Tecnologia 1021

Published in Tecnologia Junho 12 2018

O número de homens que caem em golpes no WhatsApp é até três vezes maior que o número de mulheres, segundo o relatório do 3º Relatório da Segurança Digital no Brasil, estudo trimestral do dfndr lab, laboratório de segurança da PSafe.

Como mostra o estudo, entre janeiro e março de 2018, os homens acessaram 29.166.764 links maliciosos via WhatsApp. O número é cerca de 3.5 vezes maior que o total de links acessados por mulheres, que clicaram em 8.277.316 endereços maliciosos no mesmo período.

Os homens caem em muitos golpes com pornografia e futebol

Vale notar que o phishing é o tipo de ataque cibernético que deixa mais vítimas. Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab, "isto acontece porque, através do WhatsApp, app mais usado pelos brasileiros, os golpes viralizam rapidamente, atingindo um grande número de pessoas".

Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

Segundo a Psafe, os homens constumam cair em golpes que trazem assuntos como futebol ou conteúdo adulto. Enquanto isso, as mulheres são mais suscetíveis a publicidade suspeita do que homens.

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Infográfico

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Junho 12 2018

Se você está estudando e se especializando em diagnósticos médicos, seu futuro pode estar comprometido. É isso o que pensa o especialista em aprendizado de máquina da Nvidia, Marcus Peixoto.

A previsão alarmada de Peixoto tem fundamento. A visitantes da sede da empresa fabricante de GPUs, no Vale do Silício, ele explicou que "o mercado está sofrendo uma profunda transformação e você terá um concorrente desleal: o computador".

A humanidade está investindo em inteligência artificial há muitas décadas, mas nos últimos anos as tecnologias de redes neurais e aprendizado de máquina se desenvolveram tão rapidamente que é impossível não questionar quais serão as atividades que os robôs vão dominar, deixando os humanos no chinelo. Com capacidade de analisar padrões e lidar com quantidades de informação que nem mesmo o mais privilegiado dos cérebros humanos poderia controlar e relacionar, as máquinas vieram para ficar quando o assunto é a prestação de serviços, inclusive na área da saúde e diagnóstico.

Para determinar qual é a doença que acomete um paciente, os profissionais de saúde se valem de exames clínicos. Sejam análises laboratoriais, como os exames de sangue e outros tecidos corporais, ou exames de imagem, como ressonâncias magnéticas, tomografias computadorizadas ou mesmo raios-X, esses dados exigem que os profissionais da saúde relacionem as informações, processo que pode ser complicado ou até mesmo lento, enquanto um paciente sofre e tem suas condições de saúde agravadas.

Segundo os profissionais da Nvidia, o aprendizado de máquina pode automatizar as análises e aumentar a precisão dos diagnósticos a ponto de substituir cerca de 80% dos humanos que atualmente trabalham na área dentro dos próximos anos.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Junho 11 2018

Aviões com janelas podem ficar no passado, se depender da Emirates. A companhia aérea de Dubai desenvolveu um avião que não tem mais as janelas tradicionais e as substitui por telas de alta resolução que reproduzem uma transmissão em tempo real do vídeo de câmeras apontadas para o lado de fora da aeronave.

A princípio, a ideia pode parecer não ter muito sentido, mas a companhia explica que a retirada das janelas deixa o avião mais leve e diminui as fraquezas estruturais. Com isso, as aeronaves poderiam utilizar menos combustível ou potencialmente chegar aos destinos em menos tempo.

Janelas de avião.

Janelas do avião mostradas na reportagem da BBC.

Em entrevista à BBC, o presidente da companhia Tim Clark disse que as imagens reproduzidas nos testes eram tão boas que seriam até melhores que ver a paisagem a olho nu. A empresa pretende, no futuro, ter uma frota completa de aviões sem janelas.

A mudança parece não trazer nenhum impacto sério para a segurança de quem está viajando. Ela foi aprovada pela Agência Europeia para a Segurança na Aviação, que afirmou não ver nenhum empecilho que não pudesse ser resolvido para garantir um nível de segurança igual ao de aeronaves com janelas.

O maior problema parece mesmo ser fazer as pessoas aceitarem a mudança. Um especialista em aviação ouvido pela BBC explica que as aeronaves já podem ser um ambiente muito claustrofóbico, o que só tende a piorar caso eles não tenham mais janelas. Por enquanto, a novidade só estará disponível na primeira classe de um Boeing 777-300ER da Emirates.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Junho 09 2018

Google anunciou o início da operação do cabo submarino Monet, que liga os EUA ao Brasil. Ele tem mais de 10 mil quilômetros de extensão, saindo da cidade de Boca Ratón, no estado norte-americano da Flórida, e chegando ao Brasil em dois pontos, sendo o primeiro em Fortaleza e o segundo em Praia Grande, litoral de São Paulo.

Segundo a empresa, são seis pares de fibra ótica com capacidade de transmitir 64 terabytes de dados por segundo, o que deve acelerar o acesso a vídeos e outros conteúdos armazenados em servidores dos EUA por quem mora no Brasil. O cabo começou a ser construído em 2014, mas os dados só começaram a ser enviados no mês passado.

Um mapa.

Mapa do caminho percorrido pelo cabo Monet.

Os cabos submarinos são essenciais para manter a infraestrutura da internetfuncionando. Embora seja comum não pensar muito sobre isso, especialmente devido a popularidade de conexões sem fio, a rede mundial de computadores não passa de uma série de cabos com milhares de quilômetros de extensão que conectam todos os continentes. Você pode ver todas essas ligações, inclusive o Monet, no site Submarine Cable Map.

Até o fim do ano, outros dois cabos irão utilizar parte da infraestrutura do Monet para levar a conexão a mais regiões. O primeiro se chama Tannat e irá de Praia Grande ao Uruguai, enquanto o segundo foi batizado de Junior e ligará São Paulo ao Rio de Janeiro, melhorando o fluxo de dados entre os dois estados do Brasil.

A construção do Monet é uma parceria entre Google, Algar Telecom, Antel e Angola Cables. Esta última também participou da implantação do South Atlantic Cables System (SACS), que liga a costa de Angola ao Ceará e chegou ao Brasil em fevereiro.  

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Junho 09 2018

Talvez você já tenha se perguntado isso. Se o robô Curiosity está sozinho em Marte, quem tira as fotos em que ele aparece? Outro robô não é: a Nasa já enviou quatro rovers para o planeta vermelho, mas o Curiosity e o Opportunity, os únicos que ainda funcionam, ficam bem longe um do outro

Quem tira as fotos do Curiosity é ele próprio. Mas como o braço do robô nunca aparece no canto da imagem? A resposta é bem simples – com um truque envolvido. Não vemos o braço robótico pois a imagem que chega até nós é, na verdade, um mosaico de aproximadamente 55 fotos. A câmera vai se movimentando aos poucos para fotografar o rover de vários ângulos diferentes. Depois os pesquisadores combinam as imagens excluindo os trechos em que aparecem os braços robóticos e substituindo por trechos de outros ângulos em que eles não aparecem. Assim eles criam a impressão de que há alguém ao lado do robô.

Você pode repetir a técnica em casa. Imagine que você quer tirar uma foto sua sem que pareça estar segurando a câmera. Uma solução seria fazer um clique com a câmera em cada mão e depois usar o photoshop para combinar os lados das fotos em que eu braço está abaixado para formar uma terceira imagem.

Cada imagem capturada pelo rover tem apenas 2 megapixels, pois a conexão entre Marte e a Terra é bastante lenta. A transmissão de dados entre a Nasa e o robô acontece por meio de dois satélites que orbitam Marte, e suportam no máximo 32 megabytes por dia. E, além das fotos, essa banda também é usada para enviar por leituras dos vários sensores ambientais, resultados de experimentos e ainda relatórios sobre a condição do equipamento.

Não que faça falta. Fotografar Marte não é nenhum desafio, nada por lá se mexe e o próprio equipamento oferece um suporte firme para longas panorâmicas. Colocar uma supercâmera não faria tanta diferença assim.

Veja como a técnica funciona no vídeo abaixo: https://youtu.be/4tqLk-Wl0Fo

Fonte: msn

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