Tecnologia 886

Published in Tecnologia Abril 16 2018

Após receber diversos processos por conta do escândalo em que a empresa admitiu reduzir o desempenho dos iPhones antigos, agora a Apple foi novamente processada, desta vez por conta do Watch. Na última sexta-feira (6), a Omni MedSci iniciou uma ação judicial contra a companhia alegando que a Apple está infringindo sua tecnologia patenteada no sensor de frequência cardíaca do relógio inteligente.

A empresa declarou que vários dos relógios da Apple, incluindo os produtos da Série 1, Série 2, Série 3 GPS e Série 3 GPS + Celular, infringem suas patentes. A Omni MedSci afirma, ainda, que a Apple violou, de maneira intencional, três patentes e pede a indenização – de uma quantia não revelada – da companhia.

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A Omni MedSci Inc. – uma empresa de tecnologia, sediada em Michigan, que iniciou suas atividades focada em desenvolver lasers de banda larga infravermelho – afirma ter se reunido com a Apple entre 2014 e 2016, mas que a Apple teria deixado de falar sobre uma possível parceria. Porém, tempos depois, a companhia teria apresentado uma tecnologia, supostamente coberta pela patente da Omni MedSci.

Vale ressaltar que a Omni MedSci é uma empresa de propriedade de Mohammed Islam, que fundou seis empresas com base em suas patentes, além de ministrar cursos sobre o tema, mostrando a estudantes de Engenharia da Universidade de Michigan as maneiras certas e erradas de obter patentes. "A última vez que chequei, no total, foi em torno de 150 [patentes]. Perdi a conta", disse Islam.

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A empresa de Islam afirmou que a tecnologia para o uso de lasers em aplicações médicas e outras, incluindo dispositivos vestíveis, foi inventada pela Omni MedSci. Os lasers podem detectar e monitorar parâmetros fisiológicos, como a frequência cardíaca do usuário e os constituintes sanguíneos.

A Apple ainda não comentou sobre o assunto.

 

Fonte: TecMundo 

Published in Tecnologia Abril 16 2018

Uma descoberta de 50 figuras até então desconhecidas tem aumentado o mistério acerca dos desenhos geoglifos em Nazca, no Peru.

Uma equipe de arqueólogos peruanos, apoiados pela revista National Geografic e por outros pesquisadores internacionais, fez a descoberta nas encostas dos vales de Palpa, a cerca de 50 km de onde foram encontradas as primeiras figuras. Elas estão em um local conhecido como Pampa de Nazca, na zona costeira de Paraca, ao sul do Peru.

Até hoje, o significado das linhas de Nazca é desconhecido. Alguns pesquisadores consideram que se trata se um calendário. Outros alegam que era um observatório astronômico. Já os mais ousados afirmam que as linhas eram formas de comunicação com extraterrestres.

Segundo a equipe de pesquisadores do Projeto Paracas, esses novos desenhos encontrados são mais antigos que os geoglifos até então conhecidos. Eles foram feitos pela cultura Paraca, que viveu na região de Nazca há mais de 2,7 mil anos.

As imagens foram descobertas graças a imagens de satélites, imagens em 3D e fotografias feitas por drones - equipamentos até então nunca usados na região.

"Os drones permitem ter uma visão muito precisa sem danificar o local", conta Luis Jaime Castillo, um dos líderes do projeto, em parceria com o arqueólogo Johny Isla, professor da Pontifícia Universidade Católica do Peru.

Imagem zoomorfa recentemente restaurada em Palpa, no Peru.

© Luis Jaime Castillo/Diego Ochoa/Proyecto Paracas Imagem zoomorfa recentemente restaurada em Palpa, no Peru.

Um dos mistérios em torno das figuras do vale de Palpa é que elas representam figuras humanas e animais. As anteriores, em Nazca, têm linhas geométricas que formam apenas animais.

"Essa é uma mudança fundamental", diz Castillo. "É uma representação antropocêntrica, muito centrada no ser humano, mas também na sociedade que o cerca", explica.

Em muitos casos, as novas figuras formam conjuntos de seres humanos ou um guerreiro perto de um animal.

Outro dos mistérios, diz Castillo, está no tamanho dos desenhos. Nos tempos da cultura de Paraca, "os geoglifos eram visíveis do solo", diz ele. Isso porque as figuras estão situadas nas encostas das montanhas.

Imagens de figuras humanas: Figuras humanas com cocares; elas foram descobertas nas encostas dos vales de Palpa, no sul do Peru.

© Karla Patroni/Luis Jaime Campillo/Proyecto Paracas Figuras humanas com cocares; elas foram descobertas nas encostas dos vales de Palpa, no sul do Peru.

Já as figuras de Nazca, ao contrário, somente podiam ser observadas de cima, porque estão em uma planície.

Encontro quase casual

A exploração da área começou há anos quase por casualidade, depois de um protesto de ativistas do Greenpeace em 2014. A manifestação, realizada muito perto dos desenhos de Nazca, acabou danificando as linhas.

Linhas de Nazca: As figuras de Nazca são geométricas e representam animais.

© Getty Images As figuras de Nazca são geométricas e representam animais.

Os trabalhos de reparação e proteção descobriram "uma linha junto à figura do colibri que nunca tinha sido vista", lembra Castillo.

Foi a partir daí que as pesquisas se intensificaram. Para Castillo, podem existir outras figuras.

"Como tudo que fizemos cobre apenas 5% do território (a explorar), ainda nos faltam os 95% restantes. Por isso esperamos descobrir centenas de geoglifos, que deverão ser restaurados e protegidos".

 Em fevereiro deste ano, um motorista de caminhão danificou parte das linhas de Nazca. Ele saiu da estrada que atravessa a reserva natural onde estão os desenhos e entrou na área onde ficam os conhecidos geoglifos, criados há quase 2 mil anos e considerados Patrimônio Mundial da Humanidade.

 Fonte: msn

Last modified on Abril 16 2018
Published in Tecnologia Abril 14 2018

Todo mundo que tem um smartphone com Android sabe que as atualizações de segurança são distribuídas de forma lenta e bastante irregular. E quando elas chegam, dá até um certo alívio de saber que o dispositivo está mais protegido, certo? Bem, ao que parece, não é bem assim. De acordo com uma empresa alemã especializada no assunto, muitos fabricantes podem estar mentindo, dizendo que os aparelhos estão em dia, quando na verdade eles não receberam correções para bloquear vulnerabilidades.

Nas empresas menores, como a TLC e ZTE, foram encontrados mais de quatro atualizações ausentes

Segundo o Wired, os pesquisadores Karsten Nohl e Jakob Lell, do Security Research Labs (SRL), devem apresentar dados preocupantes na conferência Hack in the Box, que acontece nesta sexta-feira (13), em Amsterdam. Depois de dois anos realizando engenharia reversa nos códigos do sistema operacional e chipsets de 1,2 mil aparelhos, eles encontraram várias lacunas nos patches que as companhias afirmaram ter instalado em 2017.

 

Para ter uma ideia, nem a Google e a Samsung ficaram de fora — e tudo bem que elas apresentaram em média a ausência de apenas um ajuste, o que pode ser aceitável. Mas nos dispositivos da Xiaomi, da OnePlus e da Nokia faltaram de um a três, enquanto nos produtos da HTC, da Huawei, da LG e da Motorola esses números foram de três a quatro. Nas empresas menores, como a TLC e a ZTE, foi pior ainda, acima de quatro.

android google

Segundo os especialistas, o que mais agride os consumidores é esconder essas informações e fingir que todas as defesas foram melhoradas. No caso de um Galaxy J3, de 2016, os cientistas encontraram 12 erros, dos quais dois são críticos. Para comprovar o que dizem, Nohl e Lell até mesmo criaram um app para checar esses dados, o SnoopSnitch.

Aparelhos mais baratos têm mais chances de estarem desprotegidos

O levantamento da SRL inclui os chips e revela que os processadores da Samsung têm poucas “ausências secretas”, enquanto os da Qualcomm chegam em média a 1,1, os da Hisilicon apresentam 1,9 e os da MediaTek registram 9,7. Os pesquisadores concluíram que os componentes mais baratos apresentam maior frequência de bugs — e aí não há como deixar o sistema operacional em dia.

Em resposta, a Google afirmou que muitos dos dispositivos avaliados não possuem a certificação do Android e, portanto, não alcançam os padrões de segurança. A companhia também explicou que os smartphones mais modernos têm recursos que dificultam a entrada de invasores, mesmo quando há brechas não corrigidas. Novidades da Google: Empresa dá pistas sobre possível nome do Android P. 

A Gigante de Mountain View acrescentou que existem casos em que vendedores removem elementos que possam ser atacados, ao invés de recuperá-los; e em certos produtos os recursos nem mesmo estão lá inicialmente — mas Nohl adiantou que essas situações são raras. A companhia elogiou o estudo e prometeu investigar os erros encontrados pela SRL.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Abril 14 2018

O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês) informou ter identificado "atividades atípicas" em Washington originadas a partir do uso de dispositivos de espionagem conhecidos como "Stingrays", capazes de interceptar ligações e mensagens.

O uso desse tipo de aparelho por parte de países estrangeiros preocupa as autoridades dos Estados Unidos há algum tempo, mas esta seria a primeira vez que o governo confirma publicamente o uso não autorizado deles em Washington. 

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Os usuários desses dispositivos poderiam ser espiões estrangeiros e ou mesmo criminosos. O governo americano não deu maiores detalhes sobre as suspeitas.

Os Stingrays são usados de forma legal no país pelas autoridades, especialmente pelo FBI. 

Como funciona

Stingray é, na realidade, o nome da marca de um tipo de interceptor IMSI (sigla em inglês para "identidade internacional do assinante de um celular") e é usado hoje de forma genérica para se referir a dispositivos de vigilância que simulam o funcionamento das torres de telefonia - e que são capazes de detectar sinais de telefones móveis.

Eles geralmente têm o tamanho de uma pasta e enviam sinais que "enganam" os celulares para que os aparelhos transmitam sua localização e identifiquem informações.

Assim, fazem com que os celulares daquela região se conectem e compartilhem seu número de IMSI e o número de série eletrônico (ESN). E também podem revelar a localização exata do usuário.

celular: O dispositivo é capaz de rastrear os sinais móveis de qualquer telefone nas proximidades

© Getty Images O dispositivo é capaz de rastrear os sinais móveis de qualquer telefone nas proximidades

Além de o dispositivo conseguir reconhecer onde está aquele aparelho, ele também pode receber informações de celulares que estão próximos. As versões mais sofisticadas são capazes até de escutar ligações. Para isso, forçam os equipamentos a se conectar à internet usando uma conexão 2G, uma forma muito menos segura do que as demais.

Normalmente, os Stingrays são colocados na parte de baixo de um veículo e, em alguns casos, podem ser instalados até mesmo em alguns tipos de avião.

Uma forma de se proteger deles seria criptografar o máximo possível as formas de comunicação do celular usando sistemas avançados de autenticação e serviços de mensagem ultrasseguros. 

Uso policial

Uma carta com data de 26 de março enviada pelo senador de Oregon Ron Wyden foi o fato que deu visibilidade ao tema. Ele pedia informações às autoridades sobre esse tipo de dispositivo.

A resposta que recebeu sugere que não havia muitas medidas sendo tomadas com relação a esse tipo de aparato. As autoridades asseguravam que "observaram algumas atividades fora do comum na região da capital do país que pareciam estar relacionadas com interceptores IMSI".

E acrescentou que observou atividade similar "fora da capital do país", ainda que não tivesse conseguido "confirmar ou atribuir essa atividade a entidades ou a dispositivos específicos".

O uso dos Stingrays por parte de forças policiais dos Estados Unidos está sendo monitorado pela União Americana para Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês).

Até agora, foram identificadas 73 agências em 25 Estados que possuem esse tipo de dispositivo, mas acredita-se que podem existir muitos outros em uso que não foram formalmente declarados.

Em um relatório de 2014, a ACLU revelou que o estado da Flórida gastou cerca de US$ 3 milhões em Stingrays. A polícia de lá afirmou, porém, que não poderia dar detalhes sobre o uso dessa tecnologia.

Essa resposta, segundo o advogado da ACLU, Nathan Wessler, foi "inaceitável".

"Essa tecnologia levanta sérias questões no âmbito da Quarta Emenda (os regulamentos que protegem o direito à privacidade e o direito de não sofrer uma invasão arbitrária)", disse o especialista.

"As pessoas têm o direito à divulgação completa dos registros para poderem participar de um debate esclarecido sobre a legalidade e o alcance desses dispositivos e para poderem supervisionar seu uso", acrescentou.

policial: Uma investigação recente revelou que a polícia dos EUA usa esse tipo de dispositivo

© Getty Images Uma investigação recente revelou que a polícia dos EUA usa esse tipo de dispositivo

No meio político em Washington há preocupação de que esses dispositivos possam estar sendo utilizados por agências não autorizadas, como governos estrangeiros.

Depois da divulgação desse relatório, feito a pedido da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), a instituição que regula as ondas de rádio nos Estados Unidos, não foram feitas outras investigações. 

Pessoas inocentes

Os Stingrays são usados há vários anos e são amplamente conhecidos pelo FBI, conforme explicou Jane Wakefield, correspondente de tecnologia da BBC.

"O que é novo é que autoridades locais parecem ter adquirido esses dispositivos agora. Temos evidência de que as polícias do Arizona, da Califórnia e da Flórida o estão usando. Queríamos avançar na Flórida para ter uma ideia melhor do que acontece em outros lugares", disse o advogado da ACLU em 2014.

De acordo com os investigadores, algumas autoridades usam esse sistema para terem mais dados sobre suspeitos. O problema é que não se sabe até que ponto eles respeitam os cidadãos.

"Temos algumas questões sobre como isso funciona. Porque ele consegue ter a localização e informações de centenas de milhares de pessoas inocentes", contou Wessler à BBC.

"E não sabemos que políticas esses departamentos policiais têm para proteger a informação das pessoas...se usam algum software de filtragem ou se recorrem a um juiz na hora de resolver esses casos."

A polícia não quis fazer comentários quando foi consultada pela BBC. 

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Abril 13 2018

A capacidade de empresas como o Facebook de facilmente transferir dados de europeus para os Estados Unidos entrou em um limbo judicial nesta quinta-feira, após a Corte Superior Irlandesa pedir à Corte de Justiça da União Europeia (ECJ, na sigla em inglês) uma avaliação detalhada sobre se os métodos eram legais.

O pedido da Corte Superior Irlandesa, que será submetido à Corte de Justiça Europeia até o fim de abril, decorre de um caso trazido por um ativista austríaco de privacidade contra os métodos usados pelo Facebook para armazenar dados de usuários em servidores norte-americanos após revelações em 2013 de práticas de vigilância em massa nos Estados Unidos.

A transferência de dados transfronteiriça é parte integral dos negócios das companhias —seja para propósitos de recursos humanos, conclusão de transações com cartões de crédito ou armazenagem do histórico de navegação das pessoas—, mas o pedido reacende incertezas sobre os mecanismos legais que sustentam bilhões de dólares em transferência de dados.

A Corte Superior Irlandesa questiona a ECJ se a Proteção de Privacidade, sob a qual as empresas certificam que cumprem a lei de privacidade da UE quando transferem dados para os EUA, realmente significa que o país "garante um nível adequado de proteção".

A lei de proteção de dados da UE proíbe que dados pessoais sejam transferidos para um país com proteções de privacidade inadequadas.

O Facebook tem até 30 de abril para apresentar pedido para bloquear o processo. Paul Gallagher, advogado da companhia, disse que avaliava se pediria um adiamento ou entraria com recurso.

O Facebook está sob escrutínio desde a descoberta de que os dados pessoais de até 87 milhões de usuários, principalmente nos EUA, podem ter sido compartilhados inapropriadamente com a consultoria política Cambridge Analytica.

A questão privacidade de dados está sob o holofote desde que as revelações feitas em 2013 pelo ex-funcionário da inteligência norte-americana Edward Snowden sobre vigilância em massa nos EUA causaram uma revolta política na Europa.

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, se apresentou nesta semana ao Congresso dos EUA para esclarecer os lapsos de privacidade, mas saiu praticamente ileso do depoimento com pouco sinal de consenso se regulação era necessária para salvaguardar a privacidade.

 

Fonte: R7

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