Caso Valbuena: Benzema é considerado culpado como cúmplice de chantagem

Depois de mais de cinco anos, o polêmico caso Valbuena teve uma resolução por parte da justiça francesa. O atacante Benzema, ex-companheiro do meia na seleção da França, foi considerado culpado como cúmplice do crime de chantagem. Ele foi condenado a um ano de prisão suspensa, que só deve ser cumprida em caso de reincidência, e multado em 75 mil euros.

O tribunal de Versalhes chegou à conclusão que Benzema teve uma “intervenção deliberada” no caso através de uma conversa com Valbuena na concentração da seleção francesa, em outubro de 2010. No papo, o atacante tentou convencer o meia, seu amigo na época, de que deveria negociar com os homens que o chantageavam para não divulgarem um suposto vídeo íntimo. E, depois, foi descoberta a relação de Benzema com um dos chantagistas.

O tribunal de Versalhes chegou à conclusão que Benzema teve uma “intervenção deliberada” no caso através de uma conversa com Valbuena na concentração da seleção francesa, em outubro de 2010. No papo, o atacante tentou convencer o meia, seu amigo na época, de que deveria negociar com os homens que o chantageavam para não divulgarem um suposto vídeo íntimo. E, depois, foi descoberta a relação de Benzema com um dos chantagistas.

A promotoria solicitava 10 meses de prisão para o jogador do Real Madrid, a pena mais baixa possível, mas o jogador acabou condenado a um ano de prisão, que só cumprirá se for reincidente. Em contrapartida, ele recebeu a maior multa prevista pela justiça francesa, sob a justificativa que, como figura pública, ele poderia dar um exemplo neste cenário.

A defesa de Benzema afirma que o jogador só deu um conselho e tinha a intenção de ajudar Valbuena. Porém, a versão do meia, que testemunhou em juízo, teria indicado uma má intenção na intervenção do atacante. Os advogados de Benzema entrarão com recurso contra a decisão.

– O tribunal indicou claramente que Benzema não tinha conhecimento dos fatos preliminares. Estamos atônitos com esta decisão. O recurso é necessário – disse Silvayn Cormier, advogado do atacante, citado pelo “Marca”.

Informações do site GE

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