Redação do Portal

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Na contramão da crise em que passa o país, o Prefeito Municipal Lielson Macêdo Landim, está garantindo para Milagres, o maior programa habitacional da história da cidade. Pelo chamamento público serão 224 casas que serão construídas para beneficiar famílias de baixa renda a pequenos custos. Todo o processo de inscrição das famílias será coordenado pela Secretaria do Trabalho e Assistência Social.

O Programa habitacional Minha Casa Minha Vida – Modalidade Faixa 1, FDS/ENTIDADES, será construído em terreno já garantido pela prefeitura, na sede do município, localizado na Rua Valadares, no Bairro Francisca do Socorro. A previsão inicial será a construção de 224 casas, sendo 3% destinadas a pessoas idosas e/ou com necessidades especiais. As inscrições serão feitas de 24 a 29 de setembro, nos horários de 7:30 as 11:30 e de 13:00 as 17:00 horas na Secretaria do Trabalho e Assistência Social.

A documentação necessária e que deve ser levada pelas famílias (original e xerox), Registro de Identidade, CPF, Registro de Nascimento e de Casamento, Comprovante de Endereço, Número do NIS, Folha Resumo Cad´único, Carteira de Trabalho, Carteira Nacional de Habilitação e Comprovante de Renda. O Programa financiado pela Caixa Econômica Federal será gerenciado pela Prefeitura Municipal, através do Instituto Caririense de Desenvolvimento Social – ICADES, responsável pela seleção.

O Prefeito Lielson Landim afirmou: “Nós vamos construir o maior programa habitacional já visto na história desse município. Além dessas primeiras 224 casas, vou buscar outras mais. Meu objetivo é que, cada vez mais, os milagrenses possam desfrutar do sonho da casa própria sem humilhação nenhuma e com o direito a sua documentação. Já garantimos também, mais 50 unidades para a zona rural, ou seja, quase 300 casas que beneficiarão os filhos de Milagres”, finalizou.

Assessoria de Comunicação

 


Ontem (18) foi realizada na escola Padre João Bosco de Lima a Oficina "Universo Inclusivo da EP", com a apresentação e exposição dos projetos "Entendendo o autismo: universo neurobiológico, cognitivo e inclusivo" e "O ensino de Biologia e Libras como instrumento de inclusão social", que têm como protagonistas o 1° FINANAÇAS, 1° ADMINISTRAÇÃO e 3° FINANÇAS.

 

Durante todo o dia, os 500 alunos que fazem a EP Padre João Bosco de Lima, professores, funcionários e comunidade mauritiense tiveram a oportunidade de aprender mais sobre os projetos ligados à inclusão desenvolvidos ao longo do ano letivo, e sentiram-se sensibilizados com a dinâmica da oficina.

 

Para uma das idealizadoras, professora Ana Narah Braga, o evento foi muito relevante: “Segundo as últimas pesquisas, 1% da população mundial possui o Transtorno do Espectro Autista e, só no Brasil, temos 2 milhões de pessoas com esse transtorno. Paralelo a isso 9,7 milhões [de pessoas] no Brasil possuem deficiência auditiva. Só com esses dados, já podemos observar o quanto é importante realizar uma oficina sobre inclusão, autismo, surdez e libras, para que a nossa escola seja mais humana e inclusiva, respeitando a diversidade e promovendo a reflexão”, avalia a educadora.

 

Já o professor Rui Vicente enfatiza que a oficina Universo Inclusivo da EP significou um movimento ímpar: “As ações desenvolvidas foram de fundamental importância para o desenvolvimento dos projetos, uma vez que culminou com a sensibilização de todas as turmas da escola no tocante à inclusão das pessoas com deficiência, sendo trabalhados o autismo, a surdez e a inserção da Libras no espaço escolar.”, analisa o docente.

 

Iraídes Andrade, intérprete de Libras e uma das idealizadoras da ação, fala da essência inclusiva da escola: “o empenho dos alunos do 1º Administração fez que com eles passassem a ter conhecimento de Libras. O contato com Júlia Andrade [surda] fez com que aprendessem Libras de tal modo que hoje são multiplicadores do idioma. No que se refere à oficina foi maravilhosa, pois os alunos tiveram curiosidade em saber a Língua Brasileira de Sinais. Essa é a verdadeira inclusão: não é Júlia [surda] que teve que se adequar à escola, mas sim, a escola que aprendeu e se incluiu no universo de Júlia.”, expõe Iraídes com lágrimas nos olhos.

 

De acordo com a estudante Cecília Lacerda - uma das facilitadoras da oficina – a ação além de conscientizar, promoveu a integração das turmas e o desenvolvimento de habilidades: “Foi importante por ter unido três salas em prol de um objetivo, desenvolvendo a oratória de muitos alunos e tirando a timidez em relação a falar em público”, comenta sorrindo.

 

Já para a estudante Cláudia Rocha, as aprendizagens da ação foram fundamentais: “[Aprendemos que] Libras ultrapassa a concepção de gestos e mímicas. É uma língua de sinais que precisa de maior atenção, sobretudo nas escolas.”, ainda conforme Cláudia e Cecília, o evento também foi essencial para que haja uma maior atenção acerca das pessoas com autismo, vencendo o preconceito ainda enraizado na vida social.

 

A ação teve cobertura da EP TV em parceria com a TV Cariri.

Idealizadores Ana Narah Braga, Iraídes Andrade e Rui Vicente Feitoza. 

Mais informações no telefone (88) 3552 1344.


 

Hoje (12) a EP Padre João Bosco de Lima realizou um grande evento em prol do setembro amarelo, mês escolhido por instituições de saúde para a conscientização acerca do crescente número de suicídios, inclusive entre jovens.

O público-alvo da ação foram os alunos dos 1º anos Administração, Agropecuária, Finanças e Informática, tendo participação também o 2º ano de Desenho de Construção Civil.

 

Para a estudante Kelly Souza, o evento foi muito importante: "[A ação] fez com que enxergássemos o quão relevante é a nossa vida. Aprendi também, que quando uma pessoa não está bem não é que queira chamar atenção. Ela pode está passando REALMENTE por um problema sério.", enfatiza a jovem.

Já para a organizadora do evento, a professora Janaína Bacurau, a escola não pode se omitir no dever de trabalhar a temática: "É de grande relevância trabalhar a prevenção ao suicídio na escola. Até porque a gente sabe que existem muitos alunos que sofrem com sintomas de depressão. E, muitas vezes, esse é o único lugar em que a sensibilização pode chegar até eles", avalia a educadora.

 

SETEMBRO AMARELO: SUA VIDA VALE MUITO contou com uma rica programação: alunos conversando sobre o suicídio; apresentação da estudante Aparecida Vitória do 1º Administração sobre os dados estatísticos - mundiais e brasileiros - acerca do suicídio e suas principais causas; peça de autoria e direção de Felipe Lucena (ex-aluno e atual acadêmico de Artes Cênicas da Urca) com o título: ATÉ ONTEM FALÁVAMOS DAS FLORES. Peça que teve como protagonistas os alunos do 1º AGROPECUÁRIA.

O evento teve ainda a participação do psicólogo Renato Marcelino que fez diversas reflexões sobre o que é vida, morte, sentido da vida, depressão e entre outros pontos. Além de explicações, o psicólogo surpreendeu os alunos com sua linda voz, cantando belas canções.

EMOÇÃO: O aluno David do 1º FINANÇAS deu encerramento ao evento dando seu depoimento sobre tudo que passou: tentativas de suicídio, depressão e etc., e seu exemplo de superação.

                                                                                   

 

 


 

 

Por volta das 04h30min da madrugada deste sábado (08/09), um grave acidente envolvendo um veículo resulta em uma vítima fatal.

De acordo com as informações, Kallienny de Sousa Silva, 27 anos, residente no Novo Mauriti, vinha no veiculo tipo Toyiota/Corrola de Placa HYH 5286, na CE 397 que liga o Distrito de Coité a Sede do Município, quando o veiculo segundo informações vinha sendo guiado por um homem identificado por Lucas Maranhão, o mesmo perdeu o controle em uma reta vindo a capotar violentamente, a vítima foi socorrida para o hospital local, porém não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Ainda de acordo coma Policia Militar no veiculo vinha também o menor de iniciais L. S. Cardoso de 17 anos, filho de Raimundo Santos Cardoso e Auxiliadora Cardoso que teve alguns ferimentos.

A ocorrência foi atendida pelo Sargento Geocondes comandante da cidade e sua equipe do Destacamento de Mauriti.

 


A onda de furtos e assaltos vem amedrontando os moradores da cidade de Mauriti-CE, hoje (16/08) por vota das 7hs, foi tomada de assalto uma moto Honda/NXR 160 BROS de cor Laranja de placa PNI 3275, pertencente a Joceano Jacó Ferreira.

De acordo com as informações a vítima trafegava na CE que liga o Distrito de Coité, e nas proximidades de um quebra-molas do Sítio Extrema dois indivíduos se aproximaram da moto em movimento e bateu até a vítima cair, já com as armas em punho anunciaram o assalto e seguiram rumo ao Distrito de Umburanas em direção à cidade de Conceição na Paraíba.

A Policia Militar foi informada e estão em diligência em busca de informações que possam chegar aos assaltantes.  

Foto: Ilustrativa


Programada para ocorrer nesta sexta-feira, 17, a Corrida Nossa Senhora dos Milagres marcará os 172 anos de emancipação política do município. O evento será acompanhado de momento cívico em frente à Prefeitura, com início às 7 horas da manhã. Serviços médicos e de estética serão oferecidos gratuitamente a população em tendas que serão montadas ao lado do paço municipal.

Após o momento cívico será dada a largada para aqueles que participarão da corrida que envolve um percurso por toda a cidade, contará com saída e chegada na prefeitura. “Um momento de alegria, prática de exercícios físicos e demais serviços que serão oferecidos a população”, disse Móises Filho, Secretário Municipal de Esportes e Lazer, que em parceria com o Gabinete do Prefeito está a frente do evento.

Para o Prefeito Lielson Landim, o momento será de comemoração simbólica pelos 172 anos de emancipação política do município, tendo em vista toda a grandiosidade de sua história. “Hoje é lei municipal. O dia 17 de agosto é oficialmente a data da emancipação do nosso município. este recanto de gente boa e hospitaleira é palco de uma rica história contada por cada um de nós com orgulho e alegria de ser milagrense”, finalizou.

Assessoria de Comunicação

 


“Houve um ataque em pinça ao jornalismo independente que sempre orientou a trajetória do Roda Viva”, contou Augusto Nunes, que era mediador do programa semanal de entrevistas mais importante da TV Cultura, para explicar sua inesperada saída do programa. Segundo ele, “as interferências indevidas da presidência da TV Cultura se tornaram mais frequentes. E se intensificaram as pressões do grupo hoje majoritário no Conselho Curador da fundação, liderado por Augusto Rodrigues, Jorge Cunha Lima e Belisário dos Santos Jr.”. Esses conselheiros acreditam que é preciso “ampliar o espaço ocupado ‘por gente de esquerda’, tanto no conjunto de entrevistados quanto nas bancadas de entrevistadores”, continuou. O desentendimento, descrito para a edição desta semana da série Nêumanne Entrevista, deu-se da seguinte forma: “Eles argumentam que a Cultura deve espelhar o ‘clima de polarização existente no Brasil, que se reflete nas redes sociais’”. E mais: “Documentos distribuídos entre os funcionários da TV Cultura, em sua essência, sustentam que a programação da Cultura, sobretudo o Roda Viva, deve entrar no clima de Fla x Flu vigente na internet. Eu penso o contrário: é preciso combater a radicalização dos confrontos políticos”.

Augusto Nunes da Silva, 69 anos, casado, duas filhas, começou a escrever no Nosso Jornal, em sua cidade natal, Taquaritinga, no interior de São Paulo. Estudou na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e, em 1970, transferiu-se para a Escola de Comunicação e Artes da USP, cujo curso de Jornalismo também não concluiu. Em 1971, foi revisor nos Diários Associados e, no ano seguinte, passou a atuar como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Em 1973 foi para a revista Veja, na qual chegou a editor de Política. Lá ficou até 1986, quando assumiu pela primeira vez a mediação do Roda Viva. Dirigiu as revistasVejaÉpoca e Forbes (edição brasileira) e os jornais O Estado de S. PauloJornal do Brasil e Zero Hora. Em 2010, voltou como debatedor fixo do Roda Viva. Nunes venceu quatro vezes o Prêmio Esso de Jornalismo e foi incluído numa seleção dos seis mais importantes jornalistas do Brasil, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2009 voltou à Veja, na qual mantém desde então uma coluna. Em 2013 voltou a comandar o Roda Viva, de que saiu em março deste ano conduzindo entrevista com Sergio Moro, que bateu recorde de audiência. Desde 2016 Augusto Nunes trabalha na Rádio Jovem Pan, primeiro no matutino Morning Show e, depois, participando do vespertino Pingos nos Is

 

A seguir Nêumanne entrevista Augusto Nunes

Nêumanne – Qual foi o motivo da súbita e inesperada suspensão da renovação de seu contrato com a Fundação Padre Anchieta, que determinou a mudança de linha do Roda Viva?

Augusto – Houve um ataque em pinça ao jornalismo independente que sempre orientou a trajetória do Roda Viva. As interferências indevidas da presidência da TV Cultura se tornaram mais frequentes. E se intensificaram as pressões do grupo hoje majoritário no Conselho Curador da fundação, liderado por Augusto Rodrigues, Jorge Cunha Lima e Belisário dos Santos Jr. Esses conselheiros acreditam que é preciso ampliar o espaço ocupado “por gente de esquerda”, tanto no conjunto de entrevistados quanto nas bancadas de entrevistadores. Eles argumentam que a Cultura deve espelhar o “clima de polarização existente no Brasil, que se reflete nas redes sociais”. Os trechos entre aspas foram extraídos de documentos distribuídos entre os funcionários da TV Cultura. Em sua essência, o papelório sustenta que a programação da Cultura, sobretudo o Roda Viva, deve entrar no clima de Fla x Flu vigente na internet. Eu penso o contrário: é preciso combater a radicalização dos confrontos políticos.

N – A mais recente não foi sua única passagem pela mediação dos debates do Roda Viva. Quais foram as principais diferenças entre suas outras passagens pela condução do programa e esta, especificamente?

A – Entre 1987 e 1989, na minha primeira temporada no comando do programa, os entrevistados e entrevistadores eram escolhidos pela produção do Roda Viva, que trabalhava em perfeita sintonia com o apresentador e a direção de jornalismo da Cultura. Em 2013, quando voltei a conduzir o programa, a equipe da produção foi reduzida a apenas dois profissionais. A partir do início de 2016, passei a consumir tempo e energia todos os dias em sucessivos embates com o presidente Marcos Mendonça e o diretor de jornalismo, Willian Correia, que resolveram assumir o controle da pauta e submeter o Roda Viva a conveniências políticas e comerciais. E então entrou em cena o Conselho. E a minha paciência acabou.

N –Como o senhor costumava administrar as pressões de políticos aliados de governos responsáveis pelo financiamento das operações da TV Cultura, de forma que a independência fosse mantida e não houvesse situações incontornáveis com quem não tinha suas reivindicações atendidas?

A – Nas minhas duas passagens pelo comando do programa, não testemunhei uma única intromissão do Palácio dos Bandeirantes. O governador Geraldo Alckmin, aliás, não quis nem mesmo ser entrevistado. Secretários estaduais, ministros, parlamentares, esses viviam manifestando o desejo de ocupar o centro do Roda Viva. Eu me limitava a informar que, quando houvesse razões para tanto, eles seriam convidados. As coisas se complicaram quando Marcos Mendonça e Willian Correia passaram a entender-se diretamente com figuras públicas sem nada de relevante a dizer.

 

N – Esse tipo de crise entre o âncora e o Conselho da Fundação Padre Anchieta costuma ocorrer sempre nas renovações de contrato? Já tinha acontecido com o senhor alguma vez antes?

A – A renovação do contrato ocorria a cada seis meses, em reuniões que nunca duraram mais que meia hora, num clima sempre cordial. A crise começou a assumir tons mais sombrios em outubro de 2017. E se tornou incontornável depois da conversa a dois que tive com Marcos Mendonça no começo de março. Ele me deixou claro que seria impossível trabalhar com independência num ano eleitoral.

N – Nos anos eleitorais a relação entre o âncora do Roda Viva e os conselheiros da Fundação Padre Anchieta é mais tensa do que nos intervalos entre eleições?

A – Somados os dois ciclos, apresentei o Roda Viva durante sete anos sem ter de enfrentar esse tipo de tensão, houvesse eleição ou não. As deformações decorrentes da ascensão dos conselheiros cujos nomes já mencionei não têm precedentes.

N – Neste caso específico, em abril o então governador do Estado, o tucano Geraldo Alckmin, foi substituído no comando do Executivo estadual pelo socialista Márcio França, que era vice dele e cujo partido adotou a neutralidade para facilitar coligações estaduais com o PT de Lula. Isso provocou algum ruído na relação entre o senhor e a administração da emissora, em especial o conselho da fundação que a dirige?

A – Integrantes do grupo majoritário no conselho sonham com a reeleição do atual governador, Márcio França, e alguns se engajaram ostensivamente na campanha eleitoral. Como deixei o Roda Viva antes que o titular transmitisse o cargo ao vice, nem houve tempo para que eu tivesse de lidar com a hostilidade dos conselheiros que me consideram ligado ao Alckmin.

 

N – O senhor diria que a gestão da TV Cultura, canal 2, de São Paulo, obedece estritamente aos conceitos de uma emissora pública ou termina, na prática, por atender de fato a grupos políticos que compõem as alianças que formam os governos, os quais terminam sendo responsáveis pelo financiamento do negócio, que não é propriamente barato?

A – No momento, não ocorre nem uma coisa nem outra. A TV Cultura está sob o controle de conselheiros que passam o dia por lá deliberando sobre assuntos que ignoram ou conhecem só de vista. Para quê? Para nada. Controlar a Globo garante muito poder. Que poder tem quem conduz uma empresa pública às voltas com carências crônicas, equipamentos obsoletos, mão de obra envelhecida, falta de dinheiro e índices de audiência raquíticos? O Roda Viva é uma ilha nesse oceano de irrelevâncias. Aos 32 anos, é um dos mais saudáveis e longevos programas de entrevistas do mundo. E o mais respeitado do Brasil. Esse patrimônio pode ser dissipado por conselheiros com tempo de sobra e nenhuma ideia aproveitável na cabeça.

 

N – A audiência das emissoras ditas públicas não chega nem perto de alcançar índices capazes de influir no desempenho eleitoral dos partidos e dos políticos que pressionam para aparecer na programação, em especial num programa com o prestígio que o Roda Viva tem ou, no mínimo, tinha até recentemente. O que, então, a seu ver, mobiliza tantas pessoas na luta por esse controle?

A – Mais que o controle da Cultura, é o domínio da pauta e da bancada do Roda Viva que os conselheiros e diretores cobiçam. Eles sabem que só tem direito à carteirinha de protagonista da vida brasileira quem esteve sentado no centro do Roda Viva. Para os envolvidos nesse batalha patética, a indicação do entrevistado da próxima segunda-feira é algo afrodisíaco. Há poucos anos, a composição do conselho mudou para pior. Ganharam vagas cativas o presidente da União Estadual dos Estudantes, o líder da minoria na Assembleia, representantes de entidades semiclandestinas, etc., etc., etc. Essa salada vai ficando intragável por jornalistas com autonomia intelectual.

 

N – O senhor vislumbra alguma possível mudança no cenário eleitoral federal, ou mesmo estadual, após essa óbvia mudança de linha do Roda Viva depois de sua saída?

A – Considero bem mais prováveis mudanças de rumo no Roda Viva. Nenhuma fórmula resiste à reprovação maciça dos espectadores, e a internet está aí para mostrar as dimensões do descontentamento. Digo isso com a serenidade de quem deu por encerrada uma bela história de amor. Desde março, o Roda Viva e eu somos apenas bons amigos.

N – Como experiente profissional do jornalismo político, que perspectivas o senhor enxerga para o País neste instante de grave crise econômica, política, social e, sobretudo, ética, em que se elegem presidente, governadores e plenários de Casas legislativas estaduais e federais?

A – Sou um otimista juramentado, mas não vislumbro nenhum vestígio de luz no túnel cujo comprimento é de três a quatro anos. A escuridão, portanto, vai predominar até a eleição de 2022. Como outros 70 milhões de brasileiros, até agora não me sinto representado por nenhum dos candidatos a presidente da República. No debate promovido pela Band, não vi sinais de vida inteligente. É enorme a demanda por políticos novos, honrados, efetivamente preocupados com o destino do País. Mas a oferta é extraordinariamente menor que a procura. Faltam nomes confiáveis. Essa constatação se estende às disputas  por governos estaduais e vagas no Congresso ou nas Assembleias Legislativas.

 Fonte: Estadão


O comerciante Antonio Wilson Lacerda Leite mais conhecido como Wilson de Juca que tinha completado ontem (11/08) 49 anos, cometeu suicídio na madrugada do sábado para o domingo (12/08) em sua residente na Zona Rural do Distrito de Buritizinho em Mauriti-CE.

De acordo com as informações a vítima encontrava-se sozinho e tomou veneno, o mesmo foi encontrado hoje pela manhã já sem vida.

Wilson de Juca havia se separado, deixou filhos e já passou por vários problemas de saúde, venceu o câncer e hoje vivia em uma fazenda distante da cidade.


O Prefeito Municipal de Milagres Lielson Macêdo Landim, determinou nessa manhã de sexta-feira, 09, o pagamento da folha de servidores e a primeira parcela do décimo terceiro dos professores da rede municipal de ensino. A Primeira dama e Tesoureira do município Elisângela Crisostomo Landim, afirmou que mais de R$ 2 milhões foram injetados na economia local.

Quanto a valores, somente com o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro dos professores, foi pago a monta de R$ 284.358,94 (duzentos e oitenta e quatro mil, trezentos e cinqüenta e oito reais e noventa e quatro centavos). Já no tocante a folha dos demais servidores, o valor foi de R$ 1.985.382,37 (Um milhão, novecentos e oitenta e cinco mil, trezentos e oitenta e dois reais e trinta e sete centavos).

“Estamos cumprindo com o compromisso de, mensalmente, honrar com a folha de pagamento dos nossos servidores apesar de todas as dificuldades. Além da folha, hoje, estamos pagando a 1ª parcela do 13º terceiro dos professores. Tudo isso para que possamos aquecer o nosso comércio nesse momento das festividades do município, priorizando a atenção a nossa gente, mesmo em meio à crise que o país está passando”, disse o Prefeito Lielson Landim.

Assessoria de Comunicação


O Governo Municipal de Milagres, através da Secretaria do Trabalho e Assistência Social, tem realizado diversas atividades e encontros com o Grupo de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV. As atividades comemorativas são idealizadas por meio dos Centros de Referência da Assistência Social – CRAS.

O Dia do Avô foi motivo de festa e alegria para os idosos atendidos pelo CRAS Francisco Coelho da Cruz, na Vila Fronteiro. No último dia 26, uma manhã de diversão, interatividade e descontração foi elaborada para os 25 idosos participantes, que puderam estar ao lado dos seus netos e demais familiares. “Me sinto uma criança com tanta coisa boa ao nosso redor”, disse um deles ao lado de seus netos.

“A vida social do idoso não se resume apenas a participação dele nos grupos, mas também à boa relação com sua família e o envolvimento em grupos de sua comunidade. Vale lembrar que a qualidade dos contatos sociais é mais importante do que a quantidade. A capacidade de interação social varia de pessoa para pessoa e nossa meta é contribuir para o fortalecimento desses momentos de interação”, afirmou a Secretária Soraya Bezerra.

Assessoria de Comunicação.


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