Tecnologia 1071

Published in Tecnologia Fevereiro 07 2017

Há uma página na internet que é capaz de avaliar a sua foto de perfil. E mais: ela dá nota. O processo é feito de acordo com um  banco de dados de imagens. Batizado de Snappr, ele tem integração direta com o LinkedIn e, na prática, analisa a qualidade da imagem utilizada no perfil.

Depois da avaliação, o usuário também recebe uma análise (em inglês) com várias dicas sobre elementos da foto. Uma delas é a posição do rosto na imagem.

O algoritmo executado para atribuir notas às fotos de perfil foi alimentado com 60 mil avaliações de 800 fotografias diferentes que vieram do PhotoFeeler,

Quer saber qual é a nota da sua foto de perfil? Então, clique neste link

 

 

O post Site analisa e dá nota para a sua foto de perfil apareceu primeiro em Catraca Livre.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 07 2017

Atualmente, o Instagram conta com aproximadamente 600 milhões de usuários ativos e tem apresentado novidades bem promissoras para marcas e usuários.

Além de estar testando anúncios entre as Stories e ter implementado o formato Lead Ads dentro da plataforma, agora álbuns de fotos nativos já estão disponíveis para usuários do Instagram Beta, versão de testes do aplicativo.

Com a funcionalidade, é possível criar um álbum com até 10 fotos ou vídeos, o que exclui a antiga necessidade de fazer várias publicações de uma só vez e encher o Feed de seus amigos com fotos e vídeos seus.

Além disso, é possível adicionar filtros para cada uma separadamente ou em todos de uma vez. Também, o usuário poderá alterar a ordem das imagens/vídeos da maneira que achar melhor.

A novidade é bem semelhante aos anúncios de carrosséis de Instagram, com a diferença de que não é possível usar links nas fotos/vídeos, como os anúncios permitem. Também, não é necessário pagar para utilizar: os álbuns podem ser postados de maneira orgânica.

Não há previsão para todos poderem usufruir dos álbuns nativos.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 07 2017

Fazer uso de um projétil para desviar a órbita de um asteroide e evitar a colisão com a Terra seria uma estratégia possível, segundo um estudo do Instituto de Estudos do Espaço da Catalunha (IEEC-CSIC, na sigla em espanhol). A pesquisa, publicada na edição de janeiro do periódico científico The Astrophysical Journal, foi feita com base no meteorito Chelyabinsk, que explodiu em 2013 sobre céu russo após atravessar a atmosfera. A análise demonstra que, de acordo com a composição, densidade e estrutura interna da rocha, é possível que uma missão, desenvolvida com antecedência, consiga impedir o impacto.

O estudo não é o primeiro a investigar maneiras de evitar um possível confronto entre um objeto próximo à Terra (NEO, sigla em inglês) de grandes dimensões e o nosso planeta. No início do ano, o governo americano também divulgou um plano para lidar com esse tipo de ameaça.

De acordo com os cientistas, a probabilidade de uma rocha com quilômetros de diâmetro ter consequências devastadoras após se chocar com a Terra é estatisticamente pequena, já que é mais frequente que objetos de poucas dezenas de metros (como o de Chelyabink), que são descobertos continuamente, alcancem a atmosfera terrestre. As chances, entretanto, ainda existem – e astrônomos afirmam que, se não for identificado a tempo, o impacto não poderá ser evitado.

Como impedir a colisão

Quando explodiu sobre a Rússia, o meteorito de aproximadamente 18 metros de diâmetro se fragmentou em milhares de pedaços que caíram na superfície do planeta. O rompimento do objeto na atmosfera mostrou que a Terra atua como um eficiente escudo — por causa do atrito com a atmosfera, o corpo celeste se desintegrou e apenas 4.000 quilos de suas 13.000 toneladas atingiram a superfície. O maior pedaço, de 570 quilos, foi encontrado no lago Chebarkul. Apesar de ser um meteorito pequeno, o choque que ocorreu quando entrou na atmosfera, a uma velocidade de 19 quilômetros por segundo, deixou centenas de feridos e grandes danos materiais.

Em laboratório, a equipe dirigida pelo pesquisador Jordi Sort, da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), realizou medições das propriedades mecânicas do meteorito que, segundo os cientistas, tem características semelhantes a alguns tipos de asteroides. A análise obteve de maneira rigorosa e sistemática as propriedades dos materiais que formam esse corpo celeste, em particular, a dureza, a elasticidade e a resistência à fratura. Essas informações são determinantes para que o impacto de um projétil consiga desviar a órbita desse objetos. Segundo os resultados, a composição, a estrutura interna, a densidade e outras propriedades físicas são fundamentais para o êxito de uma missão na qual seria lançado um projétil cinético – tipo de projétil que não possui carga explosiva – para desviar a órbita de um asteroide perigoso.

Asteroides, meteoritos e meteoros

Asteroides são corpos celestes menores que planetas que vagam pelo sistema solar desde sua formação, há 4,6 bilhões de anos. Meteoritos, por sua vez, são pedaços de asteroides que eventualmente atingem a superfície da Terra. Já os meteoros são as rochas que atravessam a superfície da Terra e deixam rastros luminosos no céu, resultado do atrito com o ar – são popularmente reconhecidos como estrelas cadentes.

O objeto que explodiu sobre o céu de Chelyabinsk é um meteorito de uma classe conhecida como condrito ordinário. Os pesquisadores o escolheram porque esse tipo de rocha é mais consistente e pode ser considerado representativo dos materiais formativos da maioria dos objetos potencialmente perigosos para a Terra.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 04 2017

As estações de metrô de São Paulo vão ganhar um espaço de Wi-Fi grátis a partir das próximas semanas. A iniciativa vinha sendo testada desde 2014 em algumas estações e agora será expandida para cobrir 40 pontos nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha.

 

Segundo o Meio & Mensagem, o serviço será implementado a partir de uma parceria do governo do Estado com a iniciativa privada. Algumas das estações terão um espaço de lazer com cadeiras de praia e grama sintética, onde as marcas poderão estampar propagandas. Sé, Brás e Ana Rosa serão as primeiras a oferecer essas áreas.

Leia o texto completo no Gizmodo Brasil.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 04 2017

São Paulo – Que tal trocar o pedido no balcão por um atendimento automático de uma vending machine?

É isso que o McDonald’s promete fazer com o seu Big Mac.

A marca testou, no último 31, em Boston (EUA), a sua primeira máquina automática de Big Macs.

Criada para promover os três tamanhos do lanche (Mac Jr., Big Mac e Grand Mac), ela promete hambúrgueres sempre frescos.

Na ação, os lanches eram de graça. Durante o teste, a máquina tuitava automaticamente os pedidos dos clientes.

Segundo o The Boston Globe, a máquina ATM foi colocada na Kenmore Square, ponto movimentado da cidade.

A máquina é apenas um teste. No mínimo, servirá como ação de marketing dos novos formatos de Big Mac. Mas a boa recepção da novidade pode animar a marca.

Confira:

Máquina automática de Big Macs.

Fonte: msn

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