Tecnologia 1081

Published in Tecnologia Agosto 06 2018

 

Uma das maiores dificuldades no ambiente de trabalho é, com certeza, o agendamento de reuniões; afinal, já deve ter acontecido de você ter uma reunião importante marcada para um dia específico... até que um dos envolvidos não poderia mais comparecer, e aí começaram longas discussões sobre uma nova data. Pensando nisso, a Google disponibilizou uma atualização bem interessante, justamente para deixar tudo mais fácil na hora de reagendar reuniões no app Agenda.

 

Com a novidade, cada convidado da reunião pode sugerir um novo horário que seja melhor e, para que não vire tudo uma bela bagunça, o organizador será o responsável por avaliar e aceitar as propostas de novos horários.

 

 

 

 

Depois que o evento for agendado, é possível criá-lo no Google Agenda. Assim, os usuários convidados poderão responder com "sim", "não" e "talvez" — e, agora, com "propor novo horário". O bacana desse novo recurso é que os convidados poderão ver a disponibilidade dos colegas, para então sugerir um horário que seja bom para todos. O responsável pela organização do encontro pode também visualizar as agendas dos colegas.

 

Trata-se de uma novidade que o Google está aplicando como uma forma de evitar a perda de tempo com longas discussões e emails e, claro, a fim de fazer com que os usuários utilizem os apps da GSuite para realizar tarefas desse tipo. Assim, a comunicação fica mais fácil e eficaz.

 

 

 

Essas mudanças ainda não disponíveis, mas devem chegar aos smartphones até o dia 13 de agosto. Mesmo assim, a atualização já está sendo liberada para usuários do Google Agenda versão web.

 

 

Fonte: Tecmundo

 

Published in Tecnologia Agosto 06 2018

Se você tem um smartphone, deve utilizar uma senha na tela de bloqueio para evitar que outras pessoas tenham acesso às informações armazenadas, certo? E as possibilidades são várias: padrões desenhados, palavras, combinações numéricas... Esta última está presente nos dispositivos da Apple, e os usuários devem criar uma senha de seis dígitos para desbloquear seus aparelhos, mesmo que tenham as impressões digitais cadastradas no Touch ID.

Até aí, tudo bem, certo? O problema é que, às vezes, pode acontecer de o próprio iPhone simplesmente mudar a senha de modo aleatório, deixando o usuário impossibilitado de acessá-lo sem o código. E agora?

Sem pânico

 

Por mais assustador que possa ser ter a senha do celular alterada subitamente, é importante não se desesperar e acabar tomando medidas precipitadas — desligar o celular, por exemplo. Se o usuário fizer isso, será preciso digitar a senha ao ligá-lo, e... bom, aí complica, né? Além disso, uma solução rápida poderia ser simplesmente restaurar as configurações de fábrica. Até aí, sem grandes problemas — a não ser que o usuário não tenha feito nenhum backup recente no iCloud.

A grande questão é, na verdade, o próprio sistema de segurança adotado pela Apple, já que qualquer usuário dos produtos da empresa da Maçã já deve ter ouvido falar que é impossível para qualquer outra pessoa que não seja o dono do aparelho conseguir desbloquear o dispositivo. Claro que, em termos de segurança, isso é ótimo, visto que ajuda a garantir a privacidade, mas o problema é justamente quando um inconveniente desses acontece. E não, também não adiantaria muito entrar em contato com funcionários da Apple em busca de ajuda, pois nem eles podem tomar medidas.

Mas, afinal, por que isso acontece?

 

Uma das explicações para as mudanças não solicitadas na senha é quando o usuário tenta cadastrar uma nova conta de email — a do trabalho, por exemplo, de modo que seja necessário alterar a combinação por razões de segurança. Outra possibilidade é o surgimento de uma espécie de password "temporária" no aparelho, que não foi salva pelo sistema.

No fim das contas, o ideal mesmo é que esse erro não ocorra com nenhum usuário. Porém, caso aconteça, é importante que você tenha algum backup atualizado dos seus dados para restaurar as informações se não quiser entrar em uma briga com o sistema de segurança do seu celular.

 

Fonte: Tecmundo

 

Published in Tecnologia Agosto 06 2018

Um vírus de computador infectou sistemas em várias fábricas da Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC) na sexta-feira (3) à noite, perturbando as operações ao mesmo tempo em que a empresa tentava aumentar a produção para as futuras linhas de iPhones da Apple, segundo noticia a Bloomberg.

De acordo com a Bloomberg, a empresa em questão é a "única fabricante do principal processador do iPhone", e o veículo afirma que esta é a primeira vez que um vírus se espalhou para as linhas de produção (mais especificamente, ferramentas de fabricação controladas por computador):

O vírus não foi introduzido por um hacker, a TSMC afirmou em um comunicado.

Não está claro quem mirou a TSMC, a maior fabricante terceirizada de chips do mundo para empresas como a Apple e a Qualcomm Inc. Essa é a primeira vez que um vírus derrubou uma instalação da TSMC, lembrando os ataques cibernéticos de 2017 do WannaCry, que forçaram corporações em todo o mundo a suspender operações à medida que elas removiam o ransomware. A TSMC está trabalhando neste momento em soluções, mas a companhia afirmou que o grau da infecção variou de fábrica para fábrica e que vai fornecer mais informações nesta segunda-feira (6), depois de avaliar a situação.

Bloomberg escreveu que a produção nas fábricas da TSMC poderia ser interrompida até "pelo menos este domingo (5)". A empresa não disse se alguma das fábricas envolvidas estava produzindo para a cadeia de fornecimento da Apple, embora a TSMC tenha anunciado neste ano que havia começado uma produção de grande volume de chips de 7 nanômetros projetados para rodarem bem ao mesmo tempo em que limitam o consumo de energia. Em maio, a companhia supostamente começou a usar o processo para fabricar chips A12 para a Apple.

Segundo o TechCrunch, ataques cibernéticos a instituições do governo e ao setor privado tailandeses são comuns e partem, principalmente, da China — que tem um longo histórico de relações tensas com Taiwan e está longe de gostar do presidente taiwanês Tsao Ing-wen. De acordo com o Taiwan News, dezenas de milhões de ciberataques (maior parte deles de baixo grau) atingem o setor público de Taiwan todos os meses, e uma reportagem da Reutersde junho deste ano citou uma fonte próxima ao governo taiwanês que teria dito que os ataques estavam ficando mais sofisticados. Paralelamente a isso, China e Taiwan são concorrentes no setor de semicondutores.

Entretanto, a causa desse ataque em particular ainda é desconhecida. O uso de ransomware e malware projetados para criptografar sistemas operacionais e arquivos de computadores com o objetivo de exigir um resgate posteriormente disparou em 2017Não é sem precedentes que operadores de ransomware mirem empresas que não podem se dar ao luxo de ficar sem seu sistema por algum tempo, como companhias de saúde. Com um suposto lucro de US$ 11,6 bilhões no ano passado, a TSMC pode ser um alvo tentador. Por outro lado, já que o comunicado da empresa dizia que o vírus não foi introduzido por um hacker, é possível que alguém em uma rede da empresa tenha, inadvertidamente, baixado um malware.

Não está claro se o incidente irá afetar notavelmente a disponibilidade da próxima linha de smartphones da Apple, que deve ser anunciada no último trimestre do ano. No entanto, a Apple costuma ter metas de produção pequenas, então um atraso de uma semana de um de seus fornecedores provavelmente não será a única coisa a se culpar se a produção se atrasar. O analista Mark Li, da Sanford C. Bernstein, disse à Bloomberg que o impacto do ataque seria provavelmente limitado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 FONTE: MSN

Last modified on Agosto 06 2018
Published in Tecnologia Agosto 04 2018

As últimas atualizações do Google Maps vêm priorizando os modelos menos bidimensionais e o mais novo update segue essa tendência, que deve frustrar os que acreditam que a Terra é plana: agora, ao fazer o zoom out para aumentar a possibilidade de navegação por lugares mais distante, o mapa mostra a Terra em forma de globo — e não sua versão achatada 2D de anteriormente. Vale destacar que isso só vale, pelo menos por enquanto, para computadores de mesa.

“Com o Modo Globo 3D ativado na versão desktop do Google Maps, a projeção do Groenlândia não fica mais do tamanho da África”, comunica a plataforma, no perfil do Twitter.

A companhia de Mountain View está se referindo ao fato de que é impossível representar a verdadeira área de diferentes regiões do planeta usando projeções planas. As projeções de Mercator são mais usadas para representar a forma correta dos países, porém, elas ampliam as regiões mais distantes da linha do Equador. Assim, a Groenlândia parece do tamanho da África.

Como sabemos, é muito menor — 836,3 mil milhas quadradas (ou 1,34 milhão de quilômetros quadrados), em comparação com 11,73 milhões de milhas quadradas (ou 18,87 milhões de quilômetros quadrados) da África. Isso fica bem claro no Google Maps agora, quando você gira de um lugar para outro.

A atualização do "Modo Globo 3D" não está disponível para o app de dispositivos móveis, mas funciona em todos os principais navegadores, incluindo ChromeEdge e Firefox, graças à biblioteca aberta de gráficos 3D WebGL. A mudança traz mapas mais alinhados com o Google Earth, que sempre apresentou o mundo desse ponto de vista.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Agosto 04 2018

Se um único aparelho eletrônico pessoal esquentar demais e pegar fogo dentro de uma bagagem despachada em um avião, é possível que o sistema de extinção de incêndio da aeronave seja insuficiente para evitar um incêndio descontrolado, segundo uma nova pesquisa do governo dos EUA.

Os órgãos reguladores pensavam que incêndios pontuais de baterias de lítio seriam debelados pelo gás retardador de chama exigido para os compartimentos de carga dos aviões de passageiros. Mas testes realizados pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) apontaram que os sistemas de controle não são capazes de extinguir um incêndio em uma bateria combinado a outros materiais altamente inflamáveis, como o gás de uma lata de aerossol ou cosméticos normalmente transportados pelos passageiros.

“Pode causar um problema que comprometeria a aeronave”, disse Duane Pfund, coordenador do programa internacional da Administração de Segurança de Materiais Perigosos e Oleodutos dos EUA (PHMSA, na sigla em inglês), em discurso, na quarta-feira, em um fórum sobre segurança da aviação em Washington. A PHMSA regula materiais perigosos em aviões juntamente com a FAA.

A pesquisa ressalta os riscos crescentes das baterias de lítio, cada vez mais usadas para alimentar de tudo, de telefones celulares a videogames. Os carregamentos a granel de baterias de lítio recarregáveis são proibidos em aviões de passageiros.

As descobertas feitas no ano passado pela FAA levaram o governo a defender que a Organização da Aviação Civil Internacional das Nações Unidas pedisse a proibição de aparelhos eletrônicos maiores que um telefone celular em malas despachadas. O esforço foi insuficiente, disse Pfund.

“De uma forma ou de outra, precisamos lidar com esses perigos”, disse Scott Schwartz, diretor do programa de produtos perigosos da Associação de Pilotos de Empresas Aéreas (Alpa, na sigla em inglês). A Alpa, que é a maior associação de pilotos da América do Norte, está realizando sua conferência anual de segurança.

A Alpa não assumiu nenhuma posição formal a respeito da proibição às baterias de lítio nas malas despachadas e existe o temor de que muitos passageiros simplesmente a ignorem. A associação busca que no mínimo haja mais campanhas de conscientização para diminuir a possibilidade de os viajantes colocarem baterias sobressalentes e aparelhos eletrônicos nas malas despachadas.

Apesar de os incêndios em itens das bagagens de mão também criarem riscos durante os voos, a experiência mostrou que eles podem ser extintos com água. Mas durante o voo a tripulação não consegue chegar às malas que estão no compartimento de carga, por isso deve confiar nos sistemas de extinção de incêndio do avião.

Os testes da FAA apontaram que o gás anti-incêndio halon instalado nos compartimentos de carga dos aviões não extinguiria o fogo de uma bateria de lítio, mas evitaria que a chama se espalhasse para materiais adjacentes, como papelão ou roupas.

No entanto, latas de aerossol explodiram nos testes mesmo depois de serem banhadas pelo gás halon, concluiu a FAA.

“Existe o potencial de o evento resultante superar a capacidade de enfrentamento do avião”, informou a FAA, em comunicado às empresas aéreas, no ano passado.

 

Fonte: msn

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