Tecnologia 977

Published in Tecnologia Maio 11 2018

De acordo com informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a Apple está planejando lançar o seu próprio cartão de crédito em um futuro próximo. Na teoria, os planos da Maçã incluem firmar um acordo com o Goldman Sachs — um dos maiores bancos dos Estados Unidos — para que ele faça a emissão e o gerenciamento do cartão, que teria todo o branding do Apple Pay.

A fonte do jornal afirma ainda que os usuários também terão acesso a empréstimos do Goldman Sachs com condições especiais (podendo contratar esse serviço dentro das Apple Stores) e poderão gerenciar seus cartões através do aplicativo do Apple Pay. Se os boatos forem verdadeiros, essa novidade deve chegar ao mercado já no começo do ano que vem; logo, podemos esperar algum anúncio até o fim de 2018.

Vale a pena lembrar que, atualmente, a Apple já possui uma parceria com o banco britânico Barclays — porém, a amizade se limita a condições especiais de compra de produtos da marca e o cartão de crédito emitido pela instituição inglesa não possui a marca da Maçã.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 10 2018

Não basta ver os 19 filmes do Marvel Studios, emocionar-se com “Vingadores: Guerra Infinita” ou comprar revistas, action figures e até réplicas dos uniformes dos super-heróis. O cara tem que ter a armadura original usada no filme: detetives do Departamento de Polícia de Los Angeles investigam o sumiço do que seria a Mark III utilizada em “Homem de Ferro”, longa que deu início ao Universo Cinematográfico Marvel.

Ainda não há muitos detalhes, contudo, os oficiais adiantaram que foram levados de um depósito em Pacoima, em Los Angeles, as coberturas para a cabeça, o torso, as pernas e os braços do Gladiador Dourado. Todas as peças foram utilizadas na adaptação de 2008 e estão desaparecidas desde abril. A polícia estima que a réplica valha algo em torno de US$ 320 mil.

Homem de Ferro

A Mark III, usada em "Homem de Ferro" (2008)

De acordo com reportagem da CBS2, o conteúdo do armazém é “extremamente confidencial”, então é bem possível que a pessoa que retirou a roupa de lá sabia bem o que estava procurando. Fica difícil agora imaginar o que o suposto ladrão vai fazer com isso: como ele vai vender sem chamar a atenção e que graça tem você ter isso e não poder se gabar?

Brincadeiras à parte, também fazemos questão de dizer que a Mark III não é a primeira que Tony Stark usa ao se tornar o clássico herói da Marvel Comics: a lendária Mark I é aquela toda prateada e redonda, que não voa e basicamente conta com um lança-chamas e alguns foguetes, além da carapaça blindada.

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Maio 10 2018

Desde 2006, Plutão deixou de ser considerado um planeta no Sistema Solar, sendo rebaixado à categoria de planeta-anão. Desde então, há muita polêmica quanto à decisão, com uma legião de fãs do planetinha protestando para que ele volte a ser o nono planeta do nosso quintal espacial. A coisa tomou nova força depois da missão New Horizons que, em 2015, se dedicou a estudar Plutão e suas luas, trazendo uma imensidão de novas informações sobre o "injustiçado".

"Quando vemos um planeta como Plutão, com suas estruturas familiares – montanhas de gelo, um céu azul com camadas de nuvens – nós naturalmente nos vemos usando a palavra 'planeta' para descrevê-lo", disseram David Grinspoon e Alan Strern, que participaram da missão New Horizons. Kirby Runyon, da Universidade Johns Hopkins, concorda: "Há um poder psicológico na palavra 'planeta' que ajuda as pessoas a entenderem que aquele é um lugar importante no espaço", disse à Vox. Runyon analisou dados geológicos da New Horizons, e disse, ainda, que ficou "estupefato com a beleza e a diversidade geológica de Plutão, bem como de sua lua Caronte".

Agora, Runyon, junto a Stern e outros colegas da New Horizons, estão encabeçando a ideia de se redefinir o que um objeto espacial precisa ter para ser considerado um planeta propriamente dito. A nova definição reconheceria características geológicas surpreendentes em objetos espaciais tanto grandes, quanto pequenos. O problema, aqui, é que, com as novas definições, pelo menos 100 outros objetos do Sistema Solar acabariam também sendo considerados como planetas.

Esses objetos estão, principalmente, no Cinturão de Kuiper, perto de onde Plutão reside. Então, caso ele volte a ser chamado de planeta de verdade, será necessário rever a definição de todos esses outros objetos que têm dimensões, massa e características similares.

O Cinturão de Kuiper abriga objetos que, segundo a nova definição, também seriam planetas, como Plutão, Eris, Makemake e Haumea (Imagem: NASA)

© Fornecido por Unilogic Media Group Ltda O Cinturão de Kuiper abriga objetos que, segundo a nova definição, também seriam planetas, como Plutão, Eris, Makemake e Haumea (Imagem: NASA)

O que é um planeta, segundo a definição oficial

De acordo com a definição oficial usada pela União Astronômica Internacional (IAU), planeta é o objeto que:

Orbita o Sol, mas não é um satélite de outro planeta

É esférico

Não compartilha sua órbita com nenhum outro objeto espacial significativo

Como a definição não leva em conta os exoplanetas que estão sendo descobertos (ou seja, planetas que orbitam outras estrelas além do Sol), Stern e Grinspoon entendem que a definição oficial faz com que "essencialmente todos os outros planetas do universo não sejam, de fato, planetas".

Mas também há críticas quanto ao terceiro item, sendo que alguns cientistas planetários acreditam que esse componente é vago e, até mesmo, inútil. Então, Runyon decidiu elaborar uma nova definição do que é um planeta, que ele acredita ser mais apropriada. Segundo as ideias do especialista, um planeta deveria ser "um corpo de massa sub-estelar que nunca foi submetido à fusão nuclear e que possui autogravitação suficiente para assumir uma forma esferoidal, independentemente de seus parâmetros orbitais".

Contudo, essa definição, ainda que eleve Plutão à categoria de planeta novamente, acaba fazendo com que satélites naturais também sejam considerados planetas, incluindo a nossa Lua e todas as outras luas redondas do Sistema Solar. Sendo assim, Plutão voltaria a ser um planeta, mas sua lua Caronte também.

O debate continua

Entre os grandes nomes que se opõem à classificação de Plutão como planeta está o astrofísico Neil deGrasse Tyson, que retrucou os argumentos de Runyon em um programa de TV no ano passado, e constantemente é abordado para falar a respeito por aí. Entre os contra-argumentos, está o fato de que Plutão às vezes atravessa a órbita de Netuno, e isso não é um comportamento de um planeta.

Já Mike Brown, que descobriu alguns dos objetos do Cinturão de Kuiper que fizeram com que Plutão fosse rebaixado, disse que "ninguém quer que a Lua seja um planeta" e, portanto, a nova classificação não faz sentido.

Mas Runyon e seus colegas não querem que a IAU adote sua sugestão de redefinição. A equipe apenas deseja levantar novamente o debate, inspirando a comunidade científica e educadores de ciências a refletirem a respeito. Já sobre a ideia de que os satélites naturais esféricos poderiam ser considerados como planetas, Runyon acredita que bastaria chamá-los de "planetas que orbitam outros planetas", e disse, ainda, que "ter 100 ou mais planetas [no Sistema Solar] não deveria ser visto como uma confusão", ainda que as aulas de ciência na escola se tornem mais complicadas depois disso.

Ele acredita que não basta memorizar os nomes dos planetas, sejam eles oito, nove ou mais de cem. "Se você memorizou a tabela periódica, você não aprendeu química", argumenta, acreditando que a nova classificação pode estimular o senso de admiração dos alunos pela astronomia, já que eles precisariam aprender as diferenças entre as centenas de planetas, incluindo suas propriedades científicas.

Com tudo isso em mente, podemos concluir que o debate quanto à reclassificação de Plutão ainda tem muito chão pela frente. Para que o pequenino volte a ser um planeta oficial, deixando a categoria de planeta-anão, é preciso, sim, rever a definição oficial da IAU, mas com ideias mais palpáveis do que as apresentadas por Runyon até o momento. Afinal, não faz sentido chamar luas de planetas e, portanto, para elevar Plutão de categoria, seria preciso elaborar uma outra maneira de definir o que é um planeta de verdade, sem que os satélites naturais façam parte da mesma categoria.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 09 2018

Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai começar a bloquear os celulares piratas no Brasil a partir desta quarta-feira (09). Dessa maneira, os aparelhos que chegaram ao país de maneira irregular não vão mais conseguir realizar ligações, enviar mensagens SMS e navegar em redes móveis.

Inicialmente, os locais afetados serão Goiás e Distrito Federal. Quando novas regiões forem bloqueadas, você poderá saber mais detalhes aqui no TecMundo. Contudo, por enquanto a Anatel divulgou o seguinte:

Acre, Rondônia, São Paulo, Tocantins, região Sul e demais estados da região Centro-Oeste: notificações a partir de 23 de setembro de 2018; bloqueios a partir de 8 de dezembro de 2018;

Nordeste e demais estados das regiões Norte e Sudeste: notificações a partir de 7 de janeiro de 2019; bloqueios a partir de 24 de março de 2019.

Vale notar que não são todos os aparelhos piratas que serão bloqueados, mas sim apenas aqueles que foram registrados do dia 22 de fevereiro de 2018 em diante. Os celulares piratas que foram registrados nas operadoras brasileiras antes desta data não sofrerão qualquer tipo de bloqueio.

"Eu tenho um celular novo e pirata, o que vai acontecer?": você vai receber um alerta sobre o caráter irregular do smartphone e será informado da desativação, que acontecerá em até 75 dias. Após o bloqueio, você terá um aparelho que funciona apenas sem rede móvel. Ou seja: você poderá acessar a rede WiFi.

E o meu Xiaomi?

Fique calmo. Se você tem um celular importado, seja chinês ou de outra fabricante, não há problemas. O motivo? Aparelhos da Xiaomi, OnePlus, Oppo etc possuem seus IMEIs legítimos e registrados na GSMA.

Para checar se o seu IMEI está regular e seu aparelho não será bloqueado, acesse esta página da Anatel.

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Maio 09 2018

SÃO PAULO - Os celulares irregulares habilitados a partir do dia 22 de fevereiro no Distrito Federal e em Goiás serão bloqueados nesta quarta-feira (09), conforme decisão da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Os usuários que possuem aparelhos irregulares habilitados antes de 22 de fevereiro não serão desconectados.

Na terça-feira (08), véspera do bloqueio, o celular irregular irá receber o seguinte SMS: “Operadora avisa: Este celular IMEI XXXXXXXXXXXXXXX é irregular e deixará de funcionar nas redes celulares”.

Segundo a Anatel, aparelhos irregulares podem ser perigosos para a saúde do usuário por apresentarem grande quantidade de chumbo e cádmio, não possuírem garantias em relação a limites de radiações eletromagnéticas e utilizarem materiais de baixa qualidade, como baterias e carregadores mais sujeitos a quebras. Além disso, eles tendem a apresentar problemas de queda de chamadas e falhas na conexão de dados.

A estimativa é de que um milhão de novos aparelhos irregulares entrem nas redes das prestadoras mensalmente.

Como saber se seu celular está irregular?

Cada celular tem um número de identificação único e global, chamado de IMEI. No Portal da Anatel, o usuário poderá verificar a situação do IMEI.

A Anatel destaca que o consumidor deve verificar, antes de comprar um celular, se o número que aparece na caixa, o número do selo e o número que aparece ao discar *#06# são os mesmos. Caso os números apresentados sejam diferentes, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

Cronograma de implantação

Distrito Federal e Goiás - O bloqueio dos aparelhos irregulares nessas localidades começa no dia 9 de maio. Entre 8 de agosto e 22 de setembro, ocorrerá a fase de avaliação das medidas adotadas.

Acre, Rondônia, São Paulo, Tocantins, Região Sul e demais estados da Região Centro-Oeste – Mensagens aos usuários de aparelhos irregulares serão encaminhadas a partir de 23 de setembro. O bloqueio dos aparelhos será feito a partir de 8 de dezembro. A medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 23 de setembro.?

Região Nordeste e demais estados das Regiões Norte e Sudeste – Encaminhamento de mensagens aos usuários a partir de 7 de janeiro de 2019 e bloqueio dos aparelhos a partir de 24 de março do próximo ano. A medida vale para aparelhos irregulares habilitados a partir de 7 de janeiro de 2019.

Aparelhos estrangeiros

Celulares comprados no exterior vão continuar funcionando no Brasil, desde que sejam certificados por organismos estrangeiros de certificação equivalentes à agência reguladora. Não serão apontados como irregulares os equipamentos adquiridos por particulares no exterior que, apesar de ainda não certificados no Brasil, tenham por origem fabricantes legítimos.

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Fonte: msn

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