Tecnologia 888

Published in Tecnologia Março 22 2018

Todo mundo tem um hobby diferente, e quando falamos dos mais velhos, tendemos a pensar em atividades clássicas como crochê, pintura, leitura, caminhadas, palavras-cruzadas e por aí vai.

Acontece que uma simpática senhora, chamada Concha Garcia Zaera e que tem 87 anos de idade, tem um passatempo bastante peculiar entre a galera da sua geração. Basicamente, ela passa um bom tempo diante do computador fazendo desenhos incríveis no bom e velho Paint.

Ela descobriu o programa quando ganhou um computador de seus filhos e, desde então, começou a se dedicar ao novo hobby. “Meu marido ficou doente e eu tinha que cuidar dele, então eu não podia sair de casa muitas vezes. Comecei pintando coisas pequenas: primeiro, uma casa, no dia seguinte eu adicionei uma montanha... Passo a passo, eu estava adicionando detalhes e, no final, o resultado foi uma coisa muito bonita”, disse ela, em declaração publicada no Bored Panda.

Trabalho impressionante

Modesta, dona Concha disse que não tem muita imaginação, mas que se inspira em paisagens de cartões postais que costumava receber de seu marido. Só para você ter ideia da dedicação que ela dá a cada produção, o tempo médio de tempo gasto para a conclusão de cada desenho é de duas semanas – isso, claro, quando ela se concentra em cada detalhe de forma intensa.

Concha começou a postar suas obras no Facebook, mas, a pedido de suas netas, acabou criando uma conta no Instagram há alguns meses – até o momento, ela já tem impressionantes 123 mil seguidores e, pelo visto, esse número só tende a aumentar. Depois de conhecer o trabalho dela, conte para a gente o que você achou. Saiba mais: Delete o Facebook, pede um dos criadores do WhatsApp. 

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Março 22 2018

Após permanecer dias em silêncio absoluto, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, finalmente resolveu se pronunciar a respeito do escândalo Cambridge Analytica na tarde desta quarta-feira (21). A polêmica em questão começou quando um pesquisador revelou que tal empresa utilizou indevidamente dados sigilosos de mais de 50 milhões de usuários da rede social para mudar o rumo das campanhas políticas nos EUA e no Reino Unido.

De acordo com Zuckerberg, houve “uma quebra de confiança” não somente entre o Facebook e a Cambridge Analytica, mas também entre a rede social e “as pessoas que compartilham seus dados conosco e confiam em nós para protegê-los”. No intuito de consertar o problema e restaurar a confiança dos internautas, a empresa afirmou que adotará algumas medidas drásticas.

“Eu estive trabalhando para entender o que exatamente aconteceu e como podemos agir para ter certeza de isso não vai acontecer novamente. A boa notícia é que as ações mais importantes para prevenir que isso ocorra de novo já foram tomadas alguns anos atrás”, declara Zuckerberg. “Mas nós também cometemos erros, há mais coisas para fazer, e nós precisamos prosseguir com isso”, completa.

 

Primeiramente, o CEO anunciou que todos os apps que possuem acesso a “grandes quantidades de dados” antes de a rede social ter mudado suas políticas de privacidade (em 2014) passarão por uma investigação organizada pela própria companhia. Além disso, a plataforma vai restringir ainda mais o acesso a informações sigilosas por parte de desenvolvedores, impedindo que eles usem dados de internautas que não abriram seus aplicativos por mais de três meses.

Especificamente a respeito da Cambridge Analytica, Zuckerberg lembrou que o Facebook requisitou à empresa que apagasse os dados recolhidos em 2015, e a agência mentiu para a rede social, afirmando que tal pedido havia sido cumprido. A companhia não pode mais publicar apps na plataforma desde o dia 16 de março, quando foi terminantemente vetada do espaço de desenvolvedores do site.

Vale lembrar que o Facebook está sendo investigado pela Comissão Federal de Comércio dos EUA, que pretende apurar se a rede social foi negligente em relação ao correto tratamento e proteção dos dados de seus usuários. Caso a decisão do órgão seja afirmativa, Zuckerberg terá que pagar multas de “milhares de dólares” por cada dia de violação.

Fonte: Facebook

 

Via: msn

Last modified on Março 22 2018
Published in Tecnologia Março 20 2018

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, vai deixar a empresa em agosto, afirmou uma fonte à agência Reuters, na segunda-feira (19).

Stamos é um dos responsáveis por conduzir as investigações internas da empresa. Ele estava atuando no combate às fake news patrocinadas por governos e empresas.

Sem negar sua saída, o executivo postou no Twitter dizendo que sua função na companhia mudou, mas que ele ainda está "completamente comprometido com o trabalho no Facebook". 

O presidente-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, enfrentou cobranças de autoridades dos Estados Unidos e da Europa para explicar como uma consultoria Cambridge Analytica, que trabalhou na campanha de eleição do presidente Donald Trump, teve acesso indevido a dados de 50 milhões de usuários do Facebook.

Por causa do escândalo, as ações do Facebook encerraram em baixa de quase 7 por cento, retirando US$ 36 bilhões do valor de mercado da companhia. Os investidores estão preocupados que novas legislações possam prejudicar os negócios com publicidade.

 

Fonte: R7

Published in Tecnologia Março 20 2018

A marca brasileira CCE está na memória do brasileiro por diversos motivos. Há quem lembre de ter a casa inteira operando com produtos da fabricante, que era de fato mais barata que as concorrentes. Mas são frequentes também as críticas recebidas pela empresa por uma aparente má qualidade dos produtos.

Mas, afinal, por onde anda a CCE? Qual foi a origem e o que significa o nome dessa companhia? Por que os produtos dela apareciam cheios de defeitos? O capítulo da semana da série de história da tecnologia tira várias dúvidas de uma vez por todas. 

 

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Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Março 20 2018

 

O valor do Facebook na bolsa de valores de tecnologia dos Estados Unidos encolheu impressionantes US$ 35 bilhões (ou aproximadamente R$ 115,5 bilhões) entre a manhã e o anoitecer desta segunda-feira.

Para efeito de comparação, as ações da rede social caíram, só nesta segunda, o equivalente ao valor de mais de 200 mil casas populares no Brasil.

Até o fechamento do dia na Nasdaq, em Nova York, as ações do Facebook haviam caído 6,7%.

Esta é a maior redução percentual em valor de mercado do Facebook em um só dia em quatro anos, levando a capitalização de mercado da empresa de US$ 537 bilhões (ou R$ 1,77 trilhão), registrados na sexta-feira à noite, para aproximadamente US$ 500 bilhões no fim desta segunda.

‘Faço doutorado e vivo de doação’: atraso em bolsas faz cientistas passarem necessidade em MG

Os benefícios para a saúde de ser antissocial

O resultado teve reflexos nas principais empresas do ramo, que também tiveram resultados negativos nos EUA (enquanto a empresa que controla o Google caiu 3%, outras gigantes como Amazon, Netflix e Apple registraram quedas de até 1,5% nesta segunda-feira).

A âncora que afunda os papéis da empresa de Mark Zuckerberg foi lançada durante este fim de semana, quando diferentes reportagens da imprensa internacional denunciaram que uma consultoria teria usado informações privadas roubadas de mais de 50 milhões de membros do Facebook.

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, perdeu sozinho quase US$ 5 bilhões após escândalo da Cambridge Analytica

© Reuters Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, perdeu sozinho quase US$ 5 bilhões após escândalo da Cambridge Analytica

Procurado pela BBC Brasil, o Facebook nos Estados Unidos não comentou as perdas na bolsa americana, nem o escândalo revelado no fim de semana.

O caso

Segundo os jornais britânico The Guardian e The Observer, e o americano The New York Times, a consultoria Cambridge Analytica, responsável por campanhas como a do presidente Donald Trump, teve acessos a dados como amigos, curtidas, publicações, localidade, idade e estado civil de usuários para construir campanhas de marketing político.

Principal acionista do Facebok, com em torno de 16% das ações da empresa, o fundador da rede social Mark Zuckerberg perdeu, sozinho, quase US$ 5 bilhões após a divulgação do caso.

A rede social não teria informado seus clientes, usuários e acionistas sobre o uso indevido dos dados.

O pivô da crise é acadêmico de ciências da computação canadense e ex-funcionário da Cambridge Analytica Christopher Wylie, que teria vendido dados obtidos por um quiz na rede social para a consultoria.

Tratava-se de um teste de personalidade chamado "Esta é sua vida digital", semelhante a dezenas de outros muito populares entre brasileiros.

Ícones relacionados ao Facebook são exibidos em diversas telas: Facebook é acusado de não ter informado clientes, usuários e acionistas sobre uso indevido de dados

© AFP Facebook é acusado de não ter informado clientes, usuários e acionistas sobre uso indevido de dados

De acordo com a imprensa americana, 270 mil pessoas fizeram o quiz - mas os termos de uso, que costumam ser ignorados pela maioria, permitiam que desenvolvedores tivessem acesso aos dados dos amigos dos usuários.

Isso teria feito o número de pessoas com dados coletados saltar para a casa dos 50 milhões.

O Facebook apagou as contas da empresa Cambridge Analytica nesta sexta-feira, alegando que a consultoria usou dados irregularmente.

A Cambridge nega que tenha usado os dados e afirma que apagou todas as informações assim que soube que eles foram colhidos irregularmente.

Tanto a Cambridge Analytica quanto o Facebook negam qualquer irregularidade

 

Fonte: msn

 

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