Tecnologia 977

Published in Tecnologia Junho 01 2018

A árvore nacional da Colômbia, uma palmeira gigantesca que alcança os 60 metros de altura, foi vista pela primeira vez mudando sua expressão sexual.

A palmeira de Cera do Quindío (Ceroxylon quindiuense) sempre foi considerada uma espécie dióica – ou seja, que tem indivíduos do sexo feminino ou masculino, cada planta com seu órgão reprodutor.

Várias plantas de outras espécies são monóicas – uma mesma planta tem flores “fêmeas” e “machos” ao mesmo tempo, e não precisa de outro indivíduo para se reproduzir. 

Palmeiras são um grupo muito grande e diverso de plantas – o que quer dizer que até o modo de reprodução delas varia de espécie para espécie. Mas nunca, mesmo entre essa pluralidade toda, tinha sido observada uma palmeira de qualquer tipo mudando de sexo.

Foi por isso que pesquisadores ficaram surpresos ao chegar no Jardim Botânico do Quindío. Lá, eles analisaram mais de 150 plantas. A enorme maioria delas não tinha nada fora do comum. 

Mas eles acabaram encontrando quatro plantas especiais. Elas estavam crescendo com uma mistura de partes: os ramos mais antigos e próximos do chão tinham flores masculinas, que estavam caindo, indicando que vinham de uma fase anterior de crescimento.

Ainda faltam dados para entender se essa transição vai avançar até que a mudança seja completa. Para isso, os pesquisadores pretendem usar drones, já que examinar, ramo por ramo, uma árvore tão alta, é uma tarefa – literalmente – grande demais.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 31 2018

As empresas de tecnologia estão entre as marcas mais valiosas do mercado mundial e o setor reflete isso em remunerações bem acima da média, quando comparadas com outras áreas. No Brasil acontece a mesma coisa, como revela uma pesquisa feita pela plataforma de recrutamento Revelo. As informações são do Canaltech.

Especialistas em Business Intelligence que atuam em Belo Horizonte recebem em torno de R$ 7.250, acima da média nacional

O estudo analisou dados de 9 mil ofertas de empregos e 100 mil candidatos registrados no site em 2017. O relatório diz que o cargo mais bem pago é o de desenvolvedor, que na média nacional recebem R$ 6.452 por mês. Na segunda posição ficam os funcionários de Business Intelligence (R$ 6.241), seguidos dos designers de interfaces para usuários UX/UI (R$ 5.466) e o pessoal do marketing digital (R$ 4.588).

O levantamento constata também onde cada área é mais prestigiada em solo tupiniquim. São Paulo paga em média R$ 6.721 aos desenvolvedores, enquanto outras cidades oferecem algo em torno de R$ 5.528. No Rio, quem os designers de UX/UI chegam a receber R4 6.045, enquanto os profissionais de marketing digital levam R$ 5.193.

 profissional

maior salário local fica em Belo Horizonte, com os especialistas de Business Intelligence, que têm honorários em torno de R$ 7.250, bem acima da média nacional. Sem surpresa por aqui, pois a capital mineira concentra um importante Vale do Silício, com várias startups e grupos consolidados, incluindo a presença da gigante GoogleMultiplicando seu dinheiro: Afinal, o que fazer com o 13º salário? A Monetus conta! Patrocinado 

Outros fatores podem ser mais importantes que o salário

De acordo com o cofundador da Revelo, Lachlan de Crespigny, as grandes companhias costumam ter bons profissionais por oferecer bons salários, mas o dinheiro nem sempre é o grande diferencial para seduzir os melhores de cada área.

“Uma das grandes descobertas do estudo foi em relação as ofertas. Em 61% das contratações, os candidatos não optaram pela vaga com o maior salário”, disse, em entrevista ao Canaltech. A pesquisa aponta que 6,2% dos candidatos recusam vagas nas empresas grandes em virtude do salário. Isso, segundo Crespigny, mostra que um ambiente menos competitivo e com um bom plano de carreira pode ser mais importante para os funcionários do setor de tecnologia atualmente.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Maio 31 2018

Ele é um asteroide descoberto há três anos, chama-se 2015 BP519 e comete uma espécie de infração de trânsito cósmica: dá voltas em torno do Sol com uma inclinação de 54 graus em relação aos demais astros. Para entender, imagine o Sistema Solar como um imenso disco de vinil. As órbitas de dos planetas, asteroides e afins estão traçadas na superfície desse disco. Já esse pedregulho rebelado gira de ladinho, quase rebolando.

Não parece, mas essa particularidade torna 2015 BP519 um mistério dos grandes. Tudo que está em volta do Sol hoje – inclusive a própria Terra – se formou a partir de umas rebarbas de poeira e gás que sobraram da formação da nossa estrela. Antes dessas rebarbas se acumularem em montinhos chamados planetas, elas estavam distribuídas em uma estrutura chamada “disco de acreção”. Veja bem: “disco”. Isso explica porque tudo está em um plano só até hoje. É default; vem de fábrica.

Para um asteroide ter sido tirado desse plano contra a “vontade” do Sol, ele precisa ter sofrido uma influência gravitacional muito forte de outro astro. Fazendo as contas, dá para descobrir exatamente que tipo de astro. Qual é o tamanho dele? De onde ele veio? A que distância passou do asteroide? Qual é sua rota? Foi exatamente isso que fez uma colaboração internacional de 38 pesquisadores (ninguém disse que as tais contas eram fáceis). O resultado você vê neste artigo científico.

A descoberta é simples: para BP519 ter a rota que tem, ele precisa ter sofrido a influência gravitacional de um nono planeta, localizado depois de Plutão (que, de forma controversa, não é mais considerado como planeta). Esse planeta seria rochoso, mas teria massa cerca de dez vezes maior que a Terra. E ficaria tão distante do Sol – 23 vezes mais distante que Netuno, o atual recordista – que seria praticamente invisível para os nossos telescópios.

Não é a primeira vez que um astro torto deda a presença de algo maior na periferia do Sistema Solar. Em 2014, uma dupla de astrônomos norte-americanos suspeitou da existência do Planeta 9 enquanto analisava um planeta-anão distante. Em 2016, aconteceu de novoStuart Clark, colunista do The Guardian, define bem a ação desse corpo hipotético: ele é como um pastor, arrastando suas ovelhas cósmicas por aí. Acontece que, daqui, a gente só vê as ovelhas.

Ainda não há evidências experimentais suficientes para bater o martelo, mas as evidências estão mais sólidas a cada dia que passa. O jeito, agora, é fechar o cerco nesse gigante distante. Quanto mais asteroides atípicos forem encontrados, mais dados teremos para triangular a posição do Planeta 9. Aí é só apontar o telescópio mais potente do arsenal para o ponto certo do céu – e ver se há mesmo algo por lá. É bom já ir pensando em um Deus romano para batizá-lo.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 30 2018

A novidade confirmada por Mark Zuckerberg no início deste mês finalmente começa a chegar a alguns usuários. As chamadas de áudio e vídeo em grupo, no melhor estilo Skype e Google Hangouts, já estão sendo disponibilizados para algumas pessoas que usam o WhatsApp Beta no Android, informa o site Android Police.

Mais precisamente, relatos de que muita gente já consegue utilizar a novidade na versão 2.18.162 do mensageiro mais usado no mundo, mas nem todos com essa versão instalada já têm as novas videochamadas liberadas. Assim como acontece no iOS, o novo recurso vem sendo liberado aos poucos, portanto, é preciso aguardar um pouco até que você possa reunir toda a sua galera em uma conversa mais dedicada e interativa usando o WhatsApp.

 WhatsApp

WhatsApp começa a disponibilizar as videochamadas em grupo.

Vale lembrar que, para usufruir desse novo recurso, todos os envolvidos precisam tê-la habilitada em suas contas do WhatsApp. Segundo relata o Android Police, quando você inicia uma chamada com outra pessoa, pode usar um ícone presente na tela para adicionar um terceiro participante e assim por diante.  

O Facebook não deu mais detalhes sobre como funcionará a novidade nem quando ela será disponibilizada na versão instável do app, mas parece que no máximo quatro pessoas poderão conversar simultaneamente. Isso faz sentido até mesmo por uma questão de organização da tela.

E aí, a novidade já chegou aí no seu WhatsAppNão clique! Mensagem no WhatsApp que mostra postos com combustível é falsa. 

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Maio 30 2018

Grosso modo, metade da inteligência de uma pessoa é herdada, ou seja, determinada pelos genes que ela carrega (a outra metade depende da educação que ela recebe e da vida que leva).

A ciência sabe disso há mais de 60 anos – mas só de forma indireta, por meio de estudos que compararam a inteligência de irmãos gêmeos criados separadamente.

Agora, isso mudou: um estudo conseguiu medir, de forma direta, o efeito do DNA sobre a inteligência das pessoas.

Cientistas das universidades Harvard e de Edimburgo compararam o código genético e o grau de inteligência de 248 mil pessoas, que foram analisados por 29 estudos realizados em vários países ao longo dos últimos dez anos.

Depois de cruzar os dados, os pesquisadores constataram que a presença ou ausência de 538 genes está diretamente ligada à inteligência de uma pessoa.

Em seguida, eles analisaram o código genético de um segundo grupo de pessoas – e conseguiram adivinhar o QI delas.

Ou seja: é possível prever a inteligência de alguém pelo DNA.

No futuro, esse teste poderá se tornar comum. E uma reles amostra de saliva revelará uma das características mais profundas de qualquer pessoa.

 

Fonte: msn

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