Redação do Portal

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Apenas seis meses após o lançamento da sua primeira versão, a Xiaomi já está preparando um sucessor para o smartphone gamer Black Shark. O aparelho foi homologado na China pela Tenaa, agência que regulamenta as telecomunicações no país, com o código AWM-A0 e não aparenta trazer grandes mudanças em relação ao modelo anterior.

Entre as alterações percebidas estão a mudança de local do sensor de impressões digitais, que foi para a traseira, e o alinhamento das câmeras na vertical em vez de na horizontal. Entre as especificações, o documento confirma apenas que ele manterá a bateria de 4.000 mAh e a tela de 5,99 polegadas vista na primeira versão.

Um celular.

 

Imagens do celular da Xiaomi que foi aprovado pela agência reguladora da China.

Levando em consideração que o aparelho está aprovado e deve ser anunciado em breve, é provável que ele também mantenha o processador Snapdragon 845. Devido às poucas mudanças, não fica claro se esse smartphone será anunciado como um Black Shark 2 ou se chegará às lojas apenas como uma versão recauchutada do Black Shark.

De qualquer maneira, o fato de que ele foi homologado praticamente garante que teremos mais informações sobre esse dispositivo em breve.

 

Fonte: Tecmundo

 


Uma novidade testada pelo Tinder tenta dar mais segurança às usuárias da plataforma na Índia. Chamado de “My Move”, o recurso permite que as mulheres ativem uma opção para que apenas elas possam iniciar uma conversa com algum contato da rede, garantindo mais controle e seletividade.

Atualmente, a coisa funciona assim: quando dois perfis dão match, qualquer um deles pode enviar uma mensagem privada para o outro e iniciar a conversa. Caso uma usuária o “My Move”, apenas ela pode iniciar o bate-papo com o perfil masculino que também demonstrou interesse.

De acordo com a Reuters, o Tinder vem testando a novidade já há alguns meses na Índia e planeja disponibilizá-la em todo o mundo caso o experimento se mostre bem-sucedido. O país teria sido o escolhido pela plataforma para iniciar os testes porque a adesão de mulheres ao app por lá ainda é baixa.

“Somos uma plataforma baseada na escolha, no consentimento e no respeito mútuo”, revelou Taru Kapoor a diretora-geral do Match Group, a dona do Tinder, na Índia.

 

Fonte: Tecmundo

 


Os leitores biométricos sob a tela já são uma realidade e não somente a Huawei como outras chinesas estão desenvolvendo melhor essa tecnologia, para que ela se torne cada vez mais comum. A Samsung também vem preparando seus dispositivos para oferecer esse recurso e a estreia seria no Galaxy S10, no começo do próximo ano. Mas, dada essa concorrência, a “novidade” pode chegar tarde. Portanto, há a possibilidade da sul-coreana adiantar isso em aparelhos que devem ser lançados antes, a exemplo do Galaxy P30 e P30+, fabricados justamente para competir no mercado asiático.

Segundo o SamMobile, uma fonte chinesa muito próxima da linha de montagem adiantou que esse leitor biométrico seria diferente dos sensores ultrassônicos de ponta criados pela Qualcomm, sob telas AMOLED — elas possuem painéis mais finos e sem retroiluminação, o que favorecem o reconhecimento.

Os Galaxy P30 e P30+ teriam um esquema baseado em um leitor óptico mais simples, com o funcionamento equivalente ao um sensor de uma câmera, sob um display LCD. A estratégia seria semelhante ao que a Sammy tem feito com a oferta de mais câmeras traseiras. Ao adiantar algumas das vantagens que só seriam vistas em flagships, ela pode disputar o mercado de intermediários com soluções mais modestas.

samsung

 

Isso tudo pode ser confirmado no próximo dia 11 de outubro, quando a Samsung deve anunciar os Galaxy P30 e P30+. E, caso essa solução seja mesmo aprovada pelos usuários, não se surpreenda ao ver em breve a mesma se espalhando para outros aparelhos sem a mesma sofisticação dos leitores biométricos de produtos top de linha.

 

Fonte: Tecmundo

 


 

Maria Lucineide foi presa em Paracuru, acusada de assassinar um idoso para roubar objetos da casa dele

 

Após um fim de semana sangrento com 41 assassinatos e mais 11 óbitos em acidentes de trânsito – totalizando 52 mortes violentas –  autoridades policiais registraram nesta segunda-feira (24), nada menos, que 18 casos de homicídios no estado. Com isso, o acumulado no ano já registra 3.668 Crimes Violentos, Letais e Intencionais (CVLIs).

Nesta segunda-feira, cinco pessoas foram mortas em Fortaleza nos bairros Joaquim Távora, José Bonifácio, Passaré (dois casos) e Vicente Pinzón.

Na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), foram registrados quatro homicídios em Maracanaú (2), Caucaia e Itaitinga.

Mas foi no interior do estado onde ocorreu o maior número de homicídios nas últimas 24 horas. Nove pessoas foram assassinadas nas últimas 24 horas, nos seguintes Municípios: Coreaú, Massapê, Paracuru, Morrinhos, Amontada, Santa Quitéria, Icó e em Várzea Alegre. Nesta última cidade foi registrado um duplo homicídio.

Crimes

Passavam poucos minutos das 20h30, quando bandidos utilizando capacetes assassinaram dois jovens no bairro Varjota, na cidade de Várzea Alegre (a 438Km de Fortaleza). Os mortos foram identificados como José Ferreira de Oliveira, 19 anos; e Diego Raviny Alencar de Oliveira, 20. A Polícia suspeita de um crime de “acerto de contas”.

Na cidade de Paracuru, no Litoral Oeste do estado (100Km de Fortaleza), um aposentado foi assassinado a pauladas por uma mulher. O crime se caracterizou como um latrocínio (roubo seguido de morte). O ancião Luís de Castro Moura, 73 anos, teve sua casa, localizada no bairro Maleitas, invadida por volta de 5h50. Uma mulher, identificada como Maria Lucineide Pereira, 45, foi vista saindo da residência levando vários pertences da vítima. Logo depois, o ancião caminhou alguns passos na rua e caiu morto.

A cena da fuga da mulher foi filmada por câmeras de residências próximas e, horas depois, a Polícia deteve a suspeita e seu comparsa, Francisco Gustavo Teixeira da Silva, 25. Os dois foram autuados em flagrante por latrocínio e receptação, respectivamente.

Mulheres

Mais duas mulheres foram assassinadas no Ceará, subindo para 358 o número de mulheres mortas no Ceará em 2018. O primeiro crime ocorreu ainda na madrugada de ontem, por volta de 5h40, na cidade de Massapê, onde uma mulher identificada por Alcilene, foi executada a tiros enquanto dormia. O assassino não foi, ainda, identificado.

Já por volta de 16h40, uma mulher – ainda não identificada – foi assassinada, a tiros, na Favela do Cal, no bairro Passaré, na zona Sul de Fortaleza.

 

Fonte: Ceará News7


Mr. Catra, figurinha fácil nos mais de 20 anos de história do Prêmio Multishow, será homenageado na edição 2018 do evento, que acontece nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro.

A festa terá início com um pré-show de duas horas de duração no tapete vermelho, que ganha um palco com banda ao vivo e presença de um público formado por fãs.

É nesse espaço que MC Marcinho e MC Juninho, dois dos 32 filhos de Mr. Catra, vão homenagear o pai, que morreu no último dia 9, aos 49 anos, vítima de câncer.

Catra, que comandou até o talk show na emissora musical, terá alguns de seus sucessos cantados por seus herdeiros. Buchecha,Tiago Abravanel e Mumuzinho também são presenças confirmadas no show do tapete vermelho.

Já no palco principal, a partir das 21h30, a premiação começa sob o comando de Anitta e Tatá Werneck. Na 25ª edição do evento, os maiores destaques no cenário musical do país serão eleitos em 17 categorias. 

Anitta, Ivete Sangalo, Kevinho, Luan Santana, Pabblo Vittar, BaianaSystem e Ferrugem são alguns dos artistas que se apresentarão na cerimônia.

O destaque fica por conta da primeira apresentação dos Tribalistas no palco da premiação.  Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown vão cantar grandes sucessos do trio.

O rock nacional será homenageado com a formação de uma mega banda, com um mix de integrantes como: Dinho Ouro Preto, Paulo Miklos, Samuel Rosa, João Barone, Digão, Liminha, Marcelo Lobato e PJ.

 Fonte: R7


A cantora Rihanna ganhou título de Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária de Barbados, sua terra natal. O título tornou Rihanna uma espécie de diplomata com plenos poderes e ela terá agora a responsabilidade de promover educação, turismo e investimentos no país.

A primeira ministra de Barbados, Mia Amor Mottley, escolheu a cantora por causa dos trabalhos filantrópicos de Rihanna, principalmente em áreas como educação e saúde, além do profundo amor pelo país e a visibilidade e reconhecimento que ela trouxe para a ilha ao redor do mundo. Em 2008, a cantora já havia sido escolhida como Embaixadora Cultural de Barbados. 

O cargo de Embaixadora é mais um dos muitos trabalhos de Rihanna no momento. Ela é cantora, empresária e estilista. Sem lançar um novo álbum desde ANTI, de 2016, a cantora acabou de lançar sua linha de lingeries, a SAVAGE X FENTY, que teve o desfile de lançamento durante a Semana de Moda de Nova York, além da sua linha de maquiagens, Fenty, que revolucionou o mercado da beleza com a variedade de cores para todos os tipos de peles.

 Fonte: R7


O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, criticou em postagem nas redes sociais nesta terça-feira (25) quem busca a “divisão da sociedade”. Segundo o presidenciável, isso resulta “na luta de classes e no enfraquecimento de nossos valores”.

Muitos miram propositalmente na divisão da sociedade, resultando na luta de classes e no enfraquecimento de nossos valores. Pessoas dividas, sem identidade familiar e cultural são mais mais fáceis de serem controladas. É o plano perfeito para quem quer se perpetuar no poder!

— September 25, 2018

O candidato se recupera desde 7 de setembro no Hospital Israelita Albert Einstein de uma facada que sofreu no abdômem durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), um dia antes. Ele precisou passar por duas cirurgias desde então.

Na segunda (24), o candidato deu entrevista à rádio Jovem Pan. Na conversa, gravada no quarto onde está internado, disse que, se eleito, "não haverá espaço" para indicações políticas em ministérios.

Questionado sobre críticas que o classificam como um "risco" à democracia, o presidenciável afirmou que é um "risco aos esquemas deles", citando indicações políticas.

"Essa maneira, de não aceitar indicação política, como eu tenho conversado com parlamentares, é uma maneira de resgatar, buscar o resgate da credibilidade do deputado. Não tem como aceitar", declarou.

Recuperação em hospital

Bolsonaro tem boa aceitação à "dieta leve" que começou neste domingo e mantém "boa evolução clínica", diz o último boletim médico divulgado na tarde de segunda pelo hospital.

O documento afirma que "o paciente evolui com melhora clínica progressiva" e que ele segue "com recuperação dos movimentos intestinais, recebendo dieta pastosa em associação à nutrição parenteral".

Fonte: G1

 


O sr. ficou 77 dias preso sob acusação de fraude e formação de quadrilha. Como analisa esta denúncia e como responde a essas acusações?

Não há nos autos nem no inquérito nenhuma imputação de corrupção. Há imputação de outros crimes, como falsidade ideológica e fraude, mas não corrupção. A Polícia Federal investiga  este caso desde fevereiro de 2016. Nesse período, eles tiveram acesso a uma série de informações sobre o caso. Também tiveram acesso a dados pessoais meus, como sigilo bancário, fiscal, telefônico. E não encontraram nada vinculado a corrupção. Quanto a supostos outros ilícitos que eles apontaram houve uma falha muito grande de quem investigou esse caso em não me chamar, ou chamar a empresa. O que aconteceu foi justamente o contrário: sempre que a Dersa, e depois eu próprio tentei ingressar nas investigações, isso foi negado.

O Ministério Público alega que houve sobrepreço e fraude nos aditivos assinados aos contratos para os lotes do Trecho Norte do Rodoanel. E que isso foi feito em conluio entre as empreiteiras e a direção da Dersa. 

Isso não é verdade. O que aconteceu foi justamente o contrário. A busca da empresa e da diretoria no período em que eu a presidi foram no sentido de preservar o erário e o interesse público. Nós fizemos análises nos pedidos que foram feitos pelas empreiteiras. Os aditivos de preços foram provisórios. A empresa correu atrás de informações e glosou esses preços. E as empreiteiras lançaram mão de um recurso contratual, que foram as juntas de conflito. Então eu discordo que tenha havido por parte da Dersa no período em que eu a presidi qualquer benefício a construtoras.

E como o sr. responde à alegação técnica de que alguns dos motivos para os aditivos de preços, como a questão dos matacões, já podiam ser apontados desde o início do projeto?

O projeto básico que guiou a licitação do Rodoanel foi único para os 44 km da obra. A posição que foi defendida pelas construtoras é que a licitação original deveria ter preços específicos pra a remoção de grandes blocos de rochas, os matacões. Entendem que a licitação tratou esses blocos como exceções, quando eles eram a regra. Este assunto foi analisado, a pedido da Dersa, pelo IPT. Quando o IPT se pronunciou, a Dersa suspendeu os pagamentos e a medição daqueles serviços. As construtoras não concordaram e pediram a formação de uma junta de conflitos, que entendeu que a Dersa deveria ter feito um preço específico para a remoção de matacões. E esta foi a decisão final, da qual recorrermos.

O sr. consegue dizer sem medo que não houve corrupção na construção do Rodoanel? Em nenhum dos trechos?

Eu posso lhe dizer que na construção do Rodoanel Norte não houve qualquer atividade vinculada à corrupção por parte da diretoria da Dersa. Todos os atos que tomei enquanto presidi a companhia foram atos que respeitaram integralmente aquilo que estava no contrato e que procuraram defender o interesse público. Eu não posso responder por outros períodos da companhia em que não fui presidente. Mas, no período em que estive à frente da Dersa, não houve corrupção no Rodoanel Norte.

Um dos diretores acusados no processo, Pedro da Silva, é acusado de enriquecimento ilícito e o Ministério Público Federal aponta indícios concretos desse enriquecimento. No entanto ele foi mantido pelo senhor.

O Pedro já era o diretor de Engenharia quando eu cheguei na Dersa. Não cabe ao presidente da companhia remover diretores. Isso é uma atribuição específica do Conselho de Administração, conforme o estatuto social, e o Conselho de Administração da empresa, nesse caso de nomeações, age de acordo com determinação do Conselho de Defesa dos Capitais do Estado. No período em que o Pedro trabalhou comigo na Dersa não houve nenhum ato dele que gerasse suspeição ou dúvida quanto à sua correção ou quanto à defesa dos interesses da companhia.

Outro ex-diretor da Dersa alvo de denúncias de corrupção é Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que é do período anterior ao do senhor. Também atesta a correção dele?

Não conheço o Paulo Preto, entrei na companhia oito meses depois que ele havia saído da empresa e estive com ele uma única vez, na final da Libertadores, no Pacaembu, quando o Corinthians foi campeão mundial, e nessa oportunidade não conversamos.

Mas sua gestão investigou os atos atribuídos a ele? O que foi encontrado?

Todas as denúncias recebidas pela Dersa foram investigadas, até porque depois de 2011 estipulamos uma política de compliance bastante robusta. Toda denúncia que chegou foi encaminhada a esse órgão de investigação interna e tudo que foi achado foi investigado.

E o que foi achado?

Por exemplo, no caso do reassentamento da Jacu Pêssego, Rodoanel Sul e Marginal Pinheiros, que inclusive hoje é objeto de uma ação judicial, a principal prova são os relatórios de auditoria da Dersa.

Então nesse caso o senhor acredita que houve, sim, ilícito com a participação da então diretoria?

O que houve naquele episódio foram pagamentos indevidos. Ou seja, foram aprovados pagamentos que não seguiram os procedimentos adequados dentro da empresa. E a Dersa tomou a providência de apurar essas irregularidades, as encaminhou às autoridades competentes e, neste momento, move uma ação de ressarcimento contra aqueles que se acredita sejam os responsáveis.

O sr. ficou preso, foi libertado pelo STF e agora será julgado. Qual acredita que será o desfecho desse processo?

O que eu mais desejo com relação a este processo é um julgamento justo. Pelo que vi até agora, não tenho certeza se eu terei esse julgamento justo.

Por quê?

Porque desde o período de investigação, que começou há muito tempo atrás, nunca se buscou ouvir e apurar as informações. Há um direcionamento, há uma tese preconcebida e toda a informação que foi buscada foi sempre no sentido de se confirmar essa tese. Se esse julgamento for justo, tenho certeza de que serei absolvido.

A tese é a de que teria havido um conluio da Dersa com as empreiteiras para se chegar a um sobrepreço e beneficiar economicamente também a diretoria da Dersa?

Quanto à diretoria da Dersa não tem nenhuma evidência, nunca houve nenhuma citação, de que foi beneficiada nesse suposto conluio. Tudo que se apurou e se demonstra até este momento, e, reitero, eu não concordo com essa demonstração, são apurações que induzem ao entendimento de fraude. O Ministério Público sustenta que havia uma organização criminosa no seio da empresa. Agora que organização criminosa é essa que busca o tempo todo gerar argumentos e justificativas para que não se atendam os pleitos das construtoras?

Uma das alegações para justificar sua prisão foi a de que estaria havendo destruição de provas e de documentos. Como o sr. responde a isso?

Isso é um absurdo. Eu tinha o hábito, e ainda tenho, e o acho muito saudável, até porque ele é uma recomendação de políticas estaduais e da própria Dersa, de se atentar a questões de sigilo da companhia. Não por outra razão vários funcionários da empresa trabalham com picotares de papel ao lado de suas mesas e cuidam de que documentos e papeis não sejam colocados de forma aberta e exponham os interesses da empresa de forma pública. Dentro da política da Dersa a companhia tem um sistema de digitalização dos documentos. Tudo isso é guardado. 

Mas quem determina o que pode ser descartado dessa forma?

Existe um decreto estadual que determina o que pode ou não ser descartado. Em segundo lugar a própria política da companhia também determina o que pode ou não ser descartado.

E esses documentos digitalizados foram todos entregues à investigação?

Eu imagino que sim, porque esses documentos estão na Dersa, estão nos servidores da companhia.

Essa política de destruição de documentos e de sigilo não contraria a necessidade de transparência na gestão pública?

Pelo contrário. Uma coisa é você guardar a informação. Outra é você descartar de forma indevida essa informação. As informações não são perdidas, são armazenadas com zelo que elas merecem. 

Então o sr. acha que a alegação de risco de destruição de provas foi usada como pretexto para sua prisão?

Não me parece haver uma outra motivação além dessa, porque se você analisar o depoimento das minhas secretárias, de onde foi retirada essa alegação, vai verificar que sou uma pessoa de comportamento extremamente organizado, não gosto de acumulação de papel, e aquelas informações que foram descartadas já estavam no sistema.

Ainda na questão dos aditivos à obra do Rodoanel Norte, o gerente de obras, Emílio Squarcina, se recusou a assiná-los e foi posto numa geladeira administrativa na Dersa. Como o sr. explica isso?

O Emílio era um funcionário da Diretoria de Engenharia, e essa foi uma decisão tomada no âmbito da diretoria, assim como a sua contratação. O Emílio, se não me engano, foi contratado em 2012, e essa foi uma decisão da diretoria, assim como a decisão de trocar o gerente da obra, de qualquer outra parte, foi da diretoria.

Logo depois de ele se recusar a aprovação de um aditivo sob a alegação de que ele estava irregular?

Este não era um assunto que era tratado da presidência. Eu fui ter a primeira conversa com o Emílio após a saída dele da gerência de obras em fevereiro ou março de 2016. Ele poderia, se ele achasse que havia alguma injustiça, ter me procurado ou procurado outras pessoas. 

O fato de o responsável pela obra ter se recusado a assinar o aditivo já não era um alerta de que havia irregularidade?

De novo: esta não era uma informação da qual eu tinha domínio quando foi tomada a decisão. 

Não é uma decisão importante, uma vez que um aditivo que custaria muito dinheiro dependia dessa assinatura?

Essa é uma decisão importante, mas eu não tinha conhecimento quanto à discordância do Emílio. A informação me foi trazida pelo diretor de Engenharia, que vinha havia algum tempo reclamando de problemas de relacionamento do Emílio com o restante da equipe. Quando me trouxe esse problema eu disse: ‘Bom, assim como a contratação, a decisão de retirá-lo não é minha’.

O Rodoanel já foi um ativo, uma marca do PSDB em eleições, mas agora virou um passivo, e a Dersa hoje é associada a corrupção na campanha. O sr. acha que isso é injusto?

No que tange ao período que eu comandei a companhia eu não acho, eu tenho certeza. A empresa foi bastante séria na condução das suas atividades e nunca se furtou a investigar qualquer atividade.

Pelo período anterior o senhor não põe a mão no fogo?

Não é que eu não ponho a mão no fogo. As denúncias que me chegaram foram apuradas e encaminhadas às autoridades competentes. Ela nunca se furtou a isso.

O sr. é ligado politicamente ao secretário Saulo de Castro. Tem uma trajetória com ele em vários órgãos. Como se deu essa sua entrada nos governos do PSDB e de que natureza é sua ligação com ele?

Minha ligação com o Saulo é profissional, não política. Não sou filiado a nenhum partido e nunca fiz campanha para o PSDB ou para qualquer partido que fosse. Eu conheci o doutor Saulo quando ele dirigiu a Febem. Trabalhei no Senai, com instrução de jovens, e fui convidado para desenvolver um processo de profissionalização de jovens na Febem em 2001. A parceria foi bem-sucedida e depois ele me convidou para trabalhar na Secretaria de Segurança Pública. Depois nos distanciamos, trabalhei quatro anos na iniciativa privada, na Kroll, e depois recebi um convite para retornar em 2011. Mas nossa vinculação sempre foi profissional, ela não é política.

O ex-governador e candidato à Presidência Geraldo Alckmin fez defesas muito veementes da sua honestidade. Acha que seu caso é uma das razões para ele enfrentar dificuldades eleitorais?

Conheci o governador Geraldo Alckmin em 2011, já presidente da Dersa. O conheci e participei de várias reuniões para definir questões relativas à Dersa sempre com postura técnica. Acho que isso contribuiu para definir a confiança que ele expressa no meu trabalho. Cabe a mim agradecer a confiança que ele deposita em mim. Não posso dizer com clareza quais as motivações de quem investiga este caso, mas o que eu percebo é que uma das consequências é o uso político desta situação. 

Fonte: Estadão

 


Na tentativa de se afirmar como terceira via nas eleições de 7 de outubro, o candidato do PDT, Ciro Gomes fez ataques ao líder nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL) e ao partido do ex-presidente Lula e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad – que assumiu o segundo lugar. Em terceiro, Ciro disse ontem em evento no Rio que a esquerda precisa fazer uma autocrítica para não legitimar a “pior direita” nessas eleições.

O presidenciável afirmou que uma das coisas mais graves que o país enfrenta hoje é a descrença na política, e atribuiu este momento à figura de Jair Bolsonaro. “Hoje a nossa geração não acredita na política. Isso explica esses episódios neofascistas que o Bolsonaro representa”, declarou.

Por outro lado, Ciro reclamou que sempre esteve ao lado do PT, e mesmo assim é “insultado a toda hora” pelos petistas."Votei no Lula e na Dilma em todas as eleições. Ficamos contra o impeachment. E, agora, sou insultado a toda hora. Porque virou um jogo que não é pelo projeto de país, é um jogo de luta pelo micro poder. O Brasil não aguenta mais isso", disse o candidato do PDT no Clube de Engenharia, onde palestrou a convite da Associação dos Engenheiros da Petrobras.

Para o presidenciável, o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que ele chama de "golpe", devia fazer a esquerda repensar seus métodos, porque nem mesmo com parlamentares “à venda no varejo e no atacado” não foi possível reverter a cassação da petista.

"Nós não conseguimos um terço dos deputados, num país em que deputados estão à venda no varejo e no atacado. É de se parar para pensar. A esquerda brasileira ou faz uma autocrítica para se reconectar à sociedade, ou vamos legitimar a pior direita agora no país", disse.

O presidenciável deu continuidade às críticas e mirou no presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB) e governo de Alagoas, onde Renan Filho, herdeiro de Renan Calheiros (MDB), tenta a reeleição ao lado do pai no Senado.

O nome do candidato do PT, Fernando Haddad, não foi citado, mas é preciso lembrar que o ex-prefeito, em agendas recentes de campanha, esteve com Eunício e Renan no Nordeste.

"Até o adjetivo de esquerda está mal versado no Brasil. Falar que é golpe e ver o candidato do PT abraçado com Eunício no Ceará, que é a minha terra, pode acreditar, é muito duro. Denunciar o golpe abraçado com Renan Calheiros não dá. O único estado que não vou visitar é Alagoas, porque não quero confraternizar com Renan", disse.

Ciro vem repetindo que vai “salvar o Brasil dessa dança macabra à beira do abismo” e se oferece como alternativa para a crise econômica do país. Em palestra ontem no Rio, o presidenciável defendeu que a Petrobras não deve ser privatizada e disse que em seu governo a empresa teria papel protagonista no desenvolvimento do país.

"O Brasil só tem dois lugares onde nós temos condição de alguma autonomia tecnológica com irradiação civil importante: Petrobras e Embraer. Todos os campos de petróleo que forem entregues aos estrangeiros a partir da revogação da lei de partilha serão expropriados com as devidas indenizações", defendeu.

Fonte: Terra Política


Na última segunda-feira, dia 24 de setembro de 2018 , Pedro de Sousa Santos, 30 anos, residente no sítio Duas Lagoas na cidade de Brejo Santo-CE, foi preso acusado de estuprar uma jovem de 15 anos, natural de Brejo Santo, de acordo com as informações a prisão ocorreu após denúncias através de ligações anônimas de um senhor para o número 190, informando que flagrara  um casal que encontrava-se próximo ao curral de sua propriedade, segundo informações a jovem estava seminua pedindo socorro.

De pronto atendimento, deslocou-se a patrulha da Polícia Civil de serviço Várzea até o endereço no Sítio Comprida, zona rural de Brejo Santo, onde foram levadas as partes para Delegacia Regional da Polícia Civil.

 


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