Tecnologia 888

Published in Tecnologia Março 06 2018

Já faz um tempo que a Microsoft não comenta muito sobre os avanços relacionados à Cortana: a assistente de voz da empresa, que atualmente está disponível no Windows 10.

No entanto, esse hiato foi quebrado recentemente com a notícia de que a gigante de Redmond estaria preparando a implementação da assistente nas versões móveis do Outlook para Androis e iOS. Citando fontes próximas à Microsoft, o TheVerge informou que a companhia está testando a Cortana no aplicativo móvel de gerenciamento de e-mails.

Essa suposta integração da assistente possibilitaria a realização de comandos como ouvir as mensagens e responder aos e-mails por meio de simples comandos de voz, funções essas que são muito úteis para pessoas que estão ao volante, por exemplo. A ideia é que o recurso funcione conectado à central multimídia do veículo via conexão Bluetooth, utilizando a saída de som e o microfone do próprio automóvel para ler mensagens e realizar ações simples de gerenciamento da caixa de entrada eletrônica.

Foi informado também que a Microsoft também está realizando testes para adicionar os recursos da Cortana ao Outlook mobile, e, caso o feedback seja positivo, a assistente deve chegar para as versões betas e, posteriormente, a todos os usuários do aplicativo.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Março 05 2018

Apesar de a Microsoft ter praticamente descontinuado a linha Lumia (e encerrado o Windows Phone em geral), a empresa decidiu retomar a venda de aparelhos antigos dessa série. No começo de fevereiro, ela discretamente voltou a anunciar os velhos smartphones com Windows Phone em sua loja virtual (EUA). Vale lembrar que, no ano passado, a Microsoft já tinha parado de comercializar smartphones desbloqueados na linha Lumia.

 

Segundo um representante oficial da Microsoft, os dispositivos Lumia retornaram à Microsoft Store mais precisamente no dia 4 de fevereiro. E parece que ninguém havia percebido isso... Até agora. Alguns veículos da web relatam que, com a "morte não declarada oficialmente" da série, os celulares haviam quase desaparecido do mercado, e é por isso que a notícia causou tanta surpresa no mundo digital (até porque a Microsoft está supostamente trabalhando no misterioso Surface Phone).

Lumia

O retorno dos produtos inclui os famosos Lumia 650 e Lumia 950, mas há outros celulares da série também. Confira a lista:

 

Lumia 950 XL - US$ 499

Lumia 950 - US$ 399

Lumia 650 - US$ 199

Lumia 550 - US$ 139

Brasileiros não conseguem adquirir esses celulares diretamente pela Microsoft Store do Brasil. No momento em que foi escrita esta notícia, a página da loja apresentou erros na hora de migrar para a versão brasileira nos anúncios de smartphones Lumia. Conforme indica a screenshot tirada pelo TecMundo, é mostrada a indicação "Not Available" ("Não Disponível") mesmo ao acessar a versão estadunidense da loja. Por outro lado, se você reside nos EUA, consegue efetivamente visualizar os preços e as opções de compra.

 

Apesar disso, é possível que essa "novidade" faça com que os celulares Lumia voltem a aparecer também em algumas lojas daqui — aquelas que importam produtos diretamente dos EUA, por exemplo.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Março 05 2018

Alguém pagaria para usar o Facebook? Pode parecer coisa de loucos, não? Um grupo de empreendedores entendeu que ainda existe uma lacuna no segmento das redes sociais, dando origem ao Vero, o último fenômeno do momento. O novo aplicativo – disponível para iPhone e Android – teve uma estreia avassaladora e seus servidores quase não conseguem atender à enxurrada de inscrições e de conteúdo que seus primeiros usuários se esforçam em gerar. Mas... o que é o Vero exatamente? Se tivéssemos de explicar usando redes já conhecidas, é um híbrido a meio caminho entre o Instagram e o Facebook que tem um mural no qual o usuário pode subir fotos, lugares, recomendar livros ou filmes.

 

Os usuários do Vero podem compartilhar conteúdo e esperar curtidas ou comentários, nada realmente diferente do que vimos até agora nas redes predominantes, mas, no entanto, o recém-chegado tornou-se uma tendência em tempo recorde e, como ressaltamos, seus servidores não conseguem dar conta da enxurrada de novas inscrições e conteúdo que estão recebendo. Na verdade, o Vero está se beneficiando de uma publicidade para multiplicar seus usuários no lançamento: o primeiro milhão de inscritos poderá usar a rede de forma completamente gratuita por toda a vida. Claro, quem consideraria pagar para usar uma rede social... Nesse serviço não apenas está se considerando isso, mas seu modelo de negócio se baseia exatamente nisso, na assinatura de usuários.

O que seus criadores propõem é manter uma plataforma completamente livre de publicidade e algoritmos que alteram o conteúdo, na qual a privacidade do usuário seja a maior prioridade. No Vero, o dono do perfil deixa de ser o produto, é o modelo de negócio exatamente oposto ao do Facebook ou do Google, empresas em que o usuário está no alvo e é o centro da monetização. O difícil equilíbrio entre valor agregado e privacidade poderia estar começando a trazer consequências ao produto de Mark Zuckerberg, que está vendo como o tempo de permanência de seus usuários é cada vez menor, por um lado, e como as autoridades começam a tomar uma atitude.

 

O valor da assinatura anual ainda não foi definido, mas espera-se que seja um montante acessível a todos e semelhante ao de outros modelos de assinatura aos quais já estamos acostumados. Valerá a pena pagar e o projeto seguirá em frente? O Vero oferece uma nova experiência em que todos os tipos de atividades podem ser aglutinados (inclusive links para artigos) em uma interface muito limpa e fácil de usar.

 

No papel e tendo em vista o grande número de inscrições, parece que pode funcionar, mas o projeto ainda enfrenta dois grandes monstros. O primeiro, vivido por projetos semelhantes como Peach e Ello, que tiveram começos fulgurantes e hoje ninguém mais se lembra deles. O segundo grande obstáculo a superar é o da solvência: manter uma rede dessas características exige muito capital e conhecimento, e por enquanto o serviço não consegue dar conta das novas inscrições, sendo críticas as primeiras horas. O Vero pode sobreviver, mas como ferramenta de nicho e para um perfil seleto de usuários, e isso também não seria nada mau.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Março 02 2018

 

Uma foto que viralizou nas redes sociais nos últimos dias mostra um professor ensinando o Microsof Word a seus alunos. O método usado por ele, porém, é que chamou a atenção: a tela do editor de textos foi reproduzida de maneira fiel e precisa em um quadro negro, desenhada com giz.

 

O professor em questão é o ganês Richard Akoto, responsável por dar aulas de novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC). “Ensinar NTIC na escola em Gana é bem divertido”, comentou. “Eu tenho feito isso o tempo todo em que estou na sala de aula. Eu amo os meus alunos, então tenho que fazer algo que os faça entender o que estou ensinando”, complementou.

 

O problema é que a escola na qual Akoto leciona está sem computadores desde 2011, o que obriga o professor a ter que usar a criatividade para não deixar os seus alunos completamente desamparados — temas relacionados às NTIC são parte obrigatória do currículo escolar.

Richard Akoto

 

Ajuda

 

A empresária Rebecca Enonchong teve contato com a foto de Akoto desenhando no quadro negro para ensinar os seus alunos e resolveu tweetar para a Microsoft África no último dia 25 propondo que a companhia ajudasse o professor.

 

No dia 27, a seção africana da companhia respondeu à empresária afirmando que auxiliará a escola na qual Akoto trabalha fornecendo um computador e também acesso ao programa de certificação de educadores da empresa, o Microsoft Certified Educator (MCE). Saiba mais: Parceria entre Google e Microsoft trouxe novidades para o Google Drive. 

 

 

 

 

“Apoiar professores para permitir uma transformação digital na educação está no centro daquilo que fazemos”, escreveu a companha. “Nós equiparemos a Owura Kwadwo com um dispositivo de um de nossos parceiros, acesso ao nosso programa MCE e recursos gratuitos para o desenvolvimento profissional no education.microsoft.com.”

 

 

Fonte: TecMundo

 

Published in Tecnologia Março 02 2018

Cientistas descobriram as primeiras tatuagens figurativas de que se tem notícia no mundo, cravadas na pele de duas múmias egípcias com mais de 5.000 anos. Os corpos em que as marcas foram encontradas estão guardados no Museu Britânico, no Reino Unido, e pertencem a um homem e a uma mulher que viveram no período pré-dinástico do Egito, antes do país ser unificado pelo primeiro faraó. Um estudo detalhando a descoberta, publicado nesta quinta-feira no periódico científico Journal of Archaeological Science, afirma que a revelação obriga os cientistas a rever tudo o que se sabe a respeito do surgimento das tatuagens na África.

A pesquisa estima que as primeiras tatuagens datem entre 3351 e 3017 a.C., quase um milênio antes do que os registros mais antigos apontavam até então. Segundo o museu, essas também são as provas mais antigas desse tipo de prática em mulheres e a primeira já registrada em homens.

O corpo masculino, que ficou conhecido como Homem de Gebelein, é considerado uma das múmias com a melhor preservação do mundo e é exibida no museu desde sua descoberta, há cerca de 100 anos. Os arqueólogos acreditam que ele era ruivo e tenha sido assassinado com uma facada nas costas.

Imagem com luz infravermelha mostra detalhes de tatuagens na múmia masculina

No entanto, os pesquisadores nunca haviam prestado muita atenção em duas manchas pretas que se sobrepõem ligeiramente na parte superior de seu braço direito. Agora, uma análise mais aprofundada revela que elas são a representação de um touro selvagem e um carneiro da Barbária. Estas imagens podem ter sido gravadas como símbolo de força e poder.

Os restos femininos, que pertencem à múmia conhecida como Mulher de Gebelein, apresentam quatro pequenas tatuagens em formato de “S” na vertical do ombro. Estas, segundo os cientistas, foram mais difíceis de interpretar – porém, acredita-se que que elas representem bastões utilizados em danças e rituais.

Antes dessa descoberta, os pesquisadores acreditavam que apenas as mulheres modificavam seus corpos por meio de tatuagens. O registro mais antigo desse tipo de prática em homens até então correspondia a uma série de marcas geométricas em uma múmia masculina encontrada por um casal de alpinistas, conhecida como Ötzi. Esses restos datam do quarto milênio antes de Cristo, então, ele deve ter sido aproximadamente contemporâneo às múmias de Gebelein.

Tatuagens são encontradas em múmias de 5.000 anos de idade: Outro desenho é encontrado na parte posterior do ombro da múmia feminina no British Museum, em Londres, Inglaterra – 01/03/2018

O coautor do estudo Daniel Antoine, curador de Antropologia Física do Museu Britânico, afirmou em comunicado que o achado foi possível pelo “uso dos métodos científicos modernos, como o uso do scanner CT, a datação por radiocarbono e imagens infravermelhas”.

Fonte: msn

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