Tecnologia 977

Published in Tecnologia Junho 07 2018

O rover Curiosity vem colhendo amostras e fazendo observações preciosas no terreno marciano desde 2012, quando pousou na superfície de Marte. E, agora, a NASA prometeu revelar uma nova descoberta feita pela missão, o que acontecerá na próxima quinta-feira (7) com transmissão ao vivo pela internet.

Entre as tarefas do Curiosity no Planeta Vermelho, estão coisas como estudar o clima marciano, procurar por indícios de vida, encontrar gelo e água, e coisas do tipo, para nos ajudar a descobrir se Marte pode sustentar a vida humana nas futuras missões tripuladas que serão enviadas no futuro próximo. Ele funciona como um verdadeiro laboratório sobre rodas.

Nada foi antecipado quanto à nova descoberta, deixando aquele mistério no ar. Será que a NASA finalmente confirmou que, em um dia muito longínquo, Marte abrigou algum tipo de vida? O Curiosity teria descoberto algo inusitado no solo do planeta? É isso o que vamos descobrir amanhã a partir das 15h (no horário de Brasília), acompanhando o streaming da agência espacial, que será transmitido pelo site da NASA, além de seus canais no YouTubeFacebookTwitchUstream e Periscope.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Junho 06 2018

O seu smartphone te escuta. Não, não apenas quando você ativa a Siri ou a Google Assistant. Ele te escuta para saber sobre o que você conversa e te mostrar produtos relacionados: tudo é sobre negócios.

Você provavelmente já ouviu isso antes ou já pensou sobre isso. Acontece que, ao que parece, isso é verdade — mas não tão diabólico quanto parece, como nota a Vice.

Quem afirma é o consultor de segurança Dr. Peter Henway, da Asterix. Segundo Henway, alguns aplicativos, como o Facebook, possuem acesso aos dados de seu microfone. Esses apps terceiros, sem colocar a Siri ou Assistant em jogo (já que precisam de uma frase de ativação para a coleta), nota Henway, que escolhem o que farão com os dados recebidos.

Não há razão para as empresas não estarem fazendo algo assim. Faz sentido do ponto de vista do marketing

"De tempos em tempos, trechos de áudio voltam para [outros aplicativos como o Facebook] para os servidores, mas não há um entendimento oficial sobre quais são os gatilhos para isso", explica Peter. "Seja com base no tempo ou na localização ou no uso de determinadas funções, os apps certamente estão usando essas permissões de microfone periodicamente. Todos os elementos internos dos aplicativos enviam esses dados de forma criptografada, por isso é muito difícil definir o acionador exato". Segurança online: Saiba com o Banco Sofisa Direto como navegar de forma segura em 6 passos Patrocinado 

Ou seja, como o seu smartphone te escuta? O consultor afirma que existem palavras-chave que ativam uma coleta. Da mesma maneira que um "Ok Google" vai ativar o Assistant, se você [supostamente] disser uma palavra como "Japão", o Facebook vai te mostrar as melhores passagens disponíveis para o país na próxima vez que você estiver online.

Apesar dessa afirmação, não há empresa de ecommerce ou rede social que assuma esse tipo de ação

"Não há razão para as empresas não estarem fazendo algo assim. Faz sentido do ponto de vista do marketing, e seus acordos de uso final e a lei permitem isso, então eu diria que eles estão fazendo isso, mas não há como ter certeza", afirma o consultor.

Testando na prática

O pessoal da Vice resolveu fazer um teste por conta próprioa. Duas vezes por dia, durante cinco dias, eles falaram em voz alta ao lado de um smartphone algumas frases que poderiam disparar essa coleta e, posteriormente, exibição de anúncios em redes sociais.

Uma das frases ditas era "eu preciso de camisetas". O Facebook começou a exibir propagandas sobre "roupas de qualidade" logo em seguida, em menos de 24 horas.

Após uma conversa sobre os dados de celular estavam acabando, a rede social começou a exibir propagandas de planos celulares mais baratos e com mais GBs disponíveis.

Qual o perigo disso? Obviamente, as companhias afirmam que não vendem seus dados e hábitos de navegação. O perigo, como nota a Vice, reside em agências de espionagem que podem abusar dessa coleta de alguma maneira.

Em vez de audiência no horário nobre, eles agora rastreiam os hábitos de navegação na web

Além disso, se você não é uma pessoa que lida com informações sensíveis (como advogados e jornalistas), não muito com o que se preocupar — vamos colocar ênfase na palavra "muito". Essa coleta é como se os anunciantes olhassem o seu histórico de navegação para te vender produtos.

Sobre isso, o consultor de segurança Peter Henway deixa claro: " É apenas uma extensão do que a publicidade costumava ser na televisão. Em vez de audiência no horário nobre, eles agora rastreiam os hábitos de navegação na web. Não é o ideal, mas eu não acho que isso represente uma ameaça imediata para a maioria das pessoas".

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Junho 06 2018

 

Em outubro, o Gizmodo noticiou que um casal de Indiana, nos Estados Unidos, foi acusado por desviar US$ 1,2 milhão em mercadorias da Amazon, se aproveitando da política de reembolso da empresa. O Gabinete do Procurador-Geral dos EUA para o Distrito Sul de Indiana anunciou, nesta terça-feira (5), que o casal Erin e Leah Finan foi condenado a quase seis anos de prisão cada um.

• Um Amazon Echo gravou conversa entre casal e a enviou para outro usuário
• Pesquisadores de segurança criaram uma “habilidade” que permite à Alexa te espionar

Há muito tempo se definindo como "obcecada pelo cliente", a Amazon é famosa por sua política de reembolso incrivelmente branda — algo de que os Finans ficaram felizes de abusar. Ao alegar de maneira fraudulenta que os produtos adquiridos, que incluíam itens de alta revenda como "câmeras digitais GoPro, Xboxes, smartwatches Samsung e tablets Microsoft Surface", estavam quebrados, o casal conseguiu obter os dispositivos (funcionando muito bem) por meio de um terceiro envolvido chamado Danijel Glumac. Nesta terça-feira (5), ele também foi condenado, mas a dois anos de prisão.

As sentenças de Erin e Leah, de 71 e 68 meses, respectivamente, podem parecer extremas por roubar uma das empresas mais valiosas do mundo — mesmo que o tenham feito conscientemente, repetidamente e excepcionalmente bem ao longo de mais de dois anos. Como o Departamento de Justiça observa, no entanto, fraude era "um modo de vida" para os Finans, e a Amazon estava longe de ser o único alvo do casa.

 

Eles emitiam cheques sem fundos. Alugavam carros, mas nunca pagavam por eles. Alugavam casas, mas nunca pagavam o aluguel. E eles até cometeram uma outra fraude online envolvendo o roubo de equipamentos de softball de aluguel de ponta, vendendo-os em grupos no Facebook para pais de crianças que gostavam de softball.

 


De sua parte, a Amazon supostamente tem banido os clientes — às vezes com pouco ou nenhum aviso — que efetuam muitos retornos ou que são vistos como um "aborrecimento".

Os Finans e Glumac foram ordenados a pagar de volta os US$ 1.218.504 de seus ganhos ilícitos.

Fonte: msn

 

Published in Tecnologia Junho 05 2018

O Facebook está sendo acusado de violar o decreto de consentimento da Federal Trade Commission (FTC), de 2011, fornecendo a fabricantes de smartphones como Apple e Samsung o acesso aos dados dos usuários da rede social.

Segundo informações do New York Times, ao menos 60 fabricantes obtiveram parceria com o Facebook nos últimos anos para que pudessem oferecer serviços como curtidas, conversas por mensagens, entre outros, sem a necessidade de um app.

Os acordos entre as empresas autorizavam que a rede social expandisse o seu alcance e permitisse que as fabricantes de smartphones fizessem suas ofertas dentro da plataforma. Ainda de acordo com a fonte, as empresas têm acesso a informações pessoais como preferências religiosas e políticas não só do próprio usuário, como também de seus contatos.

Em resposta ao jornal norte-americano, o vice-presidente de parcerias do Facebook, Ime Archibong, publicou o artigo "Porque nós discordamos do New York Times". No texto, ele afirma que a companhia criou APIs para fabricantes como Amazon, Apple, Blackberry, HTC, Microsoft e Samsung para que elas pudessem oferecer a rede social sem seus sistemas operacionais quando ainda não existiam aplicativos e nem lojas.

"Todas essas parcerias foram construídas com um interesse em comum: que as pessoas pudessem usar o Facebook em qualquer aparelho ou sistema operacional", conta Archibong.

O executivo ainda diz que as APIs são controladas pelo Facebook e que os contratos de parceria impediam que as informações fossem usadas por motivos além de recriar uma experiência com o Facebook, afirmando ainda que nenhum recurso podia ser usado sem permissão, e que todos foram aprovados por seus engenheiros.

"Ao contrário do que diz o New York Times, informações de amigos, como fotos, só estavam disponíveis em dispositivos quando a pessoa tomava a decisão de compartilhar seus dados com os amigos", conta.

O caso chegou até mesmo ao governo norte-americano, segundo o Endgaget. Zuckerberg está sendo acusado de mentir ao congresso sobre o usuário "ter o completo controle de quem pode ver seus dados no Facebook", referindo-se aos recentes depoimentos do CEO sobre o escândalo da Cambridge Analytica.

Em março deste ano, a FTC abriu uma investigação referente ao recente vazamento de dados de milhões de usuários para a campanha que elegeu Donald Trump presidente em 2016.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Junho 04 2018

Recentemente, começou a ser cogitado que a Google poderia estar prestes a lançar uma terceira variante de seus smartphones Pixel. Ou seja: além do Pixel 3 e Pixel 3 XL, ainda veríamos um novo modelo com hardware mais simples para que a linha de dispositivos pudesse chegar também aos consumidores que não querem gastar tanto dinheiro em um aparelho. Mas parece que isso vai demorar mais do que o previsto.

Na noite desta sexta-feira, o especialista em vazamentos Roland Quandt afirmou que teve acesso a informações de fontes relevantes na Google. Esta fonte teria afirmado: "A Google está trabalhando em um dispositivo móvel com Snapdragon 710, atualmente agendado para a primeira metade de 2019.". Ele também revelou que não há qualquer outra informação sobre o modelo, apenas a CPU (a mesma usada no novo Xiaomi Mi 8 SE).

Se tudo se mantiver como vem acontecendo nos últimos anos, os novos Google Pixel 3 e 3 XL devem ser anunciados em outubro deste ano. E se você esperava ver o modelo mais simples chegando junto, é bom ter em mente que a espera vai ser mais longa... A menos que tudo mude e a Google realmente corra com isso nos próximos meses.

 

Fonte: TecMundo

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