Tecnologia 1081

Published in Tecnologia Agosto 01 2018

Para quem não aguenta mais ficar refém das empresas de energia elétrica e busca por uma forma uma forma sustentável de alimentação de energia, eis a boa notícia: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) agora permite que pessoas físicas também financiem suas próprias estruturas para aquecimento e cogeração solar, a exemplo de placas fotovoltaicas e geradores a biogás.

Quem se interessar pode abrir uma linha de crédito de até 80% do valor dos itens por meio do Fundo Clima, com um teto de até R$ 30 milhões por beneficiário a cada 12 meses. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos. O financiamento conta com uma carência de três a 24 meses e prazo máximo de 144 meses, com vigência para adesão até 28 de dezembro de 2018.

Entre as vantagens apontadas pelo BNDES estão a redução nos gastos com a conta de luz e a conversão do excedente não utilizado em créditos. E, claro, há também a garantia de que o abastecimento pode ser mantido mesmo quando há interrupção do fornecimento normal.

Taxas e exigências

Seja para as pessoas físicas ou jurídicas, o custo do Fundo Clima é de 0,1% ao ano para renda anual de até R$ 90 milhões e a remuneração do BNDES é de 0,9% ao ano. Acima de R$ 90 milhões, o primeiro item segue a 0,1% e o segundo vai para 1,4% ao ano.

A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% ao ano. Uma vez aplicada a remuneração máxima definida pelos bancos públicos, as taxas finais passam a ser de 4,03% ao ano para renda anual até R$ 90 milhões e de 4,55% ano para renda anual superior.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Agosto 01 2018

Más notícias para aqueles que sonham em mudar o ambiente de Marte para transformá-lo numa nova Terra: o Planeta Vermelho não teria dióxido de carbono suficiente disponível para recriar uma atmosfera espessa o suficiente para torná-lo habitável, de acordo com pesquisadores.

Um estudo publicado na revista científica Nature Astronomy analisou a ideia de que as tecnologias poderiam transformar este planeta desértico e seco para torná-lo semelhante à Terra.

Este é o conceito de "engenharia planetária" ou "terraformação", um conceito caro à ficção científica, mas também de interesse dos cientistas.

A perspectiva de missões da Nasa para habitar Marte a médio prazo e a da implementação de colônias humanas mencionada pelo bilionário Elon Musk levaram os pesquisadores a olhar para esta hipótese defendida pelo chefe da SpaceX.

"Queríamos ver o que era possível fazer" com dióxido de carbono (CO2) "no estado atual da tecnologia", disse à AFP Bruce Jakosky, da Universidade do Colorado em Boulder (Estados Unidos) e principal autor do estudo.

Menor que a Terra, Marte tem uma atmosfera muito tênue, composta de 96% de dióxido de carbono. A pressão atmosférica é muito baixa comparada com a do nosso planeta. E faz frio: a temperatura média é de -63 graus Celsius.

"O objetivo desta 'terraformação' seria criar em Marte uma atmosfera tão espessa quanto a da Terra", explica Bruce Jakosky.

O agente dessa transformação do meio ambiente seria o dióxido de carbono, um gás de efeito estufa armazenado nas rochas marcianas e sob as calotas de gelo em particular.

Se fosse possível liberar este gás na atmosfera, poderia se esperar torná-la menos fina, aquecer o planeta e, aumentando a pressão atmosférica, permitir que a água líquida permanecesse na superfície, ressalta o pesquisador.

"Os homens não precisariam mais usar roupas de astronauta, já que o aumento da temperatura tornaria a vida mais fácil", acrescenta Bruce Jakosky, que participou da missão MAVEN da Nasa, lançada em 2013 para estudar a atmosfera marciana.

Bruce Jakosky e Christopher Edwards, da Northern Arizona University em Flagstaff, compilaram um inventário dos diferentes "reservatórios" de CO2 não atmosférico, com base em dados coletados por várias missões marcianas ao longo de várias décadas.

"Inclui as calotas polares, o CO2 em rochas de carbono e moléculas de CO2 na poeira do solo", explica Bruce Jakosky.

"Descobrimos que não há dióxido de carbono suficiente disponível para criar um aquecimento global suficiente, mesmo que pudéssemos liberar tudo para a atmosfera", diz ele.

Na melhor das hipóteses, o CO2 acessível poderia triplicar a pressão atmosférica de Marte - apenas um quinto do que seria necessário para tornar Marte habitável para seres humanos. E aumentar a temperatura em menos de 10 graus Celsius.

"Além disso, seria muito difícil extrair esse CO2", diz o pesquisador.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 31 2018

Um novo golpe no WhatsApp oferece até 20 GB de internet grátis por 60 dias para qualquer cliente de operadora no Brasil. Segundo o dfndr lab, laboratório da PSafe especializado em cibersegurança, cerca de 2,6 mil pessoas foram atingidas na primeira hora em que golpe começou a surgir na sexta-feira passada (30).

O número pode ser bem maior, visto que o dfnr contabilizou apenas os usuários com o aplicativo antivírus da empresa instalado.

golpe

Mensagem falsa

"Os cibercriminosos se aproveitam do fato de 69% da população brasileira se conectar à internet via smartphone, segundo dados do IBGE, para atraírem a atenção da população e, com isso, têm conseguido a marca de mais de 45 acessos por minuto à página do golpe, chegando a 2.600 acessos bloqueados pelo app dfndr security somente na primeira hora", notou o laboratório.

O golpe é caracterizado como phishing. Caso você não saiba, phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

O golpe foi bem feito: mais de 45 acessos por minuto 

Neste novo golpe, "ao clicar no link, o usuário é direcionado para uma página na qual ele é informado que foi selecionado para ganhar até 20GB de internet e apresenta, ainda, um número fictício de quantidade de pacotes grátis disponíveis para habilitação. Nesta página, o usuário é orientado a responder perguntas (...) Após responder à última pergunta, a pessoa é informada que, para ativar o pacote gratuito de até 20GB de internet, ela deverá compartilhar com três amigos e grupos de WhatsApp. Após o compartilhamento, a suposta oferta de internet móvel estaria disponível em até cinco minutos para o usuário. No entanto, ao invés disso, surge uma página de alerta no celular da vítima informando supostos problemas no celular e orientando o download de aplicativos maliciosos".

Segundo Emilio Simoni, diretor do dfnr lab, a "internet se democratizou no Brasil por meio do celular e esta semana a pesquisa TIC Domicílios divulgou que praticamente metade da população brasileira se conecta exclusivamente pelo celular. Com isso, os cibercriminosos se aproveitam do contexto e da necessidade do brasileiro de se manter conectado para tentar atrair suas vítimas. Que usuário não gostaria de receber gratuitamente 20GB de internet por dois meses? No entanto, é justamente por ser uma promoção muito atrativa que as pessoas devem desconfiar".

Como se proteger desse tipo de ataque? Melhores práticas: é importante pensar antes de clicar antes de clicar em links desconhecidos. Além disso, evite fazer o download de apps fora das lojas de aplicativos oficiais. Por último, é necessário atualizar regularmente as credenciais e os sistemas operacionais e aplicativos do dispositivo

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Julho 31 2018

Em publicação em seu blog oficial nesta segunda-feira (30), o WhatsApp informou que está chegando a todos os usuários o tão aguardado recurso de se fazer chamadas de voz e vídeo com grupos de pessoas pelo aplicativo. A novidade foi inicialmente anunciada durante a última conferência F8, do Facebook, que aconteceu em maio, com os testes em versão beta começando no mês passado.

"Nossos usuários gostam tanto deste tipo de recurso que passam mais de 2 bilhões de minutos por dia em chamadas e, por isso, temos o prazer de anunciar que as chamadas de voz e vídeo em grupo estarão presentes no WhatsApp a partir de hoje", anuncia a empresa.

Basta manter seu aplicativo, seja ele para Android ou iOS, devidamente atualizado e aguardar a chegada do recurso, que está sendo liberado aos poucos. Com a novidade, é possível iniciar chamadas em grupo com até quatro pessoas no total. Basta iniciar uma chamada de voz ou vídeo normalmente e, então, tocar no botão "adicionar participantes", que fica no canto superior direito da tela de chamada.

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda

O WhatsApp ressalta ainda que o recurso de chamada em grupo conta com criptografia de ponta a ponta, mantendo seguras as conversas entre os usuários.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 30 2018

Segundo o European Southern Observatory (ESO), seu Very Large Telescope (VLT), instalado no Chile, obteve imagens do espaço através de um novo modo de óptica adaptativa chamado tomografia a laser, e elas se revelaram tão nítidas quanto as de telescópios espaciais, como o Hubble.

Essa nova tecnologia, em trabalho com o instrumento MUSE em Modo de Campo Estreito e o módulo de óptica adaptativa GALACSI, consegue corrigir turbulências atmosféricas em diferentes níveis de altitudes.

A tomografia a laser consiste na fixação de quatro estrelas guia laser ao telescópio principal nº 4 do VLT, que projetam no céu uma intensa luz alaranjada de 30 centímetros de diâmetro, estimulando os átomos de sódio que se encontram na atmosfera superior. Assim, são criadas estrelas guias artificiais, que determinam a turbulência causada pela atmosfera, a fim de calcular correções a uma taxa de 1.000 vezes por segundo, de modo que o espelho do telescópio principal nº 4 modifique sua forma para compensar as deformações causadas pela atmosfera, corrigindo assim a luz distorcida.

Isso só é possível no Modo de Campo Estreito do MUSE, que ocorre em uma região menor do que a vista no Modo Largo. É claro que, nesse último, somente a turbulência atmosférica pode ser corrigida em até 1 quilômetro acima do telescópio, e não o seu total, como a tomografia a laser alcança.

Desse modo, a óptica adaptativa faz com que os telescópios terrestres possam fornecer imagens bastante nítidas e claras, comparáveis às obtidas por grandes telescópios espaciais. E a ideia é que os astrônomos usem essa tecnologia para estudar melhor e com mais detalhes fenômenos celestes, tais como buracos negros, aglomerados estelares, supernovas ou até mesmo planeta e objetos de nosso próprio Sistema Solar.

 

Fonte: TecMundo

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