Tecnologia 1081

Published in Tecnologia Julho 27 2018

O Brasil costuma ficar de fora de eventos de observação de fenômenos no céu, mas este não escapa da gente! Nesta sexta-feira (27), às 16h30, começa o eclipse lunar mais longo do século 21.

De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), na parte leste do País, a Lua vai nascer já na fase total do eclipse. Já a parte oeste verá o eclipse apenas como parcial. Nesta fase total, o satélite vai refletir uma tonalidade avermelhada, o que dá origem ao nome "Lua de Sangue".

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O eclipse lunar total acontece quando a Lua entra na sombra da Terra. Como aponta o El País, pensando logicamente, seria natural presumir que o satélite ficasse invisível visto do nosso planeta. Porém, ao jornal espanhol, Miquel Serra, astrônomo do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC), explicou que dois fenômenos entram em ação para conferir à Lua o visual que vemos na imagem acima.

O primeiro é o de refração, uma curvatura dos raios do Sol que rodeiam a Terra até chegar à Lua, e o outro é parecido com o que vemos no por do sol.

As cores mais energéticas da luz solar são dispersas pela atmosfera, como verde e azul, e só os raios vermelhos chegam à superfície da Lua.

A atmosfera dispersa as cores mais energéticas da luz solar, como o verde e o azul, de maneira que somente os raios vermelhos chegam à Lua.

"O resultado é uma Lua iluminada com tons acobreados", explica Serra.

O fenômeno de eclipse total vai durar pouco menos de duas horas, chegando ao fim às 18h13, no horário de Brasília. Antes disso, em São Paulo, por exemplo, terá seu momento "máximo" às 17h41.

Este é o momento em que o eclipse atinge sua maior magnitude, com a Lua inteira estando acima do horizonte de São Paulo. 

A Lua começa a sair da sombra mais escura (umbra) a partir deste momento, marcando o início do eclipse parcial, que, por sua vez, vai até às 19h19. Por fim, neste horário, a Lua começa a entrar na sombra mais clara (penumbra), dando início à fase penumbral do eclipse, que termina às 20h29.

Em comunicado enviado ao Gizmodo Brasil, a pesquisadora Josina Nascimento, do Observatório Nacional, explica que este será o eclipse de maior duração do século por questões de geometria. Durante o evento, a Lua vai passar bem no centro da sombra da Terra, criando-se um eclipse total de 104 minutos de duração. “Esse tempo pode ser inversamente bem pequeno, como, por exemplo, o eclipse que aconteceu em julho de 2015 e que teve duração de 12 minutos”, aponta a pesquisadora.

Este mês de julho é especial também para outras observações. Josina Nascimento ressalta que vários planetas estão visíveis a olho nu no céu neste período: “Vênus está visível a oeste após o pôr do Sol; Júpiter já está alto no céu quando o Sol se põe; Saturno está visível também no início da noite a leste; e Marte, que está em máxima brilhância, está visível a leste logo no início da noite”.

Se desta vez o lado leste do Brasil é privilegiado pelo evento, a pesquisadora tranquiliza os moradores do lado oeste do País, afirmando que, na noite de 20 para 21 de janeiro de 2019, “o Brasil inteiro verá o eclipse total da Lua do início ao fim”.

Portanto, olhos para cima nesta sexta, amigos do leste. E olho no calendário para o próximo evento de eclipse total bem mais inclusivo.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 26 2018

A CNH Digital já entrou em vigor em todo o Brasil, mas ainda não é obrigatória. Um detalhe importante do novo documento, entretanto, é que ele facilita a descoberta de irregularidades na habilitação de um motorista. Policiais que lerem o QR-Code do documento saberão na hora se o condutor está em situação irregular, ou seja, se a CNH está vencida, suspensa ou cassada.

Segundo revela reportagem do UOL, basta que um agente de trânsito faça a leitura do código com outro smartphone para saber na hora se há alguma irregularidade no documento. Vale lembrar que a CNH Digital não é obrigatória, mas pode ser obtida gratuitamente por qualquer motorista que já tenha a nova CNH física, que contém um QR-Code (documentos emitidos desde maio de 2018).

De acordo com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), até agora foram emitidas 251.755 unidades da CNH-e desde o ano passado, com 20% desse montante apenas no estado de São Paulo.

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Julho 26 2018

Os gigantes e pescoçudos saurópodes são um grupo icônico de dinossauros — e parece que os cientistas acabaram de descobrir um novo deles. Paleontólogos conseguiram definir a nova espécie, conhecida como Lingwulong shenqi, usando de sete a dez esqueletos parciais de quatro locais de escavação diferentes na China.

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Lingwulong pertencia à família dos diplodocídeos, escrevem os pesquisadores em seu artigo, publicado nesta terça-feira (24), na Nature Communications. Especificamente, parece se tratar de um dicraeossauro, um pequeno clado de dinossauros saurópodes com pescoço levemente menor e uma série de espinhos pontiagudos saindo de suas vértebras.

Os novos fósseis datam de 174 milhões de anos atrás, o que faz do Lingwulongo neossaurópode mais antigo de que se tem notícia. Os neossaurópodes foram um grande grupo de dinossauros que inclui o titanossauro, o diplodoco, o braquiossauro, entre outros. A existência de um neossaurópode como o Lingwulong bem antes de a Pangeia se dividir completamente desafia teorias atuais de quando e como muitas espécies de dinossauros evoluíram.

Pesquisas anteriores mostraram que os neossaurópodes prosperaram entre 163 milhões e 145 milhões de anos atrás, no período Jurássico Superior. Mas os fósseis do Lingwulongdatam de 174 milhões de anos atrás, sugerindo que os neossaurópodes estavam vagando pela Pangeia muito antes, no Jurássico Médio.

"A descoberta do Lingwulong empurra para trás os momentos de origem de muitos dos grupos de dinossauros saurópodes que pensamos como os mais icônicos e desafia muitas ideias convencionais sobre a história biogeográfica antiga dos dinossauros", disse Philip Mannion, um dos autores do estudo e paleontólogo da Imperial College London, em entrevista ao Gizmodo.



© Fornecido por F451 Midi Ltda.

John Whitlock, um paleontólogo da Mount Aloysius College que não esteve envolvido com o novo trabalho, disse estar cético de que o Lingwulong seja realmente um diplodocídeo. Ele disse ao Gizmodo que é possível que o dinossauro esteja mais relacionado aos saurópodes do Jurássico Médio da China, chamados de Mamenchisaurusou Omeisaurus, graças às semelhanças em seus crânios e vértebras. Ele ainda é possivelmente um diplodocídeo, afirmou Whitlock, porque é tão antigo e primitivo que pode simplesmente não ter evoluído o que nós pensamos como um típico crânio diplodocídeo ainda.

Se o Lingwulong for, de fato, um diplodocídeo, ele é o primeiro a ser descoberto no Leste Asiático. Essa surpreendente descoberta é o que inspirou o nome do dinossauro, conforme os pesquisadores escrevem em seu artigo: "Lingwu, em homenagem à região em que o espécime foi encontrado; long, mandarim para 'dragão''; e shenqi, mandarim para 'incrível', refletindo a inesperada descoberta de um dicraeossauro do Jurássico Médio da China". Por fim, é o "incrível dragão de Lingwu".

E, embora seja muitas vezes difícil adivinhar a aparência de um dinossauro ou como ele se comportava com base em um fóssil, Mannion tem algumas ideias.

"Não teria sido muito diferente de outros saurópodes, embora o grupo a que pertencia o Lingwulong tivesse pescoços levemente mais curtos do que outros saurópodes", afirmou. Ele também apontou que eles iam de 11 a 17 metros de comprimento. "Eles provavelmente se moviam devagar na maior parte do tempo, em pequenos bandos, e comiam muito."

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 25 2018

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio da Comissão de Proteção de Dados Pessoais, instaurou na última sexta-feira (20) um inquérito civil público para analisar a legalidade da tecnologia de reconhecimento facial utilizada pelo Facebook.

“Pesquisas indicam que a tecnologia atual de reconhecimento facial pode identificar a orientação sexual das pessoas”, nota o MPDFT. “Além disso, consegue obter um alto grau de precisão em relação às pessoas de pele branca, mas não é eficiente em relação as de pele negra. Dessa forma, é possível que essas informações sejam usadas para fins de discriminações veladas ou expressas para recrutamento de candidatos para vagas de emprego, filiação a entidades, participação em organizações religiosas, entre outros”.

As agências de segurança estatais ao redor do mundo já estão utilizando o reconhecimento facial para identificação e vigilância dos cidadãos

De acordo com o MPDT, a portaria que instaurou o inquérito “considera que a face humana, quando mapeada tecnologicamente, é considerada um dado pessoal sensível na modalidade dado biométrico”.

O principal problema que a Comissão de Proteção de Dados Pessoais enxerga, ao que parece, é a utilização do reconhecimento facial em usuários e não-usuários da rede social de maneira indiscriminada. Além disso, como é feita a coleta, o armazenamento e o uso desses dados. O MPDFT relembrou que o International Committe for Robot Arms Control (Icrac) produziu uma carta aberta repudiando o uso dessas ferramentas. “As agências de segurança estatais ao redor do mundo já estão utilizando o reconhecimento facial para identificação e vigilância dos cidadãos”, nota a Comissão.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Julho 25 2018

O nosso Sistema Solar tem seu próprio planeta Hoth: a Europa, a lua de Júpiter em que não foi descartada a existência de vida alienígena. Diferentemente de Hoth, em que a vida prospera na superfície gelada, a vida na Europa prosperaria, supostamente, no oceano abaixo de sua superfície frígida — mas a evidência disso poderia estar além do alcance de nossos experimentos.

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Se a vida existe em algum outro lugar, ela deveria deixar para trás algum sinal químico, ou uma bioassinatura, mostrando a presença de certos tipos de moléculas. Plumas de gás saindo das rachaduras na superfície da Europa poderiam conter essas assinaturas, mas a superfície também, segundo uma nova pesquisa. Essas bioassinaturas de superfície só precisariam sobreviver à intensa radiação de Júpiter.

"Nossos resultados também mostram que os aminoácidos, embora altamente reduzidos em concentração, persistiriam em níveis detectáveis ... em escalas de tempo de 10 milhões de anos, a profundidades de 10 centímetros, mesmo nos ambientes de radiação mais severos na superfície da (lua) Europa", escreveram os pesquisadores no artigo, publicado nesta segunda-feira (23) na Nature Astronomy.

Aqui na Terra, existe muita vida que prospera de uma maneira bem alienígena, alimentada não pelo Sol, mas pelo calor e por substâncias químicas vindo do fundo do mar. Existem evidências de que a lua Europa tem um oceano d'água debaixo de seu gelo (como apontado por observações do Hubble e de outras espaçonaves). Talvez essa água abrigue vida parecida com o tipo que prospera nos oceanos da Terra.

Os pesquisadores precisam descobrir uma maneira de identificar essa vida e estão trabalhando em um sonda, a Europa Clipper, que voaria através das plumas da lua Europa. Mas o material do oceano pode ser transportado para a superfície, talvez através dessas plumas ou do oceano derretendo e congelando.

Uma equipe do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA e do Laboratório de Física Aplicada da Johns Hopkins calculou se moléculas indicadoras de vida, como aminoácidos na superfície, teriam que sobreviver a um ataque de radiação da severa magnetosfera de Júpiter. Existe uma região magneticamente ativa em torno de Júpiter totalmente inóspita para a vida, então imagine para o nosso  equipamento científico. Essa magnetosfera acelera partículas de alta energia que podem destruir a evidência química de vida que nossas sondas podem procurar.

Usando dados anteriores de como os aminoácidos podem sobreviver à radiação quando congelados no gelo, junto com dados sobre os ambientes de radiação mais severos da lua Europa, a equipe descobriu onde os aminoácidos provavelmente sobreviveriam. Caçadores de vida podem encontrar bioassinaturas dez centímetros abaixo da superfície, embora em concentração reduzida, em qualquer lugar do planeta, escrevem os pesquisadores. Mas eles poderiam aumentar suas chances se analisarem o gelo mais jovem (nesse caso, com dez milhões de anos de idade) em locais de baixa radiação. Tal gelo existiria nas altitudes médias a altas da lua Europa, mais longe do seu equador, onde a lua aponta para longe de Júpiter, escrevem os pesquisadores.

Isso é apenas um modelo; será necessário fazer uma viagem à lua Europa para determinar se realmente há sinais de vida sob sua superfície. Um comentário na Naturefeito pelo cientista John Cooper, do Centro de Voo Espacial Goddard, da NASA, aponta que os impactos de meteoros também podem quebrar algumas dessas bioassinaturas — e que um lander será "o juiz final sobre se fomos espertos ou sortudos o suficiente para encontrar uma bioassinatura, talvez uma se refugiando da radiação ao alcance sob um pequeno bloco de gelo".

Não sabemos se existe vida na lua Europa, mas os cientistas estão esperançosos. Seja qual for o lander que mandarmos para lá, ele terá que cavar um pouco.

Fonte: msn

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