Tecnologia 1077

Published in Tecnologia Janeiro 17 2017

O astronauta americano Eugene Cernan, último homem a andar na Lua em uma experiência que ele disse que o tornou “um só com o universo”, morreu nesta segunda-feira, aos 82 anos. Cernan, que também foi um dos primeiros homens a caminhar no espaço, morreu cercado por sua família, informou a Nasa, sem dar maiores detalhes sobre a causa da morte.

O astronauta foi um dos quatorze astronautas selecionados pela Nasa para as primeiras missões espaciais, em outubro de 1963. Ele fez três viagens ao espaço – duas delas à Lua. Cernan, que era ex-piloto de testes da Marinha americana, pilotou a missão Gemini 9 em um voo de três dias, em 1966. Passou mais de duas horas fora da cápsula orbital, fazendo uma das primeiras caminhadas espaciais.

Em maio de 1969, foi o piloto da missão Apollo 10, que fez importantes estudos sobre a superfície lunar. Durante a missão, Cernan e o astronauta Tom Stafford voaram quase treze quilômetros sobre a Lua, fazendo um “ensaio” para a histórica missão Apolo 11, que levaria o primeiro homem até a superfície de nosso satélite.

Em 11 de dezembro de 1972, Cernan retornou à Lua com o astronauta Harrison Schmitt, a bordo da missão Apollo 17. Nessa data, a dupla saiu de seu módulo de pouso para pisar na superfície da Lua. Cernan foi o segundo a sair do módulo e o último a voltar para ele. Somente outras dez pessoas – todos astronautas norte-americanos – haviam conseguido o mesmo feito até então. Ao longo de três dias, eles percorreram mais de trinta quilômetros em um veículo lunar e recolheram mais de cem quilos de pedras durante suas vinte e duas horas de exploração das crateras e colinas.

“Eu sabia que havia mudado nos últimos três dias e que eu não pertencia mais à Terra”, disse Cernan em um livro de memórias chamado O último homem na Lua. “Para sempre, eu pertenceria ao universo.”

Cernan, que cresceu perto de Chicago, se aposentou da Nasa e da Marinha em 1976. Segundo a Nasa, o astronauta americano passou 566 horas e 15 minutos no espaço – 73 delas na Lua. Como civil, ele ajudou a fundar a companhia aérea Air One, trabalhou como consultor de assuntos de energia e aeroespaciais, ocupou o cargo de conselheiro de uma companhia de engenharia e foi comentarista de espaço da ABC News. O astronauta era casado com Jan Nanna Cernan. Deixa três filhas e um neto.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Janeiro 16 2017

A Apple está em negociações com estúdios de Hollywood para criar filmes e séries originais do calibre de Stranger Things, da Netflix, e Westworld, da HBO, segundo o The Wall Street Journal. No entanto, se engana quem acha que a nova empreitada da empresa é uma tentativa de bater de frente com os serviços de vídeos sob demanda.

De acordo com a publicação, a Apple quer produzir vídeos com conteúdo original para distribuí-los exclusivamente para os assinantes do Apple Music. Assim, a empresa pretende tornar seu serviço de streaming de músicas ainda mais atraente para ganhar força na briga contra o Spotify, seu principal concorrente.

A Apple está há algum tempo tentando tornar o Apple Music mais popular. A empresa financiou recentemente projetos de vídeos exclusivos com artistas como Drake e Taylor Swift – a cantora liberou todos os seus álbuns para a plataforma e retirou todas as suas músicas do Spotify.

LEIA: Sistema da IBM substitui 34 funcionários de empresa no Japão

Além disso, vale lembrar que, em janeiro de 2016, o CEO do Spotify Daniel Ek anunciou que a empresa iria iniciar a produção de vídeos originais até o final de 2017.

Recentemente, a Apple também mostrou que tinha interesse em conteúdos originais. Em julho do ano passado, a empresa comprou a série de TV Carpool Karaoke, estrelada pelo apresentador James Corden. No mesmo mês, ela anunciou o lançamento do Planet of the Apps, um reality show sobre a vida de seus desenvolvedores de aplicativos.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Janeiro 16 2017

Circula pelo aplicativo Whatsapp uma mensagem que promete um recurso de personalizar a interface do serviço com cores diferentes. Porém, a personalização é uma armadilha para enganar os usuários e disseminar vírus por meio do aparelho celular. A empresa PSafe contabilizou mais de 1 milhão de pessoas enganadas pela fraude.

A mensagem recebida pelo app induz o usuário a clicar em um link, que supostamente disponibiliza as novas opções de cores no Whatsapp. O vírus pode ser instalado em todos os sistemas de aparelhos com iOS, Android, Windows Phone ou BlackBerry. Antes de promover a instalação, a vítima tem de compartilhar uma mensagem com amigos ou em grupos.

O vírus é instalado depois da mensagem compartilhada, onde um botão de ‘ativar recurso’ é liberado na tela do celular e induz o usuário a instalar vários aplicativos de fontes desconhecidas. Para cada app instalado, uma quantia em dinheiro é depositada para o hacker responsável pelo golpe.

Os usuários do Whatsapp devem se proteger com a instalação de antivírus nos aparelhos, não clicar em links e programas desconhecidos e evitar o compartilhamento de tais mensagens duvidosas. Uma dica valiosa: preste atenção ao se conectar em redes Wi-Fi que não tenham senha, procure apenas as redes protegidas, que possuem maior segurança no envio de dados.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Janeiro 16 2017

O Facebook anunciou neste domingo que introduzirá novas medidas para combater a circulação de notícias falsas em sua plataforma na Alemanha, onde serão realizaras eleições gerais neste ano.

"Para nós, é importante que as informações e as notícias publicadas no Facebook sejam confiáveis", publicou a empresa em seu site alemão.

Políticos alemães alertaram que partidos populistas e outros países poderiam usar notícias falsas para tentar influenciar as eleições parlamentares que serão realizadas em setembro ou outubro.

A nova iniciativa terá como alvo "informações inequivocamente erradas" compartilhadas na plataforma de mídia social.

A empresa disse que implantará um sistema simples que permitirá que os usuários marquem notícias suspeitas, assim como a exibição de avisos junto a declarações identificadas como falsas por organizações independentes de verificação de fatos e o corte da receita de publicidade de sites de notícias falsos que se apresentam como organizações verdadeiras.

As histórias marcadas com um alerta de notícias falsas não serão elegíveis para serem convertidas em um anúncio visto por outros usuários ou "promovidas" em feeds de outros usuários através do pagamento de uma taxa.

"Acreditamos que um sistema de verificação de fatos transparente e independente pode ser um instrumento poderoso para o jornalismo", disse o Facebook.

A medida chega dias depois da empresa anunciar a criação de um "projeto de jornalismo" que visa aumentar a credibilidade das informações que circulam na sua plataforma.

A rede social líder vem sofrendo pressão por permitir que a desinformação se propague e às vezes se torne viral, com alguns críticos alegando que as notícias falsas no Facebook influenciaram a eleição presidencial dos Estados Unidos.

Fonte: msn

Published in Tecnologia Janeiro 14 2017

A amiga mais próxima da Terra, a Lua, sempre foi um objeto que causou fascínio nos humanos. Faz sentido, considerando que estamos apenas a um pulo de lá, são apenas 384.403 quilômetros de distância.

Dito isso, quando se trata de entender os detalhes básicos da Lua, nós meio que não sabemos do que estamos falando.

• Esta foto sensacional da Terra e da Lua foi capturada em Marte
• Missão de equipe alemã irá provar que o homem realmente foi até a Lua

De acordo com uma pesquisa de um time de cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), a Lua é muito mais velha do que estimávamos – até 140 milhões de anos mais velha, para ser exata.

Depois de analisar o decaimento do urânio em minerais chamados zircônios, que foram encontrados nas rochas da Lua trazidas pela missão Apollo 14 em 1971, os pesquisadores concluíram que o satélite natural provavelmente se formou cerca de 60 milhões de anos depois que o nosso Sistema Solar surgiu. Esse fato, junto com as outras descobertas da equipe, foram publicados na revista Science Advances.

Os cientistas concluíram que a Lua tem pelo menos 4,51 bilhões de anos.

"Nós finalmente determinamos uma idade mínima para a Lua; já era hora de sabermos sua idade e agora sabemos", disse Mélanie Barboni, líder do estudo e pesquisadora de geoquímica no Departamento de Ciência da Terra, Planetária e do Espaço na UCLA, em um comunicado para a imprensa.

Usar técnicas de datação de rochas para estimar a idade da Lua não é algo novo, mas no passado, os cientistas podem ter usado amostras afetadas por terem sofrido múltiplos impactos. Isso explicaria o grande leque de opiniões sobre a real idade do nosso satélite natural.

Mas nesse estudo, Barboni foi muito específica sobre a pureza dos grãos de zircônio estudados pela equipe – mesmo que isso significasse analisar rochas que estavam guardadas por 50 anos.

Conhecer a verdadeira idade da Lua vai além do nosso desejo natural de querer desvendar mistérios interessantes do espaço: essa informação também pode nos contar como a Lua e a Terra se formaram. A equipe da UCLA concluiu que a crosta do satélite provavelmente está cheio de zircônio, depois que um grande objeto colidiu com a Terra há bilhões de anos e criou uma lua liquefeita, que depois se solidificou e ficou da maneira como a conhecemos.

Tudo isso pra dizer que a Lua é muito velha, e nós estávamos muito errados.

Fonte: msn

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