Tecnologia 888

Published in Tecnologia Abril 02 2018

São Paulo – Apesar de boatos não serem, de forma alguma, um fenômeno recente, a dimensão de sua propagação proporcionada pelas redes sociais, especialmente em momentos críticos como às vésperas de eleições, é. O combate às fake news entrou na agenda política e midiática nacional, o que levou a algumas possibilidades distintas de atuação.

Algumas pessoas tendem a preferir soluções institucionais, como a responsabilização dos produtores e a tipificação do crime pela legislação brasileira. No entanto, essa via leva a um outro questionamento ético: como garantir que as pessoas nas instituições responsáveis por punir a propagação de fake news vão agir de forma isenta, sem incorrer em perseguição política contra adversários?

Para Daniel Nascimento, ex-hacker e consultor de Segurança Digital, a reação às notícias falsas deve ser tão “espontânea” quanto a sua propagação. Ele explica que a proliferação dos boatos é facilitada pelo imediatismo que a internet proporciona. “A pessoa só lê a manchete, três linhas, e já compartilha”, exemplifica.

Por isso, ele trabalha no desenvolvimento de uma ferramenta, a”fakenewsautentica”, que mostraria, mediante o uso de um comando, a veracidade das notícias recebidas pelo Whatsapp ou pelo Facebook instantaneamente. Segundo ele, é possível usar os “bots” que propagam notícias falsas para propagar os desmentidos e as notícias bem apuradas, com base no trabalho de jornalistas contratados para esse propósito.

Edgard Matsuki, jornalista responsável pelo site Boatos.org, acredita no poder da conscientização. “Hoje, grande parte das pessoas sabe operar quase que de forma intuitiva um smartphone, mas infelizmente as pessoas não são educadas para checar a informação que chega via redes sociais. Nesse sentido, iniciativas que visem aumentar o senso crítico das pessoas em relação ao que circula na internet são importantes”.

7 dicas de checagem do Boatos.org

Quando se deparar com um conteúdo, ler a notícia por completo e não parar apenas no título ou nas primeiras frases; tentar entender o que está sendo dito.

Se perguntar sobre até que ponto a notícia escrita tem chances de ser falsa.

 Quando a fonte não está descrita no texto, é importante fazer uma pesquisa, ver se foi publicado em outras fontes confiáveis.

Quando a notícia tem um caráter muito alarmista, desconfie: conteúdos compartilhados com avisos como “Atenção! Alerta! Cuidado!” têm grandes chances de serem falsos já que essa é uma estratégia usada pelos produtores de fake news para propagá-las.

Quando o texto tem muitas características vagas também há uma chance de ser falso. Se o conteúdo não cita a data em que o fato teria acontecido, não fala onde ocorreu, quem foram os envolvidos, cuidado.

Desconfie também de um pedido de compartilhamento. Essa é uma tática para ajudar na sobrevivência do boato. Exemplo: conteúdos com a mensagem “compartilhe antes que apaguem essa informação”.

Verifique os erros de português, as notícias falsas não têm muito apreço pela correção gramatical

Serviços para acompanhar:

Boatos.org

e-farsas

Projeto de checagem da Agência Pública

Agência Lupa, parceira da revista Piauí

Blog Me Engana que eu Posto, de VEJA

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Março 29 2018

Nos últimos 150 anos, um caixão de cedro de uma antiga sacerdotisa egípcia está em exposição em um museu na Austrália. Registros sugeriam que o sarcófago de 2.500 anos estava vazio, então ninguém se importou em ver se tinha algo dentro. Ano passado, curadores do museu finalmente o abriram e, para surpresa deles, o caixão continha uma múmia – com bandagens e tudo.

Quando a tampa do caixão foi removida, os curadores do Museu Nicholson não esperavam encontraram nada muito especial. O antigo artefato egípcio, junto de três outros caixões de madeira que continha múmias dentro, foram adquiridos por volta do ano 1860 por Charles Nicholson, um antigo chanceler da Universidade Sidney. Mas por alguma razão, o conteúdo deste sarcófago em particular foi ignorado. Um manual associado ao caixão mencionava que ele estava vazio, e os registros do museu sugerem que ele continha “diversos detritos” dentro.

Quando a tampa foi removida no ano passado, os curadores descobriram os restos mortais de uma autêntica múmia egípcia.

“Foi tão incrivelmente surpreendente o que vimos – um destes momentos em que você precisa respirar fundo e apenas se segurar”, disse Jamie Fraser, investigador líder e curador no Museu Nicholson da Universidade Sidney, à BBC. “Nunca escavei uma tumba egípcia, mas isso chega perto o bastante”.

Usando tomografia e scanners a laser, a equipe de Fraser completou uma análise preliminar do conteúdo do caixão.



© Fornecido por F451 Midi Ltda.

A múmia realmente estava em péssimo estado, e dá para imaginar porque o conteúdo do caixão foi listado como “detrito”. É provável que invasores de tumbas furtaram o sarcófago, buscando por amuletos, joias, e outros tesouros. Apesar das más condições dos restos mortais, os pesquisadores conseguiram identificar o torso e diversos ossos (incluindo os ossos do pé e das pernas, e algumas costelas), enquanto removiam as bandagens, traços de resina e milhares de missangas de viro de um manto fúnebre.

O habitante do caixão morreu quando tinha aproximadamente 30 anos de idade, mas não se sabe se este é o verdadeiro ocupante do sarcófago. Inscrições no caixão mostram dados do século VII a.C., e que ele pertencia a uma sacerdotisa chamada Mer-Neith-it-es. A múmia poderia muito bem ser dela, mas mais trabalho é necessário para confirmar isso.

© Fornecido por F451 Midi Ltda.


“Sabemos por hieróglifos que Mer-Neith-it-es trabalhou no Templo de Sekhmet, a deusa com cabeça de leão”, disse Fraser para a Deutsche Welle. “Existem algumas dicas nos hieróglifos e a maneira com que a mumificação foi feita e o estilo de caixão nos dizem como o Templo de Sekhmet trabalhava”.

Para o futuro, os pesquisadores gostariam de saber quais doenças afetaram este individuo e a causa da morte, além de pistas sobre sua dieta e estilo de vida. A descoberta do corpo dentro do caixão pode ter surgido como uma completa surpresa, mas isso significa que arqueólogos e curadores podem praticar um pouco de ciência.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Março 29 2018

A estação espacial chinesa Tiangong-1, que estava em órbita decadente desde 2016, deve finalmente cair no nosso planeta neste sábado (31). Com a aproximação da data fatídica, se tornou possível fotografar a estação no céu noturno. Astrônomos conseguiram observar o objeto caindo, que pode deixar apenas uma trilha branca e fina ou aparecer como uma estrela qualquer no firmamento.

Nesta madrugada, Gianluca Masi, astrônomo do projeto “Virtual Telescope”, capturou uma foto da estação com uma exposição de dois segundos. Com isso, ele pôde fazer a imagem que você confere, como se a Tiangong-1 fosse uma estrela estática. Para tal, ele precisou usar um telescópio robótico localizado nos EUA para rastrear o movimento da estação e, dessa forma, evitar que a foto ficasse apenas um borrão. O objeto, segundo ele, estaria viajando a 28.000 km/h. De acordo com o instituto alemão Fraunhofer, a Tiangong-1 dá uma volta na Terra a cada 2 minutos e 23 segundos.

 

A previsão inicial era de que a estação cairia na Terra entre outubro do ano passado e abril deste ano, mas as projeções mais recentes apontam para uma queda neste sábado. Ainda assim, é impossível prever onde isso vai acontecer: pode ser em solo ou em água. Mesmo com isso, a probabilidade de alguma pessoa ser atingida é baixa. Espera-se que a estação de 9 toneladas se desintegre na reentrada, inteiramente ou parcialmente.

Tiangong-1

Tiangong-1 em órbita decadente a 28.000 km/h

Mais também tirou uma foto comum da estação, sem compensação de movimento. Nesse caso, ela aparece como uma simples linha branca e fraca. Como o pessoal do instituto Fraunhofer conta com um radar poderoso, eles conseguiram acompanhar a Tiangong-1 por algum tempo e registraram as imagens que você confere a seguir.

Trata-se de um pequeno vídeo gerado a partir dos dados do radar, que mostra que a estação ainda está inteira. O desenho ao lado simplesmente ajuda a entender as imagens “reais” e o movimento do objeto em órbita.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Março 28 2018

A Microsoft pode ser a primeira companhia do mundo a alcançar um valor de mercado de US$ 1 trilhão, de acordo com a empresa Morgan Stanley, em nota enviada para investidores na segunda-feira (26). Segundo os analistas, o interesse da Microsoft em serviços de nuvem está alavancando o valor de mercado da empresa.

A corrida pelo trilhão se divide entre Apple, Google e Microsoft

De acordo com o analista Keith Weiss, as ações da Gigante dos Softwares podem subir de US$ 110 para US$ 130 por fatia, o que elevaria a companhia ao patamar de US$ 1 trilhão. Na segunda, o valor total da empresa foi fechado em US$ 722 bilhões.

Hoje, a corrida pelo trilhão se divide entre Apple, Google e Microsoft — mas, ao que parece, a última vai largar na frente. O analista Keith Weiss acredita que isso acontecerá se a MS continuar atuando em dois pontos primordiais, que envolvem o crescimento do negócio em nuvem pública e o aumento da margem de lucro.

"Com a adoção da nuvem pública crescendo hoje de 21% para 44% nos próximos três anos, a Microsoft espera manter uma posição dominante que esperamos dobrar de tamanho para mais de US$ 250 bilhões", adicionou o analista.

Fonte:TecMundo

Published in Tecnologia Março 28 2018

Destroços de uma estação espacial chinesa desativada podem cair na Terra até sexta-feira, segundo cientistas que monitoram a trajetória dos objetos.

A estação Tiangong-1 foi a primeira etapa de um ambicioso programa espacial chinês e o protótipo para uma estação tripulada programada para 2022.

Ela foi colocada em órbita em 2011 e desativada cinco anos depois, quando completou sua missão. 

Sempre foi esperado que ela caísse de novo na Terra, mas o momento exato e o local de impacto são difíceis de predizer – já que a enorme nave não é mais controlada.

A mais recente estimativa de reentrada na atmosfera é para o período entre os dias 30 de março e 2 de abril.

A maior parte da estação deve queimar e se vaporizar ao entrar na atmosfera, mas parte dos destroços pode acabar chegando à superfície.

Onde vai cair?

Ainda não há previsão de um local exato. A China confirmou em 2016 que tinha perdido contato com a Tiangong-1 e que não poderia mais controlar seu destino.

A ESA (Agência Especial Europeia) diz que a reentrada se dará em qualquer lugar entre as latitudes 43°N e 43° S, o que cobre uma área grande ao norte e ao sul do equador.

A ESA tem publicado atualizações regulares sobre a Tiangong-1, mas diz que estimativas sempre podem mudar, já que são "altamente variáveis".

A agência espera que sua previsão se torne mais precisa mais próximo ao fim de semana. 

Como será a queda?

A estação está chegando cada vez mais perto da Terra.

Seu ritmo de descida "vai continuar a acelerar gradualmente conforme a atmosfera for se tornando mais concentrada", diz Elias Aboutanios, diretor do Centro Australiano de Pesquisa em Engenharia Espacial.

"Ao se aproximar dos 100 km de distância da Terra, a estação vai começar a esquentar", diz ele.

Isso vai levar à combustão da maior parte da estação – e é difícil saber exatamente o que vai sobreviver, já que a planta da estrutura não foi divulgada pela China.

Aboutanios diz que, se a estação queimar à noite, sobre uma área povoada, com certeza o fenômeno "será visível, como um meteoro ou uma estrela cadente."

Eu deveria me preocupar?

Não. A maior parte das 8.5 toneladas da estação vai desintegrar ao passar pela atmosfera.

Partes mais sólidas – como os tanques de combustível e o motor – podem não vaporizar inteiramente. No entanto, mesmo que alguns pedaços cheguem à superfície da Terra, as chances de que algum deles atinja uma pessoa são mínimas.

"Nossa experiência mostra que entre 20% e 40% de objetos desse tamanho costumam atingir o chão", diz Holger Krag, chefe do departamento de lixo espacial da ESA.

"No entanto, ser atingido por um desses fragmentos é extremamente improvável. Minha estimativa é que a probabilidade de ser ferido por um desses pedaços é parecida com a de ser atingido por um raio duas vezes no mesmo ano", diz ele. 

Todo o lixo espacial cai de volta na Terra?

"Embora o lixo espacial deixado em órbita regularmente caia de volta na Terra, a maior parte vaporiza ou acaba caindo no meio do oceano, longe de qualquer pessoa", diz Aboutanios.

Normalmente, quando um objeto retorna, ainda há comunicação – ou seja, a central de controle ainda pode direcionar a trajetória e o local de queda desejado.

Os detritos são guiados para cair no chamado polo de inacessibilidade oceânico – o local mais distante de terra, por todos os lados. É um ponto no oceano pacífico entre a Austrália, a Nova Zelândia e a América do Sul.

A região é um cemitério de satélites e espaçonaves, onde os destroços de cerca de 260 deles estão espalhados ao longo de uma área de aproximadamente 1.500 km²; 

O programa especial chinês

A China começou tarde no ramo da exploração espacial.

Povo com jornais contendo a foto do astronauta: O primeiro astronauta do programa espacial chinês se tornou um herói nacional em 2003

© Getty Images O primeiro astronauta do programa espacial chinês se tornou um herói nacional em 2003

Em 2001, o país lançou espaçonaves com animais e em 2003 colocou seu primeiro astronauta em órbita, se tornando o terceiro país a fazê-lo, depois da União Soviética e dos EUA.

O programa para criação de uma estação espacial começou em 2011 com o lançamento do Tiangong-1, chamado também de "Palácio Celestial".

O protótipo de estação foi capaz de abrigar tripulantes, mas apenas por um curto período de alguns dias. A primeira astronauta mulher da China, Liu Yang, visitou a estação em 2012.

Em 2016, dois anos depois do programado, a estação foi desativada.

Atualmente a China tem em operação a estação Tiangong-2. O país também pretende colocar uma terceira em órbita, que deve ser tripulada e estar totalmente operacional até 2022.

 

Fonte: msn

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