Tecnologia 977

Published in Tecnologia Maio 04 2018

O museu holandês Speelklok Museum estreia neste mês uma exibição especial, chamada “Robots Love Music”, na qual “você descobre que os mais antigos e novos robôs musicais têm um coração próximo ao cérebro”. Além do autômato Shimon e da máquina francesa de venda automática Hugo, que inspirou o filme “A Invenção de Hugo Cabret”, a exposição contará com um robô incomum, conhecido como Klarinettist. O problema é que sua clarineta está sumida há um bom tempo e uma busca está sendo programada, com o objetivo de recuperar o instrumento a tempo.

O androide de 1,83 metro de altura foi criado em 1838 por Cornelius Jacobus van Oeckelen e era um engenho muito interessante para sua época. Ele toca automaticamente e se curva para agradecer ao público e se apresentou nos principais salões da Holanda, indo em 1839 para as Índias Orientais Holandesas e em 1855 para os Estados Unidos.

Emprestado para Van Oeckelen, o Klarinettist sobreviveu ao incêndio do Barnums American Museum, em  Nova York. Um pouco avariado, foi comprado pelo colecionador Stearns e depois foi parar com o mágico John Gaugan, já nos anos 70. Essa vida viajante e aventureira deixou sua clarineta para trás e é isso que a diretora do Speelklok Museum, Marian van Dijk, procura atualmente.

 robô

Foram várias as tentativas anteriores, desde anúncios de jornal a detetives particulares, e ninguém conseguiu recuperar o objeto. A esperança está no depósito da Coleção de Instrumentos Musicais de Stearns, na Universidade de Michigan, um local que abriga nada menos do 2,5 mil instrumentos. “Com base em pesquisas, esperamos que o clarinete esteja aqui e eu também sei como procurar. Ainda assim, dado o tamanho da coleção, continua sendo um salto no vazio. Certamente não espero encontrar ‘de primeira’. Vai ser uma pesquisa demorada”, afirmou Marian.

O Klarinettist  poderá ser visto de 21 de setembro a 3 de março do ano que vem. Com ou sem  seu clarinete.

 Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Maio 04 2018

Stephen Hawking pode ter falecido em março, mas seu trabalho final foi publicado só agora em um periódico científico.

O artigo, "Uma Saída Suave da Inflação Eterna?', foi recentemente publicado pelo Journal of High Energy Physics. O estudo foi disponibilizado online pela primeira vez como uma pré-impressão no ano passado, e não tem muita coisa nova entre as versões — apenas a confiança de um conjunto de revisores de que o estudo vale a publicação.

O artigo lida com a natureza do cosmos. Muitos cientistas levantam a hipótese de que imediatamente após o Big Bang, o universo se expandiu como um balão em uma velocidade superior à da luz, por meio do processo de inflação cósmica. As menores flutuações de energia aleatórias de mecânica quântica podem ter sido ampliadas em aglomerados e vazios, criando a estrutura em larga escala do universo.

Alguns pensam que talvez existam lugares onde a inflação continua, e, entre eles, bolsos estáveis ​​de espaço não inflacionado (como o nosso próprio universo) existem. Cada uma dessas bolhas seria então universos únicos em um multiverso maior e sempre no processo de inflação cósmica.

Hawking e seu colaborador Thomas Hertog, da Universidade de Leuven, na Bélgica, não gostaram da infinita imprevisibilidade de um multiverso. Então, eles criaram um modelo simplificado desse comportamento e uma abordagem matemática que poderia restringir severamente o número de possíveis multiversos. O que sobraria seriam universos com física semelhante à nossa.

"Isso levanta dúvidas sobre a ideia generalizada de que a inflação eterna produz um universo altamente irregular, com uma estrutura em mosaico de manchas semelhantes a bolhas separadas por domínios inflacionários", eles escreveram.

Já que esse foi o último artigo de Hawking e que o estudo lidou com algumas coisas bastante inebriantes, os não-físicos achavam que era algo bem importante. Os físicos geralmente discordavam. Sabine Hossenfelder, física teórica e blogueira de ciência, reiterou que Hawking era um físico muito querido e um grande homem, mas chamou o artigo de "totalmente normal".

O problema de Hossenfelder com o trabalho era que ele era apenas mais um artigo teórico sem uma maneira fisicamente distinta de testar suas conclusões ou previsões.

Outros pegaram mais leve com o estudo, como falamos anteriormente. É especulativo, e Hawking e Hertog mencionaram, eles mesmos, que precisava de mais desenvolvimento.

Isso pode soar decepcionante, mas é exatamente como a física teórica funciona. Físicos teóricos usam matemática para responder a algumas das maiores questões do universo. Eles geram novas ideias na esperança de que algumas delas sobrevivam e ofereçam previsões que experimentos possam testar. A testabilidade dessas teorias é um ponto importante que continua gerando controvérsia no mundo da física.

Pouquíssimos trabalhos teóricos de física conseguem ser a "nova Teoria da Relatividade Geral". Muitos são apenas novas abordagens para pensar sobre os problemas existentes. Você não deve achar que o último artigo de Hawking foi um fracasso — ou que foi um grande negócio. Em vez disso, apenas saiba que, no último ano de sua vida, Hawking continuava a fazer seu trabalho diário: tentar entender como o universo funciona.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 03 2018

Alguns meses após seu falecimento, Stephen Hawking continua deixando mais e mais conhecimento para trás enquanto habitamos esse pequeno planeta que flutua no espaço. Seu artigo, chamado “A Smooth Exit from Eternal Inflation?” ou, em português, algo como “uma saída suave da inflação eterna?”, foi publicado no Journal of High Energy Physics.

Hawking e Hertog descrevem uma realidade na qual nosso universo observável teria sido derivado de um universo maior e inobservável

Escrito em parceria com o físico Thomas Hertog, o trabalho aponta para um Universo mais simples do que pode se imaginar, especialmente em face de tantas teorias de multiversos que encontramos hoje em dia na comunidade científica. É exatamente o que parece: muitos pesquisadores consideram a existência de infinitos universos paralelos ao que habitamos, mais ou menos como vemos em algumas obras de ficção, mas um pouco mais complicado.

Universos paralelos por todos os lados?

Neste artigo, Hawking e Hertog descrevem uma realidade na qual nosso universo observável teria sido derivado de um universo maior e inobservável que é ditado pela inflação cósmica eterna (não estamos falando de dinheiro, aqui, ok?).

Não estamos reduzidos a um universo único e simples

Em uma entrevista, o falecido cientista já explicava sua ideia: “A teoria usual da inflação cósmica eterna prevê que, globalmente, o nosso universo é como um fractal infinito, com um mosaico de diferentes universos de bolso, separados por um oceano inflável. As leis da física e da química podem diferir de um universo de bolso para outro, que, juntos, formariam um multiverso”.

Há muitos, mas não tantos

Enquanto a teoria dos multiversos fala em infinitas realidades paralelas, Hawking e Hertog, no artigo em questão, sugerem que a quantidade de universos pode ser, na verdade, limitada. A teoria deles também indica que o início do nosso universo (aquele em que estamos agora) é finito e que, de fato, não deveríamos trabalhar com a estrutura fractal infinita sugerida pela inflação eterna em nossa escala menor de universo.

Traduzido pelo próprio cientista: “Não estamos reduzidos a um universo único e simples”, disse Hawking, “mas nossas descobertas implicam uma redução significativa do multiverso para uma faixa muito menor de universos possíveis”.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Maio 03 2018

Os empregados da Cambridge Analytica ficaram sabendo, nesta quarta-feira (2), que o SCL Group, grupo responsável pela companhia, estava fechando as portas. No caso, os funcionários tiveram de entregar todos os seus cartões de acesso para a corporação.

Primeiro, saiu a notícia de que o anúncio envolvido compreendia os escritórios da companhia nos Estados Unidos. Com o passar das horas, a própria empresa anunciou insolvência no Reino Unido, enquanto nos Estados Unidos foi iniciado um processo de falência.

A notícia foi anunciada durante uma conferência liderada por Julian Wheatland, o atual presidente do SCL Group, que teria sido escolhido para assumir o cargo de próximo CEO da Cambridge Analytica. Tanto o SCL Group como a Cambridge Analytica vão fechar as portas.

Durante a ligação, Wheatland disse que o conselho de diretores determinou que uma alteração da marca no atual ambiente seria “fútil”.



© Fornecido por AFP

A Cambridge Analytica e a SCL têm escritórios em Londres (Reino Unido), Nova York (EUA), Arlington (EUA), Virginia (EUA) e Washington DC (EUA). A conferência tinha sido agendada para a manhã de terça-feira, mas foi repetidamente adiada e apenas concretizada na tarde desta quarta-feira.

Capturas de tela do serviço de chat interno da companhia obtidas pelo Gizmodo mostram um humor cômico antes do início da conferência. Um funcionário compartilhou uma playlist do Spotify no Slack com músicas como “High and Dry”, do Radiohead; “The End”, do The Doors; e “Help!”, dos Beatles. Outro funcionário postou uma imagem do filme “Titanic” em que os músicos do navio tocam os instrumentos enquanto a embarcação afunda.

Ao explicar a decisão de fechar os escritórios, Wheatland citou as investigações envolvendo o escândalo de obtenção de dados da Cambridge Analytica, o dano à reputação da empresa e a perda de clientes. Em março, a comissária da informação do Reino Unido anunciou que ia emitir um mandado de busca para investigar má conduta da empresa de análise de dados, com a ideia de vasculhar tanto escritórios como servidores. As autoridades do Reino Unido entraram no local no último mês, mas ainda não divulgaram o que descobriram.

Enquanto isso, o ex-CEO Alexander Nix se recusou a testemunhar no comitê de mídia do Parlamento Britânico sobre o mau uso de informações obtidas de usuários do Facebook.

“Apesar da confiança inabalada de que nosso funcionários agiram de forma ética e dentro das leis, visão que é endossada por uma auditoria externa, o cerco da cobertura da mídia fez com que virtualmente todos nossos consumidores e fornecedores nos deixassem”, informa um comunicado à imprensa. “Como resultado, foi determinado que não é mais viável operar esse negócio, o que deixou a Cambridge Analytica sem uma alternativa realística para colocar a empresa na administração.”

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Maio 02 2018

O CEO do FacebookMark Zuckerberg, acabou de anunciar durante a conferência de abertura da F8, nos EUA, que o WhatsApp terá em breve a capacidade de fazer videochamadas em grupo. O mensageiro verde foi comprado pela empresa de Zukerberg e vem, pouco a pouco, trazendo novidades de outras plataformas do Facebook para dentro.

Infelizmente, o CEO do Facebook não deu detalhes sobre como ou mesmo quando o WhatsApp vai receber essa novidade. Mesmo assim, já haviam rumores de que isso estava sendo planejando há algum tempo. Portanto, é possível que o recurso não demore a aparecer no mensageiro.

O WhatsApp já tem mais de 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo.

 

Fonte: TecMundo

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