Tecnologia 1081

Published in Tecnologia Julho 04 2018

Sei o que você deve estar pensando: a inovação deu uma desacelerada na empresa de Cupertino, na Califórnia. Eu concordava com isso, até ver esta notícia. A principal novidade de tecnologia deste verão no hemisfério norte até agora parece ser que a Apple levará a tecnologia do Face ID a outro de seus produtos. A informação mais recente vem do desenvolvedor Steve Troughton-Smith, que descobriu um código do iOS 12 indicando que o iPad receberá o AvatarKit, que não funcionará devidamente sem a câmera TrueDepth, do Face ID — o que significa que devemos ter o Face ID no iPad!

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Lamentamos há anos que algumas das maiores ideias da Apple não foram assim tão grandes. Talvez o melhor exemplo seja a Touch Bar, do MacBook, que eu uso exclusivamente com o propósito de ativar acidentalmente a Siri. Porém, o Face ID no iPhone X talvez seja a tecnologia mais transformadora que a empresa introduziu recentemente.

Claro, a Microsoft já havia instalado uma tecnologia de desbloqueio por reconhecimento facial muito boa e parecida no Windows, mas colocá-la em um dispositivo que você desbloqueia 100 vezes por dia, e fazer isso de maneira que nunca falhe, mudou completamente como as pessoas que compraram o iPhone X usam seus smartphones. É meio difícil imaginar sua vida sem a tecnologia depois que você passa a usá-la. Não tem mais essa de usar senhas chatas — você olha para o seu telefone e, pronto, está liberado.

 

New in iOS 12: AvatarKit comes to iPad. Still requires a TrueDepth camera to do face tracking, though, i.e. an iPad with Face ID pic.twitter.com/9TvP2vsP6X


— Steve Troughton-Smith (@stroughtonsmith) 3 de julho de 2018




Essa não é a primeira vez que ouvimos falar disso. Pouco depois de o primeiro beta do iOS 12 ter chegado nas mãos de desenvolvedores no começo de junho, indícios de um novo iPad com Face ID imediatamente surgiram. E, aliás, rumores de um novo tablet já estavam aparecendo mesmo antes da WWDC, embora ele não tenha sido lançado quando previsto.

A essa altura, já vimos indícios suficientes para saber que esse iPad provavelmente está chegando. Melhor que isso, em primeiro lugar, a Apple foi lá e colocou uma tecnologia legitimamente útil no iPhone, ignorando um possível medo que as pessoas poderiam ter da ideia da empresa fazendo uma gravação de seu rosto. Além disso, depois do sucesso do iPhone X e de sua adoção em grande escala, a empresa vai e dá um jeito de colocar sua tecnologia de reconhecimento facial em um dispositivo muito maior.

Isso seria quase certamente a primeira vez que a Apple estreou uma tecnologia no iPhone para, na sequência, levá-la a um outro produto. Só falta você me dizer que o MacBook vai ganhar o Face ID um dia também.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 03 2018

Com o crescimento da carreira de Data Science, a demanda pela atividade aumentou, junto com o interesse de novos profissionais em ingressar na área. Contudo, muita gente pode ficar um pouco perdida na hora de começar a estudar e tentar entender as habilidades necessárias para ser um analista de dados.

 

Isso pode variar bastante dependendo do cargo que você pretende ter e das atribuições presentes dentro das próprias empresas. Mas claro que existem algumas habilidades consideradas essenciais em praticamente toda a área. É para tirar essas dúvidas que, em parceria com a Udacity, preparamos este guia rápido com a anatomia do analista de dados de sucesso. Vamos detalhar cada parte para entender por que, assim como acontece no corpo humano, é tão importante que as partes trabalhem em conjunto.

 Uma tela.

Um cérebro em linguagem de programação

O conhecimento de linguagens de programação é certamente a habilidade mais crucial de quem trabalha na área. Por isso, pode ser considerada o cérebro do analista de dados. Elas são importantes na hora de limpar e organizar os dados para análise e, não por acaso, sempre aparecem na grade de cursos feitos para iniciantes. Sem a programação, o trabalho nem tem como começar.

Nesses casos, um excelente primeiro passo é aprender as linguagens Python e R. Ambas têm a grande vantagem de serem consideradas acessíveis até mesmo para quem nunca achou que aprenderia programação na vida. O fato de elas serem extremamente populares também garante que você vai encontrar na internet respostas para qualquer dúvida.

Sustentado por ferramentas de análise

Saber pelo menos o básico de análise estatística é esperado de qualquer profissional de Data Science. Esse conhecimento será bastante utilizado na hora de entender os dados coletados ou fazer uma amostragem correta. Logo abaixo do cérebro, estes seriam os ombros do analista. Como muitos desses processos serão feitos no Excel, é importante ter também familiaridade com o programa de planilhas.

Sim, isso significa que você vai lidar bastante com números. Mas não se assuste achando que será preciso um diploma em Matemática para dar conta do recado. Não é raro ver pessoas formadas em áreas completamente distintas pegando o jeito da coisa e absorvendo esses conhecimentos.

Colocando a mão na massa (ou nos dados)

Chegou a hora do trabalho braçal, por assim dizer. Assim como acontece em muitos campos do conhecimento, essa parte da operação nunca é considerada a mais glamourosa, mas sem ela nada vai para frente. Embora os programas especializados ajudem bastante, boa parte do tempo do profissional ainda será gasto coletando e processando informações. Não tem jeito. É colocar a mão na massa e transformar esse amontoado de números em algo com que se pode trabalhar.

 Um computador.

Comunicando resultados com algo bonito de se apresentar

Imagine a situação: o cientista de dados coleta informações de uso de um site ou aplicativo e faz uma descoberta incrível sobre a forma como as pessoas interagem com o serviço. Mas chegou a hora de apresentar o achado para a diretoria da empresa, e ele não consegue convencer ninguém da importância daquilo. É aqui que entram as pernas, sustentando o todo.

Muitos executivos podem não entender os detalhes técnicos da análise e precisam de um profissional responsável capaz de contextualizar as coisas e resumir os resultados. Em muitos casos, isso pode ser tão ou até mais importante que os próprios números, já que é a apresentação que vai decidir se as propostas serão implementadas ou não. Uma comunicação malfeita pode pôr tudo a perder.

A intuição precisa estar bem firme

Começar a pensar como um profissional de Data Science pode ser difícil no começo, mas faz parte do processo. É preciso saber usar a intuição para tentar encontrar soluções utilizando dados. E, assim como seus pés, ela precisa estar bem firme para não causar um desastre. Não se esqueça que todo o processo começa com um problema e a formulação de hipóteses para tentar resolvê-lo. Mantenha a solidez e o equilíbrio para garantir o bom andamento de tudo.

Ficou interessado em aprender mais sobre qualquer uma dessas técnicas? Conheça Trilha de Dados, Data Science e Machine Learning da Udacity e aprenda tudo de que você precisa para também ser um analista de dados de sucesso!

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Julho 03 2018

Proprietários de celulares daSamsungprecisam redobrar a atenção: uma falha de privacidade faz com que imagens salvas no celularda marca sejam enviadas para contatos do aparelho aleatoriamente. As mensagens são encaminhadas pelo aplicativo de mensagem Samsung Messages.

Usuários estão reclamando do problema em fóruns oficiais da empresa e em sites de tecnologia – um deles, inclusive, diz que seu smartphones enviou todas as suas imagens para a namorada.

Segundo as críticas, o aplicativo nem sequer avisa que os arquivos foram enviados. Algumas pessoas só descobrem o erro quando recebem uma resposta do destinatário a respeito das imagens enviadas.

Em resposta ao problema, a Samsung informa que está “ciente das críticas” e que suas equipes técnicas estão “investigando o problema”. A empresa também aconselha os clientes que enfrentam o problema a entrar em contato com o suporte da Samsung.

Entre os celulares afetados pelo erro, os consumidores apontam o Galaxy S9 e S9 +.

Enquanto o problema não é resolvido, os usuários podem bloquear o acesso do Samsung Message ao armazenamento do celular, de forma que o aparelho não envie as imagens aleatoriamente aos contatos.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Julho 02 2018

Pesquisadores da Universidade de Tóquio ganharam o prêmio "VANT'' (Veículo Aéreo não Tripulado) na Conferência Internacional de Robótica e Automação de 2018, no mês passado, pelo seu robô aéreo que pode se transformar em diferentes formas no ar. O drone ainda é um protótipo, mas seus recursos de mudança de forma podem ser vistos neste vídeo não listado do YouTube publicado pelo IEEE Spectrum: https://youtu.be/zMi5v2KznU4

O protótipo é chamado de DRAGON, que é a abreviação de " Dual-rotor embedded multilink Robot with the Ability of multi-deGree-of-freedom aerial transformation", segundo Laboratório de Sistemas Jouhou Kougaku (JSK Lab) da Universidade de Tóquio. O drone dragão é projetado para ser um UAV autônomo que pode se adaptar para voar através de obstáculos.

A idéia do DRAGON, que é composto por quatro propulsores, é que ele pode mudar de forma para se encaixar através de diferentes lacunas e estruturas, de acordo com o Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos . As formas vão de Serpente em linha reta, na vertical, e na diagonal, além de "quadrado".

 1

Em outras palavras, você pode se esconder, mas não pode correr. Felizmente, o protótipo visto no vídeo só pode voar por cerca de três minutos.

O vídeo mostrou o protótipo começando de uma forma quadrada e se estendendo para uma figura semelhante a uma cobra. A transformação é apenas o começo dos verdadeiros potenciais do VANT. O dragão drone será projetado para um dia ser capaz de agarrar objetos como um braço humano, por exemplo.

Até então o domínio na criação de robôs macabros estava com a Boston Dynamics, que inclusive afirmou que estará comercializando os "robôs cachorros" já em 2019, mas pelo visto temos mais um grupo de pesquisadores entrando no páreo. 

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Julho 02 2018

"Onde estão?"

Foi a pergunta que o famoso físico italiano Enrico Fermi fez a seus colegas quando trabalhava no Laboratório Nacional de Los Alamos, nos Estados Unidos, em 1950.

Fermi discutia a existência de outras civilizações inteligentes e a aparente contradição entre as estimativas que afirmam haver uma alta probabilidade de essas civilizações existirem no universo observável - e a falta de evidências delas.

Somente na Via Láctea, a estimativa mais conservadora indica a existência de cerca de 100 bilhões de estrelas, muitas rodeadas por planetas. Por que, então, ainda não temos a comprovação de vida inteligente além do nosso planeta?

Se existem bilhões de possibilidades de que haja civilizações inteligentes, por que ninguém procurou entrar em contato?

Essa disparidade, que é conhecida como o paradoxo de Fermi, foi agora reavaliada por três acadêmicos da Universidade de Oxford.

E em seu estudo, intitulado Dissipar o Paradoxo de Fermi, eles dizem que é mais provável que a humanidade "esteja sozinha no Universo".

Equação

Os três autores do estudo são Anders Sandberg, pesquisador do Instituto Futuro da Humanidade, da Universidade de Oxford, o engenheiro Eric Drexler, que popularizou o conceito de nanotecnologia, e Tod Ord, professor de Filosofia no mesmo centro acadêmico.

O novo trabalho deles analisa uma das bases matemáticas do paradoxo de Fermi, a chamada equação de Drake, proposta pelo astrônomo Frank Drake na década de 1960.

A equação foi concebida para estimar o número de civilizações detectáveis na Via Láctea e multiplica sete variáveis.

Duas delas, por exemplo, são N, o número de civilizações na Via Láctea cujas emissões eletromagnéticas são possíveis de detectar, e fp, a fração de estrelas com sistemas planetários.

Os três estudiosos de Oxford apresentaram uma versão atualizada da equação de Drake que incorpora "uma distribuição mais realista da incerteza".

"Sozinhos"

A equação de Drake foi usada no passado para mostrar que a quantidade de possíveis lugares onde poderia haver vida deveria produzir um grande número de civilizações.

Mas essas aplicações assumem "certeza em relação a parâmetros altamente incertos", apontam os autores do estudo.

"Nós examinamos esses parâmetros, incorporando modelos de transições química e genéticas nos caminhos em direção à origem da vida, e mostramos que o conhecimento científico existente corresponde a incertezas que abrangem várias ordens de magnitude. Isso faz uma grande diferença", acrescentaram Sandberg e seus colegas.

A revisão da equação com distribuições mais realistas de incerteza levou os autores a concluírem que "há uma probabilidade de 39% a 85% de que os seres humanos estejam sozinhos no Universo".

"Encontramos uma probabilidade substancial de que não haja outra vida inteligente em nosso universo observável e, portanto, não deveria haver surpresa quando não detectamos quaisquer sinais disso," afirmam os autores.

A maior incerteza "nos leva a concluir que existe uma probabilidade razoavelmente alta de estarmos sozinhos", reforçam eles.

Inteligência extraterrestre

Os autores do estudo não acreditam, no entanto, que os cientistas deveriam desistir de buscar inteligência extraterretre ou SETI, da sigla em Inglês.

Recentemente, por exemplo, cientistas descobriram a existência de complexas moléculas baseadas em carbono nas águas de Enceladus, uma lua de Saturno, que podem indicar que o local é capaz de abrigar vida - algo que só será comprado após muitos anos mais de pesquisas.

"Não estamos mostrando que essa busca (por vida extraterrestre) é inútil, pelo contrário", declarou Sandberg. "O nível de incerteza que temos de reduzir é enorme e a astrobiologia e a SETI podem desempenhar um papel importante na redução dessa incerteza de alguns parâmetros."

Não há respostas simples para o paradoxo de Fermi.

Se apesar da baixa probabilidade, for detectada vida extraterrestre inteligente no futuro, Sandberg diz que "não devemos nos surpreender muito".

 

Fonte: msn

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