulação do manto terrestre, afetando profundamente o comportamento do campo magnético da Terra.

 Céu e terra: Com base no estudo de rochas e fósseis, geólogos tentam rastrear mudanças ocorridas no planeta

© Getty Images Com base no estudo de rochas e fósseis, geólogos tentam rastrear mudanças ocorridas no planeta

Agora, em um estudo publicado na revista da Sociedade de Geologia em Londres, Nance e o colega Brendan Murphy, da Universidade de St. Francis Xavier, no Canadá, defendem a existência do supercontinente Panótia, há 600 milhões de anos.

A possibilidade de esse supercontinente ter existido havia sido mencionada em outros estudos anteriores, mas nunca foi bem aceita por causa de incongruências nas estimativas de seu surgimento e sua separação.

Mas Nance e Murphy dizem que o reconhecimento da existência de grandes massas terrestres passadas não pode depender unicamente de modelos de reconstrução continental baseada nos formatos dos continentes atuais e deveria explorar os vários fenômenos que acompanham sua formação e sua ruptura - como a criação montanhas na colisão entre continentes e de fendas e fissuras quando massas continentais se separam.

 Montanha com um raca na Islândia: Gretas e rachaduras são sinais da separação do continente, segundo geólogos

© Getty Images Gretas e rachaduras são sinais da separação do continente, segundo geólogos

Além disso, a formação de supercontinentes fomenta extinções à medida que as condições na superfície e habitats são destruídos - enquanto que a separação fomenta migrações, à medida que novos habitats são formados.

O estudo diz que os supercontinentes também afetam o nível do mar, a química do oceano e o clima de maneiras previsíveis e deixam uma série de sinais isotópicos que podem ser identificados em rochas.

"Quando se examina o registro geológico na busca por evidências desses fenômenos, o argumento a favor de Panótia é inconfundível", dizem Nance e Murphy.

Nance e Murphy dizem que no intervalo de tempo atribuído à criação e ruptura de Panótia houve algumas das mais profundas mudanças na história do planeta, como a aparição generalizada de montanhas, seguida de rupturas continentais - e que estas afetaram os oceanos, o clima e a biosfera.

Segundo eles argumentam no estudo, são fortes evidências de que Panótia existia e "ignorá-los seria negligenciar algumas das mudanças mais profundas da história da Terra".

 

Fonte: msn 

Published in Tecnologia Abril 12 2018

Gestado por uma mãe de aluguel, um bebê nasceu na China mais de quatro anos depois de seus pais biológicos terem morrido em um acidente de carro.

O casal, segundo a mídia chinesa, morreu em 2013. Antes, porém, tinham congelado vários embriões fecundados na esperança de ter um filho por meio de uma fertilização in vitro.

Depois do acidente, os pais do casal enfrentaram uma batalha jurídica para poder usar os embriões congelados e se tornarem avós.

O bebê – um menino – nasceu em dezembro do ano passado após ser gestado por uma mãe de aluguel do Laos. A notícia veio a público apenas nesta semana, quando o jornal The Beijing News publicou uma reportagem sobre o caso.

A publicação explicou que a falta de precedente para um caso desse tipo obrigou os pais do casal falecido a enfrentar um verdadeiro campo minado judicial até que fossem autorizados a gestar os embriões usando a barriga de aluguel.

Sem precedentes

Na época do acidente, os embriões estavam armazenados em um hospital em Nanquim – eram mantidos a uma temperatura de -196ºC em um tanque de nitrogênio líquido.

Foi a primeira vez que a corte chinesa decidiu sobre um caso como esse. De acordo com a mídia do país, não havia precedentes de avós poderem herdar embriões congelados dos filhos.

Peixe se reproduz sem sexo e desafia teoria de extinção da espécie

E quando finalmente conseguiram a "guarda" dos embriões, eles passaram a enfrentar outros problemas.

Os óvulos fecundados só poderiam ser retirados de Nanquim se houvesse prova de que outro hospital os armazenaria. Foi difícil, porém, encontrar uma instituição médica que aceitasse os embriões não apenas por causa da disputa jurídica sobre o caso, mas também porque a China proíbe a contratação de barriga de aluguel.

A única opção foi levar os embriões para fora do país.

Paternidade e nacionalidade

Os futuros avós contrataram uma agência e escolheram o Laos, onde é legal contratar uma barriga de aluguel, para que o bebê fosse gestado.

No entanto, nenhuma companhia aérea aceitou transportar o volume, que se assemelhava a uma garrafa térmica com nitrogênio líquido. Por isso, foi preciso levar a "carga" de carro ao Laos.

No Laos, o embrião foi implantado no útero da mãe de aluguel e, em dezembro de 2017, o bebê nasceu. Ele ganhou o nome de Tiantian.

Mas, antes mesmo do nascimento do menino, os avós enfrentaram mais um problema. Para Tiantian ter a nacionalidade chinesa, ele precisaria nascer na China. E não bastou que a mãe de aluguel viajasse com visto de turista para dar à luz na China.

Para atender às exigências burocráticas, os quatro avós precisaram fazer exames de DNA para provar que o bebê era de fato neto deles e que os pais biológicos do bebê eram, de fato, cidadãos chineses.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Abril 11 2018

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, retorna ao Congresso dos Estados Unidos nesta quarta-feira (11) para mais questionamentos de parlamentares que têm uma rara chance de apresentar queixas sobre a empresa diretamente ao presidente da maior rede social do mundo.

O magnata da internet deve depor a partir das 11h (horário de Brasília) no Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados, um dia depois de ter respondido questionamentos por quase cinco horas no Senado dos EUA.

Zuckerberg, vestindo um terno escuro em vez de sua camiseta cinza habitual, navegou pela primeira audiência na terça-feira (10) sem fazer mais promessas de apoiar uma nova legislação ou de mudar a forma como a rede social faz negócios, frustrando as tentativas de senadores de enquadrá-lo.

Os investidores ficaram impressionados com seu desempenho inicial. As ações do Facebook registraram seu maior ganho diário em quase dois anos, fechando em alta 4,5 por cento na terça-feira.

O Facebook está em turbulência há quase um mês, desde que veio à tona que milhões de informações pessoais de usuários foram colhidas erroneamente do site pela Cambridge Analytica, uma consultoria política que teve a campanha eleitoral do presidente Donald Trump entre seus clientes. A última estimativa dos usuários afetados é de até 87 milhões.

A paciência com a rede social já estava desgastada entre usuários, anunciantes e investidores depois que a empresa disse no ano passado que a Rússia usou o Facebook durante anos para tentar influenciar a política dos EUA, uma alegação que Moscou nega.

Os congressistas norte-americanos buscaram garantias de que o Facebook possa efetivamente se policiar, e poucos saíram da audiência de terça-feira expressando confiança na rede social.

"Eu não quero votar para ter que regulamentar o Facebook, mas, por Deus, eu irei", disse o senador republicano John Kennedy a Zuckerberg na terça-feira. "Muito disso depende de você."

Zuckerberg se esquivou dos pedidos para apoiar legislação específica. Pressionado repetidamente pelo senador democrata Ed Markey para endossar uma proposta de lei que exige que as empresas obtenham a permissão das pessoas antes de compartilhar informações pessoais, Zuckerberg concordou em continuar as conversas.

"Em princípio, eu acho que isso faz sentido, e os detalhes importam, e estou ansioso para que nossa equipe trabalhe com vocês para desenvolver isso", disse Zuckerberg.

 

Fonte: R7

Published in Tecnologia Abril 11 2018

O senador Ricardo Ferraço (PSDB/ES) é relator do PLS 330 (2013). O Projeto de Lei busca regulamentar o tratamento, o uso e a proteção de dados pessoais, sejam naturais e jurídicas de direito público ou privado. De acordo com o Porta 23, o atual governo federal estaria tentando convencer o senador a apresentar um substitutivo que exclua o setor público do disposto na futura legislação.

O que isso significa? Que, caso aprovado, o PLS regulamentaria apenas o tratamento de dados realizados por empresas privadas, deixando o governo e seus órgãos de fora dessa nova lei.

Ao se eximir da regulamentação, o governo mostra que, além de omisso, é irresponsável

Segundo a coluna, o senador Ferraço já estaria incluindo as modificações proposta pelo governo no PLS que está parado na Comissão de Assuntos Econômicos. "A exclusão de qualquer setor da incidência de uma lei de proteção de dados representa uma quebra na harmonia do sistema, proporcionando menor clareza aos cidadãos quanto aos seus direitos, diminuindo a confiança e a segurança jurídica e enfraquecendo o sistema como um todo, além de tornar o marco regulatório virtualmente incompatível com os de outros país", notam especialistas ao Porta 23.

No que toca regulamentações sobre vazamentos de dados, por exemplo, o PLS é um bom caminho. Recentemente, tivemos problemas com a empresas como Netshoes, Facebook, Porto Seguro etc. Os sites do governo, hora ou outra, sofrem invasões de atacantes — basta uma curta pesquisa para encontrar mais detalhes — e, ao se eximir da regulamentação, o governo mostra que, além de omisso, é irresponsável.

 

Fonte: TecMundo

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